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Meu professor de matemática me comeu na sala de aula

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Concentrado na prova, nem olhei para ele. Mas Cláudio cutucou meu ombro, e quando fui olhar para ele, vi a cabeça do seu pau entre os botões do avental.

O ano letivo recomeçou, completei 15 anos, e comecei a estudar o primeiro ano do ensino médio, alguns alunos novos na sala e outros do ano anterior.
Quase todos os professores eram diferentes, mas teve um, em especial, que já chamou à minha atenção, logo no primeiro dia de aula dele, o professor Cláudio de matemática. Ele era elegante, vinha com roupa social, bem diferente dos demais, que normalmente usavam calça jeans e tênis.
Professor Cláudio usava um avental branco, comprido, ia até seus joelhos, mas quando estava aberto, dava para notar a sua elegância. Ele também era muito atencioso, nos seus mais de 15 anos de magistério, sabia lidar muito bem com a sala. Se eu não me engano, ele tinha 42 anos, alto, corpo normal, nem gordo nem magro. Uma pessoa atraente.
Ele explicava bem, mas tinha algumas coisas que não entravam bem na cabeça da gente, e aí, quando perguntávamos, ele respondia olhando nos nossos olhos, como se só tivesse você na sala de aula. Isso me incomodava, e ao mesmo tempo me excitava...gostava daquele olhar...sei lá, achava penetrante.
Gostava de participar da aula, fazendo perguntas, só para receber aquele olhar...adorava aquilo.
Estávamos com um mês de aula, ele havia acabado de explicar uma matéria, eu achava que tinha entendido, mas quando comecei a resolver alguns exercicios que ele havia deixado, para serem feitos na sala de aula, me enrolei todo para responder, e resolvi chamá-lo para me ajudar.
Cláudio veio até minha carteira, e perguntou qual era a dúvida.
Até hoje não esqueço a matéria, "funções do 2°grau", responder com "intervalos", "aberto, fechado, união, intersecção"....ai...eu estava perdidinho.
Expressei minhas angústias, e ele, calmamente foi me explicando.
_Nossa professor...falando assim até que ficou fácil.
_Tá bom...faz o outro para eu ver se ficou claro mesmo.
Comecei fazer, e ele ficou ao meu lado, e num dado momento, o professor se encostou em mim, no meu ombro.
Sua coxa estava encostada no meu ombro, e como eu não me mexi, ele deu uma leve deslizada, e acabou passando o pau no meu ombro. Foi discreto, até porque a sala estava cheia, mas na hora tive certeza que foi intencional, e continuei como estava, até terminar o exercício.
_Tá certo? Perguntei.
_Perfeito...parabéns garoto. Disse, com um sorrisinho no rosto.
Também sorri, agradeci, e aproveitei e dei uma leve pressionada com meu ombro, no pinto dele, em seguida me afastei.
O professor aproveitou minha dúvida, e foi até a lousa, explicar para os demais. Notei um olhar bem diferente para o meu lado. Pena que logo bateu o sinal, e tivemos que mudar de sala. Ah...a escola tinha sala ambiente, eram os alunos que trocavam de sala.
Depois desse dia, rolaram algumas trocas de olhares entre eu e o professor, mas era difícil avançar sem que alguém percebesse.
Até que um dia antes da prova, fazendo exercícios para tirar dúvidas, resolvi ousar.
O professor estava encostado na lousa, próximo de sua mesa. Eu terminei um exercício, e fiz uma loucura...foi discreto, mas fiz. Fui até ele, e me coloquei entre ele e a mesa. Só encostei um pouquinho, e de lado, na sua coxa. Mostrei o caderno, e perguntei se estava certo.
Ele virou um pouco mais para o meu lado, e encostou o pinto na minha bandinha, sem pressionar, apenas para eu sentir que estava duro. Fiquei doidinho. Ao final, ele disse que estava certo.
Saí todo feliz dali, e enquanto caminhava para a minha carteira, reparei que ninguém tinha se ligado em nada.
Assim que bateu o sinal, o pessoal se levantou e começou a sair, mas o professor me chamou na mesa dele.
_Fala professor.
Ele esperou os mais próximos se distanciarem, e disse:
_Amanhã, entrega sua prova por último tá bom?
Fiquei gelado com o que ele disse, meu pinto ficou durinho na hora. Engoli o nózinho na garganta, e falei:
_Tá bom professor.
Ele riu, e eu também, sai sorrindo dali. Praticamente nem prestei mais atenção nas aulas seguinte.
Fiquei imaginando o que seria possível fazer ali na sala de aula. Será que ele vai me mostrar o pau? Vai pedir para eu pegar? Vai passar a mão em mim? Será que ele vai marcar para a gente se encontrar em algum lugar? Nossa...formulei várias perguntas...e não tinha idéia das respostas.
A prova seria realizada nas duas últimas aulas, e o professor avisou, que a partir da segunda aula de prova, quem terminasse, poderia esperar o horário no pátio.
O sinal da primeira aula de prova bateu, e com dez minutos da segunda, alguns amigos começaram a entregar as provas.
Num dado momento, já não tinha mais ninguém na minha fileira. Eu sentava na fileira do lado da janela.
O professor que não havia parado de andar pela sala, veio até minha carteira.
_Tá tudo bem? Perguntou.
_Tá professor...tô terminando...
Concentrado na prova, nem olhei para ele. Mas Cláudio cutucou meu ombro, e quando fui olhar para ele, vi a cabeça do seu pau entre os botões do avental. Até me assustei com a ousadia, fiquei sem ação. Ele riu, puxou o avental, cobriu o pinto, e saiu de perto de mim.
Acabou minha concentração, acabou com a minha prova, não consegui fazer mais nada. Na minha mente, somente aquela cabeça rosada e uma parte morena que deu para ver do seu pau.
Na carteira, fiquei ovulando, acompanhando cada passo que ele dava na sala. Ele olhava para mim, e ria. Ninguém percebia, era tudo discreto.
Quando sobraram uns cinco alunos na sala, ele voltou até minha carteira, com a cabeça do pau para fora. Estiquei meu braço esquerdo, passando por baixo do direito, e toquei a cabeça, peguei, apertei, delirei com a loucura, mas ele se afastou novamente, foi dar mais uma volta pela sala.
O penúltimo aluno entregou a prova, e saiu batendo a porta. Só sobrou eu na sala, faltavam 15 minutos para terminar a aula, e ele veio e pegou minha prova.
_Ainda não terminei professor...
_Nem vai terminar....
_Peraí professor. Levantei, o seguindo, tentando reaver minha prova.
Quando cheguei na mesa dele, ele se virou, com o avental aberto, e a rola para fora da calça, na abertura do zíper. Parei à sua frente, e ele foi direto:
_Mama....
Não consigo explicar o que me deu nessa hora, eu parecia ter sido hipnotizado, fiquei totalmente manso, totalmente passivo, obediente, tanto que sem questionar, me ajoelhei, e passei a mamar a rola.
Depois de um tempo, o professor me ergueu, me virou de costas para ele, praticamente me debruçando sobre a sua mesa, e simplesmente arrancou minha bermuda do uniforme.
Mesmo sabendo que estávamos na última sala do corredor, e quando a porta estava fechada, só professor ou outro funcionário conseguia abrir por fora, achei arriscado ficar ali, basicamente pelado na sua sala, mas quando minhas bandinhas foram abertas, e sua boca tocou meu cuzinho, eu perdi o senso, enlouqueci, passei a esfregar minha bunda na cara dele.
Me vendo fácil e submisso, o professor se levanta, cospe na cabeça do pau, e me penetra, entalando seus 19cm dentro de mim.
Eu estava todo empinadinho, recebendo mordidas na orelha, chupadas no pescoço e estocadas fortes.
_Esse ano você vai ser minha putinha...tá entendendo?
_Unhum...
_Toda prova, você vai entregar por último entendeu?
_Unhum...
Segurando firme na minha cintura, ele segue estocando
_Vamos mudar de posição. Disse ele.
Ele pediu para eu ficar deitado de costas sobre a sua mesa. Obedeci.
Fui puxado para a beirada da mesa, minhas pernas foram erguidas até seus ombros, e a rola entrou fundo. Ele meteu, meteu muito, até achei que tinham atrasado o sinal, só para que não fôssemos incomodados.
Enfim, ele anunciou o gozo. Me segurou nos ombros, e cravou a rola, gozando praticamente dentro do meu estômago.
No momento em que sentí seu jato, acabei gozando também, meus jatos saíram fortes, foram até meu peito, por sorte, estava com a camiseta levantada.
Na sua bolsa, ele pega um pedacinho de papel higiênico, e me dá. Mal limpei meus peitos, e com o mesmo papel, fiz um tucho, para segurar a porra que começou a escorrer, assim que ele tirou o pau.
O sinal bate, mas ele pede para que eu limpe seu pau.
_Já bateu o sinal professor. Falei.
_Então limpa logo. Falou.
Nem questionei mais, engoli sua rola.
O pior, é que ela foi ficando dura, e ele segurou minha cabeça, e passou a socar na minha boca.
Acho que ainda fiquei uns dez minutos levando bolada no queixo, até que ele gozou direto na minha garganta, até me engasguei.
_Ahhhh...que delícia...até queria mais, mas tenho que ir para outra escola...ahhh...já já a mulher vem fazer faxina nas salas...dá uma geral, e vê se não ficou sujeira na sala, depois, quando sair deixe a porta aberta....e lembre-se, vai ser minha putinha esse ano...tchau...
_Peraí professor não terminei minha prova...
_Sossega....você é bom aluno, além do mais, putinha minha nunca repetiu de ano...
Professor Cláudio saiu da sala, batendo a porta, me deixando pelado lá dentro.
Assim que ele saiu da sala, parece que eu saí do transe, não conseguia entender como tinha sido tão submisso.
Coloquei minha bermuda, peguei meu material, e fui embora...

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