Histórias de Fabio: no barbeiro.
Uma história real de uma fez que alisei o barbeiro enquanto ele cortava meu cabelo.
Eu sou Fabio, na época, tinha 22 anos, magro, não sou machão, mas também não sou afeminado. Passo despercebido, por assim dizer.
Sou puta, gosto de situações de risco, bolino caras em ônibus lotado, empino a bunda em filas na esperança de ser encoxado.
Já fui encoxado em fila de banco, em shows que fui.
Peguei em pau várias vezes em ônibus e metrô.
Mas hoje irei contar sobre o barbeiro.
É uma história real.
Era uma quinta-feira, por volta do meio-dia, e o sol já estava alto. Entrei no barbearia pequena e vazia, o sino da porta tocando baixinho. Só havia um cabeleireiro atrás do balcão, um cara bonito, uns 30 e poucos anos, barba bem feita e braços fortes, no crachá, seu nome, Carlo.
Ele sorriu e disse:
— E aí, cara? Como você quer o corte hoje?
Falei o que queria, ele assentiu e me preparou. Sentei na cadeira grande, e ele jogou aquela capa de cetim preta por cima de mim, prendendo no pescoço. O tecido era macio, frio no começo. Por baixo dela, meu coração já batia mais forte. Era o momento de começar meu plano.
Enquanto ele passava a máquina na lateral da minha cabeça, encostei minha mão levemente na frente da calça dele, bem casual, como se fosse sem querer. Ele parou por um segundo, depois encostou de volta, pressionando um pouco. Se afastou devagar, mas o olhar dele mudou. Era aquele jogo silencioso: será que foi acidente ou ele tá fazendo de propósito?
Continuei. Ele ficou duro rapidinho, o volume marcando na calça jeans. Conversamos amenidades pra disfarçar: o tempo que estava quente pra caralho, um filme de ação que tinha saído na Netflix, bobagens do dia a dia. A voz dele estava normal, mas a respiração um pouco mais pesada.
Fiquei mais ousado. Com a mão ainda escondida debaixo da capa, segurei o pau dele por cima da calça, apertando devagar. Carlo suspirou baixo, quase um gemido abafado, e pressionou o corpo contra a minha mão, roçando. Ele sempre se posicionava nas laterais da cadeira, como se estivesse trabalhando normalmente.
Em certo momento ele parou a máquina, olhou meu cabelo no espelho e falou:
— Tá ficando top, hein? Tá bem simétrico.
Enquanto falava, ele ajeitou o pau na minha frente, enfiando a mão dentro da calça pra arrumar. Depois voltou a se encostar em mim. Olhou rápido pra vitrine de vidro da barbearia, que dava pra rua, e sussurrou bem baixinho:
— Porra, é perigoso... tá vendo? Qualquer um pode passar e olhar.
Mesmo assim, ele se colocou de costas pra vitrine, bloqueando a visão, e abriu o botão da calça. Tirou o pau pra fora, duro, latejando, bem na altura da minha mão. Era grosso, a cabeça brilhando.
— Delícia... — murmurou, quase sem som. — É cliente assim que eu curto pra caralho.
Comecei a punhetar ele devagar, firme, sentindo o calor e a rigidez na palma da minha mão. Ele fingia que continuava cortando, passando a tesoura, mas o quadril se mexia sutilmente, fodendo minha mão por baixo da capa. A respiração dele ficava mais curta. Eu acelerava quando ele se aproximava, diminuía quando ouvia algum barulho na rua.
Ele terminou o corte enquanto eu ainda estava trabalhando nele. O cabelo ficou perfeito, mas minha atenção estava toda no pau latejando na minha mão. Carlo mordeu o lábio, forçou o pau na minha mão mais forte.
—caralho, se todo cliente fosse igual você.
Depois, guardou o pau, fechou a calça e tirou a capa de mim com um sorriso profissional, como se nada tivesse acontecido.
— Pronto, Fabio. Ficou foda.
Fui até o balcão pagar. Enquanto passava o cartão, ele olhou o relógio e disse baixinho:
— Hora do almoço. O salão fica vazio agora...
Ele deu a volta, trancou a porta da frente com um clique rápido e virou a plaquinha para “Fechado”. Meu coração acelerou de novo. Ele me chamou com a cabeça:
— Vem aqui pro balcão.
Fui até lá. Passei o cartão, ele confirmou o pagamento e, com a voz rouca, perguntou direto:
— Tá afim de mamar?
— Tô — respondi sem hesitar.
— Então vem pra trás do balcão.
Me agachei e passei para o lado de dentro. O balcão era alto o suficiente pra me esconder da rua. Carlo abriu a calça novamente, tirou o pau ainda meio duro e colocou na minha frente. Segurei ele pela base, olhei pra cima uma vez e enfiei na boca.
Ele gemeu baixo, uma mão apoiada no balcão enquanto olhava pra vitrine, vigiando a rua. Eu chupava com vontade, sentindo o gosto salgado na minha língua. Ele tentava ficar quieto, fazia poucos movimentos com o quadril pra não denunciar, mas a mão direita logo desceu pra minha cabeça, segurando meu cabelo e forçando minha cara para engolir o pau inteiro dele.
— Isso... engole tudo, viadinho— sussurrou, empurrando devagar até o fundo da minha garganta.
Eu engasgava um pouco, mas ele não soltava, mantendo o pau enterrado enquanto olhava pra fora. Lágrimas vieram aos meus olhos, saliva escorrendo pelo queixo. Ele fodia minha boca com estocadas curtas e profundas, cada vez mais urgente.
Os pentelhos roçando meu nariz, o cheiro de macho tava me deixando doido.
Não demorou muito. Ele apertou minha cabeça com as duas mãos, prendeu a respiração e gozou forte, jorrando direto na minha garganta. Engoli toda a porra, como a bicha experiente que sou, mas eu consegui sentir o gosto quente e grosso enchendo minha boca.
— Porra... que delícia de boca — murmurou, ainda tremendo. — Tô sempre sozinho no almoço... só vir quando quiser.
Ele tirou o pau devagar da minha boca, limpou na minha língua e guardou. Eu me levantei, ainda com o gosto dele forte no fundo da garganta l. Carlo destrancou a porta e, no exato momento que abriu, outro cabeleireiro estava chegando do almoço, chave na mão.
— E aí, Carlo? — o cara cumprimentou.
— Beleza, mano — respondeu ele normalmente.
Eu passei por eles, despedi com um aceno e um “até a próxima”. Saí na rua com o cabelo recém-cortado e o sabor da porra dele ainda bem presente na minha boca, descendo pelo estômago enquanto caminhava. Neste dia, eu almocei só porra.
Eu saí mais umas duas vezes com ele, numa, ele me comeu.
Fiquei triste ao passar no salão e descobrir que ele não trabalhava mais lá.
Fazer o que, preciso achar outro cabeleireiro com atendimento especial.
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