Prima mais velha gostosa sendo submissa do primo moleque
A prima mais velha não esperava que o primo mais novo fosse tentar comer ela, por sorte, os dois se divertiram muito.
Olá, sejam bem vindos meus lindos e lindas! Vim aqui relatar como meu primo mais novo me fez virar sua puta submissa, sim, um pivete me fez ficar apaixonada pelo seu pau!
Só para me caracterizar, me chamo Cecília, de cabelos negros lisos, por causa da academia, tenho um corpo extremamente atraente, tanto minha bunda como minhas pernas e meus seios são bem admiráveis, o que faz com que vários caras tentem algo comigo, contudo nunca dei bola, sempre fui focada na academia e na faculdade de nutrição, mal sabia que o mal estava na minha própria casa.
Pedrinho, meu primo mais novo teve que ficar na minha casa por um tempo, nunca fui de conversar com ele, achava meio esquisito, era magricelo, esguio, mas também não tinha nada contra ele, enfim, o ruim é que ele vivia me encarando, principalmente quando vestia minha roupa de academia, chega ele babava olhando minhas pernas, minha bunda, isso me enojava, já rezava para o dia que ele fosse embora, até que...
... Em um certo dia, estava com preguiça de ir à academia, mas queria ainda assim fazer exercícios, então coloquei minha roupa de academia(legging preto e top preto sem decote) e um colchonete no meio da sala, comecei a fazer alongamentos e no momento fatídico fazia um exercício em que minha bunda ficava empinada enquanto minhas costas se curvavam para frente e minha cabeça ficava no chão, então não via quem estava atrás de mim, e sabe quem estava? O meu primo moleque tarado.
Ele já ansiava por aquilo, e eu nem percebi a presença dele, só percebi quando, impulsivamente, abaixou minhas calças e começou a esfregar seu pênis ainda mole na minha bunda nua:
_ O que é isso garoto? Está doido garoto?? Sai daí!
_ Estou louco por ti, Ceci! Te quero tanto!
E esfregava o pau ainda mole, mas que estava a ponto de endurecer, tentava me desvencilhar, mas na posição que estava, mesmo que fosse mais alta e mais forte que o pivete, ele conseguia manter dominância a mim.
Até achava que aquele pênis não ia endurecer, mas endureceu, e quando endureceu, ele encontrou o buraco da minha xoxota, e enfiou de uma só vez, me senti como se algo me rasgasse, o pau, mesmo duro, não era muito grande, principalmente por ser de um moleque, mas a agressividade e a surpresa da metida é que me fizeram sentir essa dor tão excruciante, e após entrar, começou a meter num movimento vai e vem frenético na minha buceta, era violento, tanto a metida, tanto os tapas nas bandas da minha bunda como os xingamentos proferidos a mim:
_ Isso minha vagaba, você vai ser meu depósito de porra agora!
E não parava, não demorou muito para a dor dar lugar a excitação, não tentava sair mais daquela situação, agora só queria curtir o prazer do momento, meus gemidos eram fracos e insólitos, não queria mostrar para aquele moleque que estava curtindo ser fodida por ele, mas a cada palmada na minha bunda, um choque percorria meu corpo, assim breves gemidos mais altos saíam de mim, aí era bem perceptível para ele que eu estava gostando:
_ Isso Ceci! Confessa que está gostando!
_ N-não... es-tou...
Eu falava uma coisa, mas meu corpo demonstrava outra totalmente diferente. Ele era imparável, para um moleque tão novo que eu tenho certeza que era virgem, tinha muita virilidade, foi quando esguichei, obtive meu primeiro orgasmo para um moleque que não teria chance alguma com uma mulher jovem e madura da minha idade.
Eu estava acabada, mas ele não, voltou a fuder minha buceta no estilo frango assado, minha vagina já ia ficar assada de tanto que ele metia, e ele queria mais, subiu meu top e se chafurdou nos meus seios, os beijava, chupava, mas com um carinho que me excitava ainda mais, cinco minutos depois veio o meu segunda orgasmo, nenhum homem havia me feito gozar duas vezes num mesmo dia, mas aquele moleque conseguiu fazer.
Até que ele também não resistiu, tirou seu pau da minha vagina e se pôs a bater uma punheta bem perto do meu rosto, eu sabia que queria me humilhar, mas eu não tinha forças para protestar, só podia aceitar aquela situação e o leite que saiu de seu pênis e atingiu todo o meu rosto, um sêmen pastoso como leite condensado que fez minha visão ficar turva, depois disso dormi e só acordei próximo da noite da força que foi esse baque em mim.
À noite, jantamos juntos à mesa e ele me encarava safadamente sabendo da "sapequice" que ele fez comigo, e por isso eu precisava conversar com ele.
À meia-noite, enquanto todos dormiam, invadi o quarto do meu primo para conversar:
_ Padrinho, temos que conversar, o que fizemos mais cedo não devia ter acontecido, você foi totalmente errado em puxar as minhas calças e o restante... Só esqueça isso, isso nunca aconteceu, sou velha para você, você ainda é muito novo, nem devia pensar nisso, estamos de acordo?
No momento, eu estava ajoelhada falando com ele enquanto o próprio estava sentado na cama me olhando de cima:
_ Não entendi, minha vagabunda, você gostou!
_ Ei! Não permito que fale assim comigo!
_ Falo com minha vadia do jeito que eu quiser!
E me deu um tapa violento na minha face esquerda que chegou a ficar vermelha:
_ VOCÊ ESTÁ DOIDO??
E enfurecida, já me levantava para sair do local, se não fosse um agarrão que levei dos meus cabelos próximos a nuca:
_ Você não vai embora, puta! Sei que você gostou e já que veio aqui é porque você quer mais pica!
Eu não queria aceitar mas o jeito que ele me tratava, não sei mas me excitava, ele me dominava:
_ Mais cedo usei tua buceta, agora quero usar tua boca!
E num golpe grosso, baixou seu short e revelou seu pênis ereto apontando para mim, não era um pênis gigantesco como eu esperava por causa da idade dele contudo ainda o desejava:
_ Lambe sua puta!
E mais um tapa, agora na face direita, me fez rapidamente começar a lamber a extensão daquele pênis vistoso, lambia-o completamente, como se não quisesse sequer nenhum centímetro daquele pedaço de carne:
_ Isso minha putinha! Continue, continua a me olhar com essa cara de safada!
Eu nem havia percebido mas eu o encarava sensualmente, totalmente rendida a ele como se fosse agradar um futuro marido meu.
_ Agora engole.
E comecei a chupá-lo lascivamente, como se fosse um picolé que estava prestes a derreter, começava a engasgar mas não desistia, aquele pau já alcançava minha garganta, no entanto eu o ainda queria, nem me importei que o pau que eu chupava era de um moleque que o máximo de experiência sexual devia ser a masturbação, ele me tratava de uma maneira que eu nunca esperaria que um affair meu iria me tratar, e que nem eu idealizava, mas aquilo me excitava mais do que tudo.
_ Isso minha puta! Agora receba minha semente!
E num movimento, enfiou todo seu pau na minha garganta, ficando assim por um minuto, estava me sufocando, até que senti o grosso do seu sêmen invadir minha garganta, nem havia tempo para agir, era engolir a porra ou morrer sufocada, e assim fiz, nenhuma gota de sêmen foi desperdiçada, engoli tudo:
_ Isso minha puta! Agora você vai ser meu depósito de porra! Vai fazer o que eu quiser entendeu?
_ Entendi, meu amor!
Estava totalmente rendida e submissa a um pivete que nem chegava à minha altura, e assim foi, ele me tratava como quisesse, me enchia de porra em todos os lugares sem pedir permissão, me fazia faltar aulas da faculdade, a não ir para a igreja só para lhe satisfazer sexualmente e, consequentemente, me satisfazia também, assim continuo a ser a puta dele.
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Comentários (3)
Rick: Idades? Deixa mais excitante dizer
Responder↴ • uid:1d2l74btj31nMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkJovem: Eu ja estrupei minha prima e minha irmã rsrs gosto muito disso
Responder↴ • uid:8cips3hfib