#Gay #Incesto #Teen

O cliente tatuado e perigoso do meu pai

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Novinho Dudu

Estava fazendo mais calor que o normal nessa tarde. Como cheguei primeiro em casa depois da escola, meu pai avisou para receber um amigo seu e ser simpático pelos trinta minutos que demoraria para chegar.

A gente pensa que conhece todo o círculo de amizade dos nossos pais, mas sempre surge um cara meio misterioso no meio de uma tarde morna pra nos deixar curioso. O amigo do meu pai não me impressionou de primeira, foi só quando coloquei ele dentro de casa que a história começou a mudar.

Sentou sem pedir permissão e foi reclamando que o dia estava uma loucura de quente. Perguntei se ele queria água e não esperei resposta, fui logo servir um copão cheio. Quando voltava vi que o cara tirou a camisa e o monte de tatuagem me chamou atenção. Pescoço, ombros, braços, tudo coberto por desenhos escuros e interessantes. Vestia uma regata que já parecia meio molhada de suor em algumas partes e o peito estufando no tecido prendeu meu olhar e minha respiração. O cara deu uma limpada da na garganta me lembrando que passei do limite e voltei pra realidade, mas estava uma delícia admirar aquele exemplar de macho.

“Você é o quê do meu pai? Cliente?”

“Isso. Cliente e amigo” respondeu depois de um gole exagerado. Uns pingos desceram pela barba, assisti tudo.

“Não conheço você.”

“Soares. Agora conhece!”

Mas para isso esticou a mão na minha direção e eu fui obrigado a responder. Fácil os dedos cobriram os meus e um calor ainda maior subiu minhas costas. O olhar do cara era do tipo terrível, mete medo, mas também tesão.

“Só Soares?” perguntei curioso fingindo que a mão dele não me deixava interessado. “O meu é Eduardo, mas pode me chamar de Dudu.”

“Pro seu bem é só Soares mesmo, Dudu.” Pra falar meu nome ele deu ênfase, esticou as letras, pareceu até meio debochado, mas ainda era meio sexy saindo da boca dele.

Meu pai é advogado, não é difícil imaginar que esse seja um dos clientes perigosos dele. Olhei o relógio, tinha passado nem dez minutos desde a mensagem que tinha mandado dizendo que demoraria por volta de trinta…

Dei voz aos meus pensamentos sujos e me joguei no sofá ao lado dele. O calor do corpo enorme chegou rápido no meu, muito menor. Me mediu inteiro, deu um sorriso cheio de vaidade, uma mordidinha no lábio e abriu as coxas pra deixar a mala toda em evidência. Homens fazem isso quando me veem em qualquer lugar, sei que é pela minha cara que mistura um pouco de inocência e um bocado de pilantragem, mas também porque eles adoram admiração de garotos como eu. Homens desse tipo sabem exatamente o que se passa em nossa cabeça.

“Ele esqueceu de me avisar que tinha um filho tão bonitinho” o cara falou baixo, quase em tom de segredo.

“Ele esqueceu de avisar tanta coisa” brinquei.

“Esqueceu mesmo? Tipo o quê? Me deixa saber uma coisa só, então…”

O cara ficou meio de lado, o peitão ainda estufado, as coxas abertas e a mala só crescendo pra mim. Dei uma olhada, ele reparou bem no alvo do meu interesse, sorriu todo safado e alisou o volume por cima do jeans caro. Pelo jeito de falar, a roupa mais alinhada e o porte, aquele cara devia estar chegando nos 40 assim como o meu pai. Não daria para esconder que esse é o meu homem preferido.

Para a sua sorte, escolheu logo um dia que meu pai me deixou querendo mais antes de sair para o escritório. Eu que acordei meu bonitão na cama subindo nas costas dele pra encher a nuca de beijinhos, nem sabia que o despertador estava desligado e passava da hora da minha aula também. Tivemos tempo só para um chamego no banho, pau duro enquanto veste a roupa, umas passadas de mão, umas chupadas de língua… Então é claro que eu iria provocar aquele cara enorme no sofá.

“Será que ele escondeu que eu sou louco por homens mais velhos?” Provoquei de verdade.

“Com tatuagens pelo corpo todo?” O cara falou dando uma sacada nos próprios braços enormes.

“Exatamente com essas tatuagens” respondi já sem ar.

“Deixa eu ver se entendi… Você é louco por homens mais velhos, tatuados, com esses brações e… Uma rola desse naipe aqui?”

Pra minha surpresa o cara desceu o zíper da calça na maior facilidade e sacou a arma que ele tinha ali já engatilhada na minha direção. A piroca era maior que a do meu pai, mais grossa também. Já estava babando e a pele da rola desceu revelando uma cabeçona brilhante. Que convite delicioso. Minha boca umedeceu imediatamente e o cara percebeu, afinal soltou uma gargalhada digna de um vilão sedutor.

“Ele deve chegar por agora” respondi fingindo me preocupar com isso.

“Posso ser rápido se você quiser, ou posso fazer ele flagrar a putaria que você adora. O que prefere?”

“Sabe guardar segredo?” Sussurrei.

“Sou especialista nisso. Na cadeia a gente sobrevive assim. Imagina se chego contando que adoro foder moleques com esse seu tipinho?”

Foi o gatilho que eu precisava para título de putinho que meu pai cospe na minha cara toda vez que me tora na pica. Saltei no colo do homem e fiz ele apertar a boca em meu pescoço. Queria aqueles lábios bonitos e a barba grossa me espetando. De primeira me mastigou, mordeu meu queixo até achar minha boca e na mesma velocidade que me beijava, bagunçava o short que faço de pijama. É fácil achar o rabo quando não tem uma cueca no meio do caminho e rapidinho levei umas dedas por dentro mesmo da roupa.

“Rabo usado” ele disse no meu ouvido depois de uma lambida grudenta.

“Adivinha por quem?”

“Que tesão. Você é mais sem vergonha do que pensei.”

“Me come logo” pedi. “Quero que você seja meu segredo. Eu nunca traí meu pai.”

“Já escutei história de moleque que namora o pai, mas nunca cheguei perto de meter com um. Nunca botou galha naquela cabeça dele?”

Eu ri do jeito que Soares falou e ele gostou do meu jeito, tanto que de novo ficou mordendo meu pescoço enquanto apertava meu quadril e amassava meu peito.

“Quer ser o primeiro? Temos uns 20 minutos ou menos.”

Eu sabia o que estava fazendo, não estava delirando de tesão, nem sendo manipulado. Naquele instante, sentado no colo daquele cara enorme enquanto alisava os braços musculosos e brincava com as tatuagens, eu sabia que queria trair meu pai pelo menos uma única vez.

“Vou acabar com você na melhor trepada surpresa que já teve na vida.”

Foi assim que caí no sofá sem roupa depois de buscar lubrificante porque ele disse que no meu rabo só entraria com muito gel. Eu concordei quando dei uma chupada rápida e mal consegui abocanhar a rola babona. O cara me pegou de bruços depois de montar meu corpo e fazer sentir o peso que tem. Apertou meu quadril, botou a cabeça no prumo certo e entrou com força. Gritei abafado pela almofada e ele gostou de meter assim. Deu pra ver que estava com fome de alguém com minha idade e minha safadeza, porque foi indo fundo, indo rápido e menos de minutos estava gemendo alto, grosseiro, como um bicho quando finalmente acha a presa certa. Agarrado a minha cintura ficou fácil de puxar meu corpo contra o seu, de cravar aquela coisa enorme na minha bunda e me fazer tremer. Se me comesse em pé, com certeza precisaria me segurar. Eu estaria acabado se tivesse uma tarde inteira.

Me virou dando uma trégua das socada e me encarou pela primeira vez com um desejo real de homem. Não tirou o jeans, não viu necessidade, mas levantou a regata até a altura do peito e me mostrou a barriga toda tatuada. Cravei meu dedos nele, na cintura, e arranhei com força pra felicidade do cara que se meteu entre minhas coxas, se enfiou de novo e socou forte como se fosse acostumado a entrar em mim todo dia como o meu pai é. Meteu beijando, um perigo. Cada gemido saiu direto na minha boca e foi lindo perceber que pra fazer isso ele teve que se curvar inteiro.

Homens se dobram por moleques como eu.

“Duvido que o bobão do seu pai te coma assim” gemeu no meu pescoço quando se jogou pra me beijar.

“Não se compare com ele. Já imaginou trepar com o homem que te botou no mundo?”

“Caralho, você é sujo demais.”

Eu sorri e gemi com a socada braba dele pra lembrar que não é meu pai, mas sabe preencher um rabo guloso.

“Pois é, não sou sujo, tenho desejos… caralho, tá indo fundo aí. Nossa… Acho que eu vou gozar…”

“Então goza enquanto acabo com esse rabo” ele falou grosso. “Pisca enquanto leita minha barriga, mas pisca com força. Quero ver se aguenta tomar leite no cuzinho sem chorar de emoção.”

“Bota mais forte. Mais. Eu tô falando que pode… Ai, caralho.”

Quanto mais pedi, mais rápido fui atendido. Ele segurou meu pescoço, outra mão no meu quadril, socou fundo e forte como ainda não tinha aprendido a aguentar. Alguma coisa romperia ali pra sempre, estava certo disso. Gemendo apertado porque descia beijinhos na minha boca, jogou leite dentro do meu rabo, mas foi tão rápido e tão grosso que imediatamente me fez querer correr dali para o banheiro. Parecia que estava me encharcando. Gozei na barriga dele e não percebi que tinha melado a regata, mas isso não seria problema para nenhum dos dois.

Grudados, insistimos em brincar com nossa vontade por mais alguns minutos. Meia hora. Fui tudo que tivemos ali. Ele sorriu me beijando depois de abrir um buraco em mim e eu fui correndo para o banho deixando ele se virar com a bagunça sozinho. Me lavei rápido, me enxuguei de qualquer jeito, coloquei outro pijama e saí do quarto na hora que meu pai chegou. Pensei que pegaria Soares desajeitado e confuso, mas o desgraçado estava sentado onde sempre pareceu estar, camisa abotoada, barba alinhada, só a boca vermelha talvez denunciasse um beijo apertado, fora isso não parecia que tinha transado pesado com um moleque.

Sorriu pra mim, os olhos bonitos e claros em contraste com a pele mais escura e as tatuagens negras, o maior tom de segredo pairando no ar. Meu pai me deu um abraço, cheirou meu cabelo, beijou minha testa e não desconfiou de nada.

“Pode nos dar uns minutos, filho. Me espera no quarto, tudo bem? Trouxe chocolate, depois levo lá, esqueci no carro.”

“Chocolate? Que delícia. É dos que gosto?”

“Do tipo caro, tenho certeza” Soares falou sério, mas simpático.

Meu pai riu.

“Como adivinhou?”

“Porque seu filho tem cara de quem tem bom gosto.”

E eu pensando ali entre aqueles dois homens grandes, que realmente gasto do que é melhor e mais sujo, tipo meu próprio pai e o seu cliente misterioso e tatuado da piroca grossa faminta.

“Esse me dá trabalho” meu pai respondeu colocando as coisas sobre a mesa, de costas para nós dois.

“Não falem de mim pelas costas” provoquei quando ia saindo com um sorriso sem vergonha para Soaras e meu pai. Ambos riram olhando minha bunda. Deu pra notar.

De noite, na cama, meu pai cheiroso do banho não quis me falar o que Soares buscava, nem que tipo de homem é, disse apenas que ele é um cara forte no ramo dele e que sempre precisa de serviços com contrato e coisas do tipo. Não questionei, mas pensei que era mesmo forte em muitos sentidos, inclusive quando me botou de bruços e machucou meu rabo.

Meu pai ganhou uma mamada em baixo da coberta e gozou rápido na minha boca macia, me puxou pra beijar e ficou assim até o gosto da porra sair da minha língua. Dormimos grudados.

Aquela tarde quente nunca existiu. Ao menos é bom meu namorado pensar assim…

“Boa noite, paizinho” falei todo manhoso quando ele me apertou já apagando de sono.

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