#Bissexual #Corno #Travesti/Trans #Voyeur

Minha esposa adora dupla penetração

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Alberto

Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele

Meu nome é Mário, casei-me com Flávia quando ainda éramos novinhos ela com 19 e eu com vinte e dois. Por trabalharmos o dia todo e estudarmos a noite, nosso dia favorito era sábado pois a maioria dos ocupantes dos quartos da "casa de cômodos" que morávamos trabalhavam no também no sábado, alguns mesmo no período da tarde, nós usávamos esse dia para metermos da manhã até a noite. Flávia adorava uma enrabada logo que acordávamos e durante o dia, fazíamos uso de toda nossa coleção de "brinquedinhos" sem que ninguém nos perturbasse. Ao lado de nosso quarto, morava uma travesti que fazia ponto nas proximidades de nossa casa, sempre que voltávamos juntos da escola, a cumprimentávamos respeitosamente. Em um daqueles sábados já no início da tarde, Flávia ainda tesuda depois do segundo anal revela com um volume de voz normal sua dúvida: "Nossa, não sei o que é melhor, uma pela frente ou uma por trás". Ricos divertidamente. Abrimos a janela que dá para a varanda da casa para fumarmos. Debruçados no batente da janela, vimos a Rogéria, a travesti sair do quarto dela enrolada em uma toalha, certamente para ir ao banheiro coletivo e parar diante de nós, obviamente chamando nossas atenções, do nada Rogéria com quem nunca tínhamos conversado fala: "Mário, para a Flávia não ter mais dúvidas, ela tem que levar duas ao mesmo tempo". Eu e Flávia nos olhamos incrédulo com o que tínhamos acabado de ouvir, fechamos a janela e voltamos para a cama e passamos a cochichar e Flávia fala no meu ouvido: "Acho que a Rogéria escuta todas as nossas transas". Tive que concordar e ela continuou. "Acho que ele sugeriu um homem me comendo por trás e outro pela frente". Aquelas palavras nos excitaram e voltamos a nos comer, no meio da foda, dando asas a minha imaginação falei no ouvido da minha esposa: "Ele está machucando seu cuzinho". Flávia super excitada responde com o volume de voz descontrolado: "Não, levar dois pintos é uma delícia". Gozamos certos de que Rogéria estava nos ouvindo e se masturbando. A noite quando ouvimos o barulho de chaves na porta de nosso vizinho, corremos e abrimos a janela só para ver Rogéria sair montada para trabalhar. Na segunda e na terça, não vimos nossa voyeur na esquina, com certeza estava exercendo suas funções dentro de algum carro ou em um motel. Na quarta, assim que nos aproximamos de Rogéria, Flávia lhe deu um oi, a traveca se animou toda nos perguntando: "Ainda não descobriram a resposta?. Silvia também bem assanhada responde: "Quase". Perdido no diálogo rápido, perguntei para minha esposa: "O que você quis dizer com quase?". Minha mulher com aquela carinha de sacana responde: "Você não entendeu? Ele está nos cantando. Chegamos em casa e antes do banho fomos para a cama e no meio da foda eu perguntei: "Você quer ele atrás ou na frente". A safadinha gozou desesperadamente, eliminando qualquer dúvida. Decidi que convidaria nosso vizinho para compartilhar nossa cama, mas não foi preciso, na sexta a noite, quando abrimos a porta, encontramos no chão do nosso quarto uma chave com um chaveiro que tinha sido empurrada por baixo da porta, no chaveiro o número dez que era o número do quarto de Rogéria, o único que tinha dois janelões virados para a rua e o mais amplo da casa. Foi uma noite longa, em que nem nos tocamos para não gozarmos por antecipação, as sete horas, horário em que os que tinham que trabalhar já tinham saído, nos enrolamos com nossas toalhas e fomos para o quarto vizinho, abri a porta com a chave que encontramos na noite anterior. As duas janelas para a rua estavam abertas e Rogéria estava com uma mascara de dormir. Sentamos na cama um em cada lado do travesti. Rogéria deve ter percebido nossa entrada, pois em um gesto certeiro abrigou meu pau duro com sua mão e sem tirar a máscara, inclinou o corpo e passou a chupar meu pau e com a outra mão passou a alisar os seios de Flávia que tesuda me beijou, sem perder tempo, deitei sem ver o cacete da travesti e Flávia deitou sobre mim, engolindo meu cacete com a sua racha, deixando as pernas entre abertas a espera de Rogéria, que já sem máscara teve o sangue frio de colocar uma camisinha e cutucou o rabinho da minha mulher, que se contorceu dizendo no meu ouvido: "Nossa, o pau dele é grosso". Colocou a mão para trás e voltou a falar: "E muito comprido, não sei se vou aguentar". Mal acabou de falar, entrou em gozo, a safada se debateu entre nós e gritou em desespero durante aquele extasse maluco: "Fode meu cu caralho, fode minha buceta porra". Os movimentos tornaram-se coordenados e tivemos um orgasmo simultâneo, certamente ouvidos por alguém que eventualmente estivesse em algum quarto ou passando pela rua. Quando voltamos do gozo profundo Flávia ainda com voz tesuda fala: "O melhor não é na frente nem atrás, é nos dois ao mesmo tempo". Minha taradinha sai do sanduiche, arranca a camisinha de Rogéria e nos puxando pelos paus, coloca os dois na boca, chupando e masturbando a mim e a Rogéria. Flávia parecia uma louca quando pegou a camisinha que estava sobre o criado mudo e deu na mão da Rogéria dizendo: "Agora é sua vez de vir na frente e o Mário atrás. Voltamos a montar uma DP fantástica, que repetimos todas as manhãs de sábado por muito tempo.

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Comentários (3)

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  • Safada capixaba: Sou do Espírito santo meu sonho ter uma marido corno. Amo foder de todas as maneiras meu atual é jovem e ruim de cama fraco . Meu sonho ter um corno provedor eu cozinho muito bem , a casa mantenho limpa tudo organizado porém gosto de foder sem limites.

    Responder↴ • uid:muirlvkzi
  • Rodrigo: Meu sonho e ver minha esposa dando pra uma pica grande e grossa

    Responder↴ • uid:2pdxd6uqr9
  • Corno capixaba: Todas mulheres tem fetiche e fantasia mais poucas se revela ao parceiro,e a menoria realiza.

    Responder↴ • uid:lws144