Fetiche louco com essa casada, em seu quintal imundo no Recife
Bom dia a todos os amigos. Aqui quem fala novamente é Daniel e estou de volta aqui ao Recife depois de uma semana pelo sertão fazendo fetiche com mulheres casadas, algumas até virgens, e sempre registrando pra colocar em meu perfil no site de Selma Recife, onde tenho vídeos, fotos e contos desde 2008 até hoje. Imagina só: eu chegando suado na segunda-feira direto pro quintal imundo de Nova Descoberta, o cheiro de esgoto misturado com roupa suada no varal batendo forte no nariz, e lá estava Silvana, minha vadia casada de 24 anos, com aqueles óculos pretos, sorrindo safada enquanto segurava uma bacia azul cheia de calcinhas molhadas e um presentinho que eu trouxe só pra ela abrir a bunda pra mim. Quem acompanha meu perfil já sabe: ela é linda, pele clara brilhando de suor, bunda enorme que o marido chama de “lugar podre”, mas que pra mim é o paraíso onde eu enfio tudo. Você vai ler isso e já vai querer bater uma punheta imaginando cada detalhe, porque hoje eu gravei tudo pra postar lá no site de Selma Recife e te deixar louco de tesão.
Eu chego e ela já me vê, aquele sorriso safado se abrindo enquanto o sol bate nas paredes rabiscadas de “BOTA FUNK” e “FUNTK”. “Daniel, seu safado… trouxe o que eu pedi?” pergunta ela baixinho, voz rouca de quem já tá molhada só de me ver. Eu mostro a caixa de leite condensado de 1kg e o bolo de laranja clarinho que escondi no bolso. “Abre essa boca e esse cu pra mim, Silvana, que hoje o marido vai continuar sem saber que a esposinha dele é uma puta nojenta que ama bunda cheia.” Ela ri, joga a bacia no chão sujo, me puxa pelo cinto e enfia a língua na minha boca ali mesmo, no meio do quintal fedido. O cheiro dela sobe forte: suor azedo misturado com desodorante barato vencido, perfume de farmácia e aquela buceta que já tá pingando só de imaginar. Minhas mãos descem rápido, puxo o short dela pra baixo, ela tira a regata num segundo e fica só de calcinha velha, toda suada, as tetas balançando enquanto a gente se beija babando.
“Me coloca de quatro, Daniel… quero sentir você me usando como uma cachorra no lixo.” Ela vira, empina aquela bunda gigantesca que brilha de suor, as mãos apoiadas no tambor branco rachado, o cu piscando rosado no meio da sujeira do chão. Eu abro a caixa de leite condensado, aperto tudo direto no buraco apertado dela. “Aaaahhh porra, tá entrando gelado… tá enchendo meu intestino, Daniel… sinto ele descendo, tá pesado, caralho!” geme ela alto, rebolando enquanto o leite grosso jorra e enche o reto dela até transbordar um pouco pelas bordas. “Tá doendo a barriga já… tá inchando, tá cheio demais… mas continua, enfia tudo, seu filho da puta!” Eu empurro com o dedo, giro, faço ela gemer mais alto, o som molhado ecoando no quintal enquanto ela aperta as coxas. “Ai meu Deus do céu, tá subindo, tá me dando dor de barriga forte… tô toda melada por dentro, parece que vou cagar leite doce!”
Depois de meia hora ela continua trabalhando, veste de novo a calcinha velha toda furada, volta a pendurar roupa no varal fingindo que tá normal, mas eu filmo tudo de perto. “Olha pra câmera, Silvana, conta pro site de Selma Recife como tá teu cu agora.” Ela ri safada, rebolando devagar: “Tá apurando lá dentro, Daniel… o leite condensado misturando com meu cocô, tá quente, tá borbulhando no intestino… tô com vontade de soltar tudo, mas vou segurar pra você, meu puto.” O cheiro começa a mudar: doce misturado com o fedor natural dela, suor escorrendo pelas costas, o quintal cheirando a merda, esgoto e buceta molhada.
De repente ela para, cara de quem não aguenta mais. “Daniel… já era, não dá mais… a dor de barriga tá enorme, vou soltar!” Ela tira a calcinha rapidinho, agacha ali mesmo no chão de terra, e começa a empurrar. Primeiro sai um jato grosso de leite condensado branco, escorrendo brilhante pelas coxas, depois vem os filés: pedaços de merda marrom misturados com o doce, formando um bolo nojento que parece arroz com merda, tudo cremoso, quente, fedendo forte a leite azedo e cocô fresco. “Olha isso, seu nojento… tá saindo tudo que você enfiou… come, Daniel, come essa merda doce da tua vadia!” Eu me ajoelho, enfio a cara direto, lambo tudo, chupo os pedaços, o gosto doce-amargo explodindo na boca enquanto ela olha com nojo quase vomitando mas mete a mão na buceta e começa a se tocar frenética. “Que nojo… que porra é essa… mas tô gozando, caralho, tô gozando vendo você comer meu cocô!” O corpo dela treme, ela esguicha na minha cara enquanto eu devoro tudo, lambendo até o chão ficar limpo.
Depois eu viro ela, como o cu dela todo melado, língua entrando fundo no buraco sujo, chupando o resto de leite e merda que ainda vaza. Meu pau tá duro pra caralho, eu enfio tudo de uma vez: “Tá escorregando fácil, sua puta… teu cu tá todo cremoso de merda e doce, tá apertando meu rola!” Entro e saio forte, o som molhado “ploc ploc ploc” ecoando, meu corpo ficando cada vez mais melado, peito, barriga, bolas sujas de tudo. Ela grita: “Fode meu cu fedido, Daniel! Goza dentro, enche de porra pra misturar com a merda!” Eu filmo tudo de perto, close no pau saindo e entrando brilhando, e gozo forte, jorrando tudo lá dentro enquanto ela rebola e geme. O marido dela nem imagina que a Silvana dele vira uma porca completa nesse quintal nojento e fedido de Nova Descoberta.
Pra achar o autor é só entrar no site de Selma Recife www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 , lá tem o vídeo completo que gravei hoje, as fotos novas e mais contos quentes como esse. Um grande abraço de Daniel. Amanhã tem mais aventura nova, postagem diária garantida, comenta aqui embaixo o que você faria com essa bunda cheia se fosse você, qual fetiche quer ver na próxima… vou ler todos e escolher a mais safada pra gravar! 🔥
OBS: Selma REcife e Manu procuram amigos para super vídeos na semana santa, presencial ou irtual. serão 10 escolhidos. telegram dela em www.bit.ly/selmatudo.
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