Garoto Rural - O passado
Aconteceu antes de eu conhecer o Garoto Rural, quando eu saía com soldadinhos do exército. Serve para ter noção de como o mundo conspira à favor do meu rabo.
Era 2018 e eu ainda morava no prédio que ficava bem próximo a um dos quartéis do exército, em Curitiba. Tinha ficado duas semanas em Paranaguá prestando serviço para uma empresa e
estava voltando para casa num domingo à tarde. Dirigia desanimado em subir a Serra, me encaminhando para a saída da cidade para pegar a BR 277. Eis que o meu radar da sacanagem detecta um pouco à frente, um soldadinho do exército uniformizado e com uma mochila nas costas, indo, em passos cadenciados como se marchasse, no mesmo sentido. Já me faço aquela pergunta animadora meio a um deboche: “Aonde vais, jovem guerreiro??”.
Diminui e já desliguei imediatamente o celular, o que faz parte de um plano que utilizo. Fui devagar me aproximando dele, sem deixar de conferir a sua bela bunda, pernas e ombros largos. De costas ele era perfeito e extremamente gostoso. A sua calça verde estava um número abaixo da sua medida, mas não estava esgarçada e sim perfeitamente justa e
ressaltando as suas formas de macho no auge dos seus 19 anos, cheio de vitalidade e hormônios masculinos. Adoro essa fase, sou um verdadeiro vampiro a sugar-lhes a energia entre os 18 e 24 anos. Fora dessa faixa etária já não tenho muito tesão. Aí tem que ser muito gostoso mesmo. Encostei ao lado dele e fiz um sinal que queria falar-lhe. Ele parou e investi:
“Amigo, desculpe, mas acabou a bateria do meu celular e fiquei sem o Google Maps e quero ir pra Curitiba... O caminho é esse mesmo?”. Ele: “Sim, você está certo, logo ali na frente tem a BR e é só subir... Eu também estou indo para lá e ia ficar num ponto da BR para descolar uma carona...”. E eu: “Então pronto! Vem comigo, uai” e pensei, filhadaputamente, “objetivo inicial alcançado” - colocar o macho pra dentro do carro. Ele abriu um farto sorriso – era muito bonito por sinal – com uma beleza máscula, rosto quadrado e algumas espinhas boas de estourar. Tirou a mochila das costas abriu a porta e colocou a perna direita pra dar apoio para subir na camionete, nisso, eu de olho no volume dele muito interessante, pois como as suas as coxas eram grossas, não dava muito espaço para o saco se acomodar, criando uma puta trouxa protuberante. A perna direita, ao subir, empurrou para a esquerda todo aquele volume
maravilhoso, uma maçã com um charuto saindo pro lado. Eu estava sem ar e pensei, vou atacar! Foda-se! O Máximo que vai acontecer é ele me dar uma porrada. Ele sentou, deixou a
mochila sobre os pés e segui vagarosamente em frente. Não tinha pressa. Fui puxando a sua língua para que conversasse. Respondia a tudo que eu perguntava, mas de modo econômico sem deixar de ser simpático e educado. Disse que sempre volta de uniforme, pois fica mais fácil para pegar carona. Eu lhe disse que morava perto do quartel “X” (nos contos não menciono nomes nem locais especificamente). E ele deu uma palmada na soleira da porta exclamando: “Caralho! Sirvo lá!”. Dizendo isso ele já alterou substancialmente o seu estado de espírito. Ficou animado com a coincidência. E eu também. Já estávamos mais descontraídos e eu continuava respeitando o limite de velocidade da via, talvez um pouco mais abaixo. Começou a falar de fuzil, tanques, pelotão, capitão, o caralho... e Eu: “Hum, hum” e dava uma manjada na rola que estava no pacotaço logo ali, ao meu lado, ao alcance da mão. Que volume do caralho! Literalmente! Dava taquicardia só em pensar colocar a mão sobre, mas, e a porrada???Pensava e tremia. Comecei a segunda fase do plano, já que era “aquele” quartel. “Conheço muito os
Soldados Fulano e Ciclano”, mencionando os nomes de “guerra” deles. Foi outro tapa na soleira: “Porra! São meus amigos, caralho! Somos do mesmo pelotão e sempre estamos
juntos”. Eu já estava ficando sem ar, era muita coincidência. Esses dois amigos dele não saíam de casa. Os conheci numa lanchonete perto e os levei para casa. Lá fizeram horrores. Me comeram até de ponta cabeça e viraram frequentadores assíduos, entre outros que iam quando o saco estava doendo com vontade gozar. Não tinham um pau muito grande, um deles
era grossinho até, mas eram bem machinhos e gostosinhos. Às vezes eu tinha que dizer que estava com visitas ou não atendia o celular, eram uns taradões. Aí veio a pergunta que eu
esperava: “Como você os conheceu?” e eu, com o sorriso mais filha da puta do mundo: “Eles não saem da minha casa. Abusam de mim, me comem muito, os safados”, disse fazendo uma
cara de coitadinho e meio de chorinho, querendo mostrar agora um pouquinho de “viadagem”, coisa que odeio homem que fala mole, afrescalhado, e confesso que nem sei imitar – e por
conta disso os carinhas saem de boa comigo em qualquer lugar sem constrangimento. Aí a ficha dele caiu e exclamou: “Anham! Você é o fulano então...!!”, disse o meu nome. Assenti e
disse: “Porra! Sou tão famoso assim?”. E ele; “Os carinhas falaram de você para mim e queriam me levar lá e nunca deu certo, não que eu não quisesse ir...”. PRONTO! Fechou! Meta
alcançada! E eu: “Éééé...???” e agora deixei cair os olhos indiscretamente naquele baita volume e ele deu aquela relaxada projetando involuntariamente o quadril pra frente deixando o pacote mais saliente ainda. Aí eu contei uma mentirinha: “Eles me falaram mesmo de um amigão deles que queriam levar em casa, que tinha um pau enorme”. Ele riu e assentiu a informação. E eu: “É grande mesmo? (Todos eles acham que tem o pau grande kkkkk, mas esse
tinha de fato), e já fui passando a mão direita pelas coxas maciças. E ele: “Você vai gostar. É maior que o deles”. Pronto! Já tinha um canhão apontado para mim, como se fosse uma roliça maçaneta sobre aquela calça apertada. De repente ele pegou o celular e disse que iria ligar para aqueles putos e assim o fez. Parei o carro um pouco, pois o sinal na Serra é ruim. Ele ligou para o primeiro e não atendeu. O segundo e atendeu, deixando no vídeo, sem antes
perguntar se podia. Claro! Concordei. “Olha com quem estou!”. O Outro: “Não acredito! Filha da puta! Você encontrou com ele! Caralho!!! Como??”. Aí ele lhe contou as coincidências. E eu disse: “Vou leva-lo para a minha casa hoje. Querem aparecer lá?”. Respondeu que não dava, pois estavam de serviço, mas que voltariam outra hora, os três, coisa que nunca deu certo depois. Desligamos e seguimos viagem. E eu já com a mão lá, apertando, apalpando, abrindo a calça e dirigindo ao mesmo tempo, agora já em maior velocidade. O vergão pulou pra fora! Baita pau branco, grosso, veiúdo, cabeça rosada. Realmente gigante. Calculei uns 21 cm. Enfiei a mão por baixo e trouxe o saco dele pra fora das calças também, outra preciosidade. Eles têm o saco realmente inchados pela idade e pela vontade de ficar fodendo o tempo inteiro. Os vidros do meu carro são escuros e ele arriou as calças e cueca e fui trocando as marchas, já
que meu carro é automático. “Vamos em casa, fazemos uma jantinha e quero saborear esse cacete”. Ele: “Da hora!”. Eu estava voando agora kkkkkk. Chegamos, subimos e ele foi se despindo revelando um macho pra ninguém botar defeito. Corpo bem esculpido, pernas perfeitas e aquele cacete grosso, mirando pro canto superior direito, mostrando a sua veia
mestra que sai do pé do saco e vai até o prepúcio e por ali eu passava a língua até chegar na cabeça e vir sugando toda a sua vitalidade. Machão! Machão! Dentro da minha boca e duas mãozorras na minha cabeça, conduzindo o vai e vem e eu vendo aquela virilha dura se aproximar e se afastar repetidamente. Eu ficava de olhos bem abertos para não perder nada. Assim ficamos por quase uma hora e lhe pedi que deitasse no sofá e parti para saborear aquele saco robusto e de pele grossa, com alguns pelos loiros. Ele emitia uns sons de êxtase. O arrastei para a minha cama e o pau dele ia que nem uma batuta de maestro, pra cima e pra baixo a
cada passo. Chegando na cama fiquei de quatro no canto dela, com uma das pernas sobre o colchão, favoravelmente a sua invasão. Passei lubrificante e mandei ele vir, devagar. Deu uma boa pincelada com o pau no meu rabo e eu já estava quase gozando só com isso. Mirou bem
no centro e foi avançando devagar, sem recuar. Tinha entrado a metade e ele resolver fazer um ligeiro vai e vem até seguir o resto. Eu estava totalmente grampeado àquele macho poderoso. Ele ficou me escorando e me levantando com o próprio pau e virilha. Eu fazia um esforço ao contrário, para não sobrar nada pra fora. E assim me comeu naquela posição até que a minha perna suspensa começou a doer. Fomos para o meio da cama e ele jogou todo o seu peso másculo sobre mim, sem antes cravar todo aquele cacete nervoso no meu rabo. Ele tinha o
movimento muito sensual. Como eu tinha um jogo de espelhos nas portas dos armários, dava pra ver seu corpo por trás, com aquela bunda dura bem desenhada, com o saco volumoso logo
abaixo e quase nada de pau sobrando, pois estava todo enfiado no meu rabo. Os músculos das suas coxas saltavam a cada movimento. Eu pedia pra ele tirar quase até à ponta e colocar de
volta só para eu acompanhar pelo espelho. Depois mudamos e passei a cavalgar no seu pau até ele dar sinais que iria gozar. Meu pau batia na sua barriga definida e gozamos juntos, ele no meu cuzinho e eu no seu peito. Fui buscar tolha pra ele tomar um banho, enquanto no vaso saia litros de porra quente do meu toba. Fui fazer uma janta pra nós, bebemos e ele aceitou o
convite para dormir em casa e ir cedo pro quartel, já que era ali perto. Fez mais uma ligação para o amigo, contando como foi a foda, que gostou, que eu tinha um rabo gostoso e tudo o
mais. Jantamos, assistimos filme na tv e fomos dormir. Coloquei o despertador um pouco ates do que ele precisava, justamente para dar tempo de mais uma e assim aconteceu. Pau durasso de manhã e o soldadinho pronto para a guerra, me enrabando vorazmente até deixar mais um litro de porra dentro de mim. No resto do ano, ele retornou várias vezes com a mesma fome, enquanto os outros dois amigos arrumaram namoradas e me deixaram de lado um pouco. Chegou a época da baixa e ele retornou para Paranaguá e eu cheguei a encontrá-lo
algumas vezes e até fomos para praias perto e nos hospedamos em pousadas. Ele me comia o tempo todo. Eu o levei para o Rio de Janeiro no Carnaval, para assistirmos as escolas de samba. Ele nunca tinha viajado de avião. Nos hospedamos num hotel que foi motel e tinha até jacuzzi no apartamento. Fizemos a festa. De dia íamos à praia, e não queiram saber o que era aquele macho de sunga. Ele até jogou futevôlei com uns cariocas de corpos maravilhosos, também. Fez bonito, até. Ele estava radiante, feliz. Eu tinha comprado ingressos para o “Palácio do Samba” da Mangueira e ao chegarmos ele se entusiasmou e começou a dançar com uma mulata linda que lhe ensinava alguns passos. Elas atendiam os turistas e era divertido vê-los tentando sambar. O meu garoto estava indo muito bem e não tirava o olho do rabão daquela
bela mulata, torneada pelas passarelas e academias. Nessa noite ele ficou estranhoao retornarmos para o hotel, estava introspectivo e excitado. Percebi ao saímos do táxi. Seu pau estava quase furando a calça. Coloquei água na jacuzzi, fiz espuma e entramos. O pau dele parecia que ia rachar no meio, muito duro realmente. Já fiquei com os joelhos apoiados no fundo e ele veio por trás enfiando
com vontade e me abraçando apertado, comprimindo minhas costelas. Demorou demais no vai
e vem e não gozava. Era como um priaprismo indolor, e dizia: “Não consigo gozar!” E eu já não aguentando mais, disse: “Pensa que você está comendo o rabão daquela mulata”. Foi a deixa! A coisa veio forte e ele gemia alto com a testa encostada nas minhas costas. De repente começou a chorar, soluçando e eu fiquei apavorado, mas não conseguia me virar de frente para
ele, pois continuava preso pelos seus braços fortes. Só perguntava preocupado: “O que foi, gato, você está sentindo alguma coisa?”. Ele respondeu entre soluços: “Nunca ninguém fez nada por mim... O que você me proporcionou não tem preço e estou emocionado por isso. Foi uma noite espetacular. O passeio todo...” E continuava num choro copioso, enquanto beijava as minhas costas. Consegui virar, pois o pau dele já tinha "escapado", e também emocionada com aquela declaração. Prendi o seu belo rosto entre as minhas mãos e lhe beijei os lábios, coisa que nunca me atrevi a fazer com ele. Ele retribuiu me abraçando e se deixando levar. Ele se acalmou e terminamos o banho. Eu não tinha gozado, pois fui interrompido por aquele momento inusitado. Retornamos felizes para as nossas casas e nos encontramos mais algumas vezes durante o ano. Com o
tempo ele começou a me dar “nó” e soube que tinha arrumado uma namorada e a engravidou. Logicamente se eu também engravidasse, teria dado o golpe da barriga naquele macho. Eu soube então que, como tudo tem um fim, tinha chegado o nosso. Ele casou e assumiu o filho. A mulher dele deve ser muito feliz com aquele macho gostoso comendo-a. Ele foi o melhor combatente que tive nos meus braços.
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