Eu não Cabine de um Caminhão
Nosso carro quebrou na estrada, entao meu esposo me fez pegar carona com um caminhoneiro ate uma parada de descanso 🍆🔥👙😋❤️
Ser professora as vezes nao é so cuidar dos alunos mas também entender os segredos mais ocultos que muitos pais e mães guardam entre si. Uma mãe me procurou porque queria muito desabafar, algo que seu marido jamais poderia saber dela. Ela acha que ele desconfiava de uma possível traição.
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Meu nome é Lex, tenho 21 anos meu nome é diferente porque vim de Portugal para o Brasil. Marcio meu esposo tem 22 anos e tinha um tio caminhoneiro, por isso desde a infância era encantado pelas aquelas enormes máquinas.
Na adolescência visitou várias exposições e salões do automóvel com seu pai, e sempre dava uma atenção especial ao setor de caminhões, ficava fascinado com as cabines confortáveis e bem equipadas com cama de casal, ar condicionado e geladeira.
Quando começamos a namorar, ele sonhava em viajar comigo mundo afora, e fantasiava transar na cabine de um daqueles caminhões.
Mas a realidade é diferente, logo depois de casar engravidamos e a responsabilidade de cuidar da família e do filho se sobrepôs aos seus sonhos e fantasias.
Uma vez fomos passar as festas de fim de ano na casa dos pais dele em SP, Luigi nosso filho não tinha nem dois anos ainda.
Ele preferia pegar a estrada de madrugada, porque o trânsito era praticamente só de caminhões, ele admirava o respeito, o companheirismo e a linguagem de sinais utilizada pelos caminhoneiros na estrada.
Chegando próximo a serra das araras, numa região desabitada e cercada de montanhas, nosso carro enguiçou, não tinha sinal de celular para chamar o socorro do seguro, paramos a uns 300 mts de um telefone de emergência, Marcio caminhou até lá, mas não estava funcionando, o outro ficava mais de um km no sentido oposto, e meu esposo não quis me deixar sozinha no carro com nosso filho.
Resolvemos esperar e sinalizar torcendo para alguém parar.
Uma hora e meia depois os poucos carros e caminhões que passaram, ignoraram nossos sinais.
Estávamos preocupados sem saber o que fazer, nos últimos 20 minutos não tinha passado nenhum carro.
Vimos faróis ao longe, meu esposo desesperado foi para o meio da estrada abanando os braços.
Respiramos aliviados quando vimos a seta ligada, o caminhão reduzindo e se encaminhando para o acostamento atrás de nós.
Era uma carreta enorme, o motorista, um cara de uns 45 anos, alto, forte, muito educado e bem arrumado, se apresentou como Rui.
Meu esposo disse que tentou chamar o seguro, mas não conseguia sinal de celular.
Rui fez alguns testes, e disse que era problema de elétrica, ele não tinha como resolver e nem equipamento para rebocar.
Enquanto eles faziam os testes, Luigui nosso filho acordou chorando, normalmente ele dormia a noite toda, peguei uma mantinha, enrolei nele, porque apesar do verão, naquela região sempre faz um friozinho, sentei no banco da frente, baixei a alça da blusa e dei de mamar.
Logo ele dormiu de novo, botei de volta no bebê conforto, percebi que Rui ficou espiando discretamente, e que meu esposo também tinha reparado.
Rui falou que ia seguir por mais uma hora, parar para tomar um banho e dormir no recanto de caminhoneiros, podia acionar nosso seguro de lá, mas com certeza o socorro não chegaria até a manhã seguinte.
Meu esposo perguntou se tinha uma pousada naquela parada.
Rui respondeu que tinha sim, mas ele como a maioria dos outros caminhoneiros, dormiam na boleia mesmo.
Meu esposo já tinha dado uma boa olhada no interior do caminhão quando Rui desceu. Moveu o olhar do caminhoneiro para mim e depois para o caminhão de forma estranha, pensou um pouco, comentou que não era prudente nós ficarmos ali, nem deixar o carro sozinho no acostamento a noite, e perguntou se o Rui podia levar eu e o Luigui até a pousada.
Rui concordou.
Meu esposo de supetão pegou a bolsa do nosso filho no carro, botou os documentos do seguro e o telefone dentro, me entregou e mandou eu seguir com o Luigui até a parada, acionar o seguro e pernoitar lá.
Meio atordoada, peguei as coisas, meu esposo me deu um beijo, e me fez subir no caminhão, ele me entregou o Luigui, e dois minutos depois já estávamos em movimento, me surpreendi com o espaço e conforto da cabine bem organizada, equipada com compartimento refrigerado e uma grande cama bem arrumada com uma linda colcha atrás dos bancos de couro.
Uma música ambiente embalava a viagem, o ar condicionado me arrepiou toda e os bicos dos peitos endureceram.
Rui percebeu, passou a mão no meu braço perguntando se eu queria que desligasse o ar ou algo para me cobrir.
Me dei conta que meu marido tinha acabado de ficar na estrada e me embarcado sozinha com o bebê, num caminhão com um cara que tinha conhecido a menos de meia hora, só com o celular e a roupa do corpo, pois na bolsa só tinha as coisas do nosso filho.
Eu estava com uma blusa de alcinhas de malha fina, sem sutiã, uma saia jeans pouco acima do meio da coxa, fechada por botões na frente, os três de baixo abertos para ficar mais confortável.
Rui gostava de ficar alisando minhas coxas enquanto dirigia, quando passava por um caminhão ou pedágio, acendia a luz interna para exibir meus seios e minha calcinha, naquele dia estava com uma de renda vermelha bem pequena e transparente.
Respondi que estava bem, não precisava se preocupar, fechei um botão da saia pois a calcinha estava aparecendo, e continuamos conversando sobre viagens, ele era um cara bem alegre, e em momento algum esboçou qualquer ousadia, me senti segura e a vontade.
Chegamos na parada, era um posto com um pátio enorme com muitos caminhões estacionados para passar a noite.
Rui me deixou na recepção da pousada e foi estacionar a carreta.
Liguei para o seguro, passei os dados da apólice, localização do carro e fui avisada que o socorro só chegaria na manhã seguinte.
A pousada estava lotada, mas a recepcionista informou que atrás da lanchonete tinha banheiro com chuveiros, onde podia tomar banho e me trocar.
Sentei na lanchonete perdida nos pensamentos, sem saber o que fazer, não tinha onde dormir nem roupa para trocar.
Rui parou na minha frente, estava de banho tomado, com os cabelos bem penteados ainda molhados, de short e camiseta largos de basquete, uma toalha nos ombros, me perguntou se estava tudo resolvido.
Respondi que o socorro só ia chegar pela manhã mesmo, mas não tinha quarto vago na hospedagem.
Ele disse que o caminhão era bem confortável, eu podia ficar à vontade na cama que ele se virava no banco.
Aceitei sem hesitar, pedi pra ele olhar o Luigui enquanto eu tomava um banho, e uma toalha emprestada por que na correria só tinha pego os documentos e o celular.
Ele saiu e voltou com uma toalha limpa, sabonete e uma camisa, insistiu que eu levasse a camisa para ter uma opção de roupa para trocar.
Depois do banho me senti revigorada, a camisa dele estava limpa e cheirosa, era uma blusa de manga comprida, tecido fino e macio, branca com xadrez azul, resolvi experimentar.
Ficou enorme, dobrei as mangas, olhei no espelho, parecia um vestido, percebi que ficou ligeiramente transparente, destacando a calcinha vermelha por baixo.
Fiquei imaginando se meu esposo tinham premeditado tudo aquilo, eu numa parada de caminhoneiros, vestida com a camisa meio transparente de outro homem, indo dormir no caminhão dele.
Sem perceber mergulhei de cabeça naquela fantasia, me entreguei ao jogo de sedução, sem avaliar onde iria parar.
Abri dois botões de cima e dois de baixo, permitindo a visão de boa parte dos meus seios e minhas coxas, me senti sexy, ajeitei os cabelos por cima do ombro, tirei a calcinha e saí do banheiro com o coração acelerado.
Rui me aguardava sentado com uma jarra de suco, Luigui dormia serenamente.
Rui levantou com um sorriso, fiquei na ponta dos pés e puxei seus braços para dar um beijo no rosto agradecendo, senti seu perfume envolvente e as mãos grandes nos meus braços, percebi que ele olhava disfarçadamente por dentro do meu decote com um ligeiro embaraço.
Sorri satisfeita com a reação dele.
Fizemos um lanche leve a base de frutas e frios, conversando sobre nossos gostos, com sutis toques de mãos.
Voltamos para o caminhão, ele abriu a porta, segurou o Luigui com uma mão e ofereceu a outra para me ajudar a subir, eu sabia que quando subisse os degraus altos para a cabine, os botões abertos da camisa iriam deixar minha xaninha depilada exposta, subi lentamente, percebi sua surpresa.
Enquanto ele subia pelo outro lado, acomodei o luigui na cama, e sentei no banco, meio de lado, as pernas dobradas sobre o banco, mostrando quase até a bunda.
O ar dentro da cabine ainda estava frio, fazendo os bicos dos meus seios eriçarem novamente, passei as mãos para chamar atenção, dessa vez ele olhou sem disfarçar, sem embaraço.
Pegou uma pequena garrafa de vinho branco e duas taças na caixa térmica, serviu e fez um brinde.
“AOS PROBLEMAS, SOLUÇÕES E SURPRESAS”.
Bebemos com os olhos nos olhos, ele se aproximou acariciando minha nuca, me deu um beijo lento, cuidadoso, romântico.
As mãos deslizando pelos meus ombros, descendo, afastando a camisa, abrindo um botão de cada vez, beijando e provando cada pedaço de pele que se mostrava, soltou o ultimo botão me deixando nua.
Com delicadeza me deitou de costas na cama, deitou entre minhas pernas, beijando, lambendo, enfiando a língua fundo na minha xaninha, proporcionando um prazer suave, gostoso, tranquilo, sem pressa.
Quando tirou as roupas, revelou um corpo musculoso, atlético e um pau lindo, reto, duro, pouco maior e mais grosso que o meu esposo.
Aproveitei para acomodar Luigui no banco da frente e voltei para a cama.
Ele ficou brincando, esfregando o pau na entrada da bocetinha, abrindo e enfiando aos poucos, comecei a ficar ansiosa para sentir ele dentro de mim, levantava o quadril e puxava ele ao mesmo tempo, mas ele mantinha o controle da penetração, relaxei e me abri o máximo que pude, me entregando totalmente a vontade daquele homem.
Senti ele me abrindo a cada milímetro da penetração, pareceu uma eternidade até seus pelos roçarem minha pele.
Deitou com todo o peso sobre meu corpo, ficou parado enterrado bem fundo em mim, enlacei minhas pernas nas suas costas girando o quadril.
Ele começou a se mexer lentamente, sincronizamos nossos movimentos, aumentando a amplitude gradativamente, até que ele tirava tudo e enfiava até o fundo novamente, sem pressa.
Senti uma onda tomando conta do meu corpo até transbordar num orgasmo como eu nunca tinha sentido, ele parou alguns segundos para eu respirar.
Antes que eu relaxasse, ele mudou de posição sem sair de dentro, me colocou de lado, ajoelhando entre minhas pernas começou a movimentar de novo agora num ritmo mais rápido, segurava minha coxa para cima e enfiava fundo me puxando, sentia ele empurrando meu útero a cada estocada, aquela onda ainda não tinha recuado e outra foi tomando meu corpo, mais intensa que antes, eu empurrava o quadril a cada estocada para sentir ele mais fundo, senti que ia gozar novamente, ele acelerou ainda mais me fazendo explodir num gozo que me sacudia o corpo todo, ele reduziu o ritmo e a intensidade deixando aqueles espasmos percorrer meu corpo,
Quando achei que ia parar, sem me dar tempo de respirar me colocou montada por cima dele, me puxando e socando por baixo, eu já não tinha mais controle, não conseguia acompanhar ele, que me levantava e baixava como se fosse uma boneca, cravando aquela tora em mim, comecei a sentir contrações no ventre, não acreditava que ia gozar de novo, ele me puxava com toda força empurrando o quadril pra cima.
Não consegui conter o som gutural que saiu da minha garganta quando a terceira onda explodiu nas minhas entranhas.
Ele me virou de costas na cama metendo num ritmo alucinado, parecia que estava maior dentro de mim, num arranque tirou de dentro e gozou.
A primeira golfada veio no meu rosto, apoiei os cotovelos levantando o tronco, a segunda veio nos meus peitos e pescoço, puxei ele para perto, botei na boca engolindo três ou quatro golfadas seguidas transbordando a boca, ele continuou gozando sobre minha barriga e ventre, espalhando sobre a bocetinha, no fim enfiou novamente, eu sentia ele ainda pulsando dentro de mim.
Com certeza gozou bem mais que o dobro do que meu esposo costumava gozar.
Olhei para o relógio do painel, fazia quase duas horas que tínhamos voltado para o caminhão, imagino que ele tenha metido uma hora sem parar, fiquei impressionada.
Transamos o mais silenciosamente possível para não acordar o Luigui
Ele pegou uma toalha macia, me limpou toda, depois com lenço umedecido completou a higiene, deitou ao meu lado beijando e acariciando, adormeci sorrindo, me sentindo nas nuvens.
Acordei por volta de três da manhã, ele me olhava, apoiado no cotovelo, os dedos flutuando sobre meu corpo sem me tocar, quando viu que eu acordei passou a me tocar acompanhado de beijos suaves.
Beijou cada pedacinho do meu corpo, me virou de bruços e continuou a exploração, depois de beijar todo meu corpo se concentrou na minha bunda, os beijos se transformaram em mordidas leves e chupões nas popinhas, começou a explorar o rego com a língua, empinei mais a bunda para facilitar, ele foi abrindo, forçando a ponta da língua no meu anelzinho.
Eu só tinha feito anal uma vez na vida, com o meu esposo, e não gostei muito, mas agora eu queria proporcionar esse prazer aquele homem que eu havia conhecido algumas horas antes, e já tinha me feito gozar como nunca antes na vida.
Afastei bem as pernas e abri a bunda com as mãos dando livre acesso.
Ele ficou brincando com meu anelzinho, enfiando os dedos aos poucos, alternando com lambidas, deixando meu anelzinho bem relaxado, suas mãos deslizaram pela lateral do meu corpo até os seios e ficaram ali apertando e acariciando, a boca foi subindo pelas minhas costas, seu pau encostou na entrada do meu cuzinho, suspirei de expectativa, ele ficou parado como se aguardasse minha autorização.
Dei uma rebolada olhando nos olhos dele e pedi para ir com cuidado porque não estava acostumada, ele pegou um creme não sei de onde, espalhou na entradinha e no seu pau, me abraçou novamente por trás, foi forçando com cuidado, fazendo carinho.
Mesmo com todo o carinho, preparação e lubrificação, a resistência foi enorme, quando a cabeça entrou não contive um grito de dor.
Luigui se remexeu e choramingou.
Rui aliviou a pressão e achou melhor desistir.
Apesar de querer muito, gostei mais ainda de ele ter desistido.
Trepamos de todos os jeitos possíveis o resto da noite com breves intervalos de descanso.
Logo que amanheceu Luigui acordou, dei de mamar inteiramente nua sob o olhar atento do Rui
Vesti a camiseta que ele usou na noite anterior e fui com Luigui tomar banho, dei banho nele troquei a cuequinha dele, vesti novamente a camisa de botões do Rui sem nada por baixo, e fui encontrar ele no refeitório.
Estávamos tomando café quando meu esposo chegou.
Parou do meu lado olhando sem falar nada, um arrepio de tensão e insegurança percorreu minha espinha.
Ele sorriu, disse que eu tinha ficado bem com aquela camisa, me deu um beijo delicioso, deu bom dia para o Rui e foi pegar café, me acalmei e sorri para o caminhoneiro.
Meu esposo sentou do meu lado brincando com Luigui, contou que o socorro trocou o regulador de voltagem e não precisou rebocar.
Perguntei como ele tinha passado a noite.
Ele colocou a mão na minha coxa, foi subindo até minha xaninha ainda melada, tirou a mão esfregando os dedos em cima da mesa, piscou o olho e sorrindo, disse que sonhou comigo transando na cabine de um caminhão.
Eu ri meio sem graça, e ele perguntou como nós tínhamos passado a noite.
Rui percebendo a cumplicidade e o fetiche do meu esposo, passou a mão nas minhas coxas e olhando pra mim respondeu que foi a melhor noite da vida dele.
Me segurei no braço do meu esposo, sentindo a mão do Rui nas minhas coxas, sorri sem saber o que falar.
Meu esposo disse que ficava feliz por ele ter cuidado bem de mim, me divertido e me proporcionado prazer.
Escreveu meu telefone num guardanapo, entregou para ele, e com a cara mais safada falou para não deixar de ligar quando passasse pela nossa cidade, para ir comer lá em casa.
Levantou, pegou o nosso filho e disse que ia me esperar no carro.
Fui abraçada com Rui até o caminhão, dei um beijo de língua bem gostoso, disse que ia guardar aquela camisa como recordação, ele prometeu que ia nos visitar e foi embora.
Meu esposo me esperava sorrindo do lado de fora do carro.
Abracei ele bem apertado dizendo que amava ele demais, mas estava exausta, entramos no carro verifiquei se o Rui estava bem acomodado, me aconcheguei no banco e dormi quase instantaneamente, só acordei já na garagem de casa.
Ele nem foi trabalhar, ansioso para saber dos mínimos detalhes da noite.
Passei o resto do dia só com a camisa do Rui, transando com o meu esposo e contando o quanto aquele homem tinha me feito gozar.
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Comentários (55)
Grisalho59: Cada mamãe que você encontra, loucas por aventuras como você, Bj
Responder↴ • uid:1dmdlsc7270pProfessora Helena: 💋💋💋 bjs pra vc tambem meu lindo
• uid:2vpqmr1ghjProfessora Helena: Que delicia heim menina...
Responder↴ • uid:2vpqmr1ghjBest: O MOTORA É HOMEM RAIZ
Responder↴ • uid:4b06cs5rk0aTarado: Eu sou louco com vc vou esperar seu t mbamm chá má
Responder↴ • uid:1ebnccc22863Professora Helena: Vou te chamar heim 😅
• uid:8mn4xftiv2Tarado: PD chá má mesmo eu amaria falar com vc
• uid:1ebnccc22863Duda: Senti falta de uma ação mais jovem mas os detalhes me fizeram tremer as pernas. Eu fugiria com um caminheiro assim sem olhar pra trás, nem voltava com meu esposo nunca mais
Responder↴ • uid:1dahm6soikNovinho: Que milagre cadê os novinhos da historia? Kkkkk Eu gosto quando tem minhas meninas e meninos para dar emoção nas fantasias kkk
Responder↴ • uid:4lowlgxi9Professora Helena: Ah tá na próxima vai ter meu filho 🫣
• uid:8mn4xftiv2Mineiro Raiz: Ola querida Helena, parabens, seus contos me deixam cada dia mais feliz e cheio de vivos assim como outros autores deste site maravilhoso
Responder↴ • uid:22lvcer6iiProfessora Helena: Obrigada meu querido, agradeço o elogio ❤️
• uid:8mn4xftiv2Beto: Boa noite professora que gosto delicioso....adoro a senhora
Responder↴ • uid:e0v46si44Professora Helena: Obrigada Beto, um bjao no seu coração ❤️
• uid:8mn4xftiv2ComiMinhaNetaNoRevellon: Professora Helena é um gordinho gay que já tentou ficar no cabaré mas os donos expulsam o gordinho gay do recinto
Responder↴ • uid:1daibs6rhjMineiro Raiz: Nao mexe com minha rainha nao heim....tu deve ser muito baitola isso sim kkkk 😅
• uid:22lvcer6iiProfessora Helena: Kkkk 😅😅😅😅
• uid:8mn4xftiv2BIL01: Delícia conta mais
Responder↴ • uid:5u0xm6w20aVanessa: Contos assim me dão vontade de largar tudo e nao olhar para trás....suspiro.....amei ☺️
Responder↴ • uid:5u0xm6woiaBill: Esse conto superou minhas expectativas que show
Responder↴ • uid:11avqpc3hriDenis: Que delícia 😋
Responder↴ • uid:bnvz0kipifzComiMinhaNetaNoRevellon: Eu descobrir que professora Helena é um gordo bichona que se passa por mulher e se veste de mulher pra fazer programa de 30 reais já tentou ficar no cabaré mas os donos expulsam o gordo bichona do recinto
Responder↴ • uid:1daibs6rhjMineiro Raiz: Isso é um baitola aqui em Minas
• uid:22lvcer6iiBeto: Sou seu fã professora
Responder↴ • uid:7uvtj4rmwvzProfessora Helena: Obrigada Beto...Bjs bjs
• uid:8mn4xftiv2Beto: Top de conto...cara que historia deliciosa
Responder↴ • uid:7uvtj4rmwvzFrank: VTC que tesao....meu pau ta explodindo aqui na calca...pior to dentro do busao aqui no Rio de Janeiro kkkk lotado
Responder↴ • uid:bttbl2amzjPEDRAO: É DISSO QUE ELAS GOSTAM....EU SERIA O RUI KKK
Responder↴ • uid:30hrn6rp49jLais: Eu deixava até dar tapa na minha cara kkkkk de verdade , nem em meus melhores sonhos imaginei um conto assim.
Responder↴ • uid:1d2giu2a27syLais: Aí que delicia....Nossa homens brutos assim são os melhores....que calor🔥🔥🔥
Responder↴ • uid:1d2giu2a27syCarla casada: Que conto delicioso aconteceu comigo com um taxista muito safado falava muita putaria mesmo dizendo q eu era casada o cara dizia adoro casadas quando querem transar não escolhe tipo de macho fiquei excitada calcinha molhada fui p banco da frente e acabei mamando o pau gg daquele coroa com seus 57 anos e acabou sendo meu macho fixo estou a 2 anos com ele depois do primeiro macho conheci outros acabei transando no meu caso meu marido nem desconfia com 39 anos tenho a xana bem usada e o cozinho cobiçado isso deixa mulher mais safada perdir muito tempo só era do meu esposo que é maravilhoso só é fraco na cama os outros são safados na cama e me comem de todo jeito kkk ser xingada de vagabunda cachorros piranha casada pegar palmadas no rabo dedinho no cozinho e gozar como puta deixa os machos doido.
Responder↴ • uid:1dpbx08o4gerProfessora Helena: Que delicia Carla...nossa muito bom isso heim, a gente fica taradinha 🫠
• uid:8mn4xftiv2Luiz: Por isso que mulher é um bicho complicado kkkk carai tomou chifre até a cabeça ficar pesada, se ele passa numa cerca ele fica preso kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkklllkkkkkkkkkkkkkk
Responder↴ • uid:wwxdacoqynvProfessora Helena: Kkkkkkkkkkkkkk nao tinha chegado neste nível de imaginação 🔥
• uid:2vpqmr1ghjR_M: Que texto delicioso! Que tesão! Adorei! Conseguiste que eu, à medida que ia lendo, me sentisse no lugar dele e visualizasse tudo em imagens mentais. Beijo ;-)
Responder↴ • uid:1e8s88pyptjnProfessora Helena: Uau heim... que delicia meu lindo 🔥
• uid:8mn4xftiv2Matheus: Parabéns pelo conto
Responder↴ • uid:1h4e9ywpb0dProfessora Helena: Obridadaaaaa Matheus...Este nome tem cara de menino levado heim
• uid:8mn4xftiv2Mônica: Que delicia to aqui na cama deitada mais molhada que guarda chuva em dia de tempestade kkkk👏👏👏👏
Responder↴ • uid:45xxyuyvt0iMônica: Olha minha situação, marido do lado roncando e eu aqui acordada lendo este conto delicioso e mexendo na minha xaninha, a bichinha ta até ardendo, to gozando horrores com esta história 🤤🤤🤤🤤🤤🔥
Responder↴ • uid:45xxyuyvt0iR_M: Essa "visão" é uma delicia!!!!! Quase uma traição, mesmo do lado.... ;-)
• uid:1e8s88pyptjnManu: Eu não vou culpar a Lex...eu faria o mesmo 👏 Conto incrivel
Responder↴ • uid:bnvyy1eai18Guilhermeee01: Ou Manu. Me chama
• uid:1e04vwshop81Matheus: Nossa que delicia
• uid:1h4e9ywpb0dLuiz: Kkkkk olha só
• uid:wwxdacoqynvLeticia: Se superando a cada dia heim Helena...Essa Lex é sortuda demais
Responder↴ • uid:t2pucylqrdProfessora Helena: É ou nao é sortuda!
• uid:8mn4xftiv2Leticia: Minha nossa logo cedo....que homem incrivel...eu nem voltaria mais no casamento fugiria kkkkk pra sempre
Responder↴ • uid:t2pucylqrdAna: Essa traição esse homem desconhecido que nos dá vontade de dar a ele o que não damos a nosso homem.. bom demais ;)
Responder↴ • uid:aoh5qvrzLuiz: Que safadinha vc heim Ana 😅
• uid:wwxdacoqynvProfessora Helena: Tem homem que é muito mole....aí leva chifre 🔥
• uid:2vpqmr1ghjQue delicia: Parabéns.....que conto envolvente, fiquei preso do jeito até o fim...maravilhoso Helena
Responder↴ • uid:wwxc0ta4grrProfessora Helena: Obrigada meu amor ❤️
• uid:2vpqmr1ghjJonas: Que delicia professora....um conto mais adulto que tesao
Responder↴ • uid:5v85vkdv2Professora Helena: Gostou Menino? Delícia heim
• uid:2vpqmr1ghj