O gosto por dar o rabo para um caminhoneiro
Voltar para o Rio de São Paulo, com sabor de aventura.
Sou a Leandra, mais menina que menino, com um bilau pequeno e um bum bum arrebitado.
Estava com destino ao Rio, assim que completei minhas tarefas profissionais em São Paulo.
Como era sabedora que muitos carga pesada de São Paulo por Rio, quando só com o motorista, era fácil de arranjar carona, fui ao terminal dos cargas pesadas perto da Rodoviária e o primeiro caminhoneiro que contatei, aceitou em me levar, só que teria que ficar por mais uma noite no terminal, aguardando pegar uma carga extra.
Aceitei em esperar e disse ao homem, um senhor cabeludo por toda parte do peito, estes que são tratados de urso do volante.
Que iria para um hotel passar aquela noite.
O homem ponderou que a cama do seu caminhão, caberia nos dois.
Aceitei o desafio, já que procurava aventura, como já começava a escurecer, fomos para os banheiros do terminal, onde vi varias pirocas a mostra, mas assosseguei o meu rabo, pois aquela noite ele teria um dono.
Do banho, fomos para o restaurante onde jantemos e retornamos ao caminhão, o urso que era o motorista.
Não demonstrava ser um macho fodedor. era baixo e magro, mais com cara de Papai protetor.
Enquanto ele se preocupava com os pneus do caminhão, tirei da minha mochila, uma calcinha e uma camisolinha curtinha, vesti e me acomodei em baixo de uma coberta surrada que encontrei.
Assim que o homem subiu na boleia, seus olhos logo me procuravam.
Perguntou se me incomodava pois tinha o vicio de dormir pelado, disse que não e que era ele que mandava.
Assim que o urso, levantou a coberta para se alojar de baixo e bateu o olho na minha bunda, com uma calcinha fio dental toda atoladinha e os mamilos a mostra, já que a camisola nada escondia.
Escutei seus ossos estalarem e murmurando frases que nem decifrei, falou que aquela era sua noite.
Virei a cara para o outro lado, empinei a bunda o máximo que pude e fiquei esperando o urso me foder.
Até ai, nem ele e nem eu tinha visto as pirocas, a minha não passava de 10 centímetros, micro como e conhecida até 10 cm.
Ele cheio de carinho na voz, perguntou se eu acordada, falei que sim e perguntou novamente se podia tocar na minha bunda.
Falei que era ele que mandava, já que eu era carona.
Nossa, tudo naquela cabine de caminhão ficou por minutos em silencio, depois senti duas mãos gulosas
Apertando minha bunda, minha pele ouriçou, meu cu piscou, como que já sabendo pelo cheiro, que iria se fartar de pica.
E foi, quando o urso passou a mão por debaixo de mim e senti o tamanho do meu binlau, o apertou com carinho, mas meteu foi a língua no meu rabo.
Eu com a curiosidade me matando, levei a mão a costa e pegando na pica do urso, quase que tive um troço, dois G, grande e grossa, fiquei em duvida se caberia toda dentro de mim.
Virei me e sussurrei no ouvido do homem, que sua pica era muito grossa para entrar no meu rabo.
Ele se aproveitando que minha cabeça estava perto de sua pica, agarrou me pelos cabelos e arrastou minha boca, para a cabeçorra de tal monumento.
Olha que tínhamos tomado banho, mas o cheiro de sebo da piroca era constante.
Não me fiz de rogada e abocanhei a cabeça da pica do urso e mamei, como se uma mamadeira, a boca fica parada e com a língua suga se feito uma sangue suga.
O urso gostou, por que ficou quietinho sem se mexer.
Depois de mamar bastante a vara do homem, pedi para que sugasse meus mamilos, ele prontamente atendeu e o seu jeitão de mamar um peitinho, mostrava que tinha aprendido a coisa.
Nossa pensei comigo mesmo, só volto de Sampa para o Rio de agora em diante só de carga pesada.
O urso era dócil como um cachorrinho e me proporcionou uma das melhores gozada naquela noite,
Quando começou a mamar meu pintinho, para ele, depois me falou que parecia um grelo.
Depois dos iniciantes que foram quase a madrugada, o homem pegou u creme e esfregou em sua pica e no meu cu, pensei que ele iria me montar , mas tinha que aguardar alguns minutos, para o creme fazer o efeito.
Eu senti uma frescura no cu e foi ai que como uma mamãe ursa, o homem me montou, a cabeça de sua pica, passou com tranquilidade pela entrada do meu rabo sem sentir nenhuma dor.
Fiquei passada, por esperar as famosas estocadas dos garanhões e o homem pediu, como era a primeira vez que ele me fodia, que eu e que teria o prazer de dar as estocadas.
Rebolei minha bunda o todo que sabia e quando dei por mim, senti a pele da bunda encostada nos ovos do urso, que me lambia as costa e mordiscava minhas orelhas, já era uma dadiva ter aquela pica, toda acomodada por dentro de mim.
O carinho então era fora de serie.
O urso sabia como dar prazer.
Me arranhava, puxava me os cabelos e me obrigava a dizer que eu era dele.
O que podia fazer se estava completamente dominada.
Sentindo com a pica por dentro um ar de felicidade por estar cooperando com a felicidade alheia.
Gozamos juntos, mas o pau do urso de jeito nenhum queria abaixar, ele me segurava com força e o jeito era obedecer, ficamos agarrados, por quase uma meia hora e assim que ele tirou o pau do meu cu, senti um vazio por dentro.
Nos limpamos, voltei a chupar a pica do urso e dormimos o resto da noite agarradinhos.
Se gostou, deixa comentário, principalmente se for caminhoneiro.
Por Leandra.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽




Comentários (1)
Bya.: Adorei sua narrativa, minha calcinha ficou ensopada, aprendi e só ando de carona. Beijocas Leandra.
Responder↴ • uid:on91e31d99