#Gay #Incesto #Teen

Do cinema direto pra cama do negão com meu pai.

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Novinho Dudu

Cael virou o rosto pra me olhar e deu um sorriso tão bonito que eu quis tirar minha roupa ali mesmo e sentar no seu colo enquanto dirigia pra onde quer que estivesse nos levando. Meu pai no outro banco me olhou do mesmo jeito, mas devia imaginar o que se passava na minha cabeça, afinal ele é o homem que mais me conhece no mundo inteiro.

Sentia uma pontada no meu rabo me lembrando que minutos antes a rola enorme daquele negro cheiroso estava me atravessando. Nós três fugimos melados da sala antes do filme terminar, ninguém se importava com aquela história tosca e repetida. Eu queria ser comido de novo. E de novo. E de novo. Até meu cu ter memórias físicas do tamanho e da grossura daquela pica, e meus músculos lembrarem de como ele me aperta e machuca.

Passei a mão nas costelas e senti o restinho da dor que os dedos pesados daquele homem deixaram em mim. Eles dois me moeram, isso não é uma reclamação.

Cael mora no metro quadrado mais caro dessa cidade. O prédio tem acessos tão restritos que dá a impressão de ser um mundo isolado da realidade, e talvez seja mesmo. Ele me pegou no elevador e meu pai assistiu tudo. Me levantou, deu uma mordida no meu pescoço e me fez colocar as pernas ao redor do seu tronco grossão. Tem uma coisa gostosa em ser suspenso assim. Meteu a mão no meu rabo e perguntou se estava doendo, respondi que sim com a maior cara de moleque indecente, mas que aguentava mais. Não vou mentir pra um cara do tamanho dele.

O apartamento deve custar mais dinheiro do que meu pai vai ter em toda sua vida e isso não me intimida. A sala é enorme, eles se conhecem de muitos anos, então sentaram em poltronas separadas depois de Cael servir uma dose de wisky para cada um. Tem uma intimidade gostosa no jeito que eles se olham e depois me encaram.

“O que foi?” Perguntei no meio das duas poltronas, o ambiente tinha uma luz baixa feito um cenário de filme pornô bem feito.

“Você tá vestido demais, filho” meu pai falou rápido com a boca molhada.

“Vou ter que concordar, Eduardo.” Cael falou.

O jeito que ele falou meu nome me fez querer sorrir. Pronuncia de um jeito seguro e tarado, a voz lenta, a língua pesada. Cael é um homem completo. Abriu as pernas longas, as coxas implorando minha atenção, exibiu a região da virilha encharcada pela porra que escorreu do meu rabo quando jogou tudo dentro no cinema e deu um gole no wisky.

Fiz o que eles queriam. Tirei meus tênis devagar, desatei o laço do cordão do meu short fininho e meu pai entortou a cabeça quando comecei a descer pra mostrar a cuequinha da Calvin branca melada onde fica meu cuzinho. Eles sorriram. Joguei o short longe e levantei a camiseta. Cintura a mostra, quadril se movendo lento, joguei pro meu pai e o safado cheirou meu perfume de olhos fechados. Desci a cueca pra mostrar só um pouquinho da bunda. Virei pra um, sorri sem vergonha nenhuma, depois pro outro e soltei uma piscadinha. Tirei tudo. O cheiro da rola deles exalou da minha virilha e da minha raba abusada. Eles sentiram. Me abri, me senti, apertei meus peitos, respirei lento, pesado, gemi um pouquinho de pau duro, me masturbei pra eles.

“Já fez seu filho se exibir pra você?” Cael provocou o amigo.

“Tá me tirando pra otário? Esse safado já me serviu tudo que você pensar. Se exibir assim é o de menos, fala pra ele, filho.”

“Caladinho.” Cael falou sério. “Já saquei que você é um putinho treinado, precisa falar nada, só joga esse rabo pra gente. Quero ver como te deixei.”

Meu pai adorou me ver obedecer outro macho.

Não demorou e eles estavam se masturbando por mim, cada um em sua poltrona, cada um maltratando nervoso o pau babão. Meu pai me manda virar mordendo a boca, quer ver meu rabo. Cael me manda arreganhar as bandas, quer ver como deixou meu cu.

Depois do último gole de cada um, me jogaram numa das poltronas e vi como tiraram a roupa. Meu pai até começou a dobrar a camisa e colocar no canto, mas Cael tirou sarro dizendo que o parceiro sempre foi assim, então eles arrancaram tudo e jogaram pela sala com os paus balançando de duros. Babei por eles. Me viram querendo e chegaram colocando tudo na minha cara. Quando mamava meu pai, Cael esfregava a sua tora pulsando na minha nuca, quando mamava o amigo, meu pai me beijava na testa, sentia o cheiro da perversão em mim e depois sorria orgulhoso fazendo caber duas cabeças inchadas na minha boca.

De quatro e empinado ficou fácil botar pra dentro depois que meu pai me encheu de linguada no buraco. Finalmente deu pra gemer alto, com vontade e de olhos fechados aguentando a rola do negão me abrir. A poltrona balançou com cada socada e meu pai aproveitou pra ir colocando na minha boca segurando pelo meu queixo fazendo da minha cabeça um brinquedo pro seu tesão. Mandava engolir, mas também mandava empinar e rebolar na piroca lá atrás. Obedeci com as coxas tremendo. Quando trocaram de posição, Cael se curvou pra me olhar nos olhos. Apertando as bochechas é quase torturante, chega perto com seu hálito de álcool, me lambe, cospe meus lábios e busca a própria saliva. Meu pai soca forte e meu rosto esfrega o do cara, ele ri do meu sofrimento e me beija. Seu sussurro desce pela minha garganta.

“Peguei tanta puta desse jeito com seu pai, mas nenhuma dela tem uma cara tão bonitinha quanto o próprio filho dele.”

“Tá gostoso me foder assim?” Pergunto quase chorando.

Você já meteu com dois? Já sentiu a pica abrir seu rabo enquanto outro fala contornando seus lábios com a língua pesada? Me diz: você já chegou ao extremo do perigo que é estar na mão de dois homens viciados em sexo? Então você não sabe o que é chorar de prazer. Não ache que pode me julgar.

“Te comer assim é delicioso, moleque. Queria que visse sua carinha toda acabada… E olha que nem montei você ainda, meu viadinho. Vem, vou te foder na minha cama.”

Meu.

Meu.

Enquanto os dois me levam pro quarto só conseguia pensar no jeito que o negão gigante enchia a boca pra falar “meu.” Então meu pai grudou por trás, abraçou meu corpo, mordeu minha nuca com sua rola melando minhas costas e sussurrou:

“Meu perfeito. Você fica lindo abusado assim.”

Eu sorri. Suado, todo vermelho, o rabo escorrendo o suco deles, minha nuca mordida e meus cabelos bagunçados, e ainda insistem que eu fico lindo assim?

Os lençóis cheirosos da cama me receberam tão bem. Meu novo amigo me jogou de bruços, ordenou com sua voz grossa que minha bunda deveria estar empinada e caiu por cima sem perguntar se eu aguentava seu peso. Me afundou no colchão toda vez que socou, apertou meus ombros, minha cintura, minha nuca. Não aguentei dar meu cu assim, doeu mais que todas as outras vezes, mas ao mesmo tempo foi quando mais me contorci de tesão extremo.

Cael não aguentou e gozou sentado nas minhas coxas. Melou minhas costas com umas jatadas quentes, porra grossa de verdade. Nessa altura meu pai tava perto das janelas assistindo o filho de dezessete anos tomar rola no rabo como um animal. Cael deitou do meu lado e escorreu pro lado dando espaço pro meu pai que veio em seguida e me virou no colchão. Me olhou sério, mas os olhos diziam todas as coisas mais bonitas e sexuais do mundo. Me beijou apertado enquanto levantava minhas pernas e socava bravo, com força. Dezessete também é quanto o pau dele parece medir quando entra. Sei que é menos, mas meu pai está tão excitado e sua pica macia e gordinha está tão dura que me deixa com a sensação de que vai mais fundo. Deve ser porque ele é o homem da minha vida e tudo fica melhor quando sinto seu leite escorrendo pra dentro do meu corpo.

Ele urra como um animal faria em cima de mim. Desaba e morde meu queixo, suspira e geme continuando com as socadas pra fazer bater a porra dentro de mim. Um goza no meu corpo, outro joga dentro. Tinha tudo que precisava ali.

Quando se recuperou falou que tava muito perto de soltar uma mijada e eu pedi que fosse no meu cu, mas Cael de um salto falando que no colchão dele não faríamos isso, então meu pai correu para o banheiro. Foi nessa que aproveitei pra montar o colo do negão, abraçar seu pescoço e colocar de novo a rola endurecendo dentro de mim. Montei aquele homem devagarinho ganhando duas mãos enormes ao redor da minha cintura e lábios macios brincando com meu pescoço.

“Tenho aula amanhã, se você me marcar eu tô fodido.”

“Mais fodido” soltou num gemidinho pra mim.

“Caralho, meu rabo tá ardendo demais. Vocês acabaram com ele.”

“Já parou pra pensar que você também esfolou minha pica? Tá queimando dentro de você. Acho que nunca soquei um rabo tão apertadinho, mas tão guloso antes.”

“Apertadinho?” Perguntei dando uma mastigada na pica.

“Ai, porra. Que rabo gostoso. Sim, apertadinho. Você é todo usado, mas ainda é apertadinho de um jeito delicioso. Minha pica viciou nisso.”

“Não combina contigo esse negócio de viciar em alguém.”

“Não pedi pra me analisar” Cael respondeu bravo. “Vou te maltratar só pelo abuso.”

Não fosse pelo porra que o cara despejou dentro do meu cu pra juntar com a do meu pai depois de descer uma série de tapas no meu rabo, eu teria me arrependido de ser tão indecente. Suados e dormentes, finalmente nos abraçamos e ficamos uns segundos assim, um sentindo a respiração do outro, eu totalmente enfiado e sumindo dentro do peito dele.

Meu pai quis tomar banho e o amigo deu todas as coordenadas: toalhas brancas no armário, sabonete na gaveta do meio, só tinha uma esponja. Fiquei de bruços na cama de olhos fechados memorizando a sensação de ter aqueles dois amigos dentro de mim. O negão enorme deitou ao meu lado também de bruços. Seu cheiro chega primeiro, é incrível. Mas agora é misturado com o meu, com o do meu pai e do nosso sexo.

“Foi engraçado, Eduardo.”

Ele insiste em me chamar assim. É meu nome, mas na boca dele soa diferente.

“O quê?”

“Seu pai me procurou, disse que tava flertando com um moleque gostosinho. Implorei pra ele me mandar foto, um nude de rabo, qualquer coisa, mas falou que não, que era lance secreto, sei lá…”

“Quando foi isso?” Fiquei com ciúme imediatamente. Até abri os olhos pra encarar o homem que falava arrastado e preguiçoso depois de trepar pesado comigo.

“Faz tempo. Calma, não corta minha memória. Você sugou minhas forças, tô me esforçando pra lembrar.”

“Cretino! Aposto que se eu ficar de quatro você corre pra me arregaçar mais umas duas vezes.”

“Eu duvido você empinar agora pra mim” Cael falou cheio de tara no olhar, a boca ficando úmida.

Gargalhamos e eu insisti.

“Fala. Você me deixou curioso.”

“Veio me dizer que era um moleque safadinho do Instagram, coisa linda mesmo, idade do filho dele. Tava doido pra torar, mas tava com medo porque fazia tempo que não pegava homem. Seu pai é todo cismado, você sabe. Na escola a gente deu umas trepadas juntos. Saímos com umas garotas, até com uns viados na época, mas você sabe… As coisas se desenrolam, muda de cidade, de emprego, depois volta, a amizade vai ficando meio distante… Ele inventou de casar, você nasceu.”

“Essa intimidade toda de vocês só podia ser coisa de escola mesmo. Mesmo sendo tão amigos assim, nunca vi você você lá em casa.”

“Acho que seu pai tava ocupando demais criando um moleque lindo, e eu tava vidrado em fazer dinheiro. Ele não é de muitos amigos, você sabe disso. Mas depois dessa história do flerte, a gente voltou a se falar com gosto. Até que dia desses ele mandou a real, falou que tava comendo o moleque, que queria experimentar me colocar na jogada, que tava morrendo de vontade de matar a saudade dos velhos tempos.”

“Meu pai me surpreende.” Falei com o maior sorrisão.

“Consegue imaginar o quão surpreendido fiquei eu quando cheguei na porra daquele cinema e o cara tava lá sentado com você? O próprio filho dele? Na hora me deu um gelo do caralho, mas meu pau é quem manda em mim. Já tinha visto foto sua, a cara de putinho não engana. Deu tesão na hora, Eduardo. Fiquei louco em você. Nem pensei em julgar, porque se eu fosse seu pai também faria questão de comer esse rabo.”

E deu uma alisada na minha bunda escorregando os dedos pra pertinho do meu cu. Uma apertada, deslizou no colchão e beijou meus ombros sussurrando que eu tenho sorte de ter um pai como o amigo dele.

“Foi a maior loucura isso tudo. Achei que nunca teria coragem, mas caramba… Quando eu vi tava sentindo um tesão absurdo por ele” falei com sinceridade. “Já senti tesão pelos moleques da escola, até por uns caras mais velhos, tipo os pais dos meus amigos, mas com meu pai é diferente, parece que eu nasci pra ser…”

“… o amor da vida dele” Cael completou.

Fiquei calado por um tempo olhando meu novo amigo. Ele sorriu pensando na seriedade do que tinha falado e veio me dar um beijinho rápido. “Mas também não esquece que você é o maior putinho que eu já vi em toda minha vida e que esse rabo ainda vai sofrer muito na minha mão, porque uma coisa não tem nada a ver com a outra. Você é filho do meu amigo e eu vou estourar esse rabo de qualquer jeito.”

A gente gargalhou alto e meu pai chegou enrolado numa toalha branquíssima de cabelos molhados, peito lindo e a boca vermelha.

“Que namorico é esse? Porra, Cael… Só foi eu sumir de vista que você roubou meu filhinho pra você?”

“Tentador demais pra ignorar” provocou em resposta.

“Tô fodido” meu pai reclamou.

“EU QUE TÔ?” Respondi sofrido.

Depois do meu banho com Cael e chupar a rola dele no banheiro, ficamos os três na cama pensando se meu pai deveria me levar embora ou se ficaríamos ali o resto da noite. Batemos um papo, comemos em pé no balcão da cozinha, ganhei beijinhos na nuca quando fui lavar a louça sem saber quem exatamente me beijava porque os dois estavam atrás de mim, mas o bigode do meu pai denunciou sua presença.

De madrugada decidimos que não era nenhum sacrifico dormir naquela cama renome. Eu no meio, meu pai cheirando meus cabelos, Cael me olhando no escuro. Sussurrando, chegou perto, de frente pra mim, pelado e cheirando a banho, perguntando se eu me esforçaria pra fazer aquilo outra vez.

“Você sabe a resposta” digo.

“Nunca repeti uma transa” confessa só pra mim.

“Então te julguei certinho, né. Você tem cara de quem não fica pro bom dia.”

“É o contrário, mando embora antes que pensem que podem me dar bom dia. Não faço questão.”

“Coisa de puto” julguei.

“Vai dormir, Duh” meu pai reclamou. “Tão começando a falar merda.”

Cael riu bem baixinho e procurou minha mão pra colocar no peito dele.

Claro que no meio da madrugada acordei com ele mexendo em mim, fazendo meus dedos abraçarem a rola grossa demais. Continuei o que ele já fazia e fui masturbando até sentir o monstro ficar totalmente acordado pingando tesão. Meu pai suspirava nas minhas costas, dormindo pesado como nunca, enquanto eu masturbava escondido seu amigo de putaria. Gozou na barriga já perdendo a conta de quantas tinha dado só naquela noite. Antes de ir se limpar lambeu toda a porra dos meus dedos e me deu boa noite.

De manhã ele não estava em casa quando acordamos. Deixou tudo pronto na cozinha, tinha chocolates em cima da nossa roupa. Eu estava atrasado pra escola e meu pai para as obrigações de todo dia, mas ainda tínhamos que correr em casa. O cara avisou por telefone que poderia deixar a chave na porta mesmo, que ali ninguém ousaria encostar. Na saída olhei para a estante na sala, a decoração elegante chamando atenção na medida certa. Cheguei perto de uns livros, meu pai ficou inquieto me esperando.

“O que tá pensando em fazer?”

“Como você sabe que tô pensando em algo?”

“Eu te conheço, filho.”

“Tô pensando em levar uma coisa daqui só pra deixar esse cretino com raiva de mim.”

“É justo. Ele arregaçou meu moleque… Tem que dar algo em troca.”

Olhei pro centro da sala e tinha um cinzeiro bonito na mesa de centro.

“Isso não” meu pai repreendeu logo de cara. “Caro demais, essa porra deve ser de cristal.”

“Ele não vai nem lembrar disso aqui” brinquei já com o objeto na mão.

“Vem logo. Fique sabendo que se ele me cobrar vou botar a culpa em você” meu pai falou apressado.

“Como quiser, paizinho.”

Ele me beijou na porta alisando minha bunda, o pai já foi ficando duro, mas a gente tinha que correr. No caminho me alertou que Cael realmente nunca repetiria transa e tecnicamente aquela tinha sido nossa primeira vez, então podia esquecer o negão de cheio caro. Não me importei no momento, estava carregando as marcas daquele homem em mim. Minha bunda exibia direitinho os dedos cravados nela, minha cintura ficaria arroxeada em breve, minhas costas estavam mordidas e meu cu parecia que jamais se recuperaria de ser comido daquele jeito. Além de que eu tinha outro homem do meu lado, um que faz tudo que peço, arriado por mim, pronto pra me render o maior tesão num estalar de dedos.

Pensando bem, Cael cumpriu a promessa de não permitir o nosso “bom dia” fugindo da própria casa enquanto ainda dormíamos. Homens do tipo dele fazem assim, e isso só deixa tudo mais excitante.

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