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A casa da minha avó XVII - Primeira suruba com minha tia

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Escritor

Continuação de uma série de contos. Leia os anteriores para entender

Olá, meu nome é Felipe. Estou aqui mais uma vez para falar sobre meus dias morando na casa da minha avó.

No relato passado falei sobre o dia em que eu, minha tia e prima fizemos um ménage quando meu tio não estava em casa. Nunca pensei que a foderia, nem que ela quisesse transformar àquilo em um ato recorrente. Isso enquanto ainda saía com seu Joaquim.

Me surpreendi com o quanto ela era safada. Mas me surpreendi ainda mais por outros motivos.

Ela pediu divórcio do meu tio, após uma briga bem barulhenta que deixou o clima da casa pesado por alguns dias. Meu tio saiu de lá, deixando a esposa e os filhos para trás. Era triste de todo modo, mas parecia ser a coisa certa a se fazer.

Meu primo, semana sim, semana não, passava uns dias morando com o pai e eu aproveitava esses dias.

Me enfiava no quarto com as duas sempre que dava. Recebia a cavalgada de uma enquanto lambia a buceta da outra. Comia o cu de Sandra enquanto ela afundava a cabeça entre as pernas da mãe. Esporrava na boca de ambas e via elas dividindo meu gozo. Faziamos tudo que desejavamos.

Naquela altura elas não pareciam mais mãe e filha, mas sim duas amantes. Minhas amantes.

Obviamente continuei fazendo minhas visitas a casa dos meus sogros, contando a eles sobre o que acontecia a cada noite.

Dona Tereza gostava de se tocar enquanto ouvia. E seu Joaquim sempre pedia mais detalhes para excitar cada vez mais a esposa.

Ao final das histórias Klésia quase sempre me levava para o quarto e acabávamos fodendo, como uma forma dela de marcar território sobre mim. Eu não achava ruim.

Logicamente todos sabíamos uns dos outros, e não demorou para fazermos todos juntos.

Disse ao resto de minha família que ia sair com Klésia e minha prima com as amigas. Minha tia avisou que ia ter um encontro com alguém. Então fomos até um hotel junto de seu Joaquim e dona Tereza. Um quarto com uma cama enorme e espaço para todos nós, incluindo uma jacuzzi.

Cristiane estava naqueles dias, então ficou em casa.

Quando entramos no quarto, as mulheres se abraçaram e trocaram beijos. Minha sogra e tia se mostraram bem familiares uma a outra. Nos servimos todos de champanhe e começamos a brincar.

Dona Tereza puxou minhas calças para baixo e iniciou uma deliciosa chupeta. Sua língua experiente lambendo em volta da cabeça do meu pau.

Klésia massageava minhas costas enquanto isso, perguntando quem chupava melhor. Respondi que ela teria de se esforçar naquela noite e recebi um puxão de orelha.

Seu Joaquim agarrou Sandra, sentando em uma poltrona e puxando-a para o seu colo. A tomou num beijo de língua intenso, retribuído por minha prima com igual paixão. Minha tia se aproximou dos dois e perguntou a Sandra em tom de brincadeira onde ela tinha aprendido aquilo. Minha prima disse que certas coisas ela aprendia na escola e outras na casa das amigas e olhou para Klésia.

Minha tia riu, dizendo que precisava aprender essas coisas também e beijou a filha da mesma forma. Meu sogro se meteu no meio e ficaram os três trocando língua sobre a poltrona. As mãos deslizando nos corpos um dos outros.

Minha tia desabotoou a camisa e seu Joaquim logo tirou seu sutiã, caindo de boca naqueles peitos. Sandra ajoelhou, abriu o zíper da calça dele e tomou o pau do coroa na mão. Começou a mamar. Minha tia logo ficou completamente pelada, sentou no braço da poltrona e começou a empurrar a cabeça da minha prima contra o pau, a mandando engolir.

Do meu lado, a situação não era muito diferente. Klésia se juntou à mãe numa chupeta dupla enquanto eu aproveitava, tanto o boquete mãe e filha quanto a vista do outro trio.

Klésia, arteira como sempre, perguntou qual das duas eu queria comer primeiro. De sacanagem, respondi que a mais gostosa. Elas riram e Klésia subiu em cima de mim, me empurrando para baixo na cama, e então sentou, encaixando minha rola em sua buceta, com as mãos apoiadas no meu peito. Primeiro começou a subir e a descer lentamente, mas depois aumentou o ritmo de forma gradual, galopando gostoso.

Minha sogra deslizou pela cama e botou as pernas em volta da minha cabeça. Minha língua passeou por aquela buceta, enquanto minhas mãos apertavam seus peitos. Certamente as duas, mãe e filha, estavam se beijando acima de mim. Era um tesão sem igual.

Algumas sentadas de Klésia depois, eu estava recheando sua buceta de porra. Ela saiu de cima e a dona Tereza inclinou-se, me abocanhando. Ficamos num meia nove por um tempo. Reparei que mesmo após Klésia parar de cavalgar, a cama ainda balançava. Dona Tereza saiu do meu rosto e sentou de costas para mim, enterrando minha rola bem fundo naquela buceta molhada. Começou a se mover, sentando sobre mim em uma cavalgada invertida que tive o prazer de ajudar, estocando em sua buceta.

Ao meu lado, minha prima tomava de quatro do meu sogro, que metia sem dó. Minha tia beijava o homem que fodia sua filha, tirando o pau dele a cada alguns segundos de dentro dela e chupando, antes de ajeitar novamente naquele buraco. Sandra gemia feito uma cadela no cio, ainda mais quando recebia um tapa no rabo, já vermelho de tantas pancadas.

Tia Ivone parecia gostar de ver a filha assim. Ser puta era de família, afinal.

Meu sogro de repente tirou o cacete de Sandra e o inseriu no fundo da boca de minha tia. Ela começou a engasgar e tossir, se tocando o tempo todo. E quando seu Joaquim tirou seu pau, estava completamente babado de saliva e porra.

Minha tia respirou fundo, recuperando o ar e Sandra se virou e beijando a mãe. As duas ficaram se pegando e Klésia foi em direção ao pai, limpar o seu pau.

Em cima de mim, dona Tereza sentava incansavelmente. Eu disse que queria mudar de posição e a deitei na cama, arreganhando suas pernas em um frango assado e soquei forte, beijando-a. Senti que estava perto então dei um chupão em seu pescoço, esporrando dentro de sua buceta.

Continuei dentro dela, e minha sogra ficou sussurrando o quanto amava ser recheada por um novinho. Respondi que a buceta dela era tão gostosa quanto a da filha e então nos levantamos.

Seu Joaquim fazia um papai e mamãe em Klésia e ao lado deles minha tia chupava Sandra. Vendo aquele rabo gostoso levantado e tendo meu pau ainda sob o efeito da vitamina, fui até elas.

Lambi seus lábios de baixo, ouvindo sua voz risonha e excitada perguntar quem era. Ajustei a cabecinha na entrada e falei “adivinha”. Penetrei, arrancando um leve e prazeroso suspiro dela. Sandra manteve a cabeça da mãe em sua buceta com ambas as mãos, mordendo os lábios de tesão.

Comecei a meter, agarrando e arreganhando sua bunda com ambas as mãos.

Ao meu lado, dona Tereza beijava o marido, que fodia a filha, apertando seu pescoço, dando-lhe tapas no rosto e arrancando dela gemidos deliciosos, enquanto ela falava “Goza em mim, papai, goza”.

O coroa esporrou, suas mãos saindo do pescoço, e deslizando entre os seios, barriga, cintura até as coxas de Klésia. Ele então tirou seu pau da buceta dela e minha sogra começou um boquete de limpeza. Klésia olhou para mim com um rosto satisfeito, enquanto eu socava a rola na minha tia. Continuei metendo, ciente de seu olhar. Minha tia suspirava e gemia. Arreganhei sua bunda e vi aquele buraquinho apertado. Enfiei o dedo, mas ela reclamou, então espanquei seu rabo com meu quadril, estocando com mais força e gozei, a enchendo.

Minha prima se pôs de joelhos na cama e começou a beijar a mãe, enquanto eu ainda estava soltando os jatos dentro dela.

Deitamos na cama.

Dona Tereza e seu Joaquim decidiram ir ao banheiro, lavar-se, e minha tia fez o mesmo.

Continuei deitado e logo Klésia se acomodou entre meu braço e meu peito. Sandra estava no meu outro lado um pouco mais afastada, mas ao alcance do meu braço. Conversamos baixinho sobre aquela situação e logo depois minha prima começou a me chupar enquanto eu trocava beijos com Klésia e apertava seus mamilos.

Sentir aquelas duas línguas ao mesmo tempo era um sonho.

Eu disse que queria comer Sandra de quatro. E minha prima, como boa puta que era, obedeceu, empinando o rabo. Abri sua bunda e cuspi no cuzinho, então enfiei minha rola dentro dele. Minha prima urrou de dor, mas então começou a gemer, me xingando como de praxe. Klésia me beijava enquanto isso.

A porta do banheiro abriu e minha tia saiu, dando de cara conosco. Ficou nos fitando. Imagino como deve ter sido para ela assistir a filha dando o cu. Meus sogros foram em direção a jacuzzi, entrando nela. Eu meti mais algumas vezes, então esporrei no rabo de minha prima. Logo depois fui ao banheiro me lavar.

Quando voltei, Sandra estava junto de meus sogros na jacuzzi. Parecia relaxar, enquanto dona Tereza e seu Joaquim se pegavam ao seu lado.

Klésia e minha tia estavam na cama, conversando. Nem preciso dizer o quão bela era a visão daquelas duas mulheres nuas. Fui até lá, deitando-me ao lado delas.

Elas diziam conversar sobre mim, e falaram sobre como era engraçado minha tia ser a pessoa mais preocupada e restrita da minha família quanto a minha relação com Klésia e mesmo assim, ali estávamos.

Falamos mais um pouco e ficamos assistindo Sandra e os meus sogros na jacuzzi.

Sandra montava seu Joaquim, o corpo saltitando entre as bolhas. Dona Tereza alternava entre os dois em demorados e apaixonados beijos.

Senti as mãos de minha tia punhetando meu pau, que já começava a levantar.

Perguntei se ela gostava de ver a filha agindo feito uma putinha, e ela respondeu que agora era a forma que elas viviam. Klésia a beijou e depois a mim, então eu me debrucei sobre minha tia e tomei seus lábios. Ficamos os três nessa dança, beijando, chupando e acariciando bocas, pescoços, peitos e nossos sexos.

Acabei dentro da minha tia, metendo com ela deitada de costas para cama enquanto Klésia cavalgava seu rosto.

Beijei minha namorada enquanto esporrava na minha tia. E Klésia começou a lambe-la, limpando a porra dentro dela.

Na jacuzzi, dona Tereza sentava de costas para seu Joaquim enquanto beijava Sandra.

Minha tia tinha razão. Essa era a nossa vida agora.

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