#Grupal #Incesto #Traições #Voyeur

Família tradicional - O início

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Oliveira-CTS

Olá, me chamo Felipe e irei compartilhar com vocês alguns acontecimentos da minha vida.
Aos 21 anos comecei a namorar com Bianca, uma jovem de 19 anos, parda, cabelos pretos, bunda grande e peitos médios. Uma novinha muito gostosa e que costumava arrancar olhares e elogios até mesmo de homens mais velhos, o que era o caso de Rodrigo, seu pai, um homem de 44 anos (alto, por volta de 1,85, corpo levemente definido devido o trabalho, branco e dono de um volume imenso no meio das pernas que enchia qualquer roupa que usasse) que não media as palavras para elogiar e não economizava carinhos com a própria filha, algo normal entre pai e filha, mas que por vezes eu achava até um pouco exagerado na verdade. Admito que esses olhares e elogios me excitavam de certa forma, adorava que ela saísse com um micro biquini para irmos à praia, adorava ver a cara de desejo e excitação de todos que estavam ao nosso redor, seu corpo tinha curvas suaves, nada exagerado, mas a cor da sua pele lambuzada pelo bronzeador, o biquini entrando por inteiro na bunda quase revelando seu cuzinho, os bicos do peito quase escapando pelo biquini fino atiçavam a imaginação dos mais atentos ao nosso redor. Bianca não era de rodeios, gostava de ser observada, sempre se deitava de barriga para baixo, abria as pernas, hora ou outra deixava um mamilo escapar enquanto passava bronzeador, era nítida sua excitação nesses momentos, e sempre fodiamos como animais ao chegar em casa depois de um bom dia de praia.
Nossa programação preferida sempre foi passar o dia na praia, moramos em uma região de lindas praias, então aproveitávamos qualquer oportunidade para nos refrescarmos no mar, o que não foi diferente naquel sábado de fevereiro, aquele dia prometia ter temperaturas muito elevadas, sol forte e um clima perfeito para passar o dia da forma que mais gostamos. Combinamos de sair cedo de casa, eu, Bianca, Rodrigo e Débora, mãe de Bianca e mulher do Rodrigo, uma mulher linda, 1,73, parda, bunda grande e redonda que possuía um rebolado gostoso ao caminhar, coxas grossas, peitos fartos, uma pele linda que brilhava no sol, cabelos pretos, admito que aquela mulher sempre me causou muito tesão
Chegamos por volta das 9 da manhã em uma famosa praia da região, instalamos o guarda-sol, as cadeiras e começamos a aproveitar aquele dia quente, sentei-me ao lado de Rodrigo enquanto as duas se deitavam em toalhas para pegar sol, com meus óculos escuros pude observar tudo, Débora usava um biquini preto muito decotado, aqueles melões quase saltavam para fora, eles brilhavam devido o sol e o bronzeador, o suor escorria por eles e era perceptível os mamilos rígidos embaixo do pano do biquini. A parte de baixo era pequena, parece que mãe e filha tinham o mesmo gosto, aquela peça mal cobria sua buceta grande e gorda, ela sempre precisava ajeitar a peça no corpo ou aquele bucetão ficaria a mostra, e ao se deitar na toalha era possível observar seu cu escapando pela calcinha, com certeza ela adorava dar o cu pro marido devido o tamanho daquele rabo. Já Bianca usava um biquini azul escuro, também curto igual o de sua mãe, era impressionante o fato de terem um corpo tão parecido, seus peitos espremidos no biquini, sua pele brilhando no sol devido uma mistura de suor e bronzeador, seu cuzinho pra cima, aquilo tudo despertou os pensamentos mais sujos na minha cabeça. Meu sogro estava do meu lado e não pude deixar de notar o volume em sua sunga, parecia ser algo descomunal, sempre me achei bem dotado, possuo um pau que mede em torno de 18 centímetros, mas aquilo era totalmente fora de qualquer padrão, e claro, ele secava as mulheres de sua família tanto quanto eu.
Entre conversas e brincadeiras o dia foi passando, era por volta das 17:30 quando resolvemos ir pra casa. Ao chegar na casa de Bianca me despedi de todos e fui para minha casa, não era longe, apenas uns 5 minutos de carro, na época ainda morava com meus pais, então era necessário voltar para casa para poder tomar um banho e logo voltaria a casa de Bianca para passar o restante do sábado. Durante o banho comecei a lembrar dos momentos na praia, os peitões da minha sogra balançando, aquela bunda pra cima, seu cu quase totalmente a mostra, a buceta dela marcando no biquini, e me excitei até mesmo com minha namorada sendo comida pelos olhos do próprio pai, aquilo tudo foi demais para mim e resolvi bater uma punheta bem gostosa, me segurei para não gemer alto e gozei forte e grosso lembrando das tetas da minha deliciosa sogra.
Voltei para a casa de Bianca e o restante do sábado foi tranquilo, assistimos um filme e jantamos, mas infelizmente não tivemos brecha para transar naquele dia. Era por volta das 22:30 quando precisei me despedir de todos, afinal teria que acordar cedo no domingo seguinte para trabalhar, então peguei meu carro e fui embora, mas ao deitar na minha cama percebi que havia esquecido o carregador do meu celular na casa de Bianca, então decidir voltar lá para buscar, visto que precisaria dele para trabalhar no dia seguinte. Então peguei meu carro e fui em direção a casa dela, sem avisar nem nada, afinal seria apenas uma passada rápida, talvez nem visse ela.
Ao chegar lá estacionei meu carro na rua mesmo, usei minha cópia da chave e abri a porta, logo que entrei escutei alguns gemidos, gritos, tudo muito abafado e confuso, mas que foram ficando mais claros conforme eu ia avançando pela casa. “isso caralho, me fode”, era a voz de Bianca, gelei na hora, meu rosto ficou quente, meu peito pesou, senti uma leve dor de barriga, meu pau ficou duro, senti raiva e curiosidade ao mesmo tempo. Entrei devagar, sem fazer barulho, os gemidos aumentavam conforme eu adentrava na casa. “aaaahhhh, arromba meu cuzinho” “fode vai!” “hhmmmmmm” “isso porra”.
O barulho das estocadas era muito alto, conseguia escutar das escadas, minha curiosidade falou mais alto e fui avançando nas escadas, meu pau estava muito duro, coração acelerado.
Resolvi continuar andando, de longe avistei a porta do quarto de Bianca, os gemidos vinham de lá, a porta estava semiaberta. Me aproximei e tive a melhor visão da minha vida, minha namorada deitada em posição de frango assado, sua pele completamente vermelha, suada, um cheiro de sexo muito forte, Rodrigo, seu pai, a fodia feito um louco, tirava e colocava aquele pau enorme, devia ter uns 23 centímetros, do cu da própria filha, entrava e saia completamente daquele cu largo, fazia questão de tirar e colocar tudo novamente, seu pau brilhava e babava de tanto tesão, a cabeça vermelha, o corpo cheio de veias entrava com certa facilidade no cu da própria filha que delirava de tesão enquanto dava o cu para o próprio pai, meu sogro estava completamente suado, segurava com firmeza as pernas da própria filha em direção aos peitos dela e metia com muito tesão naquele cu enquanto urrava de prazer, era um verdadeiro macho reprodutor.
Minha sogra, Débora, estava agachada na boca da própria filha, sua buceta era lambida, chupada, sugada com vontade pela própria filha, Débora apertava um seio com sua mão esquerda e com a mão direita estimulava o clitóris de Bianca, sua pele estava vermelha, gemia feito uma puta de tanto tesão, sua teta livre balançava e sua boca escorria saliva, estava completamente tomada pelo prazer.
Fiquei fascinado olhando aquilo, eles não conseguiam me ver, estavam hipnotizados na própria transa, eu observava tudo, a buceta de Bianca esguichando de tanto tesão, as tetas da Débora balançando e o suor escorrendo por elas, aquele pau enorme do Rodrigo entrando e saindo daquele cuzinho, todos depilados, o suor escorria pelos corpos quentes, o cheiro de sexo era surreal, todos estavam entregues ao proibido. Fiquei no meu canto observando tudo enquanto batia uma punheta lenta. Eles trocaram de posição, o pai se deitou na cama, aquela pica apontando pro teto, Débora sentou-se com a buceta engolindo aquela tora, Bianca ofereceu sua buceta para ser chupada por seu pai que caiu de boca nela. Os gemidos se intensificaram. Débora rebolava alucinada naquela pica, subia e descia totalmente entregue ao desejo, suas tetas pulavam e sua buceta mijava alucinada de tanto tesão. Débora gemia alto, gritava, falava palavrões, tinha orgasmos seguidos sentindo aquela pica dentro da buceta, ela rebolava, parava, apertava as pernas e gozava novamente, era lindo de ver minha sogra se acabando naquela pica, sua buceta estava vermelha e seus peitos marcados de tantos chupões que ela mesmo fazia. Enquanto a mãe rebolava na pica e o pai se controlava para não gozar antes da hora, a filha era chupada pelo pai, sua buceta lisinha e completamente babada que piscava de tesão, vez ou outra ela rebolava na cara de Rodrigo para que ele chupasse seu cu também, sua pele brilhava de suor, seus peitos duros apontados para o teto, seu cabelo grudando nas costas, e sua mão que buscava apertar as tetas da própria mãe.
Rodrigo: vou gozar, caralho!
As duas se levantaram, ele ficou em pé, seu pau muito duro e lambuzado pela buceta de Débora, mãe e filha começaram a chupar com vontade aquele pau, revezavam entre saco, cabeça e as duas também se beijavam com aquela rola imensa no meio. Bianca se engasgava, seu olhos saiam lagrimas enquanto sua mãe sugava as bolas do marido, ao perceber que irizar gozar Rodrigo começou a bater punheta enquanto as duas esperavam pelo leite que não demorou a vir, jorrando no rosto e nas tetas daquelas putas que se beijavam compartilhando a porra de Rodrigo.
Após isso achei melhor sair rápido e ir pra casa, não sabia qual seria a reação deles ao me ver ali, então sai devagar e em silêncio sem ser notado por eles. Naquele dia mal dormi e no domingo mal trabalhei, não conseguia pensar em mais nada, será que eles estariam transando naquele momento? Contaria para Bianca que havia descoberto tudo? Mas não podia negar que fiquei com vontade de participar daquilo.

Comentários (2)

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  • Relatos: Excelente conto. Aguardando a continuação

    Responder↴ • uid:1euadbujb7r9
  • Dan: Gostei do conto, muito bom

    Responder↴ • uid:1d5h32fm4g9p