A Patroa e a Travesti do Porto
Patroa ricaça leva Rayka, uma travesti necessitada do porto de Manaus, pra sua suíte de luxo. Com cintaralho e gelo, ela arromba o cu dela. @wallypokemon
Manaus fervia do lado de fora das janelas blindadas da minha suíte presidencial no Hotel Juma Opera. O mormaço do Rio Negro era espesso, pesado, um bafo úmido que fazia o asfalto derreter e as pessoas suarem apenas por existirem. Mas dentro do meu quarto, o clima era outro. O ar-condicionado central estava cravado nos dezesseis graus. Eu estava deitada na cama king size, enrolada apenas em um roupão de seda legítima que custava mais do que a maioria das pessoas daquela cidade ganhava em um ano de trabalho suado. Eu havia viajado para o Norte para fechar a compra de três imóveis comerciais — o dinheiro dos meus negócios estava rendendo cifras astronômicas, e eu precisava lavar o tédio do meu casamento falido com aquisições milionárias.
Mas o dinheiro não comprava o alívio que latejava entre as minhas pernas. Eu estava com um tesão acumulado e selvagem. Eu não queria os executivos engravatados que bajulavam a minha conta bancária. Eu queria algo cru. Algo sujo. Algo que me fizesse sentir o poder absoluto correndo nas minhas veias.
Abri o Tinder, joguei o filtro de localização lá para baixo, para a zona portuária, para os becos onde a cidade sangrava. Eu queria caçar. E foi então que a tela do meu iPhone 15 Pro Max brilhou com o perfil dela.
Rayka. Vinte e quatro anos.
A primeira foto foi um choque estético. Uma selfie tirada em um espelho sujo, sob uma luz fluorescente verde que dava à pele dela um tom quase cadavérico. Ela usava um top de renda verde vagabundo, os fios desfiando, e no pescoço, uma tatuagem de escorpião azulada e malfeita gritava rebeldia e sobrevivência. O olhar era denso, exausto, vazio. Na segunda foto, a realidade nua e crua: ela estava de pé na lama do Rio Negro, de biquíni e com um short jeans aberto, o corpo magro exibindo as curvas duras sob o sol impiedoso, com barcos velhos de carga apodrecendo ao fundo. A terceira foto me deu um nó na garganta que rapidamente se transformou em excitação: ela de costas, sentada em uma cama desarrumada, num quarto escuro e deprimente com um ventilador de mesa quebrado. A biografia era direta: "Sem tempo pra liso e curioso. Patrocínio é bem vindo".
Apertei o coração verde. O match foi instantâneo. Ela estava online, provavelmente rodando a bolsa em alguma esquina abafada do porto, esperando algum marinheiro suado lhe pagar cinquenta reais.
Minha mensagem foi uma ordem, não um convite:
"Estou na suíte presidencial do Juma. Tem ar-condicionado, filé mignon e um envelope com três mil reais em dinheiro vivo te esperando. Mandei um Uber Black para a porta do porto. Venha limpar esse suor no meu lençol."
A resposta piscou em um minuto.
"Tô entrando no carro, patroa."
Quarenta minutos depois, a campainha da suíte tocou. Quando abri a porta, o impacto visual foi quase pornográfico. O contraste entre nós duas era uma ofensa. Eu, Jussara, com a pele perfeitamente hidratada com cremes franceses, os cabelos negros e lisos caindo como uma cascata de seda sobre os ombros, exalando um perfume importado caríssimo. E ali, no corredor impecável do hotel, estava Rayka.
Ela usava uma calça de lycra rosa neon que marcava absurdamente o volume do seu pau e uma blusinha curta. Ela era alta, com um metro e setenta e cinco, mas os ossos das clavículas saltavam pela magreza. O cheiro dela invadiu o ar refrigerado: uma mistura agressiva de suor, fumaça de óleo diesel dos barcos e um perfume doce e barato. Ela tremeu assim que o ar gelado do meu quarto bateu no corpo castigado dela. Seus olhos varreram o luxo do ambiente, maravilhados e apavorados.
— Entra e tira a sandália. O tapete é persa — ordenei, com a voz grave, fechando a porta e trancando-a com o cartão magnético.
Ela obedeceu, pisando descalça no tecido macio. A postura dela era defensiva, os ombros encolhidos, aguardando o próximo comando de quem tinha o dinheiro.
— Senta ali — apontei para a mesa de vidro onde o serviço de quarto havia deixado um banquete.
Ela sentou-se na ponta da cadeira. Quando tirei as tampas de prata, revelando o risoto e a carne macia, a fome animalesca tomou conta dos olhos dela. Rayka não fingiu etiqueta. Ela comeu desesperadamente, enfiando a comida na boca com as mãos trêmulas, mastigando como se não visse um prato quente há dias. Eu apenas fiquei de pé, observando. O som da mastigação dela, misturado com o silêncio do quarto opulento, fez o meu clitóris pulsar de uma forma violenta. Eu abri um pouco o meu roupão, revelando a fenda dos meus seios fartos e empinados, e enchi a taça dela com champanhe. Ela virou a bebida espumante de uma vez só, arrotando baixinho e abaixando a cabeça, envergonhada.
— Já encheu o estômago, garota? — perguntei, caminhando lentamente até ela. Parei bem na sua frente, minhas pernas roçando nos joelhos magros dela.
— Já... sim, patroa. Tava uma delícia. Obrigada... — a voz dela era rouca, marcada pela fumaça e pelo sotaque arrastado do interior do Pará.
— Ótimo. Agora nós vamos tirar essa catinga de porto do seu corpo. Levanta.
Eu a puxei pela mão até o banheiro de mármore branco. Liguei as duchas duplas do teto. O vapor começou a subir, aquecendo o ar gelado. Eu me encostei na pia e cruzei os braços, assumindo a minha posição de dona da situação.
— Tira tudo. Deixa a roupa suja no chão.
Rayka hesitou por um segundo. A vulnerabilidade de se despir em um ambiente tão iluminado e clínico a assustou. Ela puxou a blusa pela cabeça e, em seguida, desceu a calça de lycra de uma vez só, junto com uma calcinha gasta. A visão me deixou sem fôlego. O corpo dela era a anatomia da sobrevivência. As costelas marcavam o tronco magro, mas os quadris e as nádegas eram imensos e duros, deformados por injeções clandestinas de silicone industrial. Era grotesco e, ao mesmo tempo, incrivelmente hipnotizante. O pau dela descansava mole entre as coxas, escuro, grosso, contrastando com a tentativa de feminilidade daquele corpo. As pernas tinham cicatrizes velhas, marcas de quem lutava nas ruas.
Eu desamarrei o meu roupão e deixei a seda escorregar pelos meus ombros, caindo em uma poça aos meus pés. Quando ela viu o meu corpo — farto, curvilíneo, a pele dourada sem nenhuma imperfeição, os seios grandes com os bicos rosados e duros de excitação, e a minha buceta perfeitamente depilada —, ela arregalou os olhos. A boca dela se abriu levemente, e eu vi o pau dela dar o primeiro sinal de vida, dando um pequeno pulo, o sangue começando a bombear para a cabeça roxa.
— Vem para debaixo da água, minha puta do rio — chamei, entrando sob a cascata de água quente.
Ela entrou, tremendo com o toque da água escaldante nas suas costas frias. Peguei uma esponja macia, enchi com um sabonete líquido de baunilha e orquídeas que custava o equivalente a uma semana de trabalho dela, e comecei a esfregar os ombros tensos. Eu esfregava com força, apagando a sujeira, o suor, a humidade nojenta de Manaus. Desci a esponja pelas costas dela, esfregando a tatuagem de escorpião no pescoço.
— Dói? — perguntei, apertando com força as nádegas siliconadas dela, sentindo os nódulos duros debaixo da pele.
— Ai... patroa, não aperta forte... — ela gemeu, jogando a cabeça para trás, o cabelo longo e descolorido grudando nas costas.
— Eu aperto o quanto eu quiser. Eu comprei esse corpo por hoje — sussurrei no ouvido dela, prensando os meus peitos fartos contra as costas ossudas dela.
Passei minhas mãos ensaboadas para a frente do corpo dela. Deslizei os dedos pelo peito plano, descendo pela barriga seca, até agarrar o pau dela com a mão inteira. Era grosso, venoso e já estava latejando de tesão. Comecei a masturbá-la ali mesmo, debaixo da água, em movimentos lentos e firmes, ordenhando a masculinidade daquela travesti sofrida.
— Ahhh, porra... — ela grunhiu, a voz quebrando. Ela tentou colocar as mãos por cima das minhas para acelerar o movimento, mas eu bati nas costas da mão dela.
— As mãos na parede. Você só goza quando eu mandar.
Ela obedeceu instantaneamente, espalmando as mãos no mármore branco, ofegante, enquanto eu brincava com a rola grossa dela, subindo e descendo, passando o polegar na glande sensível que já soltava uma gota de líquido pré-seminal espesso. Eu roçava o meu próprio clitóris molhado e inchado nas nádegas dela, me esfregando, sentindo a fricção me deixar à beira da loucura. O banheiro cheirava a luxo, a sexo e a submissão.
Desliguei a água abruptamente. Joguei uma toalha grossa e felpuda no peito dela.
— Me seque. De joelhos.
Rayka caiu de joelhos no piso molhado. Ela pegou a toalha egípcia e começou a secar as minhas pernas. As mãos tremiam. Quando ela chegou nas minhas coxas, eu afastei as pernas, expondo a minha buceta encharcada, pingando não de água, mas dos meus próprios sucos. O cheiro do meu tesão invadiu as narinas dela. Ela parou de secar e ficou olhando para a minha intimidade, com os olhos vidrados de pura luxúria.
— Você tem ideia do gosto que isso aqui tem, Rayka? — eu provoquei, enfiando dois dedos na minha própria buceta, sentindo o calor escorregadio, e esfregando o meu clitóris na frente dela. — Quer provar o sabor do luxo?
— Eu quero, patroa... por favor, me deixa chupar... — ela implorou, a voz embargada, o pau endurecido batendo na própria barriga enquanto ela se ajoelhava.
— Então chupa. E se você usar dente, eu te jogo de volta pro asfalto quente.
Ela não precisou ouvir duas vezes. Rayka afundou o rosto no meio das minhas pernas. A língua dela era faminta, desesperada, agressiva. Ela não tinha a delicadeza dos homens ricos e entediados. Ela chupava como quem estava morrendo de sede no deserto. A língua áspera dela invadiu a minha fenda, varrendo os meus lábios menores, enfiando-se o mais fundo que conseguia.
— Puta que pariu! — eu gritei, jogando a cabeça para trás, cravando as unhas de gel feitas no cabelo loiro ressecado dela. — Isso, porra! Suga a minha buceta, sua cadela!
Rayka sugava o meu clitóris, fazendo um vácuo com os lábios carnudos, puxando o botão sensível e soltando gemidos abafados contra a minha carne. As mãos magras dela agarraram as minhas nádegas fartas, espremendo a minha bunda com força brutal, puxando o meu quadril de encontro ao rosto dela. Eu comecei a rebolar, cavalgando no rosto daquela travesti, enfiando a minha intimidade na boca dela com violência. O barulho obsceno dos estalos da língua dela sugando o meu caldo ecoava pelas paredes de mármore.
Eu estava perdendo a sanidade. O prazer era tão agudo, tão intenso, que as minhas pernas começaram a tremer incontrolavelmente. Eu tirei o rosto dela do meio das minhas pernas, ofegante, com o peito subindo e descendo violentamente.
— Chega. Vai pra cama. Agora.
Ela levantou, com a boca inteira brilhando com a minha baba, os olhos enlouquecidos pelo tesão. Caminhamos até a suíte. O quarto estava gelado, mas os nossos corpos ferviam. Rayka deitou-se nas costas nos lençóis de algodão egípcio de mil fios, abrindo as pernas compridas, oferecendo-se completamente para mim. O pau dela estava duro como uma pedra, latejando, implorando por alívio.
Eu subi na cama, engatinhando como uma pantera sobre ela. Parei sobre o peito magro dela. Olhei no fundo daqueles olhos exaustos, que agora estavam cheios de um fogo obscuro, e sussurrei:
— Você acha que vai gozar fácil hoje? Você não sabe de nada, Rayka. Eu vou foder a sua mente e destruir esse seu corpo, até você não lembrar mais qual é o seu nome.
Peguei as mãos dela e usei a minha meia-calça de seda fina, que estava jogada na poltrona, para amarrar os pulsos de Rayka na cabeceira acolchoada da cama king size. Ela esticou os braços, esticando o corpo inteiro. Estava completamente à minha mercê. Uma tela em branco e suja, pronta para eu pintar com a minha depravação.
Rayka estava esticada na minha cama king size. A meia-calça de seda italiana prendia os pulsos dela com firmeza na cabeceira acolchoada, esticando os braços finos e evidenciando ainda mais a caixa torácica marcada pela fome e pelas noites mal dormidas. As pernas longas e pardas dela repousavam abertas sobre os lençóis brancos de algodão egípcio de mil fios. Ela era uma pintura profana: a miséria crucificada no altar do luxo absoluto. O pau dela estava completamente ereto, escuro e venoso, tremendo de leve no ar gelado da suíte presidencial, apontando para o teto ornamentado do Hotel Juma Opera.
O ar-condicionado sussurrava o seu sopro de dezesseis graus. A pele de Rayka estava arrepiada, os mamilos endurecidos pelo choque térmico. Eu estava de pé, ao lado da cama, nua, o meu corpo dourado e farto exalando o calor e o cheiro do tesão. Fui até o balde de prata onde a garrafa de champanhe descansava e retirei uma pedra de gelo. O cubo gélido escorregou pelos meus dedos perfeitamente manicurados.
Caminhei lentamente de volta para ela. O olhar de Rayka acompanhava cada movimento meu, os olhos escuros brilhando com um misto de terror e uma luxúria animalesca. Ela estava viciada. Em apenas uma hora, eu a havia alimentado, limpado e dominado. Ela não era mais a travesti do porto; ela era o meu brinquedo.
— Sabe qual é o problema de quem vive no inferno, Rayka? — sussurrei, subindo na cama e me ajoelhando ao lado da cintura dela. — É que vocês esquecem como o frio pode queimar.
Pressionei a pedra de gelo diretamente contra a base do pescoço dela, bem em cima da tatuagem de escorpião. Rayka deu um salto, um espasmo violento que fez a cama ranger.
— Ahhh! Patroa! Tá gelado! Porra! — ela gritou, contorcendo-se contra as amarras de seda, tentando fugir do toque gélido, mas as pernas abertas a traíam, mantendo-a presa a mim.
— Fica quieta, cadela — rosnei, a voz rouca, cheia de autoridade.
Deslizei o gelo lentamente pela saboneteira afundada dela, descendo pelo vale entre os seios pequenos e artificiais. A água gelada derretia e escorria pela pele parda, criando um caminho brilhante que eu fazia questão de seguir com a ponta da minha língua. Eu lambia a água gelada da pele dela, misturando o frio do gelo com o calor vulcânico da minha boca. Ela gemia, ofegante, o peito subindo e descendo freneticamente. O contraste entre o arrepio do frio e a sucção quente da minha língua a estava deixando maluca.
Desci o gelo pela barriga seca, traçando o caminho dos músculos contraídos. Quando cheguei na base do pau latejante dela, eu parei. Ela estava pingando líquido pré-seminal, uma gota espessa e transparente brilhando na glande roxa. Eu pressionei o gelo bem na base da rola dela, nos testículos encolhidos pelo frio.
— Puta que pariu, patroa! Ai! Me fode logo, por favor! — Ela começou a implorar, jogando a cabeça de um lado para o outro no travesseiro de plumas. O sotaque manauara se arrastando nos gemidos graves e desesperados. — Eu não aguento mais... eu quero gozar... me deixa gozar no teu quarto chique...
— Você não vai gozar agora — eu disse, fria como o gelo na minha mão. Joguei a pedra derretida no chão do quarto e me inclinei sobre ela.
Agarrei o pau dela com as duas mãos. As minhas palmas estavam macias pelo creme importado, mas o meu aperto foi brutal. Eu comecei a masturbá-la com violência, deslizando a pele do pau para cima e para baixo num ritmo frenético. O atrito seco fez Rayka gritar de dor e prazer. A cabeça dela bateu contra a cabeceira.
— Olha para mim! — eu ordenei.
Ela abriu os olhos, marejados, as pupilas dilatadas, totalmente rendida.
— Você acha que os marinheiros suados que te comem lá no Beco do Macedo sabem fazer isso? Você acha que cinquenta reais compram esse tipo de atenção? — Eu apertava e torcia, levando ela até a borda do orgasmo, para depois soltar bruscamente.
Ela arquejou, o corpo caindo pesado no colchão, frustrada pela interrupção.
— Não... ninguém... ahh, Deus... ninguém faz como a patroa...
— Exatamente. E é por isso que hoje eu vou te arrombar. Eu vou abrir você de um jeito que você nunca mais vai conseguir olhar para aqueles caminhoneiros imundos sem sentir nojo.
Levantei da cama e fui até a minha mala Louis Vuitton. Abri o zíper e retirei o meu equipamento: um cintaralho de couro negro, com fivelas de aço inoxidável, e um consolo de silicone maciço, escuro e absurdamente grosso. Ele tinha as veias esculpidas no material e uma base que vibrava contra o meu próprio clitóris quando eu o vestia. Eu o ajustei nos meus quadris largos. O contraste da minha pele clara e das minhas curvas com a brutalidade daquela pica preta amarrada na minha cintura era a visão mais depravada e excitante que eu já tinha visto no espelho.
Virei-me para Rayka. Ela engoliu em seco. Os olhos dela se arregalaram, fixos no pedaço de silicone de quase vinte e dois centímetros que apontava para ela.
— Patroa... isso tudo? Eu... eu sou apertada, mana... — A fachada de mulher da vida endurecida tinha sumido. Ali estava apenas a sobrevivência nua e crua, com medo e muito tesão.
— Vira de bruços — eu ordenei.
Eu não desamarrei as mãos dela. Simplesmente a obriguei a rolar sobre o próprio eixo. Ela se contorceu desajeitadamente até ficar de bruços, o rosto afundado no travesseiro. As pernas se abriram naturalmente, e ela empinou a bunda colossal. Os nódulos do silicone industrial saltavam sob a pele parda, uma montanha de carne artificial e sofrimento que agora estava à minha total disposição. A entrada do cu dela estava contraída, escura, uma pequena estrela nervosa esperando o impacto.
Peguei um frasco de vidro do criado-mudo. Um lubrificante importado, à base de água, com sabor de cereja negra. Despejei uma quantidade generosa direto no meio das nádegas dela. O líquido frio escorreu pela fenda. Com as unhas longas, eu comecei a espalhar o gel, massageando a entrada apertada. Enfiei um dedo. Ela gemeu, rebolando contra a minha mão. Enfiei dois dedos, abrindo-a com força, preparando o caminho para a destruição.
— Relaxa esse cu de beira de rio — murmurei, subindo na cama e me ajoelhando bem atrás dela.
Alinhei a cabeça do consolo com a entrada escorregadia dela. Segurei os quadris finos dela com as minhas duas mãos, cravando as unhas na pele. E então, sem nenhum aviso, eu empurrei o meu quadril para a frente, enterrando a primeira metade do silicone dentro dela de uma só vez.
Rayka soltou um urro que deve ter ecoado pelo corredor do hotel. O som abafado no travesseiro era uma mistura de agonia rasgada e um prazer doentio. A musculatura dela contraiu violentamente ao redor do brinquedo, apertando-o como um torno. A pressão empurrou a base do cintaralho diretamente contra o meu clitóris inchado. O choque de prazer foi tão forte que eu joguei a cabeça para trás, soltando um gemido longo e agudo.
— Caralho, Rayka! Que cuzinho engolidor da porra! — Eu rosnei, sentindo o suor começar a brotar na minha testa.
Eu não parei. Empurrei com toda a força do meu quadril, enterrando os vinte e dois centímetros até o talo. A pele da minha barriga bateu com violência nas nádegas duras dela. PLAF! O estalo da carne ecoou. Ela esticou o pescoço, chorando, o corpo inteiro tremendo.
— Ai! Me rasgou! Ai, patroa, me parte no meio! Fode a puta! — Ela gritava, perdendo completamente a linha, entregando-se ao delírio da dor e do sexo bruto.
Liguei o botão do vibrador na base do meu cinto. Um zumbido grave preencheu o silêncio. A vibração começou a moer o meu clitóris ao mesmo tempo que sacudia o pau falso dentro do intestino dela. Foi a gota d'água. Eu comecei a meter.
Forte. Fundo. Implacável.
Eu puxava o corpo dela para trás pelas cinturas e atirava o meu quadril para a frente. PLAF! PLAF! PLAF! O barulho úmido e obsceno encheu o quarto. Eu estava cavalgando nela, fodendo-a como se ela me devesse a vida. E naquele momento, ela devia. A cada estocada, eu sentia as paredes internas do cu dela massageando a borracha grossa. Eu via a magreza das costas dela se contrair, os ossos da coluna estalando a cada impacto. O pau dela esfregava descontroladamente contra os lençóis de mil fios, sujando o branco imaculado com o líquido da excitação.
— Quem é a sua dona hoje, Rayka? — Eu gritava, ofegante, puxando os cabelos loiros dela para forçá-la a olhar por cima do ombro, para ver no espelho a imagem da riqueza fodendo a pobreza sem dó.
— É você, patroa! É a senhora! Me fode, me humilha, me usa! — O rímel vagabundo dela escorria pelo rosto suado, uma máscara de lágrimas e luxúria. — Eu sou a sua cadela! Eu não quero mais voltar pro beco! Ahhh!
Eu acelerei o ritmo até que minhas coxas começaram a queimar. O ar a dezesseis graus parecia um forno. O cheiro de suor, de lubrificante de cereja, de borracha quente e dos nossos sucos transformava o quarto numa verdadeira masmorra de depravação. O vibrador na minha base estava triturando as minhas terminações nervosas. Eu estava à beira do colapso.
Abaixei o meu corpo, deitando sobre as costas suadas dela, colando os meus peitos esmagados contra a magreza dela. Eu continuei a foder, mas agora eu usava o peso do meu corpo para pressioná-la contra o colchão. Passei a minha mão por debaixo da barriga dela e agarrei o pau dela que estava ensopando o lençol.
— Nós vamos gozar juntas na porra dessa cama de rei — sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo da orelha dela com força. — Eu vou ordenhar a sua vida inteira agora.
Comecei a bater uma punheta nela no mesmo ritmo alucinado das minhas estocadas. A rola dela estava quente, latejando como um coração fora do peito. Rayka não aguentou mais. A sobrecarga sensorial de ter as entranhas esmagadas por um pau enorme, o ar gelado, o lençol de luxo, as amarras de seda e a masturbação frenética destruiu os últimos neurônios de resistência dela.
O corpo inteiro da travesti ficou tenso como uma tábua. As pernas tremeram convulsivamente. Ela soltou um berro que rasgou a garganta e, no segundo seguinte, o pau dela explodiu na minha mão. A gozada dela voou forte, esguichos espessos e leitosos de esperma que mancharam os lençóis egípcios, a madeira da cabeceira e até a beirada do tapete persa. Ela jorrava sem parar, descarregando anos de humilhação, de calor escaldante e de miséria em jatos de puro prazer bruto.
O orgasmo dela acionou o meu. Eu afundei o consolo até a base, travei o meu quadril contra a bunda dela e deixei o vibrador espremer o meu clitóris com a força máxima. O meu corpo arqueou para trás. Eu gritei a plenos pulmões, um gemido longo, gutural e feminino que inundou o hotel. Eu gozei com tanta força que senti a minha alma sair do corpo. A minha buceta contraiu violentamente, derramando litros de sucos quentes que escorreram pelas minhas coxas, banhando o cintaralho e as nádegas da Rayka.
Ficamos assim por longos minutos. Eu, ofegante, debruçada sobre o corpo trêmulo e espasmódico dela. O cheiro de sexo pesado pairava no ar. Aos poucos, fui recuperando o fôlego. Saí de dentro dela com um som de vácuo úmido (schluck). Ela gemeu baixinho, sentindo o vazio instantâneo. Desafivelei o cinto e o deixei cair no chão acarpetado.
Caminhei até a cabeceira e desamarrei os nós da minha meia-calça. Os braços de Rayka caíram inertes ao lado do corpo. Ela virou o rosto para mim. Estava destruída, exausta, mas havia uma paz assustadora nos olhos escuros. A tensão constante dos ombros havia desaparecido.
Fui até a mesa, peguei uma garrafa de água mineral importada e o envelope pardo espesso que eu havia prometido. Voltei para a cama. Ela tentou se cobrir com o lençol sujo de sêmen, o instinto de proteção voltando lentamente.
Sentei ao lado dela, completamente nua, a deusa saciada. Entreguei a água. Ela bebeu como um camelo no oásis.
— Você fodeu a minha cabeça, patroa... — ela sussurrou, a voz apenas um fio. — Como é que eu volto pro porto agora? O ar lá vai parecer fogo.
Joguei o envelope no colo nu dela. Três mil reais em notas de cem, vivas, cruas. Mais dinheiro do que ela já tinha visto na vida de uma vez só.
— Você vai voltar porque você precisa sobreviver, Rayka — eu respondi, passando os dedos pelos cabelos dela, desfazendo os nós. — Mas quando o calor do Rio Negro estiver te sufocando e algum marinheiro imundo te oferecer troco de pão, você vai fechar os olhos. Você vai lembrar do ar a dezesseis graus. Vai lembrar do gosto do meu champanhe. Vai lembrar da dor e do luxo da minha cama. E você vai saber que, por uma noite, você foi a rainha submissa de uma mulher rica.
Ela apertou o envelope contra o peito e fechou os olhos, uma lágrima silenciosa cortando a maquiagem manchada. O frio da suíte presidencial a envolvia, um abraço anestésico. E eu sabia, enquanto caminhava para o banheiro de mármore para limpar o suor da minha pele perfeitamente hidratada, que eu havia criado um monstro. Um monstro viciado no meu dinheiro e no meu tesão. E eu mal podia esperar para caçar de novo.
tl:
@wallypokemon
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