#Gay #Incesto #Teen

Provoquei meu pai no meio da reunião até ganhar o que queria.

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Novinho Dudu

Típica quinta-feira na rotina de um homem atarefado. Convenci meu pai a me buscar na escola e de quebra me levar pra almoçar no shopping. Ele não tinha muito tempo, mas não resistiu aos meus pedidos quando parou o carro na porta da escola e eu pulei todo apressado pra dentro.

Tava calor, o ar ligado, tudo geladinho pra me encontrar. Pra minha felicidade ele vestia o terno cinza escuro que faz parecer um homem sério, comportado e muito sedutor. Me ocupei em largar a mochila no banco de traz e vi ele fazer um biquinho cobrando o beijo que eu ainda não tinha dado.

“Nem me manda ter calma. Cadê o beijão do pai?”

Não me deixou brincar ao mandar ter calma, mas nem eu mesmo estava interessado nisso. Pulei no colo dele, grudei meus braços ao redor do pescoço, esfreguei meu rosto no seu cabelo cheiroso, senti o perfume de macho que exala dele, fiquei visivelmente excitado e taquei um beijo pra puto nenhum botar defeito. Muita língua, saliva, gosto de saudade e olha que só passamos algumas horas longe um do outro.

“Vai levar seu filhinho pra comer fora?” Dei uma rebolada no colo do cara só por provocação.

“O pai vai te comer fora hoje?”

“Ta querendo carne de filhinho pro almoço mesmo?”

“Isso soou canibal demais” ele gargalhou.

“Me morde… Me come, pai” sussurrei bem pertinho da boca melada do meu beijo e ele suspirou quase gemendo, no ponto de gozar sem precisar estar metendo.

Um pai desesperadamente safado não nega os pedidos do filho sem vergonha. O cara me atacou. Mordeu meu pescoço, meu queixo, minha orelha e me fez rir. Mordeu meus braços, fez cócegas com seu bigode groso e colocou meus dedos na sua boca. Chupou e lambeu me mirando feito um selvagem, olhar de perverso.

“Você me enlouquece” ele grunhiu beijando meus pulsos, sentindo o cheiro da minha carne.

“É porque eu sou exatamente o que você gosta, paizinho. Sou você numa versão de 17 anos… Puto, sexual e faminto.”

“Faminto?” Ele me olhou curioso.

“Sim, pai. Faminto! Me leva pra comer carne. Não vai me enrolar, quero comer um monte!”

“Já tava esquecendo. Mas também… Quando você me monta assim esqueço que o mundo ao redor existe e perco a noção do tempo. Foco tudo em você, meu safado.”

“Foca tudo mesmo, seu pau parece que vai rasgar sua calça. A cueca já tá melada? Quero sentir o cheiro dela. Mas primeiro me leva pra almoçar, pai. Anda!”

Feito. Fomos no shopping mais perto e no caminho fiz o que ele gosta: alisei a rola por cima do tecido brincando com o contorno enorme que deixa cabeça desenhadinha. Ele deixa de lado e eu posso esfregar os dedos, apertar e até me curvar pra deixar uns beijinhos. Sei que por baixo de tudo ele está pingando. No momento que eu me esticava pra chegar com meus beijos ao rosto dele, o telefone tocou. Deu pra ver o celular no suporte e na tela o nome de um de seus clientes dava o tom de urgência. Atendeu sentindo meus lábios sobre a barba que anda mantendo bem grossa e desenhada. Queria que ele conseguisse levantar a blusa pra eu alisar e cheirar a barriga peluda dele que não é definida, mas meu pai estava tão arrumadinho…

Papo rápido no alto falante. O cliente precisa dos contratos pra ontem. Um beijo estalado no pescoço. Meu pai reclama em vão. O cliente diz que precisa ser rápido, agora. Meu pai me olha torto. Encurta meu beijo. Queria língua, mas entendo que não dá. Ele diz que está com o filho no caminho do restaurante. O cliente confirma: chego em cinco minutos. Nem a gente chegaria em cinco minutos.

Não adianta reclamar, meu pai tem assuntos importantes. É assim que ele mantém nosso padrão de vida e eu continuo sendo o filho mimado.

Quando a gente chega dois homens já estão na mesa. Um é loiro de cabelos enrolado, até as sobrancelhas são douradas. O cara é um gato. Baixo, mas ombros bem marcados e a postura de alguém que tem os bolsos cheios. O outro é um negro lindo, bem arrumado e cheiroso ao extremo. Mais alto que o galego, também parece mais sensual e até me olha curioso quando sento acostumado com aquele ambiente.

“Meu filho Eduardo” meu pai se antecipa e eu dou um oi seco. Eles não querem saber de mim.

Peço fritas, uma salada, bife com molho. Estou faminto. Eles conversam coisas que não entendo enquanto petiscam uma coisa com presunto caro. Aprecio a imagem dos três, chega a ser instigante. Fico sentado imaginando quanta putaria poderia rolar por baixo dessa mesa, qual rola eu chuparia primeiro, qual babaria mais por mim, qual seria mais difícil de engolir inteira. Da vontade de rir da minha safadeza porque meu pau dá sinal de vida. Por baixo da mesa aliso a coxa do meu pai, vou subindo os dedos até a virilha e ele me repreende parando minha mão onde estava.

Pego o celular. Digito rápido para ele no WhatsApp:

“Você de terno me excita, pai.”

Ele sorri e guarda o celular.

Mando outra:

“Quer ver como fico quando te vejo assim?”

Ele responde:

“Você não tá nem doido, Duh.”

Duh é como me chamava quando não sabia que eu era o adolescente por trás daquele perfil querendo ver a rola dura dele na tela. É onde nossa história começou. Me excito ainda mais, ele sabe o perigo que está correndo.

“Abaixa o volume” digito e em seguida mando um vídeo que ele mesmo fez outra noite.

Estou de quatro na cama, meu rabo empinado pisca na direção da câmera, está babado e abusado depois de uma trepada intensa. Minha coxa tá melada de porra que meu pai jogou ali.

Ele diminui o volume, coloca o celular meio de lado e dá play. Vejo que lambe os lábios, morde a própria boca e me deseja.

Escrevo:

“Tô bem do seu lado, pai. Não precisa babar, só me tira daqui e bota rápido no meu cuzinho.”

“Para! Agora!”

“Agora?”

“Mandei parar! Não me complica, moleque.” Ele digita tremendo de tesão.

Eu não posso ser desafiado. Me inclino na direção do meu pai, coloco minha mão na sua coxa outra vez e escorrego até sentir a rola dura na calça. Encosto minha boca na orelha dele e solto bem devagarinho, quase gemendo.

“Seu filhinho tá no banheiro te esperando com o cuzinho piscando daquele jeito.”

Eu usei as palavras mágicas pra fisgar todo homem pervertido.

Não é um banheiro gigante. Tem dois mictórios e duas cabines. Ouvi quando ele abriu a primeira apressado e então partiu para onde eu estava. Sorriu quando me viu encostado, uniforme caído nas coxas, meu pau durinho apontando pro alto, minha camiseta erguida até as costelas, minha cintura em evidência. “É um putinho mesmo” ele diz me olhando cheio de tesão. O homem perdeu o rumo da decência. Me catou no braços com o dedão já encaixado pincelando minha entrada e tirando a pica pra fora da calça social. Nem tira tudo, não precisa. Catou minha língua e chupou apressado, não tinha todo tempo do mundo. Nosso beijo é molhado e ruidoso, minha mamada também. Quando fico de joelhos pra chupar ele me solta pra ver a rola ser molhada e respira pesado adorando entrar na minha garganta, mas nada disso é mais barulhento que o som do tapa que ele desce com força na minha bunda quando me vira e me empurra contra a parede. Ergue meu quadril, cospe certeiro no meio das nádegas, desce outro tapa pra marcar minha pele e soca ao mesmo tempo que solta um gemido grotesco. Se tem gente lá fora vai querer saber que bicho está matando outro ali dentro. Consegue me comer enquanto me abraça e bate uma pro meu pau meladinho.

Diz que estou brincando com o perigo e eu concordo, é exatamente esse homem que eu gosto. Me ergue mais, me segura tirando minhas pernas do chão e me prende contra seu corpo. Me fode rápido, intenso e safado. Pergunta se estou sentindo a pica dele pulsar dentro do meu rabo, respondo entre gemidos e ele ri.

“Lá fora tava dando uma de gostoso pra cima de mim, né. Pisca agora com a rola do pai socada todinha aí dentro, vai…”

“Ai, pai… Tá gostoso assim. Piscar com você dentro é muito melhor.”

“Isso, putinho. Mastiga a rola do pai, vai. Me faz gozar tudo dentro, eu já tô no ponto. Você me deixa maluco querendo leitar…” Ele fala grosso e bravo.

“Adoro quando você faz assim, papai.” Solto no gemido mais manhoso que consigo naquele instante.

“Assim? Gosta quando o papai te bate assim? Quer sair com a perninha bamba, né… Quer mostrar que o filhinho tá sendo bem comido. Você não tem jeito…”

Pra se certificar de que está fazendo certo, meu pai soca molhado no meu rabo fazendo o encontro da sua virilha com minha pele estalar alto. É um ruído que denuncia a foda, não esconde de ninguém. É um pornô ao vivo o jeito que ele bota pra dentro e respira forte no meu pescoço. E é desse jeito que o leite vem grosso despejado todo dentro do meu rabo no pelo. Ele se contorce, geme grosso no ouvido e só me solta quando arranca porra da minha piroca branquinha. Adoro que se agarra em mim e morde minhas costas enquanto se recupera, até ri pensando no quão errado e gostoso é meter no próprio filho dentro de um banheiro. Ainda leita nas últimas bombadas e respira ofegante buscando meu beijo. Me estico pra atender meu pai.

“Se ajeita. Sujei toda sua bunda. Fala que não tá bem quando voltar, até porque você tá tremendo inteiro… vai ser fácil convencer. Em casa termino o que comecei, filho.”

Como um amante sujo ele deixa um beijo em meu cabelo bagunçado e sai ajeitando a rola dentro da calça. Quero ver atravessar o salão nesse estado. Fico para limpar o estrago, sorrindo satisfeito como um puto que ganhou o que queria. Na mesa olho torto para os homens ainda suando, andando desajeitado. Eles entendem quando digo para o meu pai que não estou bem com a maior cara de sem vergonha, até quero rir.

“Acho que estamos alinhados.” Meu pai se apressa. “Mando as cópias assim que organizar tudo. Me deem uma hora.” Ele me olha, segura minha mão, cheira meu cabelo ainda perfumado pelo nosso sexo no banheiro e volta a se despedir. “Na verdade preciso de algumas horas. Vocês tem filhos, sei que me entendem.”

A conta ficou para os clientes do meu pai. O meu prêmio por tirar o cara mais cedo daquela reunião fora de hora? Uma rola que insistiu em ficar dura até chegar em casa.

Fui fodido no sofá na sala, grudado no peito peludo no meu pai, depois em pé na bancada, encostado e empinado. O corpo parrudinho dele encaixa perfeitamente no meu, parece mesmo que nasci pra aguentar meu pai metendo fundo. Na cama fizemos amor devagarinho e ele gozou por cima de mim melando minha barriga e meu peito numa demonstração de virilidade e poder sobre seu próprio filho. No banheiro se entregou e mamou meu pau de joelhos pra me fazer gozar na sua boca. Com a barba suja, me beijou.

Enquanto finalizou os contatos pelado na cama bagunçada, ganhou meu carinho nas costas. De vez em quando larga o notebook e vira pra me beijar e me olhar nos olhos. Parece agradecer minha companhia, como se eu fosse fugir a qualquer momento. Mas eu não vou. Nem se eu quisesse, conseguiria ficar longe do olhar apaixonado do meu pai. Deixo alguns “eu te amo” na nuca enquanto cheiro a pele banhada do meu homem e ele arrepia inteiro. Quando ele levanta pra arrumar alguma coisa pra gente comer, aproveito pra organizar o quarto que a gente bagunçou transando a tarde inteira.

Meu pai faz o dinheiro, eu faço nossa cama. Dupla perfeita, não acha?

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