Eu e meu professor de física
Conto de ficção
Eu sempre fui mais calada, mais quieta e mais esperta entre as meninas do colégio. Também era a mais peituda de todas as garotas, aos 14 anos eu tinha seios maiores que muitas mulheres adultas. As meninas me olhavam e só viam meus cabelos pretos até o bumbum, olhos verdes, rosto fino com lábios cheios, coxas grossas e bumbum médio, meu corpo mais desenvolvido que o de todas elas. Mas para os homens tudo isso era atrativo e elas sentiam que eu não poderia fazer parte de nenhuma panelinha.
Isso me fazia usar roupas maiores e focar muito na escola, estudar era algo em que eu era boa, então eu me dedicava a aprender as matérias em que todos não eram bons e conforme fui crescendo comecei a amar física. Era algo que me trazia muita felicidade.
Eu ia pra escola sozinha, passava quase o dia inteiro lá, então sempre tinha o que fazer antes de voltar para casa, algo que eu amava era ir à biblioteca, mas minha mãe sempre reclamava, porque eu me esquecia da vida dentro daquelas paredes.
No meio do semestre um novo professor começou a nos dar aula de física, ele era mais sério, mas muito bonito, as meninas logo se apaixonaram por ele e não paravam de falar de como ele era jovem, bonito e atencioso com suas aulas. Eu tinha notas boas em física e com as aulas dele comecei a me sobressair ainda mais, suas palavras pareciam ir direto para meu cérebro e fazer algo lá que me guiava, poucas semanas se passaram depois que ele começou com as aulas e o professor me pediu pra ficar depois do horário, eu fiquei curiosa com o assunto da conversa, então quando todos saíram ele fechou a porta e pediu para segui-lo até seu escritório, eu já estava ansiosa para saber do que se tratava, entramos no laboratório e lá ele também fechou a porta e me pediu pra sentar.
- Liz, obrigada por ficar, imagino que você esteja curiosa com o assunto então não vou tomar muito do seu tempo, queria te fazer uma proposta, a escola está com uma bolsa em aberto para um aprendiz de física, como você é muito boa nisso e já passa tempo integral na escola pensei que você seria minha indicação, o que acha? Quer tentar?
- Hum, obrigado professor Ícaro, eu adoraria, só não sei o que precisarei fazer.
- Você vai ficar depois da aula comigo no laboratório, vou te mostrar algumas matérias mais avançadas, você vai me ajudar com algumas aulas e teses e quando tiver seminários você vai comigo, a escola vai te pagar uma bolsa e se você for bem vamos fazer isso ano que vem também.
- Vai ser todo dia professor?
- Podemos começar três dias na semana, depois você decide a frequência.
- Hum, eu topo, mas preciso confirmar com meus pais.
- Claro, se precisar eu falo com eles como vai ser bom pro seu currículo, você pode ir agora, mas por favor me traga a resposta ainda essa semana.
Eu fiquei muito feliz com a proposta, minha mãe aceitou imediatamente, depois de alguns dias eu já tinha me acostumado com a nova rotina, eu passei a ter as três aulas extras com ele, onde ficávamos duas horas falando sobre as matérias das salas dele, desde coisas mais básicas até temas mais avançados.
Não demorou muito e eu percebi que eu estava cada vez mais interessada no professor, ele era quase um modelo, alto, forte, musculoso, com queixo quadrado, moreno e não muito velho. Conforme fomos ficando mais tempo juntos eu comecei a ter uma mania de tocar nele, ele não impedia e parecia gostar do meu toque, então sempre tocava seus braços antes de perguntar algo, depois passei a dar beijos em seu rosto quando eu estava feliz com algo, às vezes abraçava seu pescoço e simplesmente não conseguia parar de olhá-lo o dia todo. Cerca de um mês tinha se passado, nós nos integramos bem, eu estava muito feliz com meu estágio, estava indo bem em outras matérias também e a cada dia meu convívio com meu professor parecia se desenvolver, minha paixonite por ele também ficando cada dia mais óbvia para mim, mas eu tentava a todo custo disfarçar aquele sentimento de necessidade de tocá-lo a cada momento.
Certo dia depois da aula eu estava de saia e blusa, mas tinha esquecido de colocar sutiã, então o professor me contou sobre um seminário fora da cidade, me deu um pedido de autorização para preencher com meus pais e disse que estava ansioso para o evento. Ele estava sentado na cadeira à minha frente e me perguntou.
- Você acha que seus pais vão te deixar ir Liz, eu estou bem interessado nesse evento.
- Eu acho que sim professor, meus pais viram como eu estou feliz por estar com você, suas aulas tem me ajudado muito.
- Ainda nem começamos, ainda falta a parte mais complexa da física prática, você vai se dar bem com isso, tenho certeza.
- Eu estou muito ansiosa para aprender com você professor.
Cheguei mais perto dele e o abracei pelo pescoço, dessa vez, ao invés de só me abraçar de lado como ele sempre fazia ele se virou e me fez ficar entre suas pernas, me deixou abraça-lo mais apertado e depois dar um beijo em seu rosto quando me afastei um pouco ele colocou as mãos grandes em minha cintura, me olhou profundamente em meus olhos, nesse momento senti meu corpo inteiro em expectativa, meus bicos dos seios estavam duros e minha cabeça não parava de festejar por ter sentido o calor de seu corpo em mim.
- Você é muito especial Liz, estou gostando muito de tê-la ao meu lado. Você é a aluna mais especial de todas que tenho.
- Eu também estou gostando muito professor.
- Você é tão carinhosa comigo Liz, fiz algo especial para merecer isso?
- Claro que fez você é o professor que mais me dá atenção, eu gosto quando estamos juntos, como você se importa com o que eu falo e comigo, por isso quero te dar muito carinho.
- Você sabe que eu tenho um carinho especial por você também não é? Que só em você que eu quero abraçar. Mas não pode contar isso pra ninguém, tem que ser um segredo só nosso.
- Eu sei, pode deixar profe.
Antes de sair de seus braços ele me puxou novamente me abraçando, mas dessa vez senti algo duro pressionando minha virilha e sua mão um pouco mais para baixo em meu quadril, com ele quase tocando minha bunda, sai de seus braços com os bicos dos seios durinhos daquele carinho gostoso que estava recebendo.
Ainda estava no começo de nossa aula então ele me soltou e me sentei em uma cadeira ao seu lado, desta vez quando ele me explicava algo ele me tocava, às vezes colocando sua mão na minha, outras dele colocando meu cabelo atrás da orelha, esses toques me faziam sentir querida e imediatamente quis que ele fizesse mais.
Ao final do dia antes de sair ele estava novamente sentado em sua mesa, então fui até ele e o abracei de costas, ele me segurou no lugar e me puxou para entre suas pernas, segurando minha cintura firmemente ele me deu um beijo no rosto e um abraço, então nos afastou minimamente e disse.
- Liz, amanhã vai estar calor, como esse seminário é mais simples você pode ir de vestido se quiser, tenho certeza que você ficará maravilhosa, lembre-se de colocar um sapato confortável e avisa para seus pais que podemos demorar mais uma ou duas horas do que está no panfleto, porquê vou te levar ao laboratório de um amigo depois, tudo bem?
- Sim, tudo perfeito, meus pais não chegam até às 21hrs mesmo, eu te encontro onde profe?
- Eu vou na sua casa te buscar às 9 hrs lindinha, depois vamos tomar café da manhã e ir para o evento. Vai ser um dia perfeito com você comigo.
- Ai que legal profe, eu já estou ansiosa.
- Agora vai pra casa Liz, descansa um pouco.
Ele me puxou para perto novamente, envolveu um braço em minha cintura e o outro se enfiou em meus cabelos compridos, quando beijei seu rosto ele enganchou os dedos grandes em meu cabelo e me fez ficar quieta, então ele me olhou nos olhos e lentamente me deu um beijo perto demais da boca, depois ele deu um sorriso de lado e me disse.
- Vai pequena, já estou sentindo saudades.
Fui pra casa lembrando de todos os seus toques, querendo estar ainda em seus braços, sentindo seu cheiro e seu corpo duro, vasculhei o guarda roupa até encontrar um vestido que eu usava pouco por conta das alças finas ficarem caindo, ele tinha um decote alto, mas com meus seios ficavam um decote não muito ousado, nem muito recatado, ele era rodado e abaixo dos joelhos e tinha a cor roxa, era o meu favorito, colocaria com meus tênis baixos e prenderia o cabelo em um rabo de cavalo, eu queria que ele ficasse muito feliz em atender ao seu pedido. Demorei um pouco para dormir, mas assim que meu despertador tocou eu já estava ansiosa pelo dia ao lado do professor Ícaro, tinha certeza que poderia tocá-lo mais agora que não estávamos na escola. Quase saí correndo quando ouvi uma buzina ao lado de fora de casa, quando saí ele estava ao lado do carro, com uma camisa linda, uma calça social e um sorriso radiante quando me viu.
Parei ao lado dele e ele se abaixou, segurou em minha cintura e me deu um beijo no rosto.
- Bom dia pequena, você está simplesmente perfeita nesse vestido, só faltam as asas para se tornar uma fada.
- Ah profe, assim eu fico sem jeito.
Dei a ele um abraço apertado e quando me afastei ligeiramente de seu corpo ele viu a alça do meu vestido já caída em meu braço, meu professor levou um dedo até a alça e a puxou para cima, quando estava no lugar ele correu o dedo do meu ombro até a frente do decote, acompanhando a alça, meu corpo inteiro se arrepiou com o toque e fiquei um pouco mais vermelha com as sensações prazerosas que me tomaram.
- Vamos bonequinha, você deve estar com fome.
Como um cavaleiro ele abriu a porta do carro e quando me sentei ele passou o cinto em meu corpo, seu rosto ficando muito perto do meu enquanto isso, ele beijou meu rosto novamente e foi ao volante, tomamos café da manhã no caminho, rimos e conversamos um pouco, ambos empolgados com o dia. Quando chegamos a feira ele me disse antes de sair do carro.
- Liz, como este é um lugar muito grande e cheio de estranhos quero que você fique colada em mim, tá bom?
- Claro profe.
- Pode me chamar de Ícaro hoje.
Ele se debruçou sobre o carro e me deu outro beijo, mas desta vez ele apoiou a mão em minha coxa enquanto estava perto de mim, antes de se afastar ele pressionou minha coxa e logo se afastou.
Nas primeiras horas passeamos entre os stands, conhecemos várias novas teorias e estudos demonstrados, então às 11 hrs anunciaram a primeira palestra, meu acompanhante colocou a mão em minhas costas, acima da cintura e começou a me conduzir até o auditório, conforme fomos andando senti levemente enquanto ele descia a mão por minha cintura quando já estávamos no auditório ele quase estava com a mão em minha bunda, antes de chegar a fileira ele apertou meu bumbum e depois sentou-se. Fiquei um pouco surpresa com seu toque, mas o calor que se espalhava por meu corpo só pedia mais, cada terminação nervosa minha estava ansiosa por suas mãos.
Durante a palestra eu só pensava em quanto estava gostando dos seus toques por meu corpo, parecia algo novo e excitante de se fazer, então fiquei pensando por alguns minutos, quando tomei coragem coloquei minha mão na coxa do professor, ele pegou uma bolsa e colocou por cima de sua mão, segurando a minha em sua perna, conforme a palestra aconteceu eu só conseguia sentir o calor aumentando em meu corpo, meu coração acelerado e como ele tinha uma coxa grossa e forte, sua mão puxou a minha mais para cima e para dentro, então ele começou a apertar meus dedos, como se eu estivesse arranhando sua coxa, ele não olhava para mim, mas seu sorriso no rosto pelo meu toque me fascinava, o jeito que ele colocou a mochila me deixava tocá-lo como eu desejava, então só continuei.
Reparei mais uma vez em como ele era alto com seus 1,90 cm, seu corpo e ombros largos, um peitoral definido, um rosto masculino e muito bonito. Foi uma hora só pensando em como eu estava cada vez mais interessada em seu toque, seu carinho e sua atenção a mim.
Saímos daquele auditório passeamos mais um pouco e no horário entramos em um outro auditório, este menor e com muito menos gente, nos sentamos um pouco afastados das outras pessoas, então aproveitei e perguntei.
- Profe Ícaro, porque essa palestra está mais vazia?
- Está não é uma teoria que pode ser comprovada com nossa tecnologia atual então muita gente não dá atenção, mas eu me interesso por essas coisas mais incomuns e quase não aceitas pela sociedade, tenho certeza que você não vai entender totalmente no começo, mas vai gostar. Eu só vou ao banheiro um minuto, não saia daqui ok?
- Ok profe.
Não demorou muito para que ele voltasse, ele se sentou novamente ao meu lado e já puxou minha mão para sua coxa, desta vez mais acima ainda que da outra vez, não entendi o que senti de imediato, mas estava diferente, algo cilíndrico e pronunciado, ao longo da coxa, parecia quente ao toque, novamente a bolsa estava acima de nossas mãos então não pude saber o que realmente estava tocando, por vontade própria comecei a abrir e fechar a mão tateando o que estava segurando, pouco se passou e senti aquilo pulsar sobre minha palma, junto com um baixo suspiro do homem ao meu lado. Arreganhei os olhos imediatamente quando finalmente entendi o que estava tocando, meu corpo todo se arrepiou e olhei para Ícaro, que parecia apenas prestar atenção na palestra, a surpresa me fez ficar imóvel por alguns minutos, mas aquele calor duro irradiava de minha mão para todo meu corpo, senti ele se mexendo, então ele tirou a mão que segurava a minha em sua coxa e a colocou em minha nuca, logo em seguida se aproximando de meu ouvido.
- Continua com o carinho minha bonequinha, suas mãos são perfeitas.
Senti o membro pulsando novamente, então por algum impulso maluco apertei os dedos, ele sorriu de lado e voltou a prestar atenção na palestra, enquanto fazia carinho em minha nuca e eu tocava aquele mastro grosso e cumprido ao longo de sua coxa. Conforme fui mexendo meus dedos ficavam mais ousados, às vezes percorrendo toda a extensão, outras pressionando a espessura grossa, conforme fui me deixando levar eu comecei a gostar de tocá-lo, meus bicos dos seios endureceram e entre minhas pernas foi ficando molhado. Depois que eu já estava mais acostumada com aquilo que estava sentindo, ele colocou a mão novamente sobre a minha e me fez fazer movimentos de vai e vem rápidos na ponta, se o salão estivesse mais cheio, alguém veria como eu estava agitando o braço agora, mas com todo esse perígo e estes sentimentos estranhos fui ficando mais desejosa de continuar, imediatamente me surpreendi quando senti o membro daquele homem adulto latejar e senti enquanto algo viscoso e molhado molhava sua calça, foram algumas contrações até que ele parasse de gemer baixo com sua voz rouca, com ele segurando minha mão ainda na ponta, meus dedos até ficaram um pouco molhados, fiquei atônita até que se passaram alguns minutos e a palestra terminasse, meu professor se levantou e levou a bolsa ao banheiro me pedindo para aguardá-lo.
Enquanto ele estava fora eu tentava compreender como meu corpo permanecia aceso e ansioso por mais, ainda teríamos um longo dia pela frente, mas eu queria tanto continuar a sentir tudo que ele me proporciou. Nós saímos quando ele retornou, percebi que ele trocou de calca, mas ele agiu normamalmente, almoçamos um pouco calados na praça de alimentação, depois andamos bastante pelos stands, a mão dele quase sempre estava nas minhas costas, então entramos em uma sala escura, onde deveríamos sentar e assistir, ficamos no fundo da sala, quando fui sentar senti meu professor colocar suas mãos em minha cintura e me puxar para seu colo, fiquei muda e me sentei, ele me ajeitou, quando desligaram as luzes senti ele indo com os dedos para a alça do meu vestido e a ajeitando, quando ele chegou na frente, desaa vez ao invés de tirar o dedo ele o desceu, entrando pelo decote até que estivesse dedilhando meu pequeno mamilo, ele o circulou, depois espremeu entre os dedos e por fim tirou a mão de meu vestido, eu fiquei com ainda mais expectativa que antes, minha calcinha se molhava mais, senti ele colocar a outra mão em meu ombro, não demorando para tocar meu seio, dessa vez por cima da roupa, ele o segurou todo em seus dedos cumpridos apertando e soltando algumas vezes, eu me remexia em seu colo com tanto prazer se espalhando por meu corpo, eu nunca havia sentido nada disso, mas não queria que acabasse, quando pareceu que estava acabando a apresentação, ele soltou meu seio e me tirou de seu colo em sentando ao seu lado, ao seu lado pouco vi, mas acho que percebi ele arrumando as calças, quando levantamos ele nos conduziu aos banheiros, quando entrei eu tentei limpar o estrago que estava em minha calcinha, nunca senti tanta vontade de me tocar, mas só me limpei e saí.
A próxima palestra foi lotada então nada aconteceu até o final da feira, quando eram 18 horas ele nos levou ao carro e pouco se passou até chegarmos a um laboratório, o professor me apresentou seu amigo, mas ele só nos deu a chave e logo foi embora, nós entramos em uma sala onde o professor ia me demonstrar uma simulação de colisão de partículas, ele me colocou a frente e se posicionou atrás de mim, colocou a mão em minha cintura fina e me puxou para perto de seu tronco, como eu só tinha 1,55 ele se projetava bem acima de mim, senti uma de suas mãos descendo aos poucos, de minha cintura até meu bumbum, ele o apertava e alisava, enquanto eu tentava não ofegar com minha respiração acelerada, meu pulso batendo forte em meus ouvidos, senti ele erguer meu vestido, até que sua mão agarrasse minha bunda por cima da calcinha, ele a puxou para o lado, até que tivesse contato com minha pele, suas mãos grandes e macias apertaram minha bunda e gemi quando ele começou a entrar com os dedos em minhas dobras, até que ele tocou meu botão traseiro, o circulou e apertou algumas vezes, então puxou a mão e arrumou minha calcinha e vestido no lugar. Mesmo perdida em sentimentos eu estava desejosa em sensações, independente da minha inexperiência. Quando ele voltou a segurar minha cintura eu estava pingando novamente entre as pernas e extremamente ofegante, com as pernas trêmulas.
- Então pequena, gostou?
- Hum, eu… gos-tei profe.
- Vamos, vou te levar pra casa.
No trajeto para casa eu estava perdida, sem compreender como algo totalmente desconhecido poderia ser tão gostoso e me deixar tão à vontade. Paramos antes de minha casa, em uma praça um pouco escura, ele soltou o cinto e se aproximou até tocar minhas mãos em meu colo.
- Gatinha, hoje foi simplesmente perfeito, eu amei cada minuto com você, seu carinho comigo me deixou completamente viciado. Você gostou neném?
- Eu fiquei meio surpresa no começo, mas gostei muito profe.
- Liz, eu quero aproveitar que essa é nossa primeira vez sozinhos em particular pra te falar umas coisas, eu sinto algo diferente por você, quando a coordenadora me falou dessa vaga eu só pensei em você como a única que poderia me ajudar com o estágio, você tem se mostrado muito madura e responsiva ao que eu estou te ensinando, metade disso é o motivo por eu ter te feito tanto carinho hoje, mas você sabe que isso não pode se tornar público, não é? Que o carinho que temos precisa ser um segredo só nosso, por isso eu queria saber se você concorda em continuar com nosso carinho especial sem contar a ninguém.
- Eu não vou contar nada a ninguém profe, eu prometo, eu não estava acostumada a esse carinho, mas será um segredo nosso, eu prometo. Eu também acho que o que temos é especial, quero muito aprender com você, eu nunca tive alguém assim, que me entendesse tanto quanto você, alguém que me ouve, eu quero muito que dê certo.
Então que tal pra gente comemorar que estamos de acordo a gente ir um pouco para o banco de trás? Eu queria fazer um cafuné nesses seus cabelos lindos.
Fiquei muito sem graça, então só aceitei, descemos do carro, ele se sentou e quando eu entrei ele me puxou para suas pernas, me deixando aberta em seu colo, aquelas mãos enormes me puxando para perto, enquanto ele se abaixava para ficar mais ao nível de meu rosto.
- O que mais gostou hoje bebê, além do carinho que te dei?
- Eu gostei muito da palestra daquela teoria sem possibilidade de teste, foi algo que não imaginei que poderia entender completamente, mas que me despertou muita curiosidade.
- É uma teoria muito boa, eu te disse, a sociedade pode não aceitar, mas mesmo assim é algo fascinante de se estudar. Eu acho que fiquei mais curioso com o carinho que você me deu, sua mão pequena tocando minha coxa foi algo tão delicioso.
Enquanto ele dizia isso eu percebi meu vestido muito levantado, quase mostrando minha calcinha, senti também suas coxas grandes entre minhas pernas, me deixando completamente aberta, meu vestido rodado completamente erguido, o calor que emanava dele era divino e me fazia ficar descompassada, quase sem conseguir raciocinar sobre o assunto. Então enquanto eu respondia ele colocava a mão em minha coxa, já entrando por baixo do vestido, como não consegui falar ele continuou. Sua mão continuou um percurso lento por minha perna, indo em direção ao meu bumbum.
- Eu te achei tão linda com esse vestido Liz, gostei muito de tê-lo usado porque pedi, eu quase não consigo parar de te dar carinho por culpa dele, você acha demais meu bebê? Quer que o professor pare?
- Eu… ahmm não quero que pare, profe.
- Liz você é a única aluna que eu quero ter algo assim, você é mais que especial, não imagino mais não estar te dando todo meu carinho.
- Eu estou gostando muito professor.
- Sabe, agora que estamos sozinhos eu poderia te dar mais beijinhos, gosto tanto do toque do seu rosto em meus lábios, eu não tenho namorada sabe, sinto falta de uma mulher em minha vida, você poderia suportar ser essa figura feminina na minha vida bebê?
- Sim, eu quero.
- Primeiro promete que é segredo nosso.
- Eu prometo professor Ícaro.
- Humm, agora fecha os olhos.
Faço como ele me pede e fecho os olhos, ele me puxa mais para seu peitoral, coloco as mãos em seus ombros, então ele beija o canto de minha boca, depois novamente do outro lado, não consigo controlar e ofego um suspiro, então ele me dá um selinho demorado nos lábios, quando abro os olhos ele lambe minha boca e sorri se afastando.
- Vou me sentir tão sozinho no laboratório amanhã sem você, uma pena que você não vai aos sábados minha pequena.
- Eu poderia ir….
- Mas seus pais não vão achar estranho você ir pro estágio no sábado?
- Eu posso falar que fui pra biblioteca, eu sempre faço isso aos sábados.
- Seria tão bom ter sua companhia minha pequena, posso te ensinar física prática amanhã, talvez a atração de dois corpos. O que você acha?
- Eu vou sim profe.
- Tá vou te passar meu telefone pessoal e falamos amanhã, aí pra ninguém te ver a gente pode combinar e eu te aviso quando distrair o segurança, que tal?
- Sim, profe.
Combinamos como eu entraria na escola, ele anotou o número dele no meu telefone, depois que terminamos ele me abraçou mais apertado e me pediu um beijo, quando eu estava me aproximando ele virou o rosto e dei outro selinho nele, ele conseguiu tirar nossa foto juntos assim, então me mostrou e disse.
- Eu não resisti a esse gostinho de uva que tem a sua boca minha pequena.
Ele colocou o celular de lado e começou a me perguntar de coisas que eu gostava de fazer, enquanto eu ainda estava montada em seu colo, não conseguia parar de sentir sua mão percorrendo minha coxa até minha bunda, quando eu comecei a falar de como eu não tinha amigos ele segurou minha bunda, enchendo a mão em minha nádega.
- Eu tenho um pouco de dificuldade de ter amigos.
- Nós podemos ser mais que amigos se você quiser pequena, a gente poderia ser uma dupla inseparável, basta você deixar.
- Eu… deixo profe.
Quando disse isso ele novamente empurrou minha calcinha para o lado e percorreu os dedos em minha fenda traseira.
- Eu posso ser seu amigo, seu confidente, a pessoa que te dá carinho e a que você também dá, o que acha?
- Sim, ahhm.
Ele pressionou o dedo em meu botão pequeno e apertado, tentando o acesso, depois circulando e voltando a pressionar.
- Eu posso ser sua pessoa especial e você a minha, posso te dar muito carinho também, você quer amor?
- Eu q-uero.
Falei gaguejando enquanto ele continuava pressionando meu botãozinho virgem, ele ficou circulando e pressionando enquanto falávamos, eu as vezes ficava até sem ar com a sensação dele tentando invadir meu buraquinho, mas eu não queria sair de seu colo, ou fugir do seu toque, ele com certeza perderia o interesse em mim se eu fizesse isso, ou pedisse para ele parar, foram algumas tentativas até que a ponta do dedo dele entrou e eu tranquei a respiração novamente, gemendo mais alto, sentindo uma leve fisgada, mas imediatamente comecei a latejar, não sentindo mais a dor ou o desconforto, ele não moveu o dedo além, ou o circulou dentro de mim, só o manteve na minha entradinha. Ele tentava conversar comigo enquanto fazia isso, mas eu não conseguia falar mais que duas palavras, então ele começou a contar sobre sua vida, como ele sentia falta de namorar, como ele tinha ficado feliz com a nova escola e como nos demos bem logo no início, que ele teria todo prazer de me ensinar tudo que ele sabia, enquanto ele falava ele começou a movimentar o dedo para dentro e para fora de meu canal, as vezes ele o tirava completamente apenas para colocar tudo novamente, quando comecei a sentir prazer pela sensação dele em mim, senti que ele começou a entrar um pouco mais em meu canal, uma mão abrindo minhas nádegas e a outra com o dedo em meu buraquinho, eu pressionava seus ombros e ofegava gemidos em sua frente enquanto ele falava sobre tudo de sua vida.
Então alguns minutos depois eu já estava pingando e rebolando em seu dedo quando ele novamente me beijou, foi um selinho no começo, mas ele começou a aprofundar nosso beijo, chupando meus lábios, depois minha língua e depois me permitindo fazer o mesmo nele, nossas bocas foram entrando em sincronia, ele me ensinando como beijar, enquanto seu dedo já estava até o final enterrando-se em meu cuzinho pequeno. Ele soltou a outra mão de meu traseiro e foi até meu seio, o agarrou por cima da blusa e apertou forte meu mamilo, que já estava duro e pronunciado pelo prazer que ele estava me dando o dia todo. Não demorou muito e ele começou a grunhir, vi seu membro latejando e molhando sua calça novamente, enquanto ele me beijava e apertava meu seio fodendo com o dedo meu buraquinho. Ele me soltou depois disso, descansando no banco do carro e tentando respirar, alguns minutos depois ele me levou para casa e me beijou antes de ir embora.
- Tudo foi perfeito hoje bonequinha, mas não esquece que é nosso segredo, tá?
Minha noite em casa foi confusa e agoniada, tudo era muito novo e muito bom, eu sabia que não iria negar a ele esse carinho em meu corpo, eu queria me entregar ao meu professor, pra que ele me desse mais do que recebi hoje. Lembrei de como ele me fez sentir especial para ele, então dormi pensando que no dia seguinte eu teria muito mais dele.
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Comentários (2)
Lancellotti: Exitante, envolvente agente se ver dentro da história.
Responder↴ • uid:gqbjxsg8iRafael: Que conto exitante eu adorei... Por favor continue
Responder↴ • uid:1e480jwdzyjd