#Grupal #Teen #Virgem #Voyeur

Retrato de Família (5/5)

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Tugolândia

Terminado o banho, depois de um último orgasmo que a fez tremer inteira contra a banheira, os cinco rapazes desceram dos bancos e cadeiras em silêncio atordoado, as pernas a tremerem, disfarçando a excitação como podiam, os paus latejantes e molhados de pré-gozo dentro das calças, os rostos vermelhos e suados, o ar da sala agora pesado e pegajoso de tesão reprimido. Sentaram-se no sofá, fingindo olhar para os livros do trabalho de grupo, mas os corações batiam descompassados, as mãos a tremerem sobre os cadernos.
A mãe saiu da casa de banho enrolada apenas numa toalha bem curta e reveladora, o tecido branco e felpudo mal lhe tapando o cu em coração e as mamas, a parte de cima deixando ver a curva inferior dos seios pesados, a parte de baixo a revelar metade das coxas grossas e a sombra escura da cona inchada. Confrontou-os diretamente na sala, o olhar escuro e divertido, o corpo ainda húmido e brilhante de água.
- Eu vi-vos, sabiam? - disse ela, a voz baixa, rouca e carregada de luxúria, olhando um por um com um sorriso lento. - Reflectidos no cromado brilhante da torneira. Vi os cinco a espreitarem-me como cãezinhos no cio enquanto eu tomava banho, com os caralhos duros e as bocas abertas.
Virou-se para o filho, os olhos semicerrados de censura fingida, mas cheios de tesão puro.
- Estás a ver o que arranjas com as tuas brincadeiras de merda, filho?
Depois olhou para os quatro amigos, que estavam paralisados no sofá, os paus a marcar as calças, e sorriu como uma loba faminta.
- Agora os teus amigos estão aqui excitados, com os caralhos duros como pedra e as bolas cheias… e eu não sei o que lhes hei-de fazer. Não os podemos deixar ir embora nesse estado, não é? Seria cruel.
Sem mais uma palavra, deixou cair a toalha ao chão com um movimento fluido, ficando completamente nua à frente deles, o corpo ainda húmido e brilhante, as mamas tesas, a cona molhada e aberta, o cu empinado e convidativo.
- Senta-te aí no canto e fica quieto - ordenou ao filho, apontando para a poltrona no canto da sala. - É para aprenderes a não fazeres apostas estúpidas.
O filho obedeceu, sentou-se, o caralho latejando dolorosamente dentro das calças enquanto via a mãe começar a foda intensa, selvagem e insaciável com os quatro amigos. Ela caiu de joelhos no tapete da sala e mamou-lhes os caralhos um a um, depois dois de cada vez, com uma fome gulosa e experiente. A boca quente e molhada engolia o pau do Tiago até ao fundo da garganta, a garganta a contrair-se em volta da grossura, a saliva escorrendo em fios grossos pelos cantos da boca e pingando sobre as bolas pesadas, enquanto as mãos batiam punheta ritmada ao Rui e ao Pedro ao mesmo tempo, os polegares a roçarem as cabeças brilhantes de baba. Os sons eram obscenos e ensurdecedores: gluck-gluck-gluck molhado e ritmado, gemidos roucos e desesperados dos rapazes, o cheiro forte a caralho jovem e a cona da mãe a subir no ar. Depois trocava, chupando o Miguel com a mesma fome, os lábios esticados ao máximo, os olhos escuros a olharem para cima cheios de luxúria pura, a língua a rodopiar na cabeça sensível enquanto engolia até às bolas.
Em seguida deitou-se no sofá, abriu as pernas bem abertas e deixou-os foderem-na como animais. O Pedro enfiou o caralho na cona dela primeiro, estocadas profundas e brutais que faziam o corpo dela saltar, as bolas a baterem contra o cu com um som molhado e obsceno, enquanto o Tiago lhe enfiava o pau na boca, fodendo-lhe a garganta em sincronia. O Rui e o Miguel apertavam-lhe as mamas com força, torcendo os mamilos escuros até ela gemer com o pau na boca. Depois trocaram de posições: o Miguel fodeu-lhe a cona com força selvagem, o Rui comeu-lhe o cu, cuspindo no olho do cu dilatado e penetrando-o até ao fundo, as duas piças jovens a entrarem e saírem em ritmo perfeito, enchendo-a completamente, o som de carne contra carne a ecoar pela sala. O filho via tudo com uma clareza cruel: a cona da mãe dilatada e escorregadia de sucos e pré-gozo, os lábios carnudos esticados ao limite, o cu a contrair-se e a pulsar em volta do caralho que o abria, a porra a escorrer em fios brancos e grossos, os gemidos abafados dela misturados com os grunhidos dos rapazes. Chegaram mesmo à dupla penetração vaginal, dois caralhos jovens e duros enfiados ao mesmo tempo na cona dela, esticando as paredes carnudas ao limite máximo, as veias salientes a roçarem umas nas outras dentro dela enquanto ela gritava de prazer puro, o corpo a tremer em orgasmos violentos e sucessivos, os sucos a jorrarem em esguichos que molhavam as coxas dos rapazes e o sofá inteiro.
Quase no fim, quando os quatro já estavam esgotados, suados e ofegantes, os caralhos brilhantes de porra e sucos, a mãe olhou diretamente para o filho, viu o volume enorme e latejante nas calças dele e sorriu com ternura de puta maternal.
- Meu pobrezinho… já chega de castigo. Anda cá à mãe!
Puxou-o para o meio do grupo, mamou-lhe o caralho com uma fome desesperada e gulosa, a boca quente a engolir tudo até às bolas enquanto os outros quatro se revezavam nos outros buracos: um na cona dilatada, outro no cu aberto e escorregadio, as estocadas brutais e profundas, a sala a cheirar intensamente a porra fresca, suor jovem, cona molhada e saliva. Ela chupou o filho até ele se vir com um rugido abafado, enchendo-lhe a boca de jatos grossos e quentes de porra que ela engoliu até à última gota, a garganta a contrair-se em volta dele, enquanto os outros gozavam dentro dela quase ao mesmo tempo, inundando-lhe a cona e o cu de esperma jovem, abundante e leitosa que escorria em cascatas pelas coxas dela e pingava no tapete.
Os rapazes saíram de casa quase duas horas depois, completamente esgotados, as pernas a tremerem como gelatina, os caralhos sensíveis e latejantes dentro das calças molhadas, os rostos vermelhos e suados, os corpos cheios de marcas de unhas, chupões e suor, o cheiro forte da mãe colado à pele toda. A mãe, ainda nua e brilhante de porra que escorria pelas coxas grossas e pela racha aberta, sorriu para eles à porta com um ar satisfeito e maternal.
- Apareçam quando quiserem, rapazes. São sempre bem-vindos nesta casa. E não precisam de andar a fazer apostas parvas para verem a cona da mãe do vosso amigo ou para a foderem como deve ser.
O filho ficou ali, sentado no canto da sala, o caralho ainda a latejar de prazer e vergonha, sabendo que o vício insaciável da mãe tinha acabado de arrastar mais quatro jovens para a teia pegajosa e quente da família. O apartamento em Lisboa cheirava a sexo fresco, proibido e intenso, e o fogo que ardia entre aquelas paredes não parava de crescer, mais quente, mais fundo e mais insaciável do que nunca.
O filho guardava aquela Páscoa em Coimbra como uma das memórias mais carregadas de tesão proibido, risco delicioso e excitação quase insuportável que a família alguma vez vivera. A casa da avó, uma moradia antiga e espaçosa no centro histórico da vila, enchia-se de gente de todos os lados: tios barulhentos que contavam histórias antigas, primos mais novos a correr pelos corredores, o pai corno manso que fingia não ver nada do que se passava à sua volta, a irmã já transformada numa putinha insaciável que trocava olhares cúmplices com todos os homens da família, e a mãe, como sempre, o centro ardente, perigoso e magnético de todo o desejo que circulava por baixo da superfície aparentemente inocente da reunião familiar. O almoço de Páscoa era ruidoso, alegre, caótico e cheio de vida, com pratos pesados a passar de mão em mão, risos altos e constantes, o cheiro forte e apetitoso de cabrito assado no forno com ervas, arroz de forno bem temperado com chouriço, pão quente acabado de sair do forno e vinho tinto encorpado a pairar densamente no ar quente da sala de jantar grande e iluminada. A mãe sentara-se propositadamente ao lado do sobrinho, o primo adolescente do filho, um rapaz alto, magro, de dezanove anos, com o corpo ainda em formação mas já com um caralho grosso, venoso, longo e insaciável que ela comia de vez em quando nas férias de verão, quando conseguia arranjar uns minutos roubados a sós com ele na casa da avó ou em qualquer outro canto discreto. Ela usava um vestido leve e largo de algodão claro, não muito comprido, decente o suficiente para a ocasião familiar religiosa, mas suficientemente solto, arejado e fácil de mexer para esconder tudo o que precisava esconder por baixo da toalha branca e comprida da mesa grande. O primo estava com uns calções de futebol largos e finos, a abertura das pernas bem folgada e convidativa, o tecido leve e macio a marcar já o volume crescente que começava a inchar só de sentir o perfume quente, doce e almiscarado da tia ao lado dele.
Durante o almoço inteiro, a mãe começou a provocar discretamente, com uma mestria de puta experiente que o filho admirava e temia ao mesmo tempo, aproveitando a algazarra normal de uma mesa cheia de gente a falar alto, a rir, a contar histórias antigas, a passar pratos e a brindar com vinho. Por baixo da toalha branca e pesada, a mão dela deslizava devagar pela perna nua e quente do primo, os dedos quentes, macios e experientes a subirem pela coxa musculosa até à abertura larga dos calções. Enfiava a mão lá dentro com uma lentidão torturante e deliberada, os dedos a acariciarem o caralho dele, sentindo-o endurecer rapidamente, latejar com força e crescer contra a palma da mão dela. Eram toques breves, mas intensos e precisos: apertava a base grossa com força controlada, deslizava o polegar pela cabeça sensível e inchada que já babava pré-gozo abundante e pegajoso, dava-lhe uma punheta lenta, firme e ritmada durante uns segundos, sentindo as veias pulsarem, a pele esticada e quente, depois retirava a mão com naturalidade absoluta e voltava a colocá-la em cima da mesa, pegando no copo de vinho ou no garfo como se nada tivesse acontecido. O primo ficava vermelho até às orelhas, o caralho a latejar dolorosamente dentro dos calções, as bolas cheias e pesadas a contraírem-se, os olhos vidrados no prato enquanto fingia comer, o suor a começar a surgir na testa e no pescoço.
Ao mesmo tempo, ela levantava um pouco o vestido por baixo da toalha, deixando as coxas nuas, macias, quentes e ligeiramente suadas completamente expostas ao ar. Começava a roçá-las deliberadamente na perna dele, a pele sedosa, lisa e quente a deslizar contra a dele com uma lentidão enlouquecedora. O primo não tardou a reagir, movido pelo tesão acumulado. A mão dele desaparecia também por baixo do vestido, os dedos trémulos de excitação a descobrirem que ela não trazia absolutamente nada por baixo - a cona depilada e já escancarada, os lábios carnudos, grossos e inchados brilhantes de humidade abundante que escorria em fio fino e quente pela coxa. Os dedos dele encontravam imediatamente o grelo durinho, inchado e sensível, circulavam-no com pressão crescente e precisa, depois enfiavam-se pela racha quente, apertada, escorregadia e faminta, dois dedos a fodê-la devagar e fundo, curvando para tocar aquele ponto especial e inchado que a fazia contrair a cona em torno deles com força quase dolorosa. Eram movimentos breves, intensos, sincronizados e quase insuportáveis: enquanto ela lhe acariciava o caralho por baixo dos calções, apertando a base, masturbando-o com maestria e esfregando a cabeça babada, ele dedilhava-lhe a cona com fome crescente, os dedos a entrarem e saírem com um som molhado quase impercetível, os sucos dela a molharem-lhe a mão inteira, a escorrerem pela palma e a pingarem silenciosamente no chão. Depois, num gesto rápido e natural, as mãos voltavam todas para cima da mesa, à espera da próxima oportunidade em que alguém se distraísse com uma gargalhada alta, uma história engraçada ou um brinde ruidoso. Isto durou o almoço todo, longos, torturantes e deliciosos minutos de provocação lenta, cruel, constante e insuportável, os dois em brasa absoluta, o tesão a crescer até um ponto quase insustentável, o cheiro leve mas inconfundível a cona molhada, a caralho excitado e a suor a misturar-se com o aroma forte do cabrito assado, do arroz e do vinho tinto, os rostos deles vermelhos e suados, os corpos tensos como cordas esticadas, os gemidos abafados disfarçados com tosses ou risos forçados, as respirações cada vez mais curtas.
Quando o almoço finalmente terminou e a mesa foi limpa entre risos, conversas e louça a tilintar, era costume de a família jogar um jogo de tabuleiro na sala grande e fresca. Como havia muita gente, jogava-se em duplas. A mãe arranjou maneira, com uma habilidade de puta experiente e calculista, de fazer equipa com o sobrinho, o primo adolescente. Com uma voz manhosa, doce e inocente que só o filho reconhecia como pura luxúria disfarçada, disse alto para todos ouvirem, com um sorriso que escondia tudo:
- Para facilitar e não haver batotas, vou sentar-me no colo do meu sobrinho. Aguentas com a tia, querido? Não sou assim tão pesada, pois não?
O primo assentiu, o rosto vermelho como um tomate maduro, o caralho já duríssimo, latejante e babando dentro dos calções. Ela sentou-se no colo dele com um movimento fluido, natural e perfeitamente calculado, levantando discretamente o vestido atrás, o cu em coração nu, quente, molhado e aberto a pressionar diretamente o pau dele. Ele só teve de arregaçar uma das pernas dos calções para ficar pele com pele - caralho rijo, grosso, venoso e latejante contra a cona escancarada, encharcada e faminta dela. A penetração foi fácil, profunda, silenciosa e perfeita: a cona já tão molhada, dilatada e escorregadia pelos preliminares intermináveis do almoço engoliu o caralho adolescente até aos colhões num deslizar quente, apertado e glorioso, as paredes carnudas, macias e pulsantes a contraírem-se em volta dele como um punho vivo, molhado e quente. Ela assumiu o comando imediatamente, balançando-se devagar ou erguendo-se ligeiramente para voltar a sentar-se com força controlada e precisa, sempre a pretexto do jogo. Fingia entusiasmo com cada jogada, rindo alto, protestando contra as outras equipas com gemidos que disfarçava de exclamações excitadas e inocentes: “Ai, que jogada tão boa!”, enquanto o caralho do primo entrava e saía dela em estocadas curtas, mas profundas por baixo do vestido largo. O filho via tudo da sua posição na mesa com uma clareza cruel, excitante e quase dolorosa: o rosto da mãe corado de prazer intenso, os olhos semicerrados de êxtase, os lábios entreabertos, o corpo a tremer levemente a cada vez que se empalava até ao fundo, o caralho rijo e jovem do primo todo enterrado na cona dela até aos colhões, as bolas dele pressionadas contra o cu em coração, os sucos dela a escorrerem pela base do pau e a molharem os calções dele, o clitóris a roçar na virilha do rapaz a cada pequeno movimento, o suor a brilhar no decote do vestido. Ela estava perfeitamente extasiada, o prazer quase insuportável de saber que estava ali, à frente de toda a família reunida para comemorar a Páscoa, com o caralho duro, latejante e jovem do sobrinho profundamente enterrado na cona, fodendo-a em segredo enquanto todos riam, bebiam e jogavam. O risco tornava tudo mil vezes mais intenso: cada pequeno balanço dela fazia o caralho roçar nas paredes da cona, tocando pontos sensíveis que a faziam contrair-se violentamente, os mamilos tesos e escuros a marcarem-se no tecido leve do vestido, o suor a brilhar no decote, o cheiro discreto a sexo proibido a subir devagar no ar da sala, o perigo de serem apanhados a aumentar o prazer até um nível quase insano.
Passados uns minutos, o primo murmurou com a voz rouca e entrecortada que tinha de ir lá para cima, para o quarto, acabar um trabalho escolar que tinha de entregar no dia seguinte. Retirou-se discretamente, o caralho ainda duro, brilhante e coberto de sucos da tia escondido nos calções. A mãe esperou mais uns minutos, fingindo cansaço, depois disse com voz cansada, mas doce, perfeitamente controlada e convincente:
- Não me estou a sentir muito bem… comi e bebi demais esta tarde. Vou descansar um bocadinho lá em cima. Não se preocupem, continuem a divertir-se. Eu já volto, prometo.
Escusado será dizer que tudo aquilo não passou de um estratagema ardiloso, bem planeado e executado com mestria de puta experiente para se ir divertir no quarto com o caralho do sobrinho. O filho sabia-o perfeitamente, o coração aos saltos enquanto via a mãe subir as escadas com aquele andar lento, provocador e cheio de intenção que mal disfarçava o tesão acumulado durante horas.
No quarto do primo, com a porta trancada com chave, a foda foi estratosférica, explosiva, de outra dimensão, selvagem, insaciável e quase animalesca. Ela despiu-se completamente num segundo, o vestido leve a cair no chão, ficando nua e brilhante de suor e humidade, as mamas tesas e pesadas, a cona inchada, vermelha e pingante, o cu em coração empinado e aberto. Olhou para o rapaz com olhos de loba faminta e disse, a voz rouca, baixa e carregada de desejo puro:
- Anda, bebé, vem foder a tia como só tu sabes, com esse caralhão lindo, grosso, venoso e duro que Deus te deu.
Caiu de joelhos e mamou o caralho adolescente e rijo com vontade selvagem, gulosa e desesperada: a boca quente, molhada e experiente engolia tudo até às bolas, a garganta a contrair-se ritmadamente em volta da grossura venosa, a saliva escorrendo em fios grossos e abundantes pelos cantos da boca e pingando pesadamente sobre as mamas, a língua a rodopiar na cabeça sensível e inchada enquanto as mãos apertavam e massajavam as bolas cheias e pesadas. Chupava com fome desesperada, gemendo alto contra o pau, os olhos fixos nos dele, engasgando-se de propósito para sentir o caralho pulsar mais fundo na garganta. Depois empalou-se nele na cama, cavalgando com fúria animal e insaciável, o caralho todo atolado até aos colhões, as ancas a baterem com força contra as dele, as mamas a saltarem pesadamente, o suor a escorrer pelos corpos colados num rio quente e pegajoso. A foda foi intensa, longa, variada e brutal, em todas as posições possíveis e imaginárias: de quatro, ele a comer-lhe a cona por trás com estocadas brutais e profundas, as bolas a baterem contra o clitóris inchado; de lado, o caralho a entrar fundo na cona enquanto ele lhe apertava as mamas com força e lhe chupava os mamilos escuros e tesos; em pé contra a parede, ele a levantá-la no ar e a fodê-la com força selvagem, o cu dela a tremer com cada estocada violenta; com ela de bruços, ele por cima, empurrando o caralho até ao fundo enquanto ela gemia como uma cadela no cio. O caralho do jovem parecia uma barra de ferro, duro, grosso, incansável e sempre pronto, veio-se várias vezes, primeiro na cona, enchendo-a de porra quente, abundante e leitosa que escorria pela racha aberta em cascatas, depois no cu, cuspindo no olho do cu apertado e inundando-o de esperma quente, depois outra vez na boca. Ela gozava sem parar, os orgasmos violentos e sucessivos a fazerem o corpo convulsionar inteiro, os sucos a jorrarem em esguichos fortes, os gemidos abafados contra o ombro dele para não serem ouvidos lá em baixo. Acabou finalmente com um valente broche: ela de joelhos outra vez, a boca a chupar com força selvagem, a língua a lamber as bolas, os dedos a massajar o períneo, até lhe secar por completo os colhões, engolindo cada jato grosso, quente e abundante de porra com um gemido satisfeito e profundo, limpando o caralho até à última gota com a língua gulosa e incansável.
Daí a uns minutos, depois de recompor a respiração ofegante, pentear o cabelo despenteado, passar um pouco de água na cara para disfarçar o rubor intenso e o brilho de puta bem fodida, a mãe voltou à sala para junto dos outros com a satisfação profunda e secreta de quem tinha dado uma valente foda memorável mesmo ali por cima, enquanto toda a família se divertia inocentemente a comemorar a Páscoa em Coimbra.
Ao longo da minha vida conheci muitas mulheres, algumas bem putas, mas nunca conheci nenhuma que gostasse tanto de caralho e de foder como a minha mãe. Ela era literalmente uma máquina de foder, e não passava caralho perto dela que ela não o usasse para o seu prazer e o secasse até à última gota, mesmo depois de passar os 60 anos.

Comentários (2)

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  • Tugolândia.: Termina assim mais uma série. Obrigado a todos pelos votos e comentários. Irei continuar, com mais séries (já prontas) e contos mais curtos avulso.

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