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Festa na casa do meu namorado

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Michelle

Hoje vim falar um pouco mais do tempo que eu era puta e como conheci meu então namorado, José Vitor. Fiquem a vontade meus amores.

Oii. Me chamo Michelle, já escrevi algumas coisas aqui, e hoje vou contar um pouco mais sobre minha vida. Como disse antes, eu sou uma mulher bonita, tenho 32 anos, seios grandes e treino a um bom tempo já, e o que vou relatar agora aconteceu na época em que eu fazia faculdade de Educação Física e sexo por dinheiro nas horas vagas.

Nessa época eu havia perdido o emprego e precisei sair do apê que dividia com uma amiga. Depois de muito procurar, achei um quartinho para alugar numa república, fui morar lá juntamente com mais três homens. A casa em si, não era bonita, mas era uma moradia barata. Com minhas economias acabando, eu fiquei um pouco nervosa e me sentindo sem saída. Se vocês quiserem posso falar um pouco mais sobre o tempo que morei nessa república.

Certa noite nos corredores da universidade, fui abordada por uma mulher que devia ter uns 40 anos mais ou menos. Ela elogiou minha aparência e me falou que trabalhava com eventos e que tinha uma oportunidade para mim. Ela disse que dali a alguns dias haveria um congresso de médicos e que precisavam de meninas bonitas para a recepção e que pagava bem, na hora entendi a proposta. Como estava precisando de dinheiro para pagar decidi aceitar.

Na noite combinada ela me deu roupas, maquiagem e algumas instruções. Chegamos a um amplo salão chiquissimo, onde haviam várias pessoas conversando, música tocando. Parecia uma recepção daquelas de cinema. Andei com ela pelo salão e conheci vários homens, alguns mais atrevidos, outros mais tímidos. No fim da noite, por volta das 23 horas, uma outra moça e eu fomos levadas a um hotel igualmente chique, fomos para o quarto e quem atendeu a porta foi um senhor de uns cinquenta e poucos anos, entramos e lá dentro havia outro homem, igualmente velho. Não tem muito o que falar desse dia, não foi bom e nem ruim.

Depois disso fiz mais alguns eventos com essa moça, conheci muitos homens, com muitas taras diferentes. Muitos desses homens conheci quando teve uma obra grande na região, eu e outras meninas éramos contratadas para ir no alojamento da construtora durante a noite divertir os homens, o que pouca gente sabe é que era a própria construtora que nos contratava pra isso. Nesse lugar e em muitos outros tive alguns clientes que eram mais agressivos, gostavam de uma coisa mais bruta e consequentemente pagavam mais caro, visto que não era toda menina que aceitava.

Tive alguns clientes que me traziam roupas de alguém próximo, ou que simulavam isso e me chamavam pelo nome da pessoa que tinha fetiche. Era até divertido.

Haviam muitos que só queriam conversar também. Muitas vezes não faziam nada, só queriam atenção.

Eu também tinha meus fetiches e realizava eventualmente. Eu, até hoje, gosto de ménage e dupla penetração, e algo que acontecia com relativa frequência na época, e que eu curto bastante até hoje, era quando algum pai me pagava para transar com o filho porque tinha alguma dúvida sobre a sexualidade do filho, ou queria fazer o filho gostar de mulher. Na maioria das vezes eu acabava transando com os dois juntos. Eventualmente acontecia de um irmão mais velho aparecer com o mais novo. Era uma experiência muito gostosa.

Uma coisa que não sei exatamente como aconteceu, mas o pessoal da faculdade descobriu da minha vida de garota de programa. No início foi muita encheção de saco, mas depois muitos dos homens que me perturbavam acabaram virando meus clientes assíduos.

Como disse antes, me ocorreram muitas coisas nessa fase, da qual vou tentar detalhar uma delas, que sem dúvidas foi a experiência mais intensa que tive e que ainda hoje me deixa excitada só de lembrar, embora na época não tenha sido tão legal assim.

Entre programas e baladas eu conheci o José Vitor. Nosso encontro foi no meio de um baile funk de comunidade aqui no RJ. Nos demos bem logo de cara e acabamos nos envolvendo. Ele é o típico Maurinho branco. Contei a ele tudo sobre mim, sem esconder nenhum detalhe, pensando que ele sairia correndo sem nem olhar pra trás, mas ele ficou ao meu lado, não só ficou como curtiu muito o fato de eu ser puta e passou a arrumar clientes para mim, clientes que na maioria das vezes deixava ele ficar olhando.

Comecei a frequentar a casa dele também, a família fazia a imagem da pura família brasileira, religiosos, com uma boa condição financeira, mulheres recatadas e do lar. Não preciso nem dizer que a mãe e a irmã dele não gostavam de mim, eu só ignorava elas e quando diziam algo, eu respondia a altura. O pai dele o Sr Roberto, ou Beto se preferirem, era um coroa bem sisudo, mas nunca me faltou com respeito. Mas quem eu mais gostava na família, sem dúvidas, era o irmão caçula dele, o Matheus.

Chegamos a um ponto que o Zé me dominava de um jeito que nenhum outro conseguiu, eu estava entregue a ele. Por exemplo, uma ocasião em que passei a noite na casa dele, ao entrarmos no quarto ele mandou eu tirar a roupa, não haveria nada errado se o irmão dele não estivesse lá olhando para a gente. Quando ele mandou pela segunda vez, eu simplesmente obedeci sem nem questionar a situação.

Em seguida, ele mandou eu fazer sexo com o irmão dele. Sem nem pensar fui em direção ao Teteu, que me olhava fixamente, dei um beijo na boca dele e o ajudei a se despir. Para um jovem por volta dos 16 anos, até que ele tinha um belo pênis. Joguei ele na cama e subi em cima dele e comecei a rebolar. Não demorou muito e senti o Teteu gozando dentro de mim, sai de cima dele me virei ficando de costas para o Teteu e de frente para o Zé Vitor, que me puxou, jogou minhas pernas em seus ombros e começou a me foder. Ao ver o irmão ficando novamente de pau duro Zé Vitor mandou eu sentar nele outra vez que agora iriam fazer igual no vídeo porno que eles assistiram.

Sentei no garoto e comecei com movimentos suaves, ele veio logo em seguida e começou a tentar introduzir seu pênis na minha buceta juntamente com seu irmão. Incomodou bastante ter dois pênis na minha buceta, o Teteu apesar de jovem, já ostentava um belo pênis, assim como seu irmão mais velho. O Zé começou um lento movimento de vai e vem e não demorou muito para eles gozarem juntos dentro de mim.

Isso continuou por um bom tempo e era divertido. Bom, continuei com meus estudos e trabalhando como GP, aos fins de semana atendia muitos homens em minha tv casa, cada um com seu fetiche e horário marcado. Mas também sempre fui safada, se eu ver um homem bonito e interessante na rua, não tenho problemas em oferecer a buceta pra ele.

As coisas evoluíram, o tempo foi passando e o dia do casamento da irmã dele ia se aproximando. Uma semana antes do casamento, a mãe e a irmã dele viajaram para fazer o que seria a última prova dos vestidos delas. Zé Vitor me ligou com uma proposta, ele iria fazer uma resenha por lá, com direito a churrasco e bebidas e me ofereceu dinheiro para ir pra lá ficar sensualizando e servindo as bebidas a os homens que ele convidaria. Aceitei é claro.

No dia do auê, cheguei lá na casa dele por volta das 17h30, já haviam vários caras por lá. Me encontrei com meu namorado, conheci alguns amigos dele, e fui fazer o que devia. Vale dizer aqui, que nunca fui tão assediada na vida até aquele momento. Por onde eu ia sempre tinha um ou outro que passava a mão na minha bunda, falava obscenidades ou as duas coisas, as vezes pegavam nos meus seios. Eventualmente eu dava bola para um ou outro. O divertido era que todos os rapazes estavam de shorts ou sunga de praia, esses últimos as vezes entravam na piscina para disfarçar uma ou outra ereção e a maioria das vezes meu namorado finja não estar vendo o que ocorria por ali, mas eu sabia que ele estava de olho em tudo. Não nego que estava me divertindo. Uma das pessoas que não parava de me olhar era o cunhado do Zé, aqui vou chama-lo de Felipe, tivemos muitas interações e flertamos algumas vezes. Notei que durante a festa ele passou a conversar muito com o Zé Vitor e ambos olhavam frequentemente na minha direção.

A festa continuou acontecendo e mesmo sob os olhares inquisitivos continuei me divertindo e acabei chupando um ou dois as escondidas. Bem mais a noite, quando reduziram o volume da música e os rapazes começaram a ir embora. Por fim ficamos na casa, além de mim, mais alguns rapazes que passariam a noite por ali, Zé Vitor, seu irmão Matheus, seu cunhado Lucas, os mais velhos alí presentes sendo o seu Beto (pai Zé Vitor e do Matheus) e o seu Ricardo (pai do Lucas), ambos por volta dos 50 anos. Além deles haviam o Rafael e o Leandro, primos do Zé, e o Gabriel, amigo do Lucas.

Já na sala da casa, havia um sofá grande reclinável em duas paredes, formando um L, havia também um tapete bacana azul marinho e uma mesinha de centro, onde já estavam alguns copos, cerveja e garrafas de bebida alcoólica. Alguém colocou um funk pra tocar, meu namorado disse pra abaixar a música porque ele estava pedindo pizzas, eu comecei a dançar. Senti mãos no meu bumbum, nas coxas e outras partes, mas nem me dei o trabalho de olhar. Me mantinha concentrada na minha dança. Eu não sabia exatamente quem foi, mas senti as tiras do meu biquíni ser puxado e meus peitos ficando a mostra para todos ali. Atendendo a todos ali, não reclamei, apenas tirei a parte de cima do biquíni e continuei dançando e brincando. Ao som de funks alguns rapazes se juntavam a mim, dançando e se esfregando em minha bunda. Tinha hora que eu ficava rodeada por dois, três e até mais homens que dançavam e passavam a mão no meu corpo.

Animada, em partes por causa da bebida, eu aproveitei que estava com os peitos de fora e tirei também a parte de baixo do biquíni. Girei minha calcinha na ponta do dedo indicador e em seguida joguei para o noivo, que a pegou e cheirou. Alguns dos rapazes já mostravam os primeiros sinais de excitação, outros nem tanto. Lucas e eu continuamos a dançar, nessa hora ele já beijava meu pescoço enquanto enfiava o dedo na minha perseguida. Percebi que meu sogro olhava para o meu namorado, mas era fato que meu namorado não se importava em me dividir, fosse com quem fosse. Dançamos e brincamos mais um pouco então joguei ele no sofá, seu pau já apontado para cima, sedento por uma chupada, mas eu não a fiz ao invés disso, sentei em cima dele encaixando seu pau na minha buceta. Comecei a rebolar em cima dele e quando o beijava, os outros homens ficaram num misto de tesão e surpresa. Quando o Lucas anunciou que estava quase gozando, eu saí e me posicionei na frente dele. De joelhos, passei a língua nas bolas dele e fui subindo até a cabeça do pau e em seguida coloquei tudo na boca, fazendo uma quase "garganta profunda". Fiz questão de engolir toda a porra dele. Os outros rapazes já não conseguiam esconder suas ereções dento das suas sungas.

Meu namorado começou a falar com o Lucas como se eu não estivesse ali, sabe, perguntando se o Lucas tinha gostado de comer e coisas assim. Zé Vitor sabia que eu queria mais e quando nossos olhares se encontraram, ele sorriu para mim. Enquanto rebolava no Lucas, ouvi meu sogro falar com o filho sobre algo do passado envolvendo sexo.

Bebi mais um copo de cerveja que estava ali e fui na direção de Seu Beto. Notei uma leve tensão nele enquanto eu estava perto, mas ele não resistiu a um belo boquete. Enquanto eu chupava o Zé Vitor, o Teteu se aproximou e ficou lado a lado com o irmão sendo chupado. Enquanto estava de quatro concentrada neles dois, senti alguém mexendo na minha bunda e na perseguida, continuei chupando eles até que senti um pênis entrando em mim, quando fui olhar levei um tapa do Zé Vitor, continuei com eles sem olhar para trás, apenas chupando e gemendo entre as metidas.

Senti o homem sair de dentro de mim, e só então ouvi a voz de seu Beto falando para o Zé Vitor que sempre teve vontade de me comer e que estava realizado. Meu sogro estava feliz. Zé Vitor foi o primeiro a meter no meu cuzinho, foi desconfortável no início, sabe. O lubrificante ajudou bastante, seja lá o que ele usou. Logo após Teteu também meteu em mim, na minha buceta e devido a sua pouca idade ou inexperiência acabou gozando dentro de mim, um dos primos do Zé Vitor reclamou do Teteu ter gozado em mim, Seu Ricardo pediu para ver, o rapaz foi para o lado e e seu Ricardo já veio metendo em mim dizendo, se você não vai comer ela, eu vou. Meus gemidos parecia que despertaram os outros sabe, era legal e excitante como eles me olhavam. Fiquei ali, de quatro naquele sofá, enquanto eles revezavam em mim, um após o outro, gozando onde tinham vontade. Seu Beto veio por trás, começou a comer meu cú. Em seguida me puxou gentilmente, sem sair de dentro de mim, e me fez sentar em cima dele ficando com a buceta exposta para todos os outros. Subi e desci algumas poucas vezes e então aconteceu, Lucas veio penetrar minha buceta. Meu sogro perguntou o que ele estava fazendo e em resposta ele disse que era pro meu relaxar, que só queria minha buceta.

É muito excitante pensar nisso hoje em dia, mas na época não percebi o quão empolgante era ter genro e sogro dentro de mim, sendo cúmplices um da traição do outro. Lucas iria se casar dali a poucos dias, meu sogro era casado havia anos. O primeiro a sair foi meu sogro, saiu e gozou nos meus peitos. Lucas gozou dentro de mim dessa vez. Meu cunhadinho também queria mais um pouquinho de periquita e veio sem pedir licença. Fiquei ali sendo comida por ele.

Enquanto meu cunhado se divertia, a campainha tocou e meu namorado foi receber e pagar as pizzas. Depois de me alimentar, tomar uma caipirinha e descansar um pouco, fui tomar um banho na suite do Zé Vitor. Ao entrar no banheiro, me dei uma olhada no espelho, e de fato estava bem suja de gozo. No cabelo, nos seios, no bumbum, na barriga, em fim, estava suja por dentro e por fora. Abri a água morna e fiquei sentindo o líquido relaxante cair sobre meu corpo. Peguei o sabão e shampoo e me lavei inteira.

Enquanto me secava, a porta se abriu e o Gabriel entrou no banheiro, ainda nú. Naquele momento me dei conta de que não havia trancado a porta. Ele me deu um beijão, o qual fiz questão de retribuir. Logo em seguida ele me perguntou se eu estava bem. Conversamos um pouco e logo ele quis me foder se novo, eu disse que não, mas ele insistiu, insistiu tanto que acabei sedendo para aquele homem lindo.

Me apoiei na pia do banheiro, ele veio por trás e iniciou um vai e vem lento e gostoso na minha buceta. Fomos atrapalhados pelo Rafa, que veio todo assanhado para o meu lado, me puxando e querendo me penetrar também. Não deixei, resisti, apesar da insistência do Rafa. Quando saímos do banheiro, Rafa me jogou de costas na cama, em seguida veio por cima de mim, visto que fiquei quase em posição de frango assado. Comecei a protestar e por mim, tentei tapar minha pepeca com minha mão, mas o Gabriel não só tirou minha mão da posição que estava, como as segurou para o amigo se divertir. Rafa começou a me penetrar iniciando uma segunda rodada de sexo, enquanto Gabriel o observava e esfregava o pau na minha cara.

Acho que os rapazes me ouviram gemer pois aos poucos foram vindo para o quarto. O primeiro foi meu namorado. O Rafa saiu de cima de mim e foi gozar no banheiro dessa vez. Lucas já estava no ponto, e me fez sentar em cima dele, senti o pau dele deslizando com facilidade para minha perseguida. Eu me movia lentamente em cima dele, foi então que meu namorado veio e começou a enfiar o pau na minha buceta junto com o Lucas, que perguntou "que porra ele tava fazendo", e meu namorado disse que queria comer minha buceta, que era pro Lucas ficar quieto.

Foi difícil ter eles dois na minha buceta, sabe. Me senti apertada e gemia horrores, as vezes parecia que estavam tentando me rasgar. Mas eles se divertiram muito, alguns outros também tentaram, eu gozei quando o Zé Vitor e o pai dele penetraram juntos minha buceta, foi excitante ter pai e filhos se satisfazendo juntos de mim. Depois ficaram me revezando, me fodendo um após o outro, as vezes dois juntos. Eu tentei pedir mais um tempo depois, mas não fui ouvida, fiquei ali servindo aos prazeres deles.

No dia seguinte acordei toda dolorida, mal conseguia andar, minha buceta e meu cú, ardiam e doíam pra caramba. Minha buceta estava em um tons de vermelho e roxo, sangrou um pouco. Minha garganta também estava doendo. Precisei ir ao médico e comprar medicamentos e tudo mais, mas ainda sobrou bastante dinheiro a época.

Depois disso, nos vimos novamente no dia do casamento dele, mas é assunto para um outro dia. Vou deixar meu telegram, para caso alguém queira conversar ou saber mais: @profmichellenascimento

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