O Flagra do Maninho - Parte 2
Lucas ficou cada vez mais viciado no irmão e Pedro estava doido para ensiná-lo a fazer tudo, inclusive a dar sua primeira gozada.
Algumas semanas depois, o clima entre os dois mudou de vez. Lucas já não fechava mais a porta do quarto quando se masturbava — na verdade, deixava entreaberta de propósito. Era o jeito dele de chamar o irmão sem precisar falar nada.
Numa noite quente, Pedro passou pelo corredor e viu a luz acesa. Entrou sem bater.
Lucas estava de quatro na cama, de costas pra porta, cueca branca abaixada até o meio das coxas. As nádegas pequenas e clarinhas se abriam sozinhas enquanto ele enfiava dois dedos bem devagar no cuzinho, gemendo baixinho. O pauzinho fino apontava pra baixo, balançando a cada estocada dos próprios dedos, pingando um fio longo e transparente que escorria até o lençol.
Pedro encostou na porta, já sentindo o pau endurecer dentro da bermuda.
— Tá treinando sem mim, maninho?
Lucas virou o rosto, bochechas vermelhas, mas sem tirar os dedos de dentro de si. Pelo contrário: empinou mais a bunda, como quem mostra o progresso.
— Eu… queria aguentar mais hoje… queria que você entrasse direto… sem precisar preparar tanto…
Pedro tirou a roupa em segundos. O pau já estava pesado, veias saltadas, cabeça brilhando. Ele se ajoelhou atrás do caçula, segurou as nádegas delicadas e abriu mais, admirando o anel rosado que piscava em volta dos dedos do irmão.
— Tá bem mais soltinho mesmo… olha como ele quer — murmurou, tirando os dedos de Lucas devagar e substituindo por dois seus, bem mais grossos.
Lucas soltou um gritinho agudo, mas logo empurrou pra trás, pedindo mais.
— Coloca logo, Pedro… por favor… eu aguento…
Pedro passou lubrificante na cabeça do pau e encostou. Dessa vez não foi tão devagar. Enfiou metade de uma vez só. Lucas arqueou as costas, boca aberta num gemido longo e trêmulo.
— Aaaai… tá muito grosso… tá me abrindo todinho…
— Relaxa, maninho. Respira fundo. Você pediu pra entrar direto, agora aguenta como homem.
Pedro segurou firme a cintura fina e começou a bombar mais fundo a cada estocada. O som molhado ecoava no quarto. O pauzinho de Lucas balançava loucamente pra frente e pra trás, sem ninguém tocar, babando um riozinho claro que formava uma poça no lençol.
Depois de uns minutos, Pedro deitou de costas e puxou Lucas pra cima.
— Vem, senta. Quero ver você quicando.
Lucas obedeceu, posicionando o cuzinho dilatado sobre o pau do irmão. Desceu devagar, sentindo cada centímetro abrir caminho. Quando chegou na base, soltou um gemidinho de vitória misturado com tesão.
— Olha… engoli tudo hoje… cabe inteiro…
Ele começou a subir e descer, primeiro devagar, depois mais rápido. As coxas magrinhas tremiam de esforço. O pauzinho dele batia na barriga de Pedro a cada descida, deixando rastros molhados. Pedro segurava as nádegas do caçula, abrindo-as mais, vendo o próprio pau entrar e sair do buraco rosado que já estava bem avermelhado de tanto uso.
— Tá gostando de ser arrombado pelo irmão mais velho, né? — Pedro rosnou, dando um tapa leve na bundinha.
— Tô… tô adorando… quero todo dia… — Lucas respondeu quase chorando de tesão.
Pedro segurou o pauzinho fino do caçula entre o polegar e o indicador e começou a punhetar rápido, no mesmo ritmo das cavalgadas.
Lucas perdeu o controle. O corpinho todo começou a tremer violentamente.
— Pedro… eu vou… eu vou…
Não saiu jato. Mas o orgasmo foi tão forte que o pauzinho pulsou várias vezes, duro como pedra, expelindo um fiozinho mais grosso e leitoso pela primeira vez — só umas quatro gotas, mas era esperma de verdade daquele menino de 14 anos. Lucas gritou, jogando a cabeça pra trás, o cuzinho apertando forte em volta do pau de Pedro.
Isso foi o gatilho. Pedro segurou os quadris do irmão com força e meteu fundo umas últimas vezes, gozando grosso lá dentro, enchendo o caçula até transbordar. O leite branco escorreu pelas coxas clarinhas de Lucas enquanto ele ainda tremia em cima.
Os dois caíram de lado, ofegantes, suados, o pau de Pedro ainda meio dentro do irmão.
Lucas virou o rosto, olhos brilhando, e sussurrou:
— Saiu de verdade hoje… mesmo que pouco… eu gozei de verdade…
Pedro beijou a boca dele devagar, língua entrando fundo.
— Tá crescendo rápido, maninho. Daqui a pouco vai encher meu rosto inteiro.
Lucas sorriu, envergonhado e feliz ao mesmo tempo.
— Então me ensina a chupar você também… quero aprender tudo.
Pedro riu baixo, já sentindo o pau endurecer de novo só de ouvir aquilo.
— Amanhã a gente começa a aula de boquete. Mas hoje… descansa esse cuzinho, porque eu ainda quero mais uma rodada antes de dormir.
Lucas só assentiu, se aninhando no peito do irmão, já imaginando o dia seguinte.
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Comentários (3)
@Guerra999: Passei o ferro hoje mais cedo no enteado do meu irmão, o meu "Luquinha" ainda tá com febre com as beiradas do cuzin parecendo uma flor kkkk, fazia dias que tava de olho e ele dando ideia que queria brincar de gente grande, ontem fomos a praia e de propósito estraguei o pneu do carro do pai dele "meu irmão Thiago", ofereci carona pra eles mais não quiseram vir e voltar hoje cedo pra buscar o carro, então ficaram lá com o mais novo e ele veio com o tio aqui, na estrada mesmo já começou a pegar, chegamos no apartamento botei pra chupar e umas 2 horas da manhã ele tava esperneando pra aguentar chibata no rabo, não teve escapatória, ninguém pra acudir o BB kkkk, então tomou no cuzin chorando 😭😭 mesmo kkkkk, pense numa gozada de responsa.
Responder↴ • uid:1dp41ix8mfw6Nick novinho: Tesão demais entre irmãos 🔥
Responder↴ • uid:mnr646rfq4lKaike: Delicia
Responder↴ • uid:46kq0orsb0c