#Bizarro

Mulheres sujas, no lixão de olinda-pe. Pago por ter riparofilia!

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Meu desejo insaciável por bundas sujas, fedidas e cobertas de suor nojento me leva a uma aventura alucinante no lixão de Olinda, onde convenço Ana e suas quatro amigas safadas a se sujarem ainda mais por grana, me deixando cheirar, lamber e foder aqueles cus podres enquanto o corno dela filma tudo em close, criando um conto erótico explícito cheio de cheiros azedos, sabores amargos e gozadas intensas que vai te deixar com o pau latejando ou a buceta pingando, ansioso por ver as fotos e vídeos anexos e implorando por mais histórias diárias como essa.

Bom dia a todos os meus amigos quem acompanha meus vídeos fotos e contos sabe que eu tenho um problema mental chamado riparofilia mas ninguém na minha família sabe e eu procurei tratamento médico Porém não quero ficar curado de jeito nenhum pois apesar de ser algo muito nojento insalubre e até poder fazer mal para minha saúde é um prazer que eu tenho que não dá para descrever aqui com palavras e nem mostrar para você o meu tesão por cheiros riparofilia é o prazer que se tem por mulheres sujas com cheiros naturais e de sujeira de rua e quem acompanha minhas aventuras sabe que eu tenho algumas amantes que eu pago para realizar meu fetiche mesmo elas nem acreditando e não entendendo esse meu prazer Mas o importante é que algumas topam realizar e eu pago por isso com todo prazer hoje mesmo vocês veem abaixo quando eu fui para o lixão de peixinhos que fica na Avenida Perimetral do bairro e é muito conhecida aqui em Olinda e aqui quem acompanha meus contos e vídeos sabe que eu sou amante de Ana essa aqui na foto e vídeos abaixo está usando uma camiseta preta só que além de fazer com Ana eu pedi para ela para ela oferecer r$ 50 para amigas que quisessem fazer também meu fetiche na casa dela ou no motel perto dependendo se o corno dela estava em casa ou não ela lançou a proposta para algumas amigas onde a maioria achou loucura e ficou com nojo mas essas quatro toparam mesmo não acreditando e para elas 50 reais faz muito a diferença para a vida que leva e eu sei disso e dou até mais do que o combinado então marquei com elas para trabalhar em juntas e eu ver de perto sobre só forte calor intenso aqui em Olinda hoje sábado dia 27 de Dezembro Ana mais safada ficou logo com essa calcinha velha e fodida dela sabendo que isso ia me dar tesão as outras estavam mais tímidas mas continuaram trabalhando separando produtos para reciclagem e eu olhando vendo seus corpos cada vez mais suados sabendo que higiene não é o forte delas e que o cheiro estava muito forte principalmente nessas bundas gostosas e é o meu maior tesão o cheiro e o sabor que fica nessas bundas Pois cada mulher tem seu cheiro e seu sabor típico agora é uma coisa é certa essas bundas ficam muito mais podre do que o normal você imagina tanto lixo e hormônio depois de 40 minutos observando fomos para casa de Ana alguns vizinhos ficaram olhando nós entrando no seu barraco de madeira e lá dentro Eu pedi para todas tirarem as roupas Ana me ajudou nisso elas estavam sem jeito e se apoiaram na parede para eu cheirar a bunda de cada uma puta que pariu como tava nojento tinha uma delas que quase vo Vomitou eu também não entendo esse meu prazer Pois realmente fede para caralho essas bundas e o foda é que o prazer é tão grande e incontrolável que Meto a língua nas porras desses rabos nesses cus nojentos sujos e fedidos sentindo aquele sabor amargo azedo para caralho e salgado muito pior que lamber um esgoto mas isso me dá um tesão do caralho peço para uma cheirar a bunda da outra mas elas mesmas não aguentam Mesmo eu pedindo para cada uma meter o dedo nas suas bundas e cheirar para eu ver elas faziam com cara de nojo e uma chegou a vomitar duas vezes com isso se elas não aguentam Imagina eu aguentar o cheiro dessas bundas mas é um prazer do caralho que tenho e gozo somente com essas bundas perto de minha cara e aquele cheiro podre misturado de todas elas no meu rosto puta que pariu realmente gente eu não sei dizer de onde vem esse prazer mas é um prazer da porra é e sei que muitos acompanham o meu perfil no site de Selma por causa desse e de outros fetiches meus um grande abraço do amigo Daniel.

Eu acordo com o pau já duro como uma rocha, latejando debaixo das cobertas, só de pensar no que vai rolar hoje. É sábado, 27 de dezembro, e o sol de Olinda já tá torrando tudo lá fora, um calor do caralho que faz o suor escorrer pelo corpo antes mesmo de sair da cama. Meu nome é Daniel, e eu vivo pra isso: o tesão incontrolável por mulheres sujas, fedorentas, com aquele cheiro natural misturado à imundície da rua. Riparofilia, eles chamam, mas pra mim é só o meu vício, o que me faz gozar como um louco. Ninguém na família sabe, e eu nem quero cura, porra nenhuma. Já procurei médico, mas desisti na hora – esse prazer é maior que qualquer risco, mesmo que seja nojento pra caralho.

Eu ligo pra Ana, minha amante preferida, aquela vadia safada que topa tudo por grana. "Ei, puta, tá pronta pro rolê hoje? Leva as amigas que eu pedi, hein? Cinquenta pilas pra cada uma, e eu dou mais se elas se sujarem bem." Ela ri do outro lado da linha, voz rouca de quem fuma um maço por dia. "Tá bom, Daniel, as meninas toparam. São a Carla, a Joana, a Patrícia e a Vanessa. Elas acham você louco, mas a grana fala mais alto. Encontro no lixão de Peixinhos, na Avenida Perimetral, às dez." Meu pau dá um pulo só de imaginar aquelas bundas gordas, suadas, cheirando a lixo e suor azedo.

Chego lá e o cheiro já me atinge como um soco no nariz: podridão misturada com plástico queimado, merda velha e suor humano. O lixão é um mar de lixo, montanhas de sacos rasgados, garrafas quebradas, papelão molhado. O sol bate forte, fazendo o ar tremer de calor. Vejo Ana primeiro, com sua camiseta preta colada no corpo suado, shorts curtos que marcam a calcinha velha e fodida por baixo. Ela é morena, peitos grandes balançando, bunda empinada como se estivesse pedindo pra ser cheirada. As outras estão ao lado: Carla, magrinha mas com uma raba redonda; Joana, mais gordinha, com coxas grossas cheias de celulite suja; Patrícia, alta e forte, bundão que treme a cada passo; e Vanessa, a mais tímida, com cabelos longos grudados de suor, bunda média mas prometendo um cheiro forte.

"Elas vão trabalhar separando recicláveis, como sempre", diz Ana, piscando pra mim. "Você fica olhando, né? Depois a gente vai pro meu barraco." Eu aceno, o corno dela, o Marcos, já tá ali com a câmera no celular, quieto como sempre. Ele é um puto submisso, só filma e tira fotos, nunca participa. "Vai, filma tudo, corno manso", eu mando, e ele obedece, ligando a câmera.

As cinco começam a mexer no lixo, agachando, curvando o corpo, bundas pra cima no ar quente. O som é de plásticos rangendo, latas amassando, pés chapinhando na lama fedorenta. Ana é a mais safada, logo tira o short e fica só de calcinha velha, rasgada nas bordas, manchada de suor e sujeira. "Olha isso, Daniel, tá fedendo pra caralho, né? Vem cheirar depois." As outras riem nervosas, mas continuam: Carla pega um saco de garrafas, bunda empinada, suor escorrendo pelas pernas; Joana revira um monte de papelão, grunhindo de esforço, o cheiro de axila misturando com o lixo; Patrícia arrasta um pneu velho, bundão balançando, calcinha enfiada no rego; Vanessa separa metais, tímida mas suando horrores, o aroma de buceta suja já se espalhando.

Eu fico ali, pau duro apertando a calça, inalando o fedor coletivo. O calor é insuportável, faz o suor delas virar rios, misturando com a poeira do lixo. Depois de uns vinte minutos, o cheiro tá insano: um misto de podridão, suor salgado, cu azedo e hormônios femininos. "Porra, meninas, vocês tão fedendo gostoso", eu digo, aproximando. Ana ri: "Vem, safado, cheira minha bunda agora." Ela empina, e eu me ajoelho, nariz no rego sujo. O cheiro é uma bomba: amargo, azedo como vinagre podre, salgado de suor velho. Meu pau lateja, eu gemo alto. "Caralho, Ana, teu cu tá podre pra porra!"

As outras olham, curiosas. "Querem tentar?", pergunto. Carla, a magrinha, ri: "Cinquenta pilas? Tá, mas não acredito que você gosta disso." Ela empina, e eu cheiro: cheiro mais leve, mas com um toque de merda seca, suor fresco misturado ao lixo. "Fode, Carla, teu rabo tá azedo como limão podre!" Joana vai depois, bundão gordo tremendo: cheiro forte de queijo rançoso, suor grosso. "Puta merda, Joana, isso é tesão puro!" Patrícia, a forte: aroma de alho podre, salgado extremo. "Caralho, Patrícia, lamberia isso agora!" Vanessa, tímida: cheiro sutil de peixe velho, mas intenso no rego. "Vanessa, teu cu me mata, porra!"

Continuam trabalhando por mais vinte minutos, suando mais, cheiros intensificando. O som de respirações ofegantes, grunhidos de esforço, lixo remexido. Marcos filma tudo, close nas bundas sujas, no meu rosto extasiado. "Mais sujo, meninas, rebolam no lixo!", eu mando. Ana rola num monte de plásticos molhados, calcinha encharcada. "Assim, Daniel? Meu cu tá fedendo mais agora?" Sim, porra, sim.

Depois de quarenta minutos, paramos. "Vamos pro barraco da Ana", eu digo. Vizinhos olham curiosos enquanto entramos no casebre de madeira, fedendo a mofo e pobreza. Dentro, ar abafado, cheiro de comida velha misturando com o nosso fedor. "Tirem as roupas, todas nuas", eu ordeno. Ana ajuda, puxando camisetas suadas, shorts imundos. Elas ficam nuas, corpos sujos, bundas marcadas de terra, suor brilhando. Se apoiam na parede, bundas empinadas.

Começo com Ana: nariz no cu, inalando profundo. "Puta que pariu, Ana, teu cheiro é viciante, azedo pra caralho, amargo como bile!" Ela geme: "Cheira mais, safado, enfia o nariz no meu rego fedido!" Eu lambo, língua no ânus sujo, sabor salgado-azeda, podre. Gemo alto, pau explodindo. Carla próxima: "Meu cu tá nojento, Daniel?" Cheiro: "Sim, porra, fede a esgoto!" Lambo, ela treme: "Ai, caralho, que loucura!" Joana: cheiro rançoso, lambida faz ela gritar: "Fode, isso é nojento mas tesudo!" Patrícia: "Lamba meu cu podre, vai!" Sabor alho azedo, eu gozo quase. Vanessa: "Tímida mas fedida, hein?" Ela cora: "Cheira, então." Peixe podre, língua dentro.

Peço pra elas cheirarem uma a outra. "Ana, cheira a bunda da Carla." Ana faz, cara de nojo: "Porra, fede pra caralho!" Carla vomita quase. "Agora mete o dedo no cu e cheira", eu mando. Joana faz, dedo no rego sujo, cheira e vomita duas vezes: "Ai, que merda!" Mas eu amo, porra. Meu prazer é incontrolável, gozo só com os cheiros misturados no rosto.

Agora, o foda mesmo. "Deitem no chão, bundas pra cima." Elas obedecem, chão sujo de terra. Marcos filma close. Eu monto em Ana primeiro, pau duro enfiando na buceta suja, mas foco no cu: cheirando enquanto meto. "Porra, Ana, tua buceta tá pingando fedor!" Ela grita: "Fode mais, enche minha xota de porra!" Som de pele batendo, cheiro intenso subindo. Gozo dentro dela, mas continuo.

Carla depois: buceta apertada, cu fedido. "Mete, Daniel, fode minha bunda nojenta!" Eu lambo o cu enquanto fodo a xota, sabor amargo me enlouquecendo. "Caralho, Carla, teu cheiro me mata!" Ela goza gritando, squirt sujo no chão.

Joana: bundão gordo, eu enterro o rosto enquanto meto. "Lamba meu cu rançoso, safado!" Cheiro queijo podre, sabor salgado extremo. "Fode, Joana, tua xota tá quente pra porra!" Grunhidos altos, ela rebola, eu gozo de novo.

Patrícia: forte, aguenta socadas brutas. "Enfia no meu cu fedido, vai!" Eu meto na xota, lambendo o ânus alho-azeda. "Puta merda, Patrícia, isso é o paraíso!" Ela urra: "Mais forte, caralho!"

Vanessa: tímida mas safada agora. "Cheira meu cu de peixe podre!" Eu lambo, meto, ela geme baixinho: "Ai, que tesão nojento!"

Elas se lambem mutuamente, Ana chupando a buceta de Carla: "Fede, mas tá gostoso!" Joana lambe Patrícia: "Porra, azedo pra caralho!" Vanessa chupa Joana: "Nojento, mas gozando!"

Eu fodo todas em rodízio, cheiros misturando num fedor coletivo: suor, lixo, cu podre, buceta azeda. Sons: gemidos, xotas molhadas chapinhando, cus arrotando ar. Marcos filma, pau mole no canto, corno feliz.

No meio disso tudo, eu penso: pra achar o autor dessas loucuras, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Lá tem mais fetiches como esse.

Continuamos por horas, eu gozando múltiplas vezes, elas exaustas mas cheias de grana. "Mais cinquenta pra cada, putas safadas." Elas riem, sujas e satisfeitas.

No final, deito no chão, rosto coberto de fedor. "Isso foi insano, porra." Ana beija minha boca: "Você é louco, Daniel, mas a gente topa mais."

E tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias. Fiquem ligados, seus safados, pra mais bundas fedidas e fodas nojentas.

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