#Corno #Grupal #Voyeur

Relato de uma esposa dedicada - Parte 2

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Juliana

A confissão do meu querido esposo, sobre ter gostado de me ver levando uma beijoca do meu ex ficante no supermercado, me colocou numa rotina diferente comigo mesma e com ele. Pois fiquei mais atenta aos olhares dele para mim e para outros homens na minha presença. Não foi fácil ter que me acostumar, muito menos aceitar... afinal, apesar deu nunca ter sido careta e tão pouco preconceituosa, conviver com um alguém que tem tal fetiche foi desafiante.

Ao mesmo tempo que entendi o gosto dele, procurei ler a respeito do assunto. O problema é que a maior parte das coisas que eu lia eram contos eróticos bem pornográficos e até duvidosos. Eu realmente estava procurando por informação a fim de entender como que funcionava de fato a cabeça de um homem ou mulher com esse gosto pessoal. Eu tinha minhas amigas e tal, amigas com as quais eu já havia conversado sobre tudo... mas eu não tive coragem de puxar esse tipo de assunto com elas, pois como eu disse, eu nunca fui careta e preconceituosa com nada disso, mas se tratando de sexo, as pessoas geralmente levam pro lado da safadeza, da falta de vergonha na cara, da putaria pela putaria... E se eu contasse pra alguma delas, poderia ser motivo de risadas, meu marido apelidado de corno e eu de vadia. Enfim, evitei contar para alguma.

Fiquei meio sem ter o que fazer. Ao mesmo tempo em que a única coisa que eu não queria fazer era me separar dele. Pois ele era o homem da minha vida, o meu amor, meu primeiro, único e verdadeiro amor... e continuava sendo um bom homem, ótimo caráter, um excelente companheiro. E o que mais me comoveu foi ver que ele sofria por isso, e agora mais ainda por ter me revelado. Eu notei no comportamento dele que ele tava com medo deu desistir dele.

Ele ia me buscar no trabalho, me levava pra um restaurante... e bastava o garçom bonitão vir a nossa mesa que eu automaticamente olhava pra ele, pra ver a reação dele... e assim foi em todos os lugares que íamos, onde sempre que algum homem bonito e atraente chegava perto de nós ou de mim, eu ficava atenta aos olhares dele. Mas ele era super discreto, ele não era malicioso e tão pouco ficava me oferecendo pros homens, nada disso. Ele agia normalmente como se não tivesse tal fetiche. Alias, não conversamos sobre o assunto nos dias posteriores a confissão.

Porém, certa vez. Eu e ele no sofá da nossa casa, frente a TV ligada num filme, nós dois abraçadinhos. Eu sentada meio de bandinha no sofá, olhei pra ele fazendo um carinho no rosto dele e perguntei baixinho conforme o silêncio da sala propiciava:

- Tudo bem?

- Sim.

- Não, amor. Não tá. Pode falar.

- Relaxa, querida. Tá tudo bem sim.

- Eu conheço você, meu amor. Você tá mais quieto, calado... pensativo.

- Eu só acho que eu nunca deveria ter falado essa merda pra ti.

- Mas, querido... olha só, somos marido e mulher. Eu não tenho segredos com você e nem você comigo. Eu só quero saber como que você tá se sentindo depois de ter... confessado isso.

- Eu só precisava falar... Deixa quieto. Morreu. Não quero estragar nossa vida.

- Meu amor, você nunca vai estragar nada do que a gente construiu juntos. Eu amo você. Eu amo, entende? E amor é mais forte que tudo.

Ele me agarrou e me beijou a boca. Logo eu tava aqui montando no colo dele, ele chupando meu pescoço, passando as mãos em meu corpo por sobre meu vestido... vestido que eu tratei de tira-lo por cima, fazendo meus peitões loiros saltarem diante do rosto dele, que os agarrou com as duas mãos e caiu de boca em um e outro, me mamando forte e me fazendo gemer, tamanha a voracidade em sua boca... nisso eu dei uma erguida por sobre ele, meti uma mão minha por entre as minhas pernas escanchadas no colo dele e por baixo de mim, enfiando pelo cós do short dele, agarrando o pau já duro dele e o puxando para fora... em seguida puxei a minha calcinha pra um lado e sentei encaixando a cabeça da rola dele no rachado da minha loira buceta carequinha... fui sentando e rebolando até colocar tudo pra dentro de mim... e assim comecei a cavalgar no colo dele, aumentando o ritmo pra frente e pra trás num galope intenso, batendo minha rosada bunda nas coxas dele, fazendo a minha buceta foder o pau dele dentro de mim tão gostoso que em questão de segundos eu explodi me tremendo toda enquanto gozava.

Logo foi ele quem agiu, me dominou e veio furioso pra cima de mim, me deitando de costas no sofá, onde por entre as minhas pernas bateu virilha com gosto, fazendo a sua rola me socar a buceta com força... me fazendo gemer agoniada de tesão abraçada ao corpo dele no meu... delícia... ele tem um jeito tarado de meter rola na minha buceta que me deixa louca, sem ar, onde alcanço o orgasmo com facilidade.

Ele foi diminuindo o ritmo, sem tirar de dentro de mim, eu já tava encharcada no vai e vem da rola dele. E quando ele tirou, ele sentou e eu fui com tudo agarrando e caindo de boca num boquete que me fez gemer e revirar os olhos... adoro chupar o pau dele assim que ele o tira da minha buceta, pois geralmente está bem molhado e pulsando tão endurecido... chupei forte, intenso, pressionando a cabeça rosada e lisa com meus lábios, descendo os mesmos até o meio quase que engolindo todo... e nisso ele gemeu... esguichando pra dentro da minha boca todo o seu esperma... me deliciei sentindo cada jato descendo pela minha garganta abaixo. A porra branquinha e quentinha do meu maridinho é uma delícia de provar e beber.

Momentos depois a gente tava na cama, cochilando juntos, abraçadinhos, onde no semi-escuro do nosso quarto, eu meio deitada no corpo dele, de cabeça repousada no peitoral dele, fiquei de olhos abertos imaginando o que seria da nossa relação, e se esse fetiche dele iria se intrometer no nosso prazer pro resto da vida.

De manhã cedo acordamos juntos, banhamos juntos, colocamos nossas roupas de trabalho, tomamos o café da manhã juntos na mesa da cozinha, em seguida, na garagem, ele entrou no carro dele, eu no meu e fomos por caminhos diferentes para nossos respectivos empregos. Aqui e ali durante o expediente meu e dele a gente se trocava mensagens, nada demais, apenas o costume de sabermos se um e outro estava bem, preocupação normal de quem se ama.

No final da tarde a gente se reencontrou em casa. Ele geralmente chegando primeiro e eu em seguida. E essa é a nossa rotina todos os dias. E no meio dessa nossa rotina esse segredo íntimo revelado e exposto, teimando em mexer com o nosso comportamento e pensamentos um com o outro, mesmo que tentássemos disfarçar, fazer de conta que tava tudo bem e tal.

Lembro de um final de semana onde fomos encontrar uns amigos numa roda de samba, pois como uma boa carioca que sou, adoro samba. O bar era uma delicia, movimentado, cheio de gente descolada, também haviam turistas de outras partes do Brasil e gringos. E a gente ali, sentados diante mesas ajuntadas, umas três mesas juntas, pois a galera que tava com a gente era grande. Todos casais... estávamos em oito, bebendo chope, conversando, rindo, brincando, confraternizando e brindando à amizade, ao som do samba que animava o ambiente.

E por falar no samba, eis que eu e algumas dessas amigas fomos pro meio da galera ali diante do palco e nos jogamos num remelexo de corpos na maior animação. Adoro, me transformo, onde na ponta dos pés eu girava me requebrando, e junto a um sorriso de felicidade eu ia cantando os refrãos do samba em coro com as minhas amigas, ora abraçadas, ora soltinhas, rebolando até o chão, exalando a mais pura sensualidade que toda mulher tem por natureza quando se solta... meus fartos pertos loiros chacoalhavam em meu decote como se fossem saltar para fora, meus quadris requebrando faziam a minha grande bunda rosada ser jogada para um lado e outro e assim balançar as pontas do meu vestido, quase levantando e expondo a minha calcinha que a essa altura, de tanto rebolar, estava toda enfiada na minha bunda e molhada de tão suada, sem falar do visgo vaginal melando o forro frontal em renda, pois o samba é afrodisíaco, me excita, me estimula.

Eu era quem mais requebrava... pois apesar de ser loira, tenho uma mulata passista dentro do meu corpo e que só o samba coloca ela pra fora de mim... e eu queria me divertir, merecia me divertir depois de uma semana toda de trabalho estressante. Contudo, eis que vira e mexe, enquanto eu me acabava sambando, meus olhos flagravam o meu marido ali na mesa, entre os amigos, me olhando, olhando principalmente ao redor... afinal, haviam homens sambando ao meu redor. E numa roda de samba animada e lotada assim, a mulherada requebrando sempre chama a atenção. É claro que eu também notava os outros machos, uns chegavam bem perto, onde rolava uma encarada pra ver se rolava algo, um sorriso... minha bunda rebolando aqui e ali batia em alguma virilha... o ambiente de uma roda de samba assim é bem quente e sensual. E parecia o lugar certo pra alimentar o fetiche do meu marido.

Voltei então pra mesa, sentei ao lado dele, beijando o rosto dele e depois dando um gole no copo de chope dele, e ele me olhando nos olhos com um olhar estranho, parecia um cachorro vira-lata viçando. Teve um instante em que eu coloquei uma mão no colo dele, onde senti o pau dele ali duro, até olhei pra ele e ele riu.
A deliciosa noite de roda de samba terminou... e já em casa, ainda suada e com meu loiro corpo ainda quente e ofegante... eu gemia aos berros de dor e prazer, jogando meus cabelos loiros e lisos para um lado e outro, sustentando meu corpo de quatro pelos meus joelhos e mãos na cama, enquanto o meu querido esposo me domava firme e forte pelos quadris e comia gostoso a minha bunda.

Depois do samba eu geralmente fico mais disposta, mais louca e desinibida, e acho que o meu marido, de tanto me ver rebolar, requebrar e tal, chegou em casa com vontade de comer a minha bunda... tanto que quando entramos aos beijos no nosso quarto e tiramos toda a roupa, ele já me pegou firme de quatro na cama e sequer meteu na minha buceta... já foi cuspindo no meu cu e me enfiando sem dó... E aqui ele gemia feito um bicho enquanto me domando de quatro me puxava pelos quadris e mandava ver uma bela de uma comida de rabo.

A minha função aqui era apenas aguentar os solavancos que eu tomava por trás, sustentar-me ao máximo de quatro e arrebitar bem safado pra ele meter sem dó a sua rola no meu cuzinho.

... e claro, conforme eu sentia a dureza do pau dele freneticamente se movendo para frente e para trás fodendo meu cuzinho, eu sabia que o motivo dessa enrabada tão gostosa que ele me dava, era a excitação que ele trouxe da roda de samba. Excitação de ter me visto os machos olhando pra minha bunda.

Gozei intenso e me tremendo de quatro, desabando de cara na cama, porém continuei tendo a minha bunda agarrada por ele, que montou em cima e continuou de pau dentro, socando de cima para baixo no meu cu... ele tava louco de tesão, claramente fazendo aquilo o que ele imaginava que todos aqueles homens que me olhavam queriam ter feito comigo, comer a minha bunda. Gozei intenso... e olha que orgasmo anal é algo difícil se atingir.

Pela manhã acordamos tarde, era um sabadão bem quente e ensolarado na cidade do Rio de Janeiro. Acordamos preguiçosamente e fomos deixando a cama pelados e lentos, se espreguiçando, bocejando, uma certa ressaca dos chopes que tomamos na roda de samba pesando em nossas cabeças. Logo um gostoso banho nos revigorou os corpos e nossas energias... Na cozinha tomamos um gostoso café e minutos depois deixamos nossa casa de carro, com duas bagagens pra dois dias e pegamos a estrada rumo a Região dos Lagos, mais precisamente para Búzios.

Ir à Búzios sempre foi costume meu e dele, adoramos. Só que neste dia aqui, a minha percepção me mostrou o que eu jamais percebi nas outras vezes que viemos à praia. Pois da mesma forma que o ambiente da roda de samba propiciava ao meu esposo atiçar o seu fetiche, o ambiente da praia parecia ainda mais. Afinal, na praia as pessoas ficam seminuas, e a cada bonito homem de sunga que passava por mim, ele meio que acompanhava meus verdes olhos, pra saber se eu olhava.

Teve um momento em que chegou um grupo de rapazes e ficou ao nosso lado na areia. E ele ficou inquieto com a presença desses rapazes ali em pé, todos de sunga e conversando entre eles... pois eu estava deitada de bruços na minha toalha, de bunda loira virada pro sol.

Quando fomos mergulhar no mar, ao sairmos, de mãos dadas, caminhando, passou um fortão tatuado ao meu lado entrando no mar, eu nem olhei pro cara, mas meu marido olhou pra mim... eu não aguentei e levei no bom humor, onde abracei ele e falei:

- Não vai ficar de pau duro aqui não, tá? rsrsrs...

Ele riu me abraçando e me beijando a testa. Falando:

- Relaxa.

Porém, nessa mesma praia, ele encontrou uns amigos dele de trabalho, aí rolou aquele cumprimento, onde eles se apertaram as mãos, se deram tapinhas nas costas e tal e começaram a conversar normalmente como amigos que se veem por aí... e eu ali em pé ao lado dele e diante dos amigos dele, ele me apresentou a eles, eu apertei a mão e troquei beijinhos no rosto de cada um, coisa típica de carioca... e ele só observando eu ali com eles, provavelmente com a cabeça imaginando coisas. E pra deixar ele ainda mais estimulado, eis que enquanto ele conversava com um deles, outro desses amigos dele me olhou do rosto aos pés... eu notei... ele também, mas disfarçou.

Mas logo eles se despediram e tal... a gente seguiu caminhando na praia, onde eu disse:

- Aquele teu amigo, o magrinho, é bem atrevido, né?

Ele riu, e disse:

- É um zé mané, não te merece.

Eu parei, me virei pra ele e disse:

- Não me merece? Como assim? Quem me merece é você.

Ele riu, me abraçando e disse:

- Tô brincando, amor, rsrsrs...

De certa forma, essas brincadeiras, nesse bom humor, servia pra descontrair a situação entre a gente, até mesmo pra deixar meu marido menos tenso e pesado como se tivesse carregando em si algo sujo e horrível. Quando na verdade era apenas e tão somente um fetiche. E tinha que ser encarado assim mesmo, como fetiche.

Continuamos nosso passeio matinal, fomos até um hotel ao lado da praia para almoçarmos no restaurante. Sentamos no andar cima, de vista pro mar e comemos algo leve, acompanhado por um bom vinho branco. Uns 20 minutos após o almoço subimos pra uns dos quartos, pra dar uma descansada. No quarto não tinha bebida, fiquei com vontade de beber do mesmo vinho branco delicioso que provamos no restaurante, meu marido ligou pra recepção e pediu para que viessem deixar uma garrafa no nosso quarto.

Ficamos na cama, trocando uns beijos, namorando, conversando e tal, se curtindo sem presa e de uma forma preguiçosa, aqui e ali dando umas espiadas nos nossos celulares... Quando eis que bateram na porta e eu fui atender. Era um funcionário do hotel trazendo o vinho.

Foi então que, aquele climinha de brincadeira teve mais um momento aqui, quando eu abri a porta pro tal funcionário do hotel, que entrou trazendo o vinho num balde com gelo e duas taças... e eu recebi ele toda sorridente, até que, ao dar a ele uma gorjeta de 100 reais, eu mesma coloquei no bolso do terno de farda dele... encarando ele nos olhos. Foi a primeira vez, desde que o meu esposo confessou esse seu fetiche, que eu fiz algo assim, em relação a outro homem diante dele. Meu marido ali na cama ficou estático, olhando pra mim colocando a grana no bolso do terno do funcionário enquanto o encarava com um malicioso sorriso no meu rosto.

Então me despedi dele agradecendo e o rapaz saiu meio queee... desconfiado de mim, rindo amarelo e tal, falando:

- Se precisarem de algo mais, estou às ordens.

Eu fui fechando a porta quase que em câmera lenta, onde eu mesma abri a garrafa do vinho, coloquei nas taças com gelo e fui oferecer ao meu marido, ali na cama. Que me encarou nos olhos e falou de forma séria:

- Se for fazer, faça... Não me provoque.

Fiquei meio sem graça. Eu quis apenas brincar, já que a gente tinha brincado anteriormente na praia e ficou de boa. Mas vi que aqui, apesar de não ter sido nada tão ousado, foi o suficiente pra mexer numa casa de marimbondos. Tipo, atiçar ainda mais o que nele era latente. Sua vontade de me ver com outro. E claro, isso aqui foi o mais próximo do que ele queria, pois foi dentro de um quarto, comigo, ele e outro homem, o tal funcionário. Poderia ter rolado se eu quisesse. Se eu tivesse sido ainda mais abusada. Mas repito, eu quis apenas brincar.

Enfim... depois disso rolou um silencio entre nós enquanto a gente tomava o vinho, ele sentado meio deitado e encostado em travesseiros na cama, olhando seu celular, nem deu atenção pra mim. Eu fui pra varanda. Fiquei de braços no parapeito admirando a praia lá embaixo, o céu azul sem nuvens, as pessoas transitando no calçadão e na praia lotados, tentando aliviar a chateação que eu tava sentindo por ter feito o que fiz.

Mas ele veio, me abraçando por trás, me virando, me abraçando de novo onde eu repousei meu rosto no peitoral e por sobre a camiseta dele, onde pedi desculpas, falando:

- Foi só uma brincadeira. Desculpa.

Ele me abraçando, olhou nos meus olhos e disse:

- Eu quero isso mais do que você... Você sabe... Mas você só deve fazer se quiser.

Nos beijamos. E foi um beijo intenso, que me fez gemer. Do beijo veio todo aquele sexo gostoso que eu acostumei a ter dele sempre depois de situações assim, onde gemi alto e gozei gostoso enquanto ele me bombava forte por entre as pernas, me fazendo trepidar de costas na macia cama enquanto eu sentia toda a dureza petrificada do seu pau me socando a buceta sem tirar de dentro, sem descanso.

O dia de passeios continuou pela tarde, fomos passear de barco, onde do barco assistimos ao por do sol abraçadinhos. Depois a noitinha voltamos pro hotel, nos arrumamos e fomos pra uma baladinha na área da piscina desse hotel, com música ao vivo de um DJ e tal. O ambiente, o clima, tava tudo muito gostoso, bebemos, dançamos, eu como sempre me soltando, pois adoro dançar. E claro, ele espiando os homens ao meu lado me olhando.

Geralmente essas baladinhas em lugares assim deixam as pessoas mais a vontade, não é reunião de família, é pra galera se curtir, conhecer, escolher parceiros de momento, se pegar, se jogar... sair dali pros quartos do próprio hotel... A sedução e a libido estavam estampados nos olhares, gestos e comportamento de todos. Homens, mulheres, jovens e adultos, só gente bonita a fim de aproveitar o que o momento lhes propiciava.

Foi então que ele foi sentar a uma mesa ali ao lado e eu pedi licença a ele pra ir no banheiro. Fui cortando caminho entre toda aquela gente dançando, transitando, parada e conversando ao som da música eletrônica rolando... e nisso os meus verdes olhos encontraram os olhos de um moreno.

Nossa... Tipo assim: uma mulher, por ser casada, e mesmo sendo casada, não significa que ela não aprecie determinados tipos de homens quando ela os vê. E comigo nunca foi diferente. Meu esposo é um homem bonito e atraente, me completa, é o meu amor... mas eu tenho e sempre tive, como qualquer mulher, o meu tipo de homem, aquele que, quando eu bato os olhos eu fico admirada. E este moreno aqui com o qual troquei olhar chamou muito a minha atenção.

Mas eu segui adiante rumo ao banheiro e tal. Tava lotado, esperei a vez e fiz meu xixi, lavei as mãos depois na pia, me olhando no espelho a frente, dando uma passada de mãos nos meus cabelos, todas aquelas mulheres ao redor no mesmo ambiente, rindo, conversando, fofocando, principalmente falando de homens, homens e mais homens... Deixei então o banheiro... e quando fui saindo já passando entre pessoas e tal, eis que alguém me pega pelo braço e me faz parar... era o tal moreno com o qual troquei olhares.

Ele ali, parado na minha frente, rindo pra mim, me chamou pra beber algo e conversar... e eu, e por ser casada, disse não... mas na mesma hora, algo em mim me lembrou quee... que sim, que eu podia sim conversar com ele... afinal, o fetiche do meu esposo me dava carta branca para isso... mas claro, sem o consentimento dele não ia rolar. Seria traição. E uma coisa que eu jamais faria e farei é enganar meu esposo.

Só que o medo de levar isso adiante, algo que eu jamais fiz, com base em um fetiche sexual dele e recém descoberto e confessado por ele, me deixou aflita, de estomago gelado.

Cheguei de repente no meu esposo, ele ali sentado, tomando um uísque, olhando seu celular... sentei ao lado dele pegando o copo de uísque dele e virei todo numa golada só. Ele notou que eu tava meio tensa. E nisso me perguntou:

- Que foi, amor?... Viu assombração? rsrsr...

Eu olhava pras pessoas transitando, dançando, mas sem não tinha foco, onde eu mordia meu lábio inferior tamanha inquietação... ao mesmo tempo passei mãos nos meus cabelos lisos e loiros, joguei eles por sobre um ombro... e sentada de pernas cruzadas eu balançava meu pé... Foi então que eu olhei pra ele, e disse:

- Amor...

- Oi.

- Você quer mesmo?

Ele ficou me olhando. Calado, e ...

Continua...

Deixem seus comentários. É importante pra eu contar mais.

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Comentários (7)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Fernando: Continue você vai realizar a fantasia de de ser corno ele vai adora você é um tesão de mulher e não vai ser traição você fez por amor

    Responder↴ • uid:hse3q1owkdg
  • Sansão: Que história incrível, bem narrada ,bem escrita .

    Responder↴ • uid:19f65f3c27xl
  • José Carlos: Rita a minha esposa fudeu gostoso ontem lembrei de vc

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b
  • Tugolândia.: Muito bom. Continua.

    Responder↴ • uid:1asl9jpkd9k
  • Rita: Tavas louca querida para te dar a outros e eu percebo isso tão bem ;) continua..

    Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a
  • Lucas21: Posta logo a continuação que história boa tô ansioso já kkk

    Responder↴ • uid:7xbysxsehj