Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 6
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O celular tocou no meu bolso enquanto eu lavava a louça do almoço caprichado que eu mesmo preparei na casa dos meus sogros: arroz, feijão, bife acebolado e salada, o menu de marido perfeito que a Leona sempre elogia. O Léo secava os pratos do outro lado, ainda de bermuda curtinha (adoro como ele me provoca assim) usando uma camiseta minha enorme que ele pegou no armário. Parecia uma noivinha, cabelo bagunçado e rosto vermelho de calor e vergonha.
Leona mandou uma mensagem: “Amor, a Carol convenceu a gente a ficar mais um dia. Minha mãe está aproveitando a família, meu pai já bebeu umas. Só chego amanhã à noite, cuida bem do Léo por mim! Beijo, te amo”
Dei um sorriso daqueles que o Léo conhece bem e respondi: “Relaxa, amor. Aproveita aí, eu cuido dele como sempre. Beijo.”
Guardei o celular e olhei para o Léo, que fingia não notar nada, mas as orelhas dele estavam vermelhas.
- Boas notícias, boneca - falei baixinho, secando as mãos no pano de prato e chegando por trás.
Encostei meu corpo no dele, deixando-o sentir meu pau já meio duro na sua bunda por cima da bermuda.
- Sua irmã vai ficar mais um dia fora, a casa é nossa até amanhã à noite.
Ele engoliu em seco, com o prato tremendo na mão.
- Sério? Tipo... o dia inteiro?
Ri baixinho, mordendo a orelha dele.
- O dia todo e a noite inteira, vamos viver como um casal de verdade, você vai ser minha esposa hoje. Cozinhar, arrumar a casa, e abrir as pernas quando eu mandar e eu vou te tratar como você merece.
Ele gemeu baixinho, encostando a cabeça no meu ombro.
- Nizam...
- Cala a boca e escuta - sussurrei, passando a mão por baixo da camiseta dele, apertando o peito pequeno e beliscando o mamilo.
- Primeiro, vai pro quarto, tira essa bermuda e veste aquela calcinha preta que você usou ontem pra me provocar. Depois volta aqui pra cozinha, quero te ver cozinhando o jantar de calcinha e camiseta minha, sem nada por baixo!
Ele obedeceu na hora, sumindo pelo corredor com as pernas tremendo. Terminei de arrumar a cozinha, tranquei as portas e fechei as cortinas.
Quando ele voltou... caralho, estava demais. A calcinha fio dental preta marcando a bunda, a camiseta caindo solta na frente, mas subindo atrás a cada movimento. Os mamilos duros marcando o tecido, com o pau já duro esticando a calcinha.
Ele parou na porta da cozinha, envergonhado, tentando puxar a camiseta pra baixo.
- Assim tá bom, cunhado?
Cheguei perto, segurei o queixo dele e beijei com vontade, invadindo sua boca com a língua enquanto apertava sua bunda por cima da calcinha.
- Tá perfeito, minha esposa. Agora vai fazer o jantar. Macarrão com molho, carne moída, salada e enquanto você cozinha, eu vou te comer todinho.
Ele gemeu e eu virei ele de costas, empurrando-o contra a bancada. Levantei a camiseta, puxei a calcinha pro lado e cuspi na entradinha dele. Encaixei dois dedos de uma vez, sentindo-o apertado e quente.
- Isso... relaxa, boneca. Hoje você é minha dona de casa, vai cozinhar levando dedo, levando rola, levando tudo que eu quiser.
Ele começou a mexer a panela tremendo, gemendo enquanto eu abria a calça, tirava o pau e posicionava na entrada. Entrei devagar, sentindo-o se abrir pra mim.
- Continua mexendo o molho, vadia. Não para.
Ele obedeceu, mexendo a colher enquanto eu metia devagar. A cozinha cheirava a alho, cebola e sexo. Eu mordi o pescoço dele, sussurrando
- Olha só, toda putinha... cozinhando pro marido enquanto leva rola na cozinha da sua mãe. Imagina se a Leona visse isso?
Ele choramingou, empurrando pra trás contra mim.
- Nizam... com mais força...
Acelerei, a bancada tremendo. Gozei dentro dele primeiro, enchendo-o até escorrer pela coxa. Saí com cuidado, virei-o de frente e beijei. Depois do jantar, comemos sentados no meu colo (ele ainda de calcinha!), fomos pra sala.
Coloquei um filme na TV, mas ninguém ligou. Ele ficou de quatro no sofá, bunda empinada, enquanto eu comia por trás. Chamei-o de minha esposa, minha dona de casa, minha putinha. Ele gemia alto, sem medo, porque a casa era nossa.
De noite, levei-o pro quarto dos meus sogros. Deitei-o na cama deles, tirei a calcinha, lambi toda, e preparei com a língua até ele implorar. Depois comi ele de lado, como um casal, sussurrando
- Você foi minha esposa perfeita hoje, Léo. Cozinhou, limpou, abriu as pernas, gozou pra mim. Amanhã sua irmã volta...
Ele virou o rosto e me beijou.
- Eu amo ser sua esposa, Nizam... mesmo que só por um dia.
Sorri, apertando-o contra mim.
- Então descansa, boneca. Porque amanhã cedo eu te como de novo antes de arrumar tudo. E quando a Leona chegar, você vai sorrir como se nada tivesse rolado.
No dia seguinte, a casa dos meus sogros estava silenciosa. A Leona e a família não tinham chegado, eu e o Léo passamos o dia fodendo em cada canto. Agora, ele estava no sofá, fingindo ver TV enquanto eu arrumava a bagunça.
Uma mensagem: “Amor, chegamos só à noite. Beijo”
Mostrei a mensagem para o Léo.
- Temos mais tempo, mas vamos disfarçar ou os vizinhos vão notar que só estamos nós dois aqui.
Ele corou e mordeu o lábio daquele jeito que me deixa louco.
- O que você vai fazer?
Pensei no vizinho, o Maurício. Um cara que eu vejo no portão às vezes, quando a gente fala sobre futebol. Quarentão, alto, careca, e sempre simpático.
Mora sozinho desde que a esposa foi embora e trabalha em casa. Já notei como ele olha para os garotos da rua, mas nunca liguei. Com a casa vazia e o Léo soltinho, pensei em chamar ele para uma cerveja. Ia ser uma boa distração e quem sabe provocar o Léo com ciúmes.
Mandei uma mensagem para o Maurício: “E aí? Tô aqui na casa dos meus sogros, sozinho com meu cunhado. A família atrasou, bora tomar uma cerveja gelada no quintal? Tenho umas latas aqui”
Resposta rápida: “Opa! Que bom, tô morrendo de tédio aqui em casa. Chego em 5 minutos”
Ri baixinho, olhando para o Léo.
- Chamei o Maurício! Sem gracinha na frente dele.
Léo ergueu uma sobrancelha, sorrindo
- Eu? Que isso...
Cinco minutos depois, ele chegou: alto, com uma camisa pólo branca que marcava o peito, bermuda e chinelo. Careca, barba por fazer, olhos azuis e um sorriso simpático.
- E aí! Valeu pelo convite, precisava de uma folga.
Apertei a mão dele e o levei para o quintal. Peguei três cervejas, uma para o Léo também, e sentamos nas cadeiras.
Léo apareceu logo depois, tímido, e sentou do meu lado.
- Oi, Maurício.
Maurício esticou a mão.
- Oi, Léo! Nossa, você cresceu, hein? Lembro de você correndo por aí. Agora está um rapaz bonito.
O elogio veio com um tom diferente, um olhar que demorou um pouco mais no rosto do Léo. Ele corou e eu senti algo no peito: ciúmes e tesão, o cara elogiando meu cunhado na minha frente!
Abrimos as latas, brindamos e a conversa começou. Maurício era simpático, contou piadas, reclamou do calor e perguntou sobre a minha vida. Mas toda hora, os olhos dele voltavam para o Léo.
Quando ele se levantou para pegar gelo, Maurício acompanhou a bunda dele com o olhar.
- Seu cunhado é um garoto legal, né? Tímido, mas simpático. E bonito... Aposto que as meninas caíram matando em cima dele.
Ri, bebendo a cerveja, mas estava ligado. Ele estava sondando.
- É, o Léo é quietinho, mas é gente boa. Não fala muito de namorada, né?
Léo voltou com o gelo, sentando mais perto de mim.
- Não, tô solteiro
Maurício riu
- Solteiro? Que desperdício! - Ele piscou para o Léo e ele corou.
Ele estava testando, elogiando de um jeito que podia ser normal. Apertei a lata, com tesão de ver meu cunhada sendo admirado, mas com raiva de alguém querendo o que era meu.
A conversa seguiu, mas agora eu prestava atenção em tudo. Maurício perguntou sobre a faculdade do Léo, falando como ele era delicado.
Delicado? Aquilo era código para feminina, quando ele riu de uma piada, Maurício colocou a mão no ombro dele por um instante.
- Você tem um sorriso lindo, Léo.
Léo murmurou um valeu, mas olhou para mim. Intervi, com a voz calma.
- Ele é tímido. Mas é meu cunhado, cuido dele como um irmão.
Maurício riu.
- Que inveja! em você. Ter um cunhado assim por perto, deve ser divertido passar o tempo.
Ele imaginava o que eu fazia com o Léo? Peguei a mão do Léo debaixo da mesa, ciumento.
A tarde foi passando, mais cervejas. Maurício contou histórias da juventude, cheias de segundas intenções. Toda hora elogiando o Léo
- Você é tão gente boa, tem um corpo atlético, né?.
Meus ciúmes e tesão estavam me matando. Talvez eu pudesse até zoar o Léo com o vizinho querendo te comer. Mas eu só queria que o Maurício fosse embora e comer o Léo ali para marcar território.
Quando escureceu, Maurício se levantou, apertando minha mão e demorando na mão do Léo, com o polegar roçando a palma.
- Foi ótimo. Qualquer coisa, estou aí para ajudar - Ele piscou.
Fechei o portão e voltei. Léo estava ofegante, com os olhos brilhando.
- Ele estava me dando mole, né?
Puxei ele pela nuca e beijei.
- Estava, mas você é minha boneca. Vou te comer até você esquecer o nome dele.
Enquanto meus sogros ainda estavam na estrada, mostrei para o Léo quem mandava.
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Comentários (5)
FardadoSafado: Agora já era. O Maurício vai ficar como lobo em cima da tua putinha. O Léo vai levar pica do vizinho sim e você vai ter que engolir o ciúmes. Conta pra gente depois.
Responder↴ • uid:4a205lyh6ijCoroa: Que burrice, chamou o vizinho e atiçou a libido da bicha. Você nem mora aí, vai ser moleza Maurício levar Leo pra casa e comer.
Responder↴ • uid:1dak65uoijLagartixa: Agora é tarde. Atiçou ainda a puta dentro do garoto. O vizinho vai comer a tua boneca. E conta aqui, tá🥰
Responder↴ • uid:1se6zw43Fã: Tô adorando o conto, mas eu queria saber o que se passa na cabeça do Leo tbem, é só uma sugestão você poderia fazer um capítulo do ponto de vista dele, mas eu amei os contos fico ansioso pelo próximo muito boa a sua escrita aaaaaah
Responder↴ • uid:g62bsdk0cNinfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk