Duas picas no meu cu: corno planejou e não me avisou!
Meu coração acelera só de lembrar daquela noite insana em que meu marido, o corno manso do caralho, me transformou na putinha mais arrombada da cidade, convidando dois machos dotados como monstros para me foderem sem piedade na minha própria casa, começando com beijos quentes e dedadas na sala enquanto tomávamos cerveja, evoluindo para chupadas nos caralhos grossos que mal cabiam na minha boca, e culminando na cama onde eu sentei na pica enorme de um deles só para o outro enfiar tudo no meu cu ao mesmo tempo, me fazendo gritar de dor e prazer misturados, com gemidos reais que ecoam nos vídeos e fotos que vocês vão querer devorar inteiros para ver cada detalhe suado, cada gozada farta e cada momento em que eu quase desmaio de tanto tesão forçado, deixando vocês loucos para imaginar como seria meter em mim também.
Estou aqui, sentada na sala da minha casa, sentindo o cheiro de cerveja fresca misturado com o suor masculino que já impregna o ar, enquanto meu marido, esse corno filho da puta chamado Eduardo, ajusta a câmera no tripé com um sorriso safado no rosto. Ele adora isso, o puto. Seu prazer é me ver sendo destruída por caralhos que ele mesmo arruma, especialmente no cu, porque sabe que dói pra caralho e que eu aguento tudo por ele – ou melhor, porque no fundo eu amo ser tratada como uma vadia. Hoje ele superou todos os limites. Pelo nosso perfil no site de Selma Recife, ele marcou com dois machos que eu já conhecia de fama: Paulo e Marcos, aqueles filhos da puta com picas de 26 a 28 centímetros, grossas como o meu braço, que já arrombaram cu de amigas como Selma, Manu, Aline de Maceió, Silvia Recife, Lane e tantas outras. Eu via os vídeos delas gemendo, chorando, implorando por mais, e pensava: "Porra, um dia isso vai acontecer comigo?" Mal sabia que seria hoje, e pior, com os dois no meu cu de uma vez.
A campainha toca, e meu coração dá um pulo. Eduardo vai abrir a porta, e eu ouço as vozes graves deles ecoando pelo corredor. "E aí, corno? Trouxemos o que você pediu", diz Paulo com uma risada gutural, enquanto entra na sala carregando uma sacola com mais cervejas. Marcos vem logo atrás, alto como um armário, com olhos famintos que me devoram de cima a baixo. Eu estou vestida com uma camisola curta, transparente, que mal cobre minha bunda redonda e meus peitos fartos, os bicos já duros de expectativa. "Oi, Luciana, finalmente a gente se conhece pessoalmente", diz Marcos, se aproximando e me dando um abraço apertado. Seus braços musculosos me envolvem, e eu sinto o volume da sua pica roçando na minha coxa. Porra, já tá dura? O cheiro dele é de homem puro, suor misturado com colônia barata, daqueles que te faz querer lamber tudo.
Eduardo serve as cervejas, e a gente senta no sofá. "Relaxa, amor, vai ser incrível", ele sussurra no meu ouvido, mas eu sei que o filho da puta tá excitado pra caralho só de imaginar. Paulo se senta do meu lado direito, Marcos do esquerdo, me imprensando como uma sanduíche de putaria. A conversa flui solta sobre os vídeos que eles viram de mim, como eu gozo alto quando sou fodida, e eu rio nervosa, sentindo as mãos deles já passeando pelas minhas coxas. "Você é mais gostosa ao vivo, Luciana", diz Paulo, enfiando os dedos por baixo da camisola e dedando minha buceta molhada. "Caralho, já tá encharcada, vadia." Eu gemo baixinho, abrindo as pernas instintivamente, enquanto Marcos beija meu pescoço, mordiscando a pele sensível. O cheiro da minha excitação se espalha, misturado com o álcool, e Eduardo filma tudo, o corno safado, com a pica dura dentro das calças.
Os beijos ficam mais intensos. Paulo vira meu rosto e enfia a língua na minha boca, chupando como se quisesse me devorar, enquanto Marcos desce para lamber meus peitos, sugando os bicos com força, fazendo eu arquear as costas. "Puta que pariu, que tetas deliciosas", ele grunhe, apertando com as mãos grandes. Eu sinto o tesão subindo, a buceta pulsando, e começo a rebolar nos dedos de Paulo, que agora são três enfiados fundo, esticando minhas paredes. "Me cheira, Marcos, cheira minha bunda como um cachorro no cio", eu provoco, virando de lado no sofá. Ele não hesita: levanta a camisola, abre minhas nádegas e enfia o nariz ali, inalando profundo o cheiro do meu cu virgem para a noite. "Porra, que cheiro de puta safada, adoro isso", ele diz, lambendo o anel apertado, enfiando a língua dentro, me fazendo gritar de surpresa e prazer.
Eduardo zooma a câmera, capturando cada lambida, cada gota de saliva escorrendo. "Chupa os caralhos deles, amor, mostra que você é a melhor puta", ele manda, e eu obedeço, ajoelhando no chão da sala. Paulo e Marcos abrem as calças, e puta merda, as picas saltam para fora como cobras venenosas. Grossas, veias pulsando, cabeças vermelhas e inchadas, cheirando a macho suado. Eu pego a de Paulo primeiro, lambendo da base até a ponta, sentindo o gosto salgado de pré-gozo. "Engole tudo, vadia", ele ordena, segurando minha cabeça e forçando fundo na garganta. Eu engasgo, lágrimas nos olhos, mas continuo, alternando com a de Marcos, que é ainda mais grossa, mal cabe na boca. Os sons de sucção ecoam, slurp slurp, misturados com os gemidos deles: "Isso, chupa como uma prostituta barata, Luciana."
A sala vira um caos de luxúria. Eles me levantam, me jogam no sofá de novo, e Paulo enfia a cara na minha buceta, lambendo o clitóris com fome, enquanto Marcos continua cheirando e lambendo meu cu, enfiando dedos para preparar. "Que cu apertadinho, vai ser uma delícia arrombar", ele diz, e eu gozo pela primeira vez, tremendo toda, esguichando na cara de Paulo. Eduardo filma de perto, o corno babando de tesão. "Vamos para a cama, machos, quero ver vocês destruindo ela", ele diz, levando a câmera.
No quarto, a cama king size nos espera, lençóis brancos que vão ficar imundos. Eu deito de costas, pernas abertas, e Paulo se posiciona entre elas. "Senta no meu caralho, Luciana, cavalga como uma égua no cio", ele manda. Eu obedeço, montando nele, sentindo aquela pica monstruosa invadindo minha buceta, esticando tudo. "Aaaah, porra, que grosso!", eu grito, rebolando devagar para acostumar. Marcos assiste, punhetando sua pica, e Eduardo filma os detalhes: o caralho entrando e saindo, brilhando de sucos. Mas então, o corno filho da puta se aproxima, abre mais minhas pernas e diz: "Agora você, Marcos, enfia no cu dela também. Quero ver os dois caralhos arrombando esse rabo ao mesmo tempo."
Eu congelo. "O quê? Não, Eduardo, isso não! Vai me rasgar, caralho!", eu imploro, mas ele sorri sádico. "Você aguenta, amor, é para o nosso prazer. Faz pela gente." Marcos não espera convite: lubrifica sua pica com saliva e cuspe, e começa a forçar a entrada no meu cu, enquanto Paulo continua bombando na buceta. A dor é insana, como se estivessem me partindo ao meio. "Aaaaiii, porra, dói pra caralho! Para, seus filhos da puta!", eu grito, chorando de verdade, mas o tesão misturado faz eu empurrar para trás. Os sons são obscenos: ploc ploc de carne contra carne, meus gemidos virando urros, o cheiro de sexo pesado no ar, suor pingando. Eles enfiam devagar, centímetro por centímetro, até que os dois estão dentro, me enchendo como nunca.
"Olha isso, corno, sua mulher virando uma puta dupla penetração", diz Paulo, rindo enquanto bombeia. Marcos grunhe: "Que cu apertado, mas agora tá arrombado, vadia. Rebola nesses caralhos." Eu sinto tudo: as veias pulsando dentro de mim, a fricção insana, a dor virando um prazer doentio. Eduardo filma de todos os ângulos, inclusive de baixo, capturando as bolas batendo, os sucos escorrendo. "Goza para mim, Luciana, mostra que ama ser arrombada", ele manda, e eu gozo de novo, o corpo convulsionando, apertando os caralhos deles. Eles aceleram, fodendo sem piedade, chamando-me de puta, vadia, arrombada.
Mudamos de posição: eu de quatro, Paulo no cu agora, Marcos na boca. "Chupa enquanto ele me come o rabo", eu digo, engolindo a pica suja de buceta. O cheiro é forte, de sexo cru, e os sons de tapa na bunda ecoam. Marcos goza primeiro, jorrando na minha garganta, me fazendo engolir tudo. "Bebe, porra, bebe meu leite quente." Paulo continua socando no cu, esticando mais, até gozar dentro, enchendo meu intestino de porra quente. Eu caio na cama, exausta, o cu ardendo, mas Eduardo não para: "Agora os dois no cu, como eu planejei."
Eles riem, e eu protesto: "Não, caralho, já tô destruída!" Mas o corno abre minhas nádegas, lubrifica mais, e manda: "Enfiem, machos, arrombem esse cu duplo." A dor é surreal quando os dois forçam as cabeças grossas no meu anel já inchado. "Aaaargh, filhos da puta, tá me matando!", eu urro, chorando alto, gemidos reais que vocês veem nos vídeos – não é encenação, é dor pura misturada com o tesão de ser usada. Eles entram, devagar, o cu se esticando ao limite, como se fosse rasgar. O cheiro de lubrificante e suor é overpowering, os sons de grunhidos e carne estalando. "Porra, que apertado com dois caralhos", diz Marcos, bombando alternado com Paulo.
Eu quase desmaio, a visão borrando, mas o prazer vem em ondas: "Fode mais, seus putos, arromba tudo!" Eles aceleram, fodendo meu cu como uma máquina, até gozarem juntos, enchendo de porra que escorre pelas coxas. Eu caio, tremendo, e Eduardo filma o cu arrombado, piscando, vazando sêmen. "Viu, amor? Você aguentou como uma campeã."
Mas isso é só o começo. Tem muito mais aventuras em breve, com novas postagens diárias cheias de putaria assim. Comenta aí embaixo e deixa teu email, porque faremos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivos, e avisaremos por email os vencedores. Para achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – lá tem muito mais para deixar vocês malucos, com caralhos monstruosos fodendo putas como eu.
A noite não acaba aí. Depois de uma pausa para recuperar o fôlego, com cervejas na cama e risadas sobre como meu cu tá destruído, eles me viram de barriga para cima de novo. "Agora vamos foder sua buceta dupla também, Luciana", diz Paulo, e eu rio nervosa: "Vocês são insaciáveis, caralho." Marcos concorda: "E você ama, vadia. Abre essas pernas." Eduardo ajusta a câmera para capturar o close-up, o corno adorando ver sua mulher sendo um buraco para machos alheios.
Eles lubrificam as picas de novo, ainda duras como pedra, e Paulo entra na buceta primeiro, me fazendo gemer. "Enfia devagar, porra, tô sensível." Mas Marcos força ao lado, as duas cabeças grossas esticando minha entrada. "Aii, puta que pariu, vai me partir!", eu grito, mas o tesão vence. Os cheiros: porra velha misturada com suor fresco, o som de squish squish enquanto eles bombam. "Sente isso, dois caralhos na sua xota, como uma puta de rua", grunhe Paulo. Eu rebolo, gozando repetidamente, o corpo suado colando nos lençóis.
Mudamos para o banheiro, porque Eduardo quer filmar algo molhado. Debaixo do chuveiro, água quente caindo, eles me prensam contra a parede. Marcos me levanta pelas coxas, enfiando no cu, enquanto Paulo fode a buceta por trás. "Sanduíche aquático, vadia", diz Marcos, mordendo meu ombro. A água amplifica os sons, slap slap contra a pele molhada, e o cheiro de sabonete misturado com sexo. Eu gozo esguichando, misturando com a água, e eles riem: "Olha o squirting da puta!"
De volta à cama, horas se passam. Eles me comem em todas as posições: eu cavalgando um enquanto chupo o outro, de lado com um no cu e outro na boca, até uma dupla na boca, as picas grossas me sufocando. "Engole as duas, Luciana, mostra que é gulosa", manda Eduardo, filmando o baba escorrendo. Os diálogos são sujos: "Você é nossa puta agora, corno, empresta ela mais vezes." "Claro, machos, ela ama caralho grande."
Por volta da meia-noite, exaustos, eles gozam uma última vez: Paulo no meu rosto, Marcos nos peitos, me deixando coberta de porra pegajosa. O cheiro é forte, de sêmen fresco, e eu lambo o que cai na boca. Eduardo filma o aftermath: meu corpo marcado de mordidas, cu e buceta inchados, sorrindo cansada. "Foi incrível, filhos da puta", eu digo, beijando eles.
E assim termina a noite, mas como eu disse, tem mais aventuras em breve. Novas postagens diárias com putarias assim, me deixando arrombada para o prazer do corno. Comenta e deixa email para os sorteios – vídeos e fotos quentes te esperando. E não esquece: para mais loucuras, www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo.
Mas espera, tem mais detalhes que eu não contei ainda. Antes de tudo começar, na sala, enquanto tomávamos cerveja, Paulo começou a me dedar devagar, um dedo, dois, três, girando dentro da buceta, tocando o ponto G até eu molhar o sofá. "Sente isso, Luciana, meu dedo grosso como um mini caralho", ele sussurrava, enquanto Marcos lambia minha orelha: "Quero cheirar seu cu agora, vira de costas." Eu virei, empinando, e ele enfiou o nariz profundo, inalando como um viciado. "Cheiro de puta no cio, adoro." O som da minha respiração acelerada, os goles de cerveja, tudo criando uma tensão que explodia em tesão.
Na cama, quando sentei no caralho de Paulo, senti cada veia roçando minhas paredes, o cheiro de sua virilha suada subindo. "Rebola, vadia, leite esse pau", ele mandava, apertando minhas tetas. Eduardo, o corno, se masturbava devagar, filmando: "Isso, amor, mostra que é minha puta preferida." Quando Marcos enfiou no cu, a dor foi lancinante, como um ferro quente, mas o prazer veio logo, ondas elétricas pelo corpo. "Aaaah, porra, tá me arrombando duplo!", eu urrei, lágrimas rolando, mas empurrando para mais.
Eles trocavam de buraco, Paulo no cu agora: "Meu turno de arrombar esse rabo." Sua pica era mais curva, acertando pontos novos, me fazendo ver estrelas. Marcos na buceta: "Sente os dois te enchendo, como uma boneca inflável." Os grunhidos deles, "uhn uhn", sincronizados com minhas golfadas de ar. O cheiro de sexo era sufocante, porra, suor, lubrificante – tudo misturado.
Em uma pausa, eu chupei os dois juntos, as cabeças se tocando na minha boca, gosto salgado duplo. "Lambuza, puta, faz babar." Eduardo zoomava: "Perfeito, amor." Depois, deitada de lado, um na frente, um atrás, fodendo ritmado, como uma máquina de putaria. "Mais rápido, caralho, me faz gozar!", eu pedia, e eles obedeciam, acelerando até o clímax.
No banheiro, a água quente tornava tudo mais escorregadio. Marcos me fodia o cu em pé, eu apoiada na parede, gemendo alto. Paulo entrava na buceta por baixo, levantando uma perna. "Dupla molhada, vadia." A porra escorria com a água, cheiro de cloro e sexo. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta, o corpo fraco, mas querendo mais.
De volta, experimentamos o 69 com twist: eu chupando Paulo enquanto Marcos me comia por trás. "Lambuza minha pica com sua boca enquanto ele arromba", dizia Paulo. Sons de sucção e penetração ecoavam. Eduardo capturava tudo, o corno feliz.
Por fim, eles me cobriram de porra, eu lambendo os restos, sorrindo para a câmera. "Foi a foda da minha vida, machos." E para vocês, leitores, isso é só um gostinho. Mais aventuras vêm, diárias. Comenta com email para sorteios – vídeos onde eu grito de verdade, fotos do cu arrombado. Procura www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo para mais.
Ainda lembro de cada sensação: a aspereza das mãos deles na minha pele, o peso dos corpos me prensando, o ardor no cu que durou dias. Paulo era mais agressivo, slappedando minha bunda até ficar vermelha: "Toma, vadia, marca de macho." Marcos mais sensorial, lambendo tudo, cheirando: "Seu cheiro me deixa louco." Eduardo, sempre filmando, comentando: "Olha como ela ama, machos."
Em um momento, eles me amarraram levemente com lençóis, me deixando vulnerável. "Agora você é nossa prisioneira de tesão", riam, fodendo alternado. Eu implorava: "Mais, porra, não para!" O cheiro de corda improvisada misturado com suor.
Outra posição: eu de cabeça para baixo na beira da cama, Paulo fodendo a boca, Marcos o cu. "Garganta profunda enquanto arrombo", diziam. Tossi porra, mas amei.
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Para estender o prazer, depois do banheiro, voltamos à sala para uma rodada final. Sentada no sofá, eu montei em Marcos, sua pica no cu, Paulo na buceta de pé. "Dupla de novo, vadia." Eduardo filmava o balanço, os gemidos altos. "Aaaah, caralhos grossos me enchendo!"
Eles gozaram dentro, porra escorrendo, cheiro forte. Eu lambi os caralhos limpos, saboreando.
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Tem uma parte que eu quase esqueci: quando eles me fizeram squirtar intencionalmente. Paulo dedando rápido o G-spot enquanto Marcos chupava o clitóris. "Vai, esguicha, puta!" Eu explodi, molhando tudo, risadas ecoando.
Eduardo adorou: "Perfeito para o vídeo."
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Para fechar, após eles irem embora, Eduardo me fodeu levemente, mas seu caralho pequeno mal sentia após os monstros. "Você é minha arrombada favorita", disse.
Eu ri: "E você meu corno preferido."
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