#Traições

Encontro inesperado no comboio - Parte 1

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R_M

Dois estranhos que se viam no elevador e que nem sabiam o nome um do outro, encontram-se no comboio e descobrem uma inesperada tesão entre os dois.

Tenho 51 anos, casado e com filhos. Casamento onde temos conseguido manter a chama entre os dois, contrariando a natural rotina de uma relação longa.
Mas isso não evita que a minha mente fantasie ao longo do dia. Seja com a visão de uma mulher, a quem nem conheço o nome, nos transportes. Seja no trabalho, onde vou mantendo mentalmente um ranking das colegas que mais me excitam, as mais sexys, as que mais me atraem – sem que ninguém desconfie disso pois mantenho sempre a discrição e compostura.
Trabalho num edifício de escritórios (a empresa onde trabalho apenas ocupa o último piso – de um total de 12 pisos), onde estão várias empresas diferentes. Isso permite-me admirar as mulheres que trabalham noutros pisos, seja à chegada de manhã, ao almoço, ou ao final do dia na hora de ir embora para casa.
Uma dessas mulheres, com quem me cruzo frequentemente, tanto no elevador, como ao almoço nos restaurantes em volta, é uma mulher casada que aparenta ter entre 45 a 50 anos, mas com um charme incrível! Trabalho no piso abaixo do meu (sai sempre antes de mim, no elevador)
Sempre bem vestida, com vestidos pelo joelho, ou calças de fato, decotes que, sem serem demasiado abertos, permitem perceber que tem um peito lindo e redondo. Cabelo escuro, abaixo dos ombros, e um sorriso lindo num olhar penetrante. Quando a vejo, faço sempre questão de cumprimentar, mesmo não sabendo o seu nome, cumprimento que retribui sempre com um sorriso educado e aberto.
Sem esperar e numa destas manhãs, estava eu de pé no comboio, encostado à parede na zona da porta e um comboio a abarrotar de gente. Quando a vejo no meio de algumas pessoas numa estação, a tentarem entrar no comboio. Uma surpresa para mim – até então nunca a tinha encontrado nos transportes.
Sigo-a com o olhar, vendo como ela ia lutando para entrar, num comboio já de si lotado. Vestia uma saia pelo joelho, uma camisa branca com dois botões abertos (que permitia adivinhar – um peito sensual) e um colar comprido que fica pendente entre o peito, bem dentro do seu decote, com o casaco dobrado no braço junto da mala.
Entrou no comboio, com dificuldade, passando a custo pelo meio da multidão que já lotava o comboio, seguida pelo meu olhar discreto que a mirava em cada pormenor. Por coincidência, ela consegue passar e chegar-se à zona onde eu estou, encostado à parede do comboio de frente para ela.
O nosso olhar cruza-se, e ela sorri para mim, num sorriso aberto de cumprimento silencioso, encostando-se a mim de frente, no meio de uma multidão de pé naquele comboio, que nos aperta como sardinhas em lata. Sorrio de volta, dando-lhe bom dia.
Oiço-a a dizer-me baixinho, sorrindo: “Desculpa o aperto, mas isto está lotado.”.
Respondo sorrindo: “Não é preciso desculpas…hoje está péssimo!”.
Eu encostado à parede do comboio e ela de frente para mim, corpo praticamente colado ao meu, em pé num comboio em movimento e no meio de uma multidão.
Responde-me: “O meu nome é Helena. Acho que nunca nos apresentámos quando nos vemos.”, enquanto o balanço do comboio e a multidão em pé a prensa e empurra contra mim. E ela diz de seguida “Desculpa o aperto! Mas com tanta gente aqui dentro…”
Sorrio de volta: “O meu nome é Rui…prazer Helena! Já te tinha visto tanta vez e nem sabia o teu nome. E não peças desculpa! Lotado como isto está…podes apertar-me à vontade!”
O final da frase saiu-me de forma inesperada. Na minha mente era para ser uma brincadeira ligeira, mas acabou sendo uma ligeira provocação a alguém que nem conhecia e nem sabia se iria reagir bem a isso, o que me preocupou assim que o disse. “Desculpa…não quis parecer inconveniente!”
O rosto dela ilumina-se num sorriso aberto e com um olhar provocador responde-me algo que não esperava ouvir: “Não foste! Posso dizer-te que me parece uma óptima forma de passar a minha manhã: a apertar-te à vontade!”
Apanhado de surpresa reajo rapidamente e baixando explicitamente o meu olhar ao decote dela com o colar pendurado no meio do peito torneado pela camisa ligeiramente aberta, e respondo-lhe:
“A mim parece-me a melhor forma de passar a manhã, bem apertado por ti!”
Ela sorri com o olhar provocador, à minha resposta e devolve a provocação
“Se bem que, há formas muito mais interessantes e prazerosas de te apertar…para além desta, claro!”
Sinto o meu pau a enrijecer por dentro dos boxers, e sem tirar o meu olhar do decote dela, admirando os contornos visíveis do seu peito, sinto-a a chegar-se ainda mais a mim, de frente. E aproveitando o balanço do comboio, os nossos corpos roçando-se lentamente, um no outro. Ao sentir o meu pau duro contra ela, ela provoca-me com o olhar directo ao meu, mordendo ligeiramente o lábio com a tesão que aumenta dentro dela. Sem ninguém perceber à volta.
Com uma mão, envolvo-a pela cintura e agarro-a pelo rabo, apertando aquela bunda redonda e sensual, puxando-a contra mim para me sentir todo, caralho duro dentro das calças, contra ela. Com os movimentos do comboio, numa dança sensual e provocante um com o outro, roçando corpo no corpo. Com tanta gente em volta, mas todos mexendo no móvel e ninguém reparando.
Chega bem perto de mim, com a boca bem perto da minha, mas contendo-se para evitar que nos vejam beijando, e sussurra-me .
“Estás a deixar-me toda húmida…”
Antes que possa responder, ela roda sobre si mesma, e vira-se de costas para mim, no meio de todo aquele aperto de gente no comboio.
Com um olhar bem safado, enquanto faz o movimento, e uma das suas mãos a aproveitar para, ao virar-se, agarrar-me o pau por cima das calças por momentos.
E assim, de costas para mim, a mão direita para trás dela, agarrando-me e apalpando o meu caralho teso e duro, encosta bem o rabo ao meu pau, colando-se a mim.
Começa a movimentar-se lentamente, com a mão apalpar-me o pau teso, roçando a bunda dela contra mim, sentindo-o rijo contra o rabo dela. Aproveito e desaperto o fecho da braguilha, pegando na mão dela e metendo-a dentro das minhas calças. Ela olha por cima do ombro para mim, e revira os olhos, enquanto a mão procura o meu pau nos boxers, louca de tesão.
Digo-lhe ao ouvido em sussurro:
“Enfiava-te este caralho teso agora …todinho!…que tesão louca para te foder aqui mesmo!”
Soltas um gemido surdo, ao ouvir-me, e o teu corpo reage roçando-se cada vez mais.
A minha outra mão, agarrando-a pela cintura contra mim, vai-a movimentando de rabo contra o meu pau, em movimentos como se a fodesse ali mesmo, como se estivesse já dentro dela, naquele vai-e-vem que te sente funda, bem fundo dentro de ti.
Consigo, com essa mão, meter por dentro da tua saia, descendo à tua cuequinha. Sinto a renda das tuas cuequinhas, nos meus dedos, e desço até sentir a cona, aquela buceta molhando de mel a renda das cuequinhas. Viras a cabeça e dizes-me baixinho:
“Estou toda húmida…Só me apetecia que me enrabasses aqui mesmo, que me fodesses o cu até eu gozar e vir-me toda!”
Olho em volta, para confirmar que ninguém ouviu, mas quem está mais perto de nós, está completamente distraído com auriculares, ouvindo musica ou vendo vídeos no móvel.
Já tenho os dedos dentro das tuas cuequinhas, e sinto o teu clitoris nos meus dedos, rijinho com tesão, acariciando-o nos dedos, em movimentos circulares. Provocando-o e estimulando-o. Desço os dedos à sua buceta, sentindo os lábios a abrirem-se, completamente molhados.
Meto-te um dedo…dois dedos, sentindo a sua buceta a abrir-se, subindo de novo ao clitoris. E descer depois, de novo à buceta, e continuar acariciando a sua buceta bem nos lábios, ora metendo os dedos e acariciando-a por dentro. A mão dela no meu pau, dentro das calças, em movimentos cada vez mais acelerados. O rabo dela movimentando-se cada vez mais, contra o meu pau, como se a fodesse ali mesmo, por trás. Sem para de lhe acariciar e masturbar a buceta cada vez mais encharcada.
Até que sinto o corpo dela a começar a estremecer, a respiração ofegante, os olhos a quererem fechar-se, mas olhando em volta para garantir que ninguém está a reparar. E começo a senti-la a gozar, a vir-se nos meus dedos, os jorros de mel derramando da buceta dela para os meus dedos. E os meus dedos sem parar de a estimular e masturbar, enquanto se vem para mim, até sentir que o corpo dela parou de estremecer.
Sem que alguém note, dou-lhe um beijo carinhoso e lento, no pescoço. E ela deixa-se encostar toda contra mim, com a minha mão segurando-a pela cintura.
“deixa-me só recuperar o folego…safado”
Sorrimos ambos, sabendo o que aconteceu ali e sem que alguém reparasse.
Ela vira-se de novo de frente para mim e olha-me nos olhos:
“Fizeste-me vir todinha…safado…aqui mesmo no comboio! Agora vou ter de me vingar”
Respondo-lhe: “Estou doido para que te vingues de mim!”
Até morde os lábios, face à provocação. Não consigo tirar os olhos do decote, de como o colar fica mesmo no meio do peito, em contraste com a pele nua do seu decote.
Provoca-me ainda mais “Gostas? Doido para me apalpares as mamas? Vais ter de me mamar as mamas…chupar-me os mamilos…Fico louca de tesão quando me chupam os mamilos e as mamas!”
De repente, o comboio para numa estação…e já é a nossa estação! Nem demos pelo tempo a passar.
“Fecha o fecho da braguilha…e vem comigo! Tenho de me vingar de ti!”
Obedeço a saio atrás dela, mas já na plataforma da estação, de repente alguém a chama pelo nome. Uma mulher sai de outra carruagem e, ao ve-la, chama-a pelo nome, enquanto caminha na nossa direção, por entre a multidão.
Ela diz-me rapidamente:
“Disfarça que é minha vizinha…conhece o meu marido! Diz-me o teu insta para te mandar msg! Rapido!”
Digo-lhe rapidamente o meu user de instagram e vejo-a a pegar no movel disfarçadamente, antes que a vizinha chegue ao pé de nós. Eu começo a andar para as escadas, mantendo a naturalidade, e percebo que ela está a tentar escrever o meu user no instagram dela. Mas reparo que a vizinha chega perto dela rapidamente, quando começo a descer as escadas.
No caminho para o escritório, aquele momento não me sai da mente. A tesão acumulada (e não descarregada) é muita mesmo! Nem sei como vou aguentar o dia, sem ir ao wc masturbar-me. Aquele momento que nunca imaginei vir a ter, com aquela mulher que sempre me atraiu, deixou-me completamente de cabeça na lua.
Entro no elevador e, até que as portas fechem, no meio das pessoas que entram, entra a Helena e a vizinha. Sem que alguém repare, ela faz-me um olhar provocador e eu mantenho a compostura. Vejo-a a sair, conversando, com a colega (saiu no mesmo piso) que é vizinha, e eu subo e vou me sentar na minha secretária.
Passado 10 minutos, recebo uma msg no instagram, como que a medo, para saber se era mesmo eu. Vejo o nome de utilizador, e é a helena. Respondo de imediato: “Deixaste-me louco de tesão! A tua vizinha percebeu alguma coisa?”
Responde-me rapidamente dizendo que a vizinha não suspeitou de nada. Pelos vistos, a Helena costuma vir no mesmo comboio que eu, mas em carruagens diferentes, e no meio da multidão, eu nunca tinha reparado nisso.
Trocamos algumas msgs, até que ela me diz “Sabes as escadas de incendio interiores do edifício? Vai lá ter e desce ao piso 9 (está vazio – a empresa saiu no mês passado). Anda agora!”
Só respondo rapidamente um “Estou a caminho”, enquanto em levanto e saio. Dirijo-me às escadas interiores de incendio, ao lado dos elevadores, cumprimento dois colegas que chegam agora à empresa, e desço as escadas até ao piso 9. Confirmo, no hal dos elevadores do piso, e oiço barulho. Ao ver melhor, estão homens a carregar secretárias para os elevadores. Volto às escadas e espero.
Oiço quase de seguida, os saltos a descer as escadas, e vejo-a surgir escadas abaixo, ao meu encontro.
Puxa-a para a parede, para que ninguém nos possa ver, de outros pisos, e a boca dela finalmente toca a minha, num beijo quente e provocante. Beijando-lhe a boca com vontade e tesão. Apalpando-te o rabo ali contra a parede, num beijo quente e cheio de tesão entre os dois, as tuas mãos percorrendo-me as costas e apertando-me a bunda.
Aviso-te rapidamente: “Não podemos ir para o hall….estão a carregar as secretárias e cadeiras para o elevador…mudanças”.
Respondes-me, entre beijos e amassos “Foda-se….que merda! Deixaste-me louca para te foder!”
Sussurro-te ao ouvido, ao beijar-te o ouvido lentamente “E eu doido para te foder toda! Só temos é de arranjar a oportunidade e o local!”
“Queres foder-me toda??? Safado…cabrão! Fazes-me vir num comboio cheio de gente…tive de me aguentar para não começar a gemer que nem uma puta…Então, arranjamos o tempo e o local, e vais-me foder toda! Quero que me fodas à bruta e me faças gemer como uma puta louca de tesão!”
Reviro os olhos de tesão ao ouvi-la. Já só nos roçamos um no outro, contra a parede, ela sentindo-me bem duro e teso contra ela, as minhas mãos a percorrerem o decote dela, e (finalmente) a poderem sentir as suas mamas envoltas na minha mão.
Entre gemidos de ambos, oiço-a “Foda-se…adoro que me apalpes as mamas!”…seguido de um “Enquanto não temos um quarto, tenho de retribuir o comboio…”
E de repente, ajoelha-se à minha frente, abrindo-me as calças, enquanto eu me encosto à parede. Com aquela visão desta linda mulher que deixei com uma das mamas fora do soutien e à mostra, ajoelhada à minha frente abrindo-me as calças e pondo o meu pau bem duro e teso de fora, quase lhe batendo na cara, de tão próxima.
Pegas-lhe com a mão, olhando-me provocadoramente nos olhos, e começas a mete-lo na boca, primeiro beijando a glande, a cabeça, descendo a língua devagar até às bolas.
Esse teu olhar guloso de safada, o meu caralho duro na tua mão e na tua boca.
Continuas a percorrê-lo com a língua ao de leve, e sobres à cabeça do meu pau, onde já sentes a pré-esporra que já sai dele. E de repente, com uma das mãos a acariciar-me os colhões, abres a boca e engoles o meu caralho de uma só vez! Quase até ao fundo. Uma e outra vez, sem parar, até o enfiares todo na boca. Consigo sentir a cabeça do meu caralho na tua garganta, o som abafado do teu engasgo, a habituares-te a ele. E continuas nesse vai-e-vem, tirando-o da boca e engolindo-o de seguida, até conseguires voltar a mete-lo todo na boca, com as bolas a bater-te no queixo.
Não me consigo conter de tesão e agarro-te pelo cabelo, pela cabeça, e começo a puxar-te para o meu pau, enfiando-to todo na boca, fodendo-te a boca a cada estocada, com a saliva a escorrer da tua boca pelos engasgos. Quando julgo que estou a exagerar, e abrando, as tuas mãos no meu rabo, puxam-me contra a tua boca e mantêm o meu movimento de te foder a boca, conseguindo ouvir os teus gemidos abafados misturados com os meus próprios gemidos.
Já me sinto completamente louco de tusa e pronto para gozar e vir-me todo. Olhar para baixo e ver a tua boca completamente cheia de o meu caralho, é uma visão que me deixa louco!
Entre gemidos, sussurro-te “Vou-me vir! Vou gozar e encher-te a boca de esporra!”
Tiras-o da boca e provocas-me “Enche-me a boca de leite quente! Fode-me a boca e enche-me de esporra cabrão!”
Reviro os olhos e deliro de tesão, aumentando os movimentos a foder-te a boca e começo a vir-me todo, gozando na tua boca, sentindo os jorros de esporra jorrando na tua garganta, enquanto tentas não te engasgar e ir engolindo os jorros, sem nunca parares de me mamar o caralho.
Acabo de gozar e de me vir todo, e sem nunca largares o meu pau nas tuas mãos, limpas o meu caralho cuidadosamente com a boca, bebendo cada gota de esporra, deixando-o seco e limpo.
Levantas-te e encostas-te a mim de frente, eu de costas para a parede.
E eu puxo-te e beijo-te a boca, lingua bem dentro da tua boca, a sentir o sabor da tua boca, num beijo quente e demorado.
Ao fim de um pouco, entre os nossos beijos, ainda me dizes:
“Não sabia se me querias beijar a boca depois de te fazer a mamada”
Respondo-lhe:
“Como não te beijar a boca?!?!?!? Claro que sim! Adoro sentir essa boca depois de me fazeres esta mamada incrível! Que broche maravilhoso!”
Sorris e abraçamo-nos.
“Por hoje só pode ser assim…mas não queria que ficasses a seco, depois de me teres dado um orgasmo brutal no comboio! Mas temos de arranjar tempo e local para foder com calma, quero que me fodas toda!”
Concordo: “Quero foder-te toda! Com calma e sem a pressa de alguém chegar! Deixas-me louco de tesão!”
E separamo-nos, por agora, retornando aos nossos pisos.
Sem parar as mensagens, as provocações por mensagem durante o dia.
E do nada, estávamos a enviar nudes um ao outro, tiradas no cubículo do wc, provocando-nos mutuamente. Ao ponto de a Helena ter de ir ao wc e masturbar-se com a tesão das nossas provocações e nudes.
Tem sido assim, daí em diante, provocações constantes, mensagens constantes, até que (finalmente) arranjámos tempo e local para nos podermos encontrar e libertar toda a tesão de nos fodermos.
Mas isso fica para um segundo conto.

Espero que gostem!

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R_M #Traições

Comentários (5)

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  • Professora Helena: Que delicia de historia...minha nossa está de parabéns porque ficou delicioso 😋 Eu amei amei amei....

    Responder↴ • uid:1dg7xzynb77j
    • R_M: ....vai ter continuação....A musa que inspirou o texto é que o tornou assim...quente e delicioso. ;-) beijo

      • uid:1e8s88pyptjn
  • @Cacalo64: Parabéns, belo conto...

    Responder↴ • uid:v9mdumgcvhf
  • @Cacalo64: Adorei o conto, muito detalhado e excitante, parabéns...

    Responder↴ • uid:v9mdumgcvhf
    • R_M: Obrigado :-) Grato ;-)

      • uid:1e8s88pyptjn