Homens de Família - Capítulo 15
Acompanhei com o olhar meu filho entrar dentro de casa pingando água. Os últimos amigos foram embora rindo, um casal de amigos da minha ex-mulher saiu junto dela e ficamos eu, minha acompanhante da noite, Saulo e um outro casal conversando no portão de saída. Não demorou muito, Saulo retirou-se. Deixei minha acompanhante no papo que estava com o casal sob a desculpa de me despedir de Davi e o segui.
Nas escadas, comecei a diminuir o passo e a ouvir a conversa vinda do banheiro, a voz de Saulo dizendo:
– Ela que pediu pra eu cuidar de ti. Pronto. Agora a cueca?
Sem pressa, fui me aproximando da porta aberta, ouvindo os barulhos de sucção e os gemidos baixos de Davi. “Ah, isso… ã… caralho, ah….”. Meu filho estava dando para o padrasto de porta aberta?
Quando enfim cheguei e flagrei a cena, percebi que não tinham ido tão além quanto eu pensava, mas a visão ainda assim era incrível: Saulo, aquele homem adulto, grande, ajoelhado com o pau adolescente do meu filho na boca, as mãos do garoto se agarrando em qualquer lugar, completamente pelado, sua pele contrastando com a do padrasto, sua bunda redonda, lisa, empinada se contraindo de tesão.
– Podíamos ter combinado o presente para não repetirmos… ou então para dividirmos.
Não me contive. Uma mão no peito, alisando meu mamilo por cima da camiseta, outra acariciando meu pau por cima da calça. Sabia que não tinha muito tempo e que não poderia sair da casa com a rola dura daquele jeito, então sorri para os dois surpresos, gravei na mente aquela imagem e continuei:
– Não parem por minha causa. Feliz aniversário, filho. Só vim me despedir.
Me aproximei dos dois, Saulo ficando de pé, ainda tentando encontrar o que dizer, e abracei meu filho, ainda pelado, ainda de rola dura, passando meus braços ao seu redor e deslizando a mão pelo contorno da sua bunda antes de desfazer o abraço. Ainda sorrindo, dei as costas ao banheiro e desci as escadas, o coração acelerado. Os dois continuariam o que começaram ou a minha chegada os inibiria?
– Está tudo bem? – Mônica me perguntou.
– Mais ou menos. Vou ter de pedir um Uber para ti. Davi não está muito bem, bebeu escondido com os amigos, e Saulo também bebeu umas cervejas a mais. – A desculpa surgiu naturalmente. – Se importa?
Eu não me importava. Ela se importaria, sim, mas não diria nada, claro. O casal de amigos se ofereceu a levá-la embora e fiquei impaciente nos minutos de recusa e de insistência educada que se seguiram. Enfim, ela aceitou a carona, despedi-me com um beijo e aguardei os três partirem no carro antes de fechar o portão e voltar para a casa. Antes de entrar, um barulho no quintal me chamou atenção e caminhei até lá. Sentado em uma das cadeiras à beira da piscina, estava Saulo, uma cerveja long neck na mão, olhando pensativo as luzes refletidas na água.
Ao me ouvir chegar, ele acordou do estado contemplativo e começou a se desculpar.
– Pedro, cara…
– Primeiro minha mulher, agora meu filho? – Eu brinquei, pegando uma cerveja na geladeira externa e me sentando na mesma espreguiçadeira, do lado dele.
Saulo levou a sério o que eu disse, ainda preocupado.
– Mesmo, Pedro… depois daquela conversa, eu pensei… cara, desculpa ter entendido errado…
– Você entendeu certo, amigo. Ou vai me dizer que só de lembrar da sensação de ser pego por mim com o pinto do garoto na boca, todo pelado na tua frente, não te deixa com tesão de novo? Porque eu…
Olhei para baixo, deixando evidente o pau duro explodindo na minha calça.
Saulo deu um sorriso, olhou para o próprio pau marcado na calça, tomou um gole da cerveja e respondeu:
– Só não me dá mais tesão que lembrar do meu pau invadindo aquela bundinha ontem… duas vezes. – Ele me encarou, a confiança recuperada.
– Já era tempo de ele conhecer uma outra rola. Ele deve estar agora mesmo deitado na cama, a rola na mão…
– Melhor não demorar, então. – Com um último gole, Saulo matou a cerveja, levantou, tirou a camisa, jogou por cima do ombro e seguiu, sem olhar para trás.
Dei um tempo aos dois, bebendo minha cerveja devagar. Depois, fui seguindo para dentro da casa, subindo as escadas. Quando apontei no corredor, pude ver a luz baixa saindo pela porta do quarto principal semi-aberta. Tirei os tênis, a calça e a camiseta e deixei dobrados na porta do quarto de Davi. Conhecendo o meu filho, sabia que ele gostaria que eu mantivesse a cueca slip e as meias brancas. Quando abri a porta com cuidado, meu coração acelerou e meu pau pulsou dentro da cueca.
Saulo estava meio sentado, meio deitado na cama, de frente para a porta, os pés cobertos pelas meias pretas, os braços apoiados na cama para se manter levantado, mas nu de todo o resto. Davi, ajoelhado de costas para a porta, completamente pelado, o corpo todo liso exceto pela penugem dourada, chupava Saulo avidamente, os cabelos presos nos dedos do padrasto, a bunda empinada.
Ao me ver, Saulo subiu pela cama, mantendo a posição e puxando Davi com ele, fazendo-o se ajoelhar de quatro sobre ela. Quando minhas mãos tocaram a bunda do meu filho e o corpo dele estremeceu, querendo se levantar e ver quem era, Saulo manteve sua cabeça presa na mão, a rola enfiada em sua boca. Abrindo com as mãos sua bunda para expor o cu rosa que eu já conhecia, cuspi, umedeci a língua e lambi seu rabo até sentir meu filho relaxar, reconhecendo minha linguada, ou simplesmente desistindo de lutar contra o prazer.
– Feliz aniversário, parceirinho. – Saulo soltou entre os gemidos de tesão que ficavam cada vez menos contidos.
– Feliz aniversário, filho. – Eu entrei na brincadeira, me erguendo. Depois, cuspindo na mão e passando em volta da cabeça do meu pau, misturando baba e saliva, encostei com ela na entrada do cuzinho de Davi e pincelei seu rabinho, brincando enquanto sentia ele piscar. A cada piscada, eu forçava um pouco mais… primeiro, a cabeça toda; depois, os primeiros centímetros; bem devagar, até sentir seu cu se alargando e envolvendo meu pau, fui colocando todo ele, até as bolas tocarem o períneo do meu filho e ele gemer na rola do padrasto.
– Isso, garoto. – Eu elogiei. – Agora você quer que o paizão meta em você?
Davi gemeu, mas ainda incompreensível.
– Não ouvi, filho. Quer sentir a rola do paizão entrando e saindo de você, quer?
Davi tirou o pau de Saulo da boca e, entre gemidos, soltou.
– Quero, pai.
Saulo delirava com aquela conversa, estava estampado na sua cara e na forma como socava uma punheta selvagem enquanto Davi tirava a boca da sua rola para me responder. Gradativamente, comecei a meter no meu filho, tirando meu pau de dentro dele até quase todo e enfiando mais fundo a cada estocada, até sentir meu saco batendo na sua bunda. Davi gemia também, o som se intensificando na proporção da violência das minhas estocadas, seu corpo inclinado para frente, o rosto deitado sobre a cama, a poucos centímetros dos pés de Saulo.
Saulo pareceu perceber a direção do meu olhar, então aproximou o seu pé ainda de meia próximo do rosto do Davi, primeiro um, depois o outro, deslizando devagar a sola pelo rosto do garoto, depois apertando firme contra ele.
– E, aí, filhão, está gostoso o cheiro do padrasto? – Provoquei, segurando na cintura de Davi e aumentando a rapidez com que fodia sua bunda. Meu filho gemeu ainda mais alto do que antes, então parei uns segundos, tirei uma das minhas meias e joguei para Saulo, que, captando a ideia, amassou-a de qualquer jeito e enfiou na boca de Davi, sem nenhuma relutância do garoto. O tesão de vê-lo submisso assim foi demais: com um gemido tremendo, senti a porra que segurava com tanta força explodir dentro do cu do meu filho mais forte ainda.
– Ah, caralho, CARALHO!
Jato, após jato, após jato, após jato… esporrei e continuei metendo, completamente extasiado. Abri os olhos a tempo de ver Saulo dando os primeiros sinais de queria gozar tanto quanto eu.
– Não, ainda não… – disse, tirando meu pau com calma da bunda de Davi para não vazar uma gota sequer do meu leite - …aqui dentro, sua vez.
Saulo e eu trocamos de lugar, virando Davi de barriga para cima na beirada da cama. O padrasto não demorou muito para encaixar a cabeça do pau no cu do meu filho e começar a socar no mesmo ritmo insano que eu estava. Davi tentou levar as mãos até o próprio pau, mas eu o segurei.
– Nada disso.
Ele gemeu em resposta. Deitei com as pernas abertas acima da sua cabeça, segurando seus braços para cima com uma mão e brincando com seu mamilo com a outra. Seus gemidos e o de Saulo aumentaram gradativamente e eu sabia que era só uma questão de tempo para os dois gozarem.
– Isso, fode o cu do seu enteadinho. Hoje ele vai levar leite dos dois machos dele. – Eu falei.
Minhas palavras foram como um feitiço para os dois: Saulo, de pé, suando, segurando as pernas de Davi no ar; meu filho deitado, imobilizado, amordaçado com a minha meia, revirando os olhos; eu sentado na cama, apreciando Saulo urrar ao deixar sua porra vazar para dentro do meu filho e o próprio Davi esporrar leite sem nem tocar no seu próprio pau. Saulo deitou na cama ao lado de Davi e, por uns instantes, ficamos os três ali, só o silêncio da nossa respiração voltando ao ritmo normal e o cheiro do sexo de dois adultos e um adolescente se dissipando no ar do quarto.
O clima entre a família estava tranquilo no domingo, ao almoço, quando minha ex-mulher insistiu para almoçarmos juntos e compensar sua ausência da festa. Eu observava como Saulo e Davi agiam com naturalidade entre eles e como minha ex-mulher avaliava essa nova camaradagem. Quando o assunto se voltou para mim e para a minha acompanhante, que estava presente também, primeiro Saulo, depois Davi deixaram a mesa e foram para a sala.
Aos poucos, o assunto voltou para o próprio Davi e sua mãe começou a especular sobre a namoradinha que tinha estado no aniversário e sobre como eu e Saulo precisávamos ter uma conversa educativa sobre sexo e camisinha com o garoto.
– Com certeza, acho que está na hora de ele começar a entender sobre o assunto. – Eu respondi, levantando da mesa e me dirigindo para a sala: sentado no sofá, com o controle do videogame na mão, estava Saulo, as pernas abertas; bem no meio delas, estava Davi, sentado no chão, também com um controle na mão.
– Quem perder vai me dar… – Brinquei, entrando na sala. – … o controle.
Sentando ao lado de Saulo, a perna encostada na dele e nos ombros do meu filho, encostei no sofá, relaxando para aproveitar a tarde só entre nós, os homens da família.
-
Opa, pessoal!
Primeiro, desculpem a demora; segundo, obrigado quem acompanhou desde o primeiro capítulo. Esse foi o último da série, espero que tenham aproveitado!
Abraços!
P. S. Caso alguém queira trocar experiências e inspirações para os novos contos, só dar um “alô” lá no TL @broderzin
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)