Passei a noite com 3 machos no quarto da pousada e o corno no outro quarto, assistindo tv.
Eu sou Selma Recife, a puta casada mais sem vergonha do Brasil, casada com o maior corno do país, o meu querido Márcio. Todo mundo que me conhece pelo meu site oficial e pelo Telegram VIP já sabe: eu adoro fazer novos amigos, marcar encontros safados e transformar cada final de semana numa festa de putaria sem limites. Meu marido sabe, aceita e ainda filma tudo pra o Brasil inteiro ver e baixar. Eu amo as praias do sul da Paraíba, aquele clima quente, o mar, o sol batendo na pele… e uma das minhas pousadas favoritas é essa em Conde-PB, com a piscina de águas cristalinas, o jardim florido e os quartos que já viram tanta safadeza minha.
Foi exatamente no final de semana de outubro do ano passado que eu marquei com três machos casados que vieram sozinhos, sem as esposas deles saberem de nada. Eles me acharam no meu site, viram meus vídeos, minhas fotos e meus contos picantes, e já sabiam que iam me foder bem na frente do meu corno. Eu cheguei na pousada com aquele fio dental roxo que eu uso pra provocar: o tecido fino mal cobre meu ânus estufado, já bem usado e piscando de propósito pra deixar qualquer macho louco. No caminho pro restaurante da pousada, eu andava rebolando devagar, sentindo o sol quente no meu corpo suado, o fio enfiado entre minhas nádegas grandes e brilhantes. Os três já estavam lá na mesa com o Márcio, bebendo cerveja gelada, e eu me sentei bem no meio deles, encostando minha coxa na perna de um e roçando meu peito grande no braço do outro.
Eles não perderam tempo. Um deles, o mais alto, olhou pro meu corno e falou bem alto: “Porra, corno, sua mulher é uma delícia. Olha esse corpo, essa bunda… eu vou comer esse cu dela hoje até ela gritar.” O segundo riu e colocou a mão na minha coxa por baixo da mesa: “Ela é a puta mais gostosa que eu já vi. No site dela tem vídeo dela piscando o ânus pros machos… e agora eu vou sentir isso de perto.” O terceiro, já com o pau duro visível na bermuda, virou pro Márcio e disse: “Fica quietinho aí, corno. A gente vai arrombar a buceta e o cu da tua esposa na frente da câmera. Você vai só assistir, como sempre.” Eu sorri, mordi o lábio e respondi na frente de todo mundo: “Isso mesmo, meu corno. Eu sou a puta casada que todo Brasil sabe que adora rola de macho casado. Hoje vocês três vão me usar como escrava sexual e você vai aguentar calado, tá?”
Eles continuaram humilhando ele na mesa inteira. “Olha como ela tá molhada só de pensar, corno. Eu vou meter duas rolas na buceta dela ao mesmo tempo.” “E eu vou enfiar no cu dela enquanto ela chupa a terceira. Ela é uma vagabunda nojenta, mas é por isso que a gente veio até aqui.” “Sua mulher é uma puta sem vergonha, corno. O cuzinho dela pisca pra gente desde que chegou. Hoje ele vai ficar bem arrombado.” Eu ria, provocava, encostava meu corpo neles e falava: “Eu sou a puta mais safada do Brasil, sim. Todo mundo que entra no meu site sabe disso. Eu adoro ser comida na frente do meu corno. Ele é o maior corno do país e eu a esposa mais puta que existe.” Foram mais de vinte frases assim, eu repetindo sem parar: “Sou puta, sou vadia, sou escrava de rola, meu corno adora ver”, “O Brasil inteiro me conhece como a puta casada que abre o cu pra qualquer macho”, “Eu amo ser humilhada, corno, e vocês vão me foder até eu pedir arrego”.
Depois do almoço fomos pra praia. Eu tirei o shortinho e fiquei só com o fio dental, deitando de bruços na areia quente, abrindo as pernas devagar pra todo mundo ver meu ânus piscando. O sol me deixava cada vez mais suada, o suor escorrendo entre minhas nádegas, deixando meu cu brilhando e ainda mais convidativo. Os três machos ficavam em volta, passando protetor nas minhas costas, descendo a mão até apertar minha bunda. “Olha como ela tá suada, corno. Esse cu tá ficando cada vez mais gostoso pra gente comer.” Eu rebolava de leve, gemendo baixinho: “Eu sou a puta que adora se exibir, todo Brasil sabe. Vem, machos, me toquem mais.” Márcio só observava, calado, enquanto eu ficava cada vez mais molhada e pronta.
À noite a coisa esquentou de verdade. Os três machos entraram no quarto comigo, Márcio foi pro quarto ao lado sozinho, mas deixou a câmera ligada, gravando tudo em alta qualidade pro site. “Grava tudinho, corno”, eu gritei pra ele. “O Brasil inteiro vai baixar e ver como sua mulher é uma puta sem limite.” Eles me jogaram na cama e começaram a me usar como escrava. Primeiro, os três paus enormes na minha boca ao mesmo tempo: eu engasgava, babava, chupava com nojo e tesão, enquanto eles batiam no meu rosto e diziam “Chupa, vadia nojenta, engole tudo”. Depois me viraram de quatro e começaram o DP: uma rola grossa na buceta, outra no cu, esticando tudo, me fazendo gritar de dor e prazer. “Arromba essa puta, caralho! Olha como o cu dela pisca pedindo mais!”
Eles me foderam em todas as posições: DP vaginal com duas rolas na buceta enquanto a terceira batia na minha cara, depois dois na buceta e um no cu, me rasgando inteira. Eu gritava “Eu sou a puta mais arrombada do Brasil! Fode mais, machos! Meu corno tá assistindo TV enquanto vocês me destroem!” Eles me davam tapas na cara, tapas fortes na bunda que deixavam marca vermelha, chupavam meus seios com força, mordiam os mamilos. Fizeram espanhola entre meus peitos grandes, gozando no meu decote enquanto eu lambia as cabeças. Depois me arrastaram pro banheiro, me colocaram no chão frio e me foderam de novo: um na boca, um na buceta, um no cu, me fazendo peidar alto, peidos anals barulhentos que saíam enquanto as rolas entravam e saíam. “Cheira seu próprio peido, nojenta!”, mandaram. Eu cheirava com nojo, cara de nojo, mas chupava o pau sujo mesmo assim, lambendo tudo. “Você é uma vagabunda nojenta, Selma, uma puta que merece ser tratada como lixo”, eles repetiam sem parar.
Eu respondia gemendo alto: “Sim, eu sou a puta casada mais sem vergonha! O Brasil todo sabe que eu abro o cu e a buceta pra macho casado! Meu corno é o maior corno do país e eu adoro isso!” Eles me jogaram no chão, me foderam de lado, de pé contra a parede, me arrastaram de volta pra cama e continuaram o DP anal duplo, três rolas na boca de novo, me fazendo engasgar até lágrimas escorrerem. Muita dor, muito grito, muito tapa, muito “sua puta, sua vadia, sua escrava”. Eu gozei várias vezes, molhando tudo, enquanto eles me chamavam de “vagabunda arrombada”, “puta fedorenta”, “esposa corna que ama rola estranha”. A foda foi tão esculhambada que o lençol ficou encharcado de suor, porra, baba e meus peidos. No final eles gozaram dentro de mim, no meu cu, na buceta, na boca, no rosto, me deixando toda melada e arrombada.
O Márcio ficou no outro quarto assistindo TV, quietinho, esperando a esposinha chegar toda destruída, como sempre. E essa foi só a primeira noite… o final de semana inteiro foi assim, cada vez mais pesado.
Pra ver tudo isso em vídeo completo, com as fotos e os outros contos, entra agora no www.bit.ly/telemanu e no www.selmaclub.com. Lá tem tudo meu e das minhas amigas, o Telegram VIP com os links pra baixar tudo, os vídeos da câmera ligada e os contatos diretos comigo.
Se você leu até aqui e tá com o pau duro querendo fazer parte da turma, não perde tempo: entra no meu site oficial e no Telegram VIP agora mesmo. Marca comigo na próxima viagem pra pousada, vem com seus amigos casados e deixa o corno assistir. Eu tô te esperando pra te mostrar ao vivo como a puta casada mais sem vergonha do Brasil adora ser usada. Vem logo, macho… o Brasil inteiro já sabe quem eu sou. E você também vai saber. 😈
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