#Traições

Traição e um vício 03

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Muleque doido

Eu agora tinha virado uma adolescente cheia de dúvidas de perguntas cheia de vergonha sem graça porque eu não entendia aquilo pra mim aquilo era vergo

Pra mim aquilo tudo era desprezível inaceitável.
Eu estava com ódio da minha mãe mais do meu tio porque o meu pai não merecia aquilo que a minha mãe estava fazendo com ele.
Voltei para a casa e encontrei ela arrumando a casa e fazendo o almoço com uma cara de bosta dela.
Aquela cara fechada de poucos amigos.
Ela agia como se nada devesse acontecido.
Já começou a me dar ordens para fazer as coisas em casa porque ela estava muito ocupada de manhã e não deu tempo de fazer quase nada.
Mas eu já sabia qual era a ocupação dela de manhã,
Mal sabia ela que eu agora sabia a pessoa nojenta que ela era.
Eu fui ajudar ela arrumar a casa e entrei no quarto dela o cheiro ainda estava lá aquele cheiro forte de sexo a cama sem lençol porque ela tinha tirado pra lavar mostrava as mancha molhada de suor e de porra deles.
Eu pra provocar ela gritei lá do quarto dela porque a cama dela estava toda molhada.
Ela respondeu que aquilo não era da minha conta.
Eu não iria deixar barato então eu perguntei o meu tio teve aqui porque o quarto está com cheiro dele naquele momento ela entrou no quarto com tudo me olhando com os olhos arregalado e me mandando respeitar ela.
Eu respondi que conhecia o cheiro do meu tio e sabia que aquele cheiro era dele.
Ela maís uma vez mandou eu calar a boca para com aquilo e sair do quarto dela.
Mais ela mudou de côr o jeito assustado dela era visível os olhos arregalado me olhando eu pra mexer ainda mais com ela passei a mão onde estava molhado na cama e perguntou oque era aquilo nesse momento ela pegou na minha mão e me puxou pra fora do quarto dela e me levou pra fora até a pia e lavou a minha mão nesse momento ela voltou fechou a porta do quarto dela e falou que não queria me ver lá dentro e que era pra mim ir para o meu quarto que não precisava de ajuda ela não.
Bom aquele dia a cara da minha mãe não era aquela cara de raiva era uma cara de preocupação assustada me olhava a distância de um jeito estranho.
Quando o meu pai chegou ela conversava com ele diferente mais mansa respondia ele com maís calma não era com aquela cara fechada que ela sempre tratava ele e sempre ela me olhava quando eu cheguei perto do meu pai ela mandou eu deixar ele em paz porque ele estava cansando que não era pra me perturbar ele não.
Ela começou a evitar pra mim não chega perto do meu pai.
Nisso o meu tio chegou e ela olhava pra ele fazendo alguns sinais com o rosto pra como querendo dizer pra ele ir embora.
Logo o meu tio foi falar comigo ela chamou o meu tio e nisso ela começou pra disfarçar fazer umas perguntas sem noção pra ele só pra chamar atenção dele até que ele chegou perto dela nesse momento ela falou alguma coisa pra ele que olhou pra trás olhou para o meu pai pra mim e arrumou uma desculpa e foi embora.
Sábado e domingo ela não tirava os olhos de mim na sexta feira ela eu também não fui pra escola figuei escondida pra ver se o meu tio iria aparecer e ele apareceu querendo saber oque estava acontecendo a minha mãe mandou ele ir embora que na terça falava com ele contava tudo.
Ele foi embora correndo de la de casa ele também ficou assustado pelo jeito da minha mãe com ele.
Aquela noite na hora que fui dormir o meu corpo queimava a minha bucetinha pegava fogo escorria sem parar a Sena deles trepado veio na minha cabeça com força então eu figuei louca fechei bem a porta do meu quarto e deitei na cama e comecei a me tocar.
E Sena dela deitada o meu tio com aquela rola entrando e saído dela me deixava louca eu não demorei nada e comecei a gozar lembrava dela sentando na rola dele fazendo aquela rola i sumido dentro dela me dava a impressão que era eu que estava sentindo aquela rola dentro de mim aquilo me fazia eu gozar sem parar.
Quanto mais eu gozava mais eu queria gozar eu mal tocava na minha bucetinha já gozava .
Eu gozei tanto aquela noite que dormi feito uma pedra.
Mais quando eu acordei o estava tudo lá denovo era uma coisa que parecia que não iria passar era só eu a lembrar daquela Sena que eu ficava louca o meu corpo pegava fogo a minha bucetinha escorria os meus peitinhos endurecia eu virava outra pessoa.
E quando eu não conseguia gozar me dava um ódio pôr dentro uma raiva me dava vontade de sair matando todo mundo que aparecia na minha frente.
Eu fui pra escola na segunda feira mais não falei nada pra ninguém porque eu estava morrendo de vergonha de conta pra alguém sobre a minha mãe mesmo sabendo que era normal da gente contar tudo uma para as outras mais eu não tive coragem de contar sobre aquilo figuei sem graça de conta alguma coisa.
Na terça feira era o dia do combinado deles eu levantei a minha mãe estava arrumando pra sair também eu sabia que ela iria encontrar com eles mais a onde ?
Eu queria saber oque realmente acontecia com eles.
O meu pai saiu eu falei que iria pra escola ela me chamou porque ela já tinha feito isso muitas vezes mais eu não sabia que era pra encontrar com o meu tio mais o amigo dele.
Ela me chamou e me falou que o almoço estava pronto se eu chegasse era pra arrumar o almoço pra que depois ela arrumava a cozinha que ela iria na casa da minha avó a mãe dela.
Eu pensei ela vai e pra casa do outro homem então eu fiz de conta que ia pra escola e figuei escondida esperando ela sair não demorou muito ela saiu rumo a casa da minha avó ela realmente foi pra casa dos meus avós ela entrou e ficou lá mais eu figuei distante observando ela.
Ela ficou quase duas horas na casa dos meus avós eu até achei que ela não iria saí dela que ela realmente iria ficar ali o dia todo.
Mas logo ela saiu com umas sacolas na mão era coisas que os meus avós dava pra ela.
Ela estava tão distraída que ela foi em minha direção eu até pensei em aparecer na frente dela mais mudei de ideia.
Ela passou perto de mim e não me viu.
Ela foi em direção a nossa casa eu achei ela vai volta pra casa.
Mais chegando perto de casa ela virou em outra direção já era umas dez horas da manhã quando ela entrou na vila de baixo da nossa parecia uma favela aquela vila era uma invasão.
Aquele tipo de casa colada na outra então ela foi entrando nessa favela logo de longe eu vi o meu tio na parte de fora de uma delas esperando a minha mãe eles se falaram nisso o amigo dele saiu pra fora também e eles entraram na tal casa e fecharam a porta.
Eu figuei de longe olhando passei na porta da casa mais não dava pra ver nada lá dentro tinha uma janela virada para a rua mais estava fechada também então não tinha como ver nada.
Eu figuei lá na rua passando de um lado para o outro e nada deles saírem.
Ela só saiu lá pelas duas horas da tarde ela ficou lá dentro das dez as duas e meia quando ela saiu estava toda molhada como se estivesse tomando banho.
Ela quando saiu deixou as sacolas quase toda lá dentro depois eu figuei sabendo que ela tinha levado comida pra eles que ela tinha feito comida lá na casa da minha avó e falado que iria levar almoço pra mim mais na verdade era pra eles almoçar lá ela só levou as vasilhas de volta.
Eu queria descobrir de tudo que a minha mãe estava fazendo.
Na quarta eu fui pra escola quando eu cheguei em casa vi que o meu tio tinha indo lá em casa as roupas de cama estava pra ela lavar fui no quarto dela a cama estava molhada então era sinal que o meu tio ou alguém teve lá em casa eu não esperava que ele iria aparecer assim tão rápido lá em casa achei que ele iria só na quinta mais eles não tinham dia certo.
Depois eu descobri que a minha mãe ia lá nessa favela de duas a três vezes no mês mais também não tinha dia certo.
O meu tio ia duas ou mais vezes lá em casa na semana.
Depois eu descobri também que a minha mãe tinha um caso com um amigo do meu pai esse cara trabalhava com o meu pai quando ele tirava folga a minha mãe ia na casa dele só que ele morava abaixo de casa era a quinta casa abaixo.
Ela ia lá ficava lá dentro uma ou duas horas e voltava pra casa.
A minha mãe era uma verdadeira puta ela passava até cinco meses sem dar para o meu pai e quando dava pra ele era uma confusão ficava falando pra ele andar logo que ela estava cansada que ela não estava bem aquele dia era mais por obrigação mesmo pelo jeito ela não gostava de dar para o meu pai.

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Comentários (3)

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  • Sandro: Uma observação; a palavra Sena está escrito errado. Cena (com 'c') refere-se a um palco, episódio, paisagem ou representação artística (ex: "a cena do crime"). Sena (com 's') é um termo raro, geralmente relacionado ao número seis, como em jogos de cartas, dominó ou na Mega-Sena.

    Responder↴ • uid:i1kgr9v14e1
  • FJO: Uma verdadeira vagabunda

    Responder↴ • uid:gqaw1aqrb
    • Bruninho: Verdade

      • uid:h5hwvkfzk