#Outros

O filho do pastor

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LuuhMa

Meu nome é Emilly, tenho 22 anos e aquele clássico rostinho de anjo que engana qualquer um. Sou o tipo de garota que parece que não quebra um prato: cinturinha fina, quadril largo e uma pele clarinha que ganha cor por qualquer coisa. No coral da igreja, todos me viam como a definição de pureza, mas por dentro eu era um vulcão prestes a entrar em erupção.

O motivo do meu "pecado" tinha nome e um cargo de responsabilidade: Kaio, o filho do pastor.

Ele é aquele moreno alto, de barba rala sempre feita e braços fortes que as camisas de botão mal conseguem esconder. Ele toca bateria no culto e eu ficava ali na frente, cantando os hinos, mas com os olhos cravados no movimento dos braços dele, imaginando aquela força em outro lugar.

Tudo aconteceu num sábado à noite, após um ensaio que se estendeu por causa de um temporal. A igreja já estava vazia, mergulhada num silêncio que deixava a tensão entre nós dois quase palpável enquanto guardávamos os instrumentos.

— Precisa de carona, Emilly? — ele perguntou, com aquela voz rouca que me fez estremecer até a alma.
— Aceito, Kaio. O ônibus vai demorar uma eternidade com essa chuva.

Entramos no carro dele, um sedan impecável e cheiroso. O clima estava tão pesado que o ar parecia faltar. No meio do caminho, ele encostou o carro num acostamento escuro, sob a sombra de umas árvores, alegando que o para-brisa estava embaçado demais para seguir.

Eu olhei para ele, sentindo o calor subir, e provoquei com um sorriso de canto:
— É o vidro que está embaçado ou é você que está nervoso, Kaio?

Foi o estopim. O "menino do altar" se transformou. Ele me puxou pela nuca com uma mão firme, me trouxe para perto e sussurrou contra a minha boca:
— Você não tem noção do quanto eu peço perdão todas as noites pelos pensamentos que tenho com você naquela primeira fila.

O beijo foi urgente, uma fome acumulada de meses. A mão dele subiu pela minha saia midi e encontrou minha calcinha de renda preta — que eu usava justamente para esses momentos de rebeldia interna. Quando ele sentiu o quanto eu já estava encharcada por ele, soltou um palavrão que com certeza não estava nas escrituras.

Passamos para o banco de trás num movimento só. Ele arrancou a camisa, revelando um físico esculpido, peitoral largo e abdômen definido. Mas a verdadeira revelação veio quando ele abriu a calça.

O pau do Kaio era um espetáculo à parte. Comprido, ligeiramente curvado para cima e com uma cabeça bem grande e rosada que contrastava com o tom moreno do corpo. Tinha veias saltadas que indicavam o quanto ele estava no limite. Quando ele segurou aquela peça e começou a roçar a ponta na minha entrada, ainda por cima da renda, eu achei que ia perder os sentidos.

— Quer que eu pare, Emilly? — ele provocou, dando uma estocada curta só para sentir a pressão.
— Se você parar agora, eu conto pro seu pai que você não é nada santo — respondi, puxando-o para cima de mim.

Ele rasgou a lateral da minha calcinha, me deitou no banco de couro e entrou com tudo. Eu vi estrelas. O pau dele preenchia cada espaço, firme e quente, parecendo tocar o fundo da minha alma a cada golpe. Ele gemia o meu nome entre dentes, transformando o ato numa oração profana.

A gente se perdeu ali, com o vidro embaçado e a chuva castigando o teto do carro. O ritmo era frenético, a pele estalando uma na outra enquanto o carro balançava. Foi, sem dúvida, a "benção" mais intensa que já recebi.

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