#Assédio #Estupro #Voyeur

Putaria na Universidade Federal de Sergipe

861 palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Omelhorprofessor

Na Universidade Federal de Sergipe, em Aracaju, o campus fervilhava com a energia típica do início do semestre

Na Universidade Federal de Sergipe, em Aracaju, o campus fervilhava com a energia típica do início do semestre. Sofia era uma aluna do segundo ano de Psicologia, 20 anos, corpo esguio, cabelos pretos ondulados até a cintura e um jeito tímido que a fazia se destacar entre as mais extrovertidas. Ela era aplicada, mas carregava um segredo: uma fase rebelde no primeiro ano a levou a gravar vídeos íntimos sozinha, em seu quarto no alojamento estudantil, para um namorado à distância que acabou sumindo. Os arquivos ficaram no celular antigo, que ela jogou no fundo da gaveta quando terminou o relacionamento.

Rafael era colega de turma, 21 anos, alto, atlético, com um sorriso confiante que escondia uma mente calculista. Ele não era exatamente um amigo, mas frequentava os mesmos grupos de estudo. Um dia, durante uma festa no alojamento, Sofia deixou o celular desbloqueado por alguns minutos enquanto ia ao banheiro. Rafael, curioso e oportunista, deu uma olhada rápida na galeria. Encontrou os vídeos: Sofia nua, se masturbando devagar, gemendo baixinho o nome do ex. Ele copiou tudo para o próprio telefone antes que ela voltasse, coração disparado de excitação e poder.

Dias depois, Rafael mandou uma mensagem anônima para Sofia: "Vi seus vídeos. Muito bons. Quer que eu apague? Encontra comigo no estacionamento vazio atrás do bloco C, 22h. Sozinha."

Sofia sentiu o chão sumir. Ela respondeu tremendo: "Quem é você? Por favor, delete isso." A resposta veio com um print do vídeo: "22h. Ou mando pro grupo da turma inteira."

Às 22h em ponto, Sofia apareceu no estacionamento escuro, vestindo moletom largo e jeans, braços cruzados como se quisesse se proteger. Rafael saiu das sombras, celular na mão. "Calma, Sofia. Não vou machucar ninguém. Só quero uma coisa em troca do silêncio."

Ela o encarou, olhos marejados. "O quê?"

Ele se aproximou devagar. "Você. Uma noite. Aqui, agora. Faz o que eu mandar, e eu deleto tudo na sua frente. Recusa, e amanhã todo mundo vê a aluna certinha se tocando como uma vadia."

Sofia sentiu um misto de raiva, medo e, para sua surpresa, um calor traiçoeiro subindo pelo corpo. Ela odiava admitir, mas a ideia de ser "forçada" por alguém que a desejava secretamente a excitava em algum nível profundo e proibido. "Só uma vez?", perguntou, voz baixa.

"Só uma vez", mentiu ele com um sorriso. "Mas tem que ser boa."

Ele a puxou para trás de um carro grande, encostando-a contra a lataria fria. "Tira a blusa", ordenou. Sofia hesitou, mas obedeceu, erguendo o moletom e revelando os seios firmes, sem sutiã, mamilos já endurecidos pelo ar noturno e pela adrenalina. Rafael gemeu baixinho, tocando-os com as mãos quentes, apertando devagar enquanto beijava seu pescoço. "Você é linda pra caralho", murmurou.

Ela tentou resistir verbalmente: "Isso é errado... por favor..." Mas seu corpo traía, arqueando contra as carícias dele. Rafael desabotoou o jeans dela, enfiando a mão por dentro da calcinha, sentindo a umidade que já escorria. "Olha só... você tá molhada. Gosta da chantagem, né?"

Sofia mordeu o lábio, gemendo quando os dedos dele circularam seu clitóris. "Cala a boca...", sussurrou, mas não o empurrou. Ele a virou de costas, abaixando a calça e a calcinha até os joelhos, expondo sua bunda redonda. "Abre as pernas", mandou. Ela obedeceu, sentindo o pau duro dele roçar entre suas coxas.

Rafael entrou devagar no início, saboreando cada centímetro, enquanto segurava seus quadris. Sofia gemeu alto, as mãos apoiadas no carro, o corpo se movendo instintivamente para trás, pedindo mais. "Isso... fode mais forte", escapou dela, surpresa consigo mesma.

Ele acelerou, batendo fundo, uma mão subindo para cobrir sua boca enquanto a outra apertava um seio. "Quieta, ou alguém ouve." O ritmo ficou frenético, o som de pele contra pele ecoando no estacionamento vazio. Sofia gozou primeiro, tremendo inteira, apertando-o dentro de si com força. Rafael saiu no último segundo, gozando nas costas dela, o sêmen quente escorrendo pela pele.

Ofegantes, ele pegou o celular e, na frente dela, deletou os vídeos e as cópias. "Pronto. Acabou."

Sofia se vestiu devagar, pernas fracas. "Você é um filho da puta", disse, mas havia um brilho diferente em seus olhos.

Rafael sorriu. "Talvez. Mas você gostou. Quem sabe... se eu achar mais alguma coisa sua..."

Ela se afastou sem responder, mas no caminho de volta ao dormitório, sentiu um sorriso tímido surgindo. A chantagem tinha acabado — ou talvez só começado.

Telegram: @Omelhorprofessor

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos