Meu filho tem micropenis
Eu me chamo Roberto, tenho 58 anos, sou viúvo há quatro anos e moro com meu filho Lucas e a esposa dele, Nora, na nossa casa grande nos arredores de Campinas. Lucas sempre foi um rapaz quieto, casado há dois anos com Nora, uma morena linda de 29 anos, corpo escultural, seios médios firmes, bunda redonda e empinada, pele morena clara que ficava ainda mais gostosa quando suada. Eu tentava não olhar, mas era difícil. Minha mulher tinha morrido e eu passava as noites me masturbando pensando em qualquer coisa que aliviasse aquela fome que não passava.
Uma noite, eu não conseguia dormir. Desci para pegar água e ouvi barulhos estranhos vindo do quarto deles no corredor do segundo andar. A porta estava entreaberta. Espiei. Lucas estava nu, de costas para mim, tentando penetrar Nora. Foi quando vi. O pau dele era minúsculo. Um micropênis mesmo, não passava de uns 4 ou 5 centímetros duro, fino como um dedo. Nora estava de quatro na cama, gemendo baixinho, mas era claro que não sentia quase nada. Ele metia rápido, mas saía o tempo todo. Ela fingia prazer, mas eu via a frustração no rosto dela. Meu pau, que sempre foi grande — 20 centímetros grosso, veioso, com cabeça rosada e inchada —, latejou dentro da cueca.
No dia seguinte, confirmei tudo. Entrei no banheiro enquanto Lucas tomava banho e vi de perto: era mesmo ridículo. Ele não conseguia satisfazer a mulher. E eu, viúvo, com tesão acumulado, comecei a fantasiar.
Duas semanas depois, a oportunidade surgiu. Era madrugada, Lucas tinha tomado remédio para dormir porque estava com dor de cabeça. Nora estava no corredor, voltando do banheiro só de camisola fina preta, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido. Eu estava escondido na sombra, pau já duro dentro da calça do pijama.
Quando ela passou por mim, eu a agarrei por trás. Uma mão tapou sua boca com força, a outra apertou sua cintura e a prensei contra a parede do corredor, bem em frente à porta do quarto onde meu filho dormia.
— Shhh... quieta, Nora. Você precisa disso tanto quanto eu — rosnei no ouvido dela.
Ela se debateu, olhos arregalados de terror. Tentou gritar, mas minha mão grande abafava tudo. Seu corpo quente tremia contra o meu. Eu empurrei minha ereção grossa contra a bunda dela por cima da camisola.
— Seu marido tem um pintinho que não serve pra nada. Eu vi. Você merece uma pica de verdade.
Nora negava com a cabeça, lágrimas escorrendo. Eu levantei a camisola dela até a cintura. Ela não estava de calcinha. A boceta depilada, carnuda, já um pouco molhada apesar do medo, brilhava no escuro. Passei dois dedos grossos na fenda dela, abrindo os lábios.
— Para... por favor... seu filho está dormindo aí... — sussurrou desesperada quando afrouxei um pouco a mão na boca.
— Exatamente. Ele vai continuar dormindo enquanto eu fodo você direito.
Baixei a calça do pijama. Meu pau saltou, pesado, latejando, a cabeça roxa inchada babando pré-gozo. Bati com ele na bunda dela, fazendo barulho molhado. Nora tentou fechar as pernas, mas eu forcei o joelho entre elas e abri.
Segurei meu cacete pela base e esfreguei a cabeça grossa na entradinha dela. Ela era apertada. Empurrei devagar, sentindo os lábios dela se esticando ao máximo ao redor da minha glande. Nora gemeu de dor, unhas cravando no meu braço.
— Ai... dói... é muito grande... tira... por favor...
Meti uns 10 centímetros de uma vez. A boceta dela engoliu meu pau com dificuldade, quente, molhada, apertando como um punho. Continuei empurrando até sentir meu saco bater na coxa dela. Estava todo dentro. Nora soluçava baixinho, corpo tremendo, mas a boceta dela começou a pulsar ao meu redor.
Comecei a meter devagar, mas fundo. Tirava quase tudo e enfiava com força, fazendo os seios dela balançarem dentro da camisola. O barulho molhado de estocadas ecoava no corredor silencioso. Cada vez que eu metia, a cabeça do meu pau batia no fundo dela, no colo do útero.
— Não... eu não quero... seu filho... — ela choramingava, mas as pernas dela estavam se abrindo mais.
Aumentei o ritmo. Agarrei os cabelos dela e puxei a cabeça para trás enquanto metia como um animal. Meu pau entrava e saía brilhando com os cremes dela. Nora começou a gemer diferente, não de dor.
— Cala a boca e toma essa pica, sua vadia reprimida — grunhi, dando tapas na bunda dela.
Depois de uns minutos de estocadas brutais, o corpo dela traiu. A boceta apertou forte, ela tremeu inteira e gozou pela primeira vez, esguichando um pouco no chão do corredor. As pernas fraquejaram.
— Não... não pode ser... — murmurou, chocada.
Eu não parei. Virei ela de frente, levantei uma perna dela e meti novamente, olhando nos olhos. Agora ela me olhava com uma mistura de ódio e desejo. Os seios pulavam. Eu abaixei a camisola e chupei um mamilo duro enquanto socava.
— Diz que meu pau é maior que o do meu filho — ordenei.
Ela negou, mas eu meti mais forte, batendo fundo.
— Diz, porra!
— É... é muito maior... ai meu Deus... me rasga...
Eu sorri e acelerei. O pau entrava com força, as bolas batendo, o som obsceno enchendo o corredor. Nora agora rebolava contra mim, quadril se movendo sozinha.
— Mais... vai mais fundo...
Eu a virei de novo, coloquei ela de quatro no chão do corredor, bem em frente à porta do quarto. Meti por trás com tudo. Segurava os cabelos como rédea e cavalgava. A bunda dela ficava vermelha com os tapas.
— Por favor... me fode... me fode mais forte que o Lucas nunca conseguiu...
Ela estava entregue. Gozou de novo, gemendo alto, mordendo o próprio braço para não acordar o marido. Eu sentia o pau inchando.
— Vou gozar dentro, Nora.
— Sim... enche minha boceta... me dá porra grossa...
Explodi. Jatos quentes e longos encheram ela até transbordar, escorrendo pelas coxas. Ficamos ali, ofegantes, meu pau ainda latejando dentro dela.
Desde aquela noite, tudo mudou. Nora começou a me procurar. De dia, quando Lucas saía, ela me chupava na sala, engolindo meu pau até a garganta, babando, olhos lacrimejando de prazer. "Quero mais pica, seu pau é viciante", ela sussurrava enquanto lambia minhas bolas.
À noite, quando Lucas dormia, ela ia pro meu quarto e cavalgava meu cacete como uma puta louca, rebolando, apertando os próprios seios, pedindo para eu bater nela.
— Me fode como sua puta, pai... me enche de porra todo dia... o pintinho do Lucas não serve pra nada...
Eu dava tudo que ela pedia. Estocadas brutais, sexo anal (que ela aprendeu a amar), boquetes no carro, tudo. Ela virou minha vadia particular, sempre molhada, sempre implorando por mais daquela pica grossa que o marido nunca poderia dar.
E o melhor? Lucas nunca soube. Dormia tranquilamente enquanto eu satisfazia a mulher dele no corredor, na cozinha, no sofá... onde ela quisesse.
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