#Incesto #Teen #Virgem

Comecei a desejar o meu filho (parte 2)

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Ghostwritter

Depois que eu e meu filho nos masturbamos juntos, eu não sei mais o que fazer.

Fiquei horas rolando na cama, pensando no que havíamos feito. O cheiro do suor e a respiração entrecortada dele, não saiam da minha cabeça.
Acordei tarde no dia seguinte pensando: “Como vou encarar ele agora?”

Ao levantar da cama eu pus meu robe de seda. Sai do quanto e fui em direção a cozinha preparar o café da manhã. Minha mente estava nublada, não conseguia pensar.

Então eu ouvi a porta do quarto de Lucas abrir lentamente e um arrepio subiu pela minha espinha, mas eu não me virei. Não queria olhar pra ele.

Ele não disse uma palavra, no entanto eu sabia que ele estava me encarando, eu podia sentir seu olhar quente em minhas costas. Em seguida ouvi os passos dele pela casa, “Ele tá vindo pra cá?” pensei escutando a aproximação. Eu comecei a tremer e senti meu corpo ficando quente. Contudo outra porta abriu perto de mim, era o banheiro. Ele entrou e fechou.

Eu suspirei como se estivesse sufocando “o que foi isso?” Eu pensei recuperando a compostura. Voltei aos legumes e uns minutos depois a porta do banheiro rangeu, ao sair ele caminhou em direção ao quarto.

—Lucas… — gritei instintivamente, logo abaixei o tom. — …precisamos conversar.

Ao virar, vi seu rosto levemente corado. Caminhei até a sala e sentei no sofá, ele em uma poltrona distante. Eu apertei meus dedos tentando criar coragem para falar.

—O que a gente fez ontem… — comecei, minha voz falhava. — …olha, não fizemos nada de errado ok? Nós só… — eu não sabia como terminar a frase.

Abaixei a cabeça e coloquei a mão no rosto “que merda eu tô falando?” Pensei, e ao levantar os olhos vi Lucas olhando de canto para os meus seios e desviando o olhar. Fiquei envergonhada e eu fechei meu robe com força.

—Vamos só esquecer, ta? — eu disse.

Ele acenou com a cabeça e os dias seguiram normalmente. Ele ia pra escola, depois pro trabalho e aí o treino. E eu fazia uns bicos de faxineira.

Uma semana se passou e eu comecei a reparar os olhares, sentia a fome do predador que havia despertado. Passei a usar roupas curtas com mais frequência. Dizia pra mim mesma que era por causa do calor, mas aquele olhar. Eu ficava excitada só de saber que ele estava me encarando.

Passei a me masturbar ainda mais, a culpa ainda existia, mas eu comecei a aceitar que algo tinha mudado.

—Bebê… — eu sussurrava enquanto pressionava meus dedos em minha entrada. — …Você quer me comer, bebê? — eu já não estava mais me contendo.

Um mês se passou e Lucas chegou me avisando que tinha ganhado uma promoção no trabalho. Ele teria que fazer mais horas, então largou a academia.

—Vamos comemorar! — eu disse com entusiasmo.

À noite eu coloquei uma blusa preta fina, um short e minhas pantufas. Iríamos ficar em casa mesmo. Antes de sair do quarto, eu abri a gaveta para pegar meu perfume e do lado havia um pacote de preservativos.
Eu observei por um tempo, balancei a cabeça e fechei a gaveta. “Para porra” pensei.

Depois eu fui para a sala, ele pôs um filme para vermos juntos. Eu peguei um vinho pra beber e fiz pipoca. Nos sentamos e começamos a assistir.

Metade do filme se passou, a pipoca já havia acabado e eu bebia uma taça de vinho. Eu estava entretida, quando de repente:

—Posso beber também? — Lucas perguntou.

Eu fiquei surpresa ao ouvir aquilo e apesar de não querer que ele bebesse. Eu cedi

—tudo bem, hoje é seu dia mesmo.

Peguei uma taça para ele, brindamos e bebemos. Quinze minutos depois eu estava começando a ficar bêbada.

—Bebê… — eu sussurrei, quase inaudível.

Eu percebi o que falei e fiquei estática. “Será que ele percebeu?” Me perguntei. Logo senti um leve toque na minha mão. Minha respiração ficou pesada, olhei para baixo e vi o dedo dele me tocando, depois deslizou e subiu a mão pela minha coxa. Fiquei molhada na hora.

Então virei meu rosto devagar na direção dele e ele fez o mesmo. Nos encaramos em meio aquela escuridão, iluminada apenas pelo brilho da tv.

— Mãe… — disse ele com uma voz muito mais grave que o habitual

Eu me aproximei e fechei os olhos, foi lento, desajeitado, desconfortável. Eu senti a língua dele dentro da minha boca. Meu mamilos ficaram duros e minha calcinha estava encharcada.

Ele desceu e lambeu meu pescoço. Apertou meus seios e subiu em mim no sofá.
Eu gemi baixinho enquanto ele me usava como seu brinquedo.

—Espera, para… — eu disse ofegante — …não podemos fazer isso, eu sou sua mãe.

Eu dizia isso, mas no fundo eu estava ardendo de tesão, queria que ele me comesse ali mesmo.

—Mas… podemos fazer sem penetração.

Foi a desculpa que eu dei para mim mesma. Então eu tirei a calça dele e vi o volume que ele tinha. “Caralho” pensei. Era grande pra idade dele, grosso e com algumas veias. Da cabeça já saia pré gozo.

Posicionei ele no sofá e me ajoelhei entre as pernas dele. Removi minha blusa e meu shorts, fiquei nua também. Estendi minha mão e segurei seu membro. Ele gemeu baixinho, era tão fofo ver o rosto de prazer dele.

Beijei a glande e lambi a cabecinha. Depois abri a boca e engoli o pau dele de uma vez, chupei as bolas com força enquanto olhava pra ele. Ao mesmo tempo, metia meus dedos na minha buceta.

— Tá gostoso? — perguntei entre as chupadas.
— Sim mãe.

Chupei ele por uns quinze minutos. Quando ele começou a se contorcer.

— Goza pra mamãe, goza.

Não sei porque disse aquilo, mas ele pareceu ter ficado excitado em ouvir. Quando ele finalmente ejaculou na minha boca. Eu cuspi na minha mão e ficamos nos encarando por uns segundos. Eu e ele sabíamos o que estávamos pensando.

Dez minutos depois eu estava chupando ele de novo, fiz uma espanhola e ele gozou nos meus peitos.

— Deixa eu te… chupar também. — disse ele hesitante.

Fiquei morta de vergonha de deixar ele ver minha entrada tão de perto. Quando ele se aproximou, o ar quente da sua boca me fez arrepiar a espinha. Ele me lambeu e me dedou me fazendo gozar várias vezes.

Quase uma hora e meia de sexo oral depois, estávamos exaustos. Ele foi tomar banho e ao terminar eu fui. Não comentamos sobre isso naquela noite.

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Três dias depois fizemos de novo, virou rotina. Fazíamos sexo oral um no outro por quê assim eu pensava que não estávamos fazendo incesto de verdade. Tiramos fotos, ficamos cada vez mais tarados um no outro. Mas eu sabia que uma hora ou outra, iríamos cruzar a linha.

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Comentários (3)

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  • Rita: Continua PF, isso mexe demais comigo..

    Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a
  • kllark: Quero saber ate onde isso vai em,to adorando os contos,ansioso para desfecho,aguardando....lucas e lindo e vcs são um lindo casal.

    Responder↴ • uid:1eeqokyst7ib
  • kllark: Quero saber ate onde isso vai em,to adorando os contos,ansioso para desfecho,aguardando....lucas e lindo e vcs são formam um lindo casal.

    Responder↴ • uid:1eeqokyst7ib