Amanda, casada do sertão, muito pobre... Aceitou minha proposta.
Meu nome é Daniel e quem me acompanha desde 2008, tanto nos vídeos quanto nas fotos e nos contos que eu publico, sabe exatamente quem eu sou: um tarado completo, sem vergonha nenhuma, apaixonado por mulheres simples, casadas, humildes, do sertão de Pernambuco e também do Grande Recife. Quanto mais pobre e sofrida for a vida delas, mais tesão eu sinto. Meu vício principal, o que realmente me deixa fora de controle, são os cheiros naturais do corpo feminino. Axilas suadas depois de um dia inteiro de trabalho no sol quente, pés empoeirados e cansados, virilha quente e úmida, e principalmente o cheiro forte, azedo e almiscarado da bunda. Aquele cheiro de cu natural, suado, sem banho direito, com aquele aroma terroso, levemente podre, que só quem entende de verdade sabe apreciar. Eu juro por Deus que não consigo explicar esse fetiche. Não entendo de onde vem. Mas quanto mais forte, quanto mais “sujo” e marcante fica o cheiro da bunda de uma mulher casada, mais louco eu fico, mais minha rola fica dura e latejando.
Dessa vez o destino me levou até Cabrobó. Eu estava fazendo um serviço por lá, daqueles que rendem uns dias fora de casa. O sol estava implacável, o chão seco, a caatinga toda amarela. Foi quando eu a vi pela primeira vez. Amanda. Apenas 26 anos, mas com aquele corpo que a vida dura da roça já começava a moldar de um jeito deliciosamente safado. Cabelo preto, liso e comprido até o meio das costas, pele morena queimada de sol, boca carnuda pintada com aquele batom vermelho forte que contrastava com a simplicidade da roupa. Naquele momento ela estava agachada na beira da cacimba de pedra, lavando roupa. A blusa rosa e branca colada no corpo pelo suor, marcando os seios médios e firmes. A saia curta subia pelas coxas grossas e deixava à mostra aquela bunda empinada, redonda, suculenta, brilhando de suor. Ao lado dela, uma bacia grande cheia de espuma e roupas coloridas. O cheiro de sabão misturado com o suor dela já chegava até mim.
“Puta que pariu”, pensei, sentindo o pau mexer dentro da bermuda. “Essa mulher não deve tomar banho direito há dias. Imagina o cheiro que essa bunda deve tá...”
— Bom dia, moça! — falei me aproximando devagar, com meu jeito simpático de sempre. — Tá pegando fogo hoje, hein? Trabalhando duro assim?
Ela levantou o rosto, limpou o suor da testa com o braço e me olhou com aqueles olhos grandes e expressivos.
— Pois é, moço... aqui a água é pouca demais. Mal dá pra beber, imagina pra lavar roupa. O marido sai cedo pra cidade e só volta no fim de semana, quase sempre bêbado. Eu aqui sozinha, cuidando de tudo.
— E uma mulher nova e bonita que nem você merece viver assim, né? — respondi, já me agachando perto dela, fingindo interesse na cacimba. — Qual é o seu nome?
— Amanda — respondeu, com um sorriso tímido.
Começamos a conversar. Eu perguntava da vida dela, elogiava sua força, sua beleza. Ela desabafava. Falava do marido que não dava atenção, que preferia beber com os amigos, da casa simples de taipa que mal tinha água, da vida isolada no meio da roça. Eu ia me aproximando mais, elogiando o cabelo dela, o corpo, o jeito que ela agachava. Aos poucos o papo foi ficando mais íntimo.
— Amanda, você é nova demais pra ficar sem carinho, sem atenção... sem alguém que te faça sentir mulher de verdade.
Ela baixou o olhar, envergonhada, mas vi que as palavras mexeram com ela.
— É... faz tempo que ninguém me trata assim. Meu marido chega cansado, quando chega, e quase não olha pra mim.
Foi nesse momento que eu decidi ir com tudo. Peguei o celular, abri o Telegram da Selma e comecei a mostrar as fotos e vídeos das outras mulheres casadas do sertão que já tinham se aventurado comigo.
— Olha isso aqui, Amanda. Tem um mundo diferente, secreto. Mulheres como você, casadas, humildes, que ganham um dinheiro bom fazendo coisas que elas nunca imaginaram.
Os olhos dela foram arregalando conforme ela via as imagens.
— Gente... isso é verdade? Mulher casada fazendo essas coisas? E ganha dinheiro mesmo?
— Ganha, e bem. Eu pago bem quando a mulher é gostosa, cheirosa e tem coragem de se entregar.
Ela ficou em silêncio por uns segundos, processando. Então eu assumi:
— Sou eu, Amanda. O Daniel. O mesmo dos vídeos e contos desde 2008. O tarado por cheiro de mulher natural, principalmente de bunda.
Ela olhou pra minha cara, espantada.
— Você? Aquele que lambe tudo? Que gosta de cheiro forte? Isso é loucura, Daniel! Eu nunca imaginei que existia gente assim.
— Existe. E eu gosto demais. Tô louco pra sentir seu cheiro natural... axilas, virilha, e principalmente essa bunda gostosa que você tem.
Ela riu, nervosa, mas não me mandou embora. Conversamos mais uns quarenta minutos ali na cacimba. Eu fui explicando devagar, contando experiências, mostrando mais coisas no celular. Quando senti que ela estava realmente curiosa e excitada, fiz a proposta:
— Te pago R$400 agora, em dinheiro vivo, só pra eu sentir seu cheiro e seu sabor hoje. O que você acha?
Quando tirei as quatro notas de cem reais novinhas da carteira e coloquei na mão dela, os olhos de Amanda brilharam como se ela tivesse ganhado na loteria. Ela ficou segurando o dinheiro, olhando pra ele, sorrindo de um jeito que misturava surpresa, vergonha e excitação.
— Porra, Daniel... tu é muito doido mesmo, cara! Mas... eu tô precisando desse dinheiro. E confio em você. Tô curiosa pra caralho. Nunca ninguém me propôs nada assim.
— Então vamos pra sua casa? — perguntei.
Ela concordou. Caminhamos até a casinha simples de taipa. Lá dentro o calor era ainda mais forte. Cheiro de terra, de comida simples, de vida humilde. Mostrei a caixa de chocolates que eu tinha comprado especialmente.
— Quero mais que só cheiro, Amanda. Quero enfiar esses chocolates na sua bunda, deixar derreter lá dentro com o calor e o suor, e depois comer tudo misturado com seu sabor natural.
Ela quase engasgou de novo.
— O quê?! Tu vai comer chocolate que saiu do meu cu? Daniel, isso é nojento pra porra! Tu tá falando sério?
— Tô falando muito sério. É isso que me deixa louco. Quanto mais sujo, mais eu gosto.
Ela ficou vermelha, respirando mais rápido. Tirei a saia dela devagar, revelando aquela bunda suada, marcada pela calcinha velha. O cheiro subiu forte, quente, azedo, de mulher que trabalhou o dia todo debaixo de sol. Eu enfiei o rosto ali, respirei fundo várias vezes, sentindo o pau pulsar.
— Puta que pariu, Amanda... que cheiro maravilhoso de bunda suada. Tá me deixando completamente doido.
Ela tremia enquanto eu passava a língua, cheirava, mordia de leve. Depois comecei a enfiar os chocolates um por um no cuzinho apertado dela. Amanda gemia alto, se tocava:
— Ai meu Deus, Daniel... tá geladinho entrando... ai... tá enchendo meu cu... nunca senti nada assim... tá me deixando louca!
No quinto chocolate ela gozou pela primeira vez, pernas tremendo, gemendo meu nome. Depois vesti nela uma calcinha fio-dental rosa bem pequena e apertada, que mal cobria nada.
— Agora vamos pro meio da caatinga. Quero tudo lá, no sol, suados, sem ninguém pra atrapalhar.
No caminho eu parei várias vezes. Levantei os braços dela e lambi as axilas suadas com gosto, cheirando fundo, passando a língua devagar. Amanda gemia:
— Nunca ninguém fez isso... tá me dando um prazer que eu nem conhecia...
Depois abaixei, cheirei a virilha dela por cima da calcinha fio-dental, lambendo o tecido molhado de suor e tesão. Ela segurava minha cabeça, ofegante.
— Daniel... tu é louco... mas tá me deixando molhada pra caralho...
Chegando num lugar isolado no meio da caatinga, sol forte batendo, calor insano, ela não aguentou mais.
— Daniel, não aguento mais... tô com dor de barriga forte. Vou soltar tudo!
Eu me ajoelhei atrás dela, levantei a saia e aproximei meu rosto daquele cu lindo, estufado, brilhando de suor. O primeiro peido saiu quente, longo, podre pra caralho, bem na minha cara. Eu inspirei tudo, gemendo de prazer.
— Isso, Amanda... solta tudo pra mim, gostosa. Solta esse cheiro forte.
Ela relaxou e começou a empurrar. Os chocolates começaram a sair quentinhos, misturados com a merda mole, cremosa, aquele gosto azedo, amargo, salgado e doce ao mesmo tempo. Eu chupava com fome selvagem, lambia o cu dela inteiro, enfiava a língua fundo, engolia o máximo que conseguia. Amanda se tocava desesperada, xingando entre gemidos altos:
— Puta que pariu, seu nojento! Tá comendo merda do meu cu misturado com chocolate... come tudo, filho da puta! Tu merece mesmo essa porra toda! Olha o rosto que tá... e tu ainda tá lambendo!
Eu tava no paraíso absoluto. O cheiro insano, o gosto forte, o calor do sol queimando nossas peles, o suor escorrendo pelo corpo dela. Eu lambia tudo, sujo até o nariz, até o queixo. Ela gozava sem parar, tremendo.
Depois que saiu quase tudo, eu levantei, baixei a bermuda e encostei minha rola melada de merda e chocolate no cuzinho dela.
— Agora vou foder esse cu sujo, Amanda.
— Vai devagar no começo... tá apertado e sujo demais... — pediu, ofegante.
Entrei devagar, sentindo o calor e a sujeira envolvendo minha rola. Logo comecei a meter mais forte. O cu dela apertava, soltava peidinhos quentes e molhados enquanto eu socava fundo. O barulho obsceno, o cheiro, a sujeira escorrendo... Amanda gemia alto, se tocava, gozava sem parar.
— Me fode, Daniel! Socar esse pau no meu cu sujo! Goza dentro! Me enche de porra!
Gozei forte, jorrando muito, enchendo o intestino dela. Ficamos os dois suados, sujos, ofegantes, rindo da loucura.
Depois disso, passamos o resto do final de semana juntos. Fizemos muito mais coisas na casa, na caatinga, no quintal. Eu já planejei a próxima visita: pizza derretida enfiada na bunda, vitamina de banana, mais chocolate, mais cheiros intensos, mais sessões longas. Amanda adorou cada segundo e já me disse que quer repetir sempre que eu voltar a Cabrobó.
Quem quiser ver mais fotos, vídeos e as novidades dela e das outras sertanejas é só acessar o link da Selma: www.bit.ly/bom26
Amanda, minha nova casada cheirosa, safada e cheirosa do sertão de Pernambuco, agora faz oficialmente parte da minha coleção. E o melhor de tudo é que ela descobriu que também adora essa loucura.
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