Nizam e seu cunhadinho Léo- Parte 12
Comentem para eu saber se estão gostando! Boa leitura.
Dois dias depois, era domingo de manhã. Acordei cedo com o Léo ainda dormindo grudado no meu peito. Corpo quentinho, mole, cabelo todo bagunçado colado na testa suada. Ele tinha passado a noite inteira me abraçando depois da gente transar, como se nunca mais fosse me soltar.
Abri os olhos e ouvi risadinhas baixas vindo da cozinha. Levantei devagar, vesti uma bermuda e fui ver.
Lá estavam eles, o Rick de samba-canção folgada e regata velha, fazendo panqueca na frigideira. O Léo sentado no balcão, pernas balançando, só com a minha camiseta grande que ia até o meio da coxa. Rosto corado de sono e felicidade, Rick contava uma história idiota da nossa infância aquela vez que a gente roubou melancia do vizinho e saiu correndo pelado pela rua quando fomos pegos. O Léo ria alto, cabeça jogada pra trás, mão na boca tentando abafar o som.
Era um riso de verdade, daqueles que eu não ouvia nele fazia semanas. O Rick virou pra ele com a espátula na mão.
— Quer uma com chocolate, anjinho? Ou só mel?
O Léo mordeu o lábio, olhos brilhando.
— Com mel por favor.
O Rick deu um sorriso safado, mas carinhoso. Passou mel na panqueca, entregou o prato pro Léo e roçou os dedos de leve na mão dele.
— Pronto, minha cunhadinha gostosa! Come tudo pra ficar forte.
O Léo corou, mas não recuou. Pelo contrário, até se inclinou um pouco pra frente, coxas roçando na perna do Rick enquanto comia. Eu fiquei na porta, braços cruzados, olhando tudo.
Não era ciúme, era uma mistura esquisita de orgulho (meu irmão curtindo meu menino) e um alerta leve no peito.
No almoço a gente sentou os três na mesa da cozinha, Rick contando piada, o Léo rindo de tudo, até das mais bobas. Numa hora o Léo derrubou um pouco de suco na camiseta, Rick pegou um guardanapo e limpou o peito dele devagar os dedos demorando mais do que precisava na curva do mamilo por baixo do tecido.
O Léo congelou, olhos meio fechados, respiração acelerada. Rick olhou pra mim por cima do ombro do Léo.
— Desculpa, mano. Seu namorado é sensível demais.
Léo baixou os olhos, mas deu um sorrisinho. Apertou minha mão por baixo da mesa, como se pedisse permissão pra gostar daquela atenção. À tarde o Rick chamou o Léo pra “ajudar” a arrumar a garagem. Eu fiquei na sala vendo TV, mas ouvia as risadas, quando fui dar uma olhada, o Léo tava em cima de uma escadinha baixa, tentando pegar uma caixa alta. O shortinho subindo, mostrando a curva da bunda. O Rick embaixo “segurando” a escada, mãos nas coxas do Léo pra “equilibrar”, polegar roçando a parte de dentro.
O Léo ria nervoso, desceu devagar, quando pisou no chão, o Rick puxou ele num abraço de brincadeira, peito colado nas costas dele.
— Cuidado, anjinho. Quase caiu, se cair eu te pego… e não solto mais.
O Léo riu, encostou a cabeça no ombro do Rick por um segundo, depois veio pra mim, olhos brilhando.
— Ele é engraçado… — sussurrou, me dando um beijo na bochecha.
Eu abracei ele forte, meio possessivo, mas senti o corpo dele ainda quente da proximidade com o Rick.
No domingo à noite, depois do jantar, o Rick sugeriu jogar videogame. Sentamos no sofá: eu no meio, Léo do meu lado direito, Rick do esquerdo.
No começo foi tranquilo, mas o Rick começou a “acidentalmente” encostar a coxa na do Léo toda vez que perdia uma corrida. Numa delas ele perdeu feio, jogou o controle no sofá fingindo drama e caiu pra trás.
Braço esticado atrás do encosto, bem atrás do Léo, a mão acabou roçando a nuca dele, dedos traçando a pele devagar.
— Desculpa… — murmurou o Rick, mas não tirou a mão.
O Léo corou, mas virou o rosto pro Rick, olhos brilhando.
— Tá tudo bem… você joga bem.
O Rick sorriu, mão descendo um pouco mais, polegar roçando a orelha do Léo.
— Você joga melhor… e é mais bonito ganhando.
Na segunda de manhã era para o Rick voltar pra cidade dele, mas resolveu ficar mais um dia. “Preciso resolver umas coisas”, disse e eu sabia que era lorota.
Eu acordei cedo como sempre, esfreguei os olhos, vi no celular que eram 6:47 e decidi ir na padaria antes que lotasse.
Vesti uma regata cinza velha, um short de tactel azul meio frouxo e calcei as chinelas surradas. Antes de sair do quarto dei uma olhada rápida: o Léo ainda dormia de bruços, lençol embolado na coxa, cueca preta meio descida mostrando metade da bunda.
O Rick me viu saindo e empurrou a porta do quarto com o ombro. Uma mão com copo de café com leite que tinha acabado de fazer, a outra já baixando o samba-canção.
Léo acordou assustado, virou o rosto no travesseiro, piscou confuso, cabelo caindo na testa.
— Rick… que horas são?
— Cedo pra caralho, mas eu tô com um tesão doido, porra.
O Rick fechou a porta com o pé, deu dois passos até a cama, largou o copo na mesinha de caixote e ficou olhando o Léo, que ainda tava de bruços.
— Levanta essa bunda aí, vai — falou baixo, voz rouca.
O Léo riu, ainda meio dormindo.
— Tá louco? O Maurício saiu agora, mas ele volta.
— Pois é! Então a gente tem que ser rápido.
Ele sentou na beirada da cama e passou a mão pelas costas do Léo, devagar, da nuca até embaixo.
— Tira tudo! Peladinho pra mim. Quero ver você inteiro.
O Léo hesitou uns segundos, olhou pra porta trancada, depois pro rosto do Rick aquele olhar faminto, sem vergonha nenhuma. Suspirou, virou de lado e começou a descer a cueca.
Primeiro até o meio da coxa, depois chutou pra longe. Ficou deitado de costas, completamente nu, o pau já meio duro só de ouvir o tom de voz.
O Rick gemeu baixinho.
— Porra… olha isso, olha esse corpinho.
Começou a bater uma punheta devagar, olhando fixo pro Léo.
— Abre mais as pernas. Isso… assim.
O Léo obedeceu, dobrou os joelhos, deixou as pernas caírem pros lados. Ficou só olhando o Rick se punhetando na frente dele.
— Você não vai me tocar, né? — perguntou o Léo, voz tremendo de tesão.
O Rick balançou a cabeça, respirando pesado.
— Não! Prometi pro Maurício que não ia encostar enquanto ele não desse o ok. Então eu só olho… e gozo olhando pra você! Mas caralho Léo, você facilita demais.
A mão do Rick acelerou, o barulho molhado enchia o quarto pequeno.
Ele mantinha os olhos grudados no corpo do Léo nos mamilos durinhos, na barriga lisa, na entradinha rosada que aparecia toda vez que o Léo mexia o quadril.
Os dois se olhando, respirando forte, o quarto ficando quente mesmo com o ventilador girando devagar.
— Porra, Rick… eu vou gozar rápido assim…
— Goza! Goza pra mim, vai. Mostra como você fica quando goza pensando em mim te comendo.
O Léo arqueou as costas, gemeu alto. O primeiro jato acertou o peito, o segundo a barriga, o terceiro escorreu pelos dedos.
Ele tremia inteiro, olhos semicerrados. O Rick não aguentou, deu dois passos pra frente, ficou de pé na beira da cama, punhetando rápido, mirando o corpo do Léo.
— Abre a boca… só um pouquinho…
O Léo abriu, Rick gozou forte, gemendo rouco.
O primeiro jato pegou no queixo, o segundo na boca entreaberta, o resto caiu no peito e na barriga do Léo, misturando com o gozo dele. Os dois ficaram ofegantes uns segundos.
Rick apoiou as mãos nos joelhos, tentando puxar o ar.
— Caralho… — murmurou. — Você é foda demais.
O Léo riu, ainda todo melado no rosto e no peito.
— Você que é doente.
O Rick pegou a camiseta do chão, limpou o pau. Depois se abaixou, deu um beijo rápido na testa do Léo (sem encostar em mais nada) e falou baixo:
— Quando o Maurício voltar… eu vou falar com ele, de verdade dessa vez. Vou pedir pra ele me deixar te comer, te abrir todinho, devagar, do jeito que você gosta. Porque eu não aguento mais só olhar, Léo. Eu quero meter em você, quero ouvir você gemer meu nome enquanto eu te fodo até você não aguentar mais.
Léo engoliu em seco, o pau dando uma última pulsada só de ouvir aquilo.
— E se ele falar não?
O Rick sorriu torto, já se vestindo.
— Aí eu convenço ele… ou você convence. Mas uma coisa eu te falo ou ele libera, ou eu enlouqueço de vez.
Deu um último olhar demorado pro corpo peladinho e melado do Léo, pegou o copo de café frio e saiu do quarto sussurrando:
— Toma banho antes que o Maurício chegue e sinta o cheiro de porra que você tá, safado.
O Léo ficou ali deitado, coração batendo forte, sorrindo sozinho enquanto ouvia a porta da frente abrindo lá embaixo.
Eu tinha chegado com o pão quentinho, o Rick já descia as escadas planejando a conversa.
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Comentários (2)
Dan: Ai quero ver a revirar volta da história logo kkkkk esse arco do Márcio já tá me matando já, mas tá muito bom
Responder↴ • uid:1ej7wr3eud6iSofininfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk