#Corno #Teen

Muleque curioso

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MANSO

Fetiche traição escondido relação liberal

Estávamos indo pra casa dos meus pais no Maranhão. Como éramos novos, a gente aproveitava bastante. Dentro do carro, minha namorada não parava de me chupar enquanto eu dirigia. Meu pau ficava com a cabeça toda vermelha de tanto que ela mamava. Ela engolia o pau inteiro, uma beleza. A porra nem se falava — eu nem via, ela chupava tudo, não ficava uma gota.
Chegando perto do Maranhão, já perto da divisa, entramos numa cidade pequena, mais interior do que cidade. Na estrada principal, cheia de quebra-molas, tinha vários muleques vendendo geladinho. Estava um calor absurdo. Minha namorada falou: “Olha, geladinho! Vamos comprar, amor.” Eu disse que pegaríamos mais pra frente. Quase saindo da cidade, só tinha mais dois muleques. Um a uns 30 metros e outro a uns 200 metros. Falei pra ela: “Pronto, passando esse a gente pega no último.” Ela concordou.
Chegamos no último. O muleque era baixinho, tava suando muito por causa do calor. Ele já chegou oferecendo o geladinho. Minha namorada pegou logo, percebemos que eram os últimos do isopor. Ela olhou pra ele e disse: “Aí, tá acabando já né?” Ele respondeu que sim, que logo ia pra casa.
O muleque ficou todo feliz. Compramos o último dele. Minha namorada pegou outro pra mim e disse: “Amor, vamos dar uma carona pra ele?” Eu perguntei onde ele morava. Ele abriu um sorriso, apontou pra frente e falou que morava uns 3km dali. Falei pra ele entrar. Ele entrou atrás. A calcinha dela ainda estava lá, toda melada de porra. Ele olhou pra nós sem entender nada. Ela olhou pra ele e disse: “Não repara nas calcinha aí.” Ele respondeu rindo: “Assim que é uma calcinha então.” Minha namorada rindo falou: “Só não vai se apaixonar né?” Ele respondeu sério: “Não, não.”
Saímos uns 3km pra frente, ele apontou pra direita. Entramos numa estrada de barro, passamos umas casas e ele apontou: “Ali.”
Era uma casa bem feita de madeira. Ele saiu agradecendo. Rápido, ofereceu: “Vocês aceitam uma água?” Ela disse sim. Ele entrou correndo. Minha namorada olhou pra trás do carro, sorriu e disse: “Cadê a calcinha?” A gente sorriu. Ela falou: “O muleque safadinho levou a calcinha toda melada.” Eu perguntei como íamos fazer pra ele devolver. Ela disse que ele ia bater punheta nela com certeza. Depois perguntou: “O que você acha de a gente aprontar uma com ele?” Eu perguntei que tipo. Ela disse: “Deixa comigo.”
Ela me falou rápido o plano: eu ia inventar que tinha esquecido o notebook no hotel da cidade anterior e ia voltar. Ela ficaria com ele. Eu concordei, pau duro na hora.
Ele voltou com a água. Karla perguntou da mãe dele. Ele disse que estava sozinho, que a mãe estava na roça plantando milho.
Eu inventei o negócio do notebook. Ela fingiu preocupação. Eu disse que ia sozinho e que ela podia ficar com ele pra fazer companhia. Ela combinou que eu podia demorar umas 2 horas. Eu avisei: “Só uma olhada na buceta, não vai deixar ele meter em você.” Ela sorriu: “Relaxa.”
Saí, voltei umas 2 horas e meia depois. Os dois estavam lá fora. Eu disse que tinha dado uma lavada no carro e pegado o notebook. Ela estava com cara de quem tinha aprontado. O muleque não olhava na minha cara. Ela disse que tinha tomado banho num riacho perto. Eu falei que também queria ir.
Fomos pro riacho. Ele pulava na água todo faceiro. Karla foi atrás. Eu também. Ficamos a tarde toda na água. Ele não parava de olhar pra buceta dela toda vez que ela mergulhava. Quando deu umas 5 horas, saímos. Eu falei que estava na hora de ir. Ela olhou pro muleque e ele ficou com cara de triste.
Eu propus acampar ali. Ela concordou. O muleque animou na hora e ofereceu pra gente dormir na casa dele. Eu disse que não precisava, que tínhamos barracas e que íamos acampar na beira do riacho. Ele ajudou a levar as barracas.
Anoiteceu, acendi uma fogueira. Ficamos conversando até umas 23h. Meu pau estava duro pra caralho. Falei que estava na hora de dormir. Entramos na barraca. Karla, toda fogosa, puxou a calcinha pro lado e me mostrou a buceta escorrendo porra do muleque ainda. Eu fiquei louco. Perguntei se ela tinha deixado ele meter. Ela confirmou tudo com detalhes.
Depois ela pediu pra ir na barraca dele. Eu deixei, mas falei pra não demorar. Ela saiu, eu fiquei escutando. Ouvi ela falando: “Ele está dormindo, mete logo.” Depois veio o barulho de mamada: clou clou clou clou bem forte e rápido. Depois gemidos, a barraca balançando. Uns 20 minutos depois ouvi ele gemendo alto enquanto gozava dentro dela mais uma vez.
Quando ela voltou às 2h da manhã, a barraca ficou com cheiro forte de porra. Ela estava com porra até no cabelo. Eu admiti que tinha escutado tudo. Ela sorriu e perguntou se eu queria chupar a buceta dela. Abriu as pernas, a porra escorrendo. Eu caí de boca, chupando tudo. Ela forçava minha cabeça falando: “Vai, vai seu corno, chupa a porra desse muleque que acabou de me leitar.”
No dia seguinte acordei às 9h. A barraca toda com cheiro de porra. Karla já estava com o muleque na beira do riacho. Fomos tomar café na casa dele. Depois fomos desmontar as barracas. Karla inventou que queria levar um cacto “coroa de frade”. O muleque foi na frente. Ela me pediu 10 minutos e foi atrás dele.
Eu esperei 10 minutos e fui atrás. Cheguei escondido e vi os dois: Karla por cima dele, mamando o pauzão com desespero, enquanto ele chupava a buceta dela. Depois ela virou de quatro, empinou a raba pra mim e mandou ele meter. Ele meteu com força, estocada atrás de estocada. Ela gemia: “Ai ai gostoso... mete muleque...”
Eu me aproximei. Ele me viu e congelou. Karla riu e falou pra ele relaxar, que eu sabia de tudo. Eu abri a buceta dela e comecei a chupar a porra que escorria. Depois peguei no pau dele, que ainda estava duro, e comecei a mamar. Karla ficou surpresa e excitada: “Chupa, chupa seu corno!”
Ele gozou na minha boca. Karla ria e falava: “Goza na boca dele muleque!”
Depois mamamos ele juntos por uns 15 minutos. Na hora de ir embora, ela ainda deu mais uma rapidinha de 15 minutos com ele dentro de casa antes de entrarmos no carro. Voltou toda melada, cabelo bagunçado, rosto vermelho.
Quando arranquei o carro, falei pro muleque: “Só não vai comentar com ninguém né?” Ele disse que não. Eu ainda brinquei: “E nunca mais roube uma calcinha, seu filho da puta.” Ele riu e respondeu: “Na próxima eu meto ela dentro do carro.”
Karla riu muito do meu lado e falou: “Você colaborou, né amor?”
E foi assim que acabou nossa viagem

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