#Voyeur

Pontos de prazer: educação anal Uma terapeuta sexual ajuda uma esposa a explorar prazeres únicos.

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Professor

Eu nunca imaginei que minha vida de agente literária em São Paulo fosse acabar comigo de quatro na cama do apartamento no Jardins, com o cu arrombado pelo pau do meu marido enquanto uma terapeuta sexual gostosa assistia tudo e ainda anotava pro livro dela. Mas aconteceu. E aconteceu tão sujo, tão intenso, tão cheio de dor, gozo, peidos envergonhados e gemidos que eu mesma mal acredito quando revejo as aventuras que gravei escondido com a câmera do celular. Se você curte putaria real, sem filtro, com cheiro de sexo, suor e lubrificante, vem comigo. Porque essa história vai te deixar louco de tesão… e com vontade de acompanhar cada nova safadeza que eu postar.

Tudo começou naquele escritório chique na Avenida Paulista, com vista pro MASP, onde eu, a Renata, passo o dia negociando contratos de best-sellers. Meu cliente favorito era a Dra. Isadora Vargas, terapeuta sexual, 32 anos, corpo de academia, cabelo black power curtinho, óculos de armação preta que não precisa mas que deixa ela com cara de quem sabe exatamente onde apertar pra te fazer gozar gritando. Ela estava lançando o segundo livro, “Pontos Proibidos: 18 Delícias que Todo Casal Precisa Experimentar”. Eu era a agente, óbvio.

Naquele dia estávamos rindo de umas mensagens idiotas quando ela fechou a cara de leve e perguntou:

— Renata, fala sério. O que achou mesmo do capítulo de sexo anal?

Eu dei uma risada seca.

— Tá ótimo, Isa. Vai vender pra caralho.

— Não, não. Quero a verdade. Você, casada, quarentona, gostosa pra porra… você usaria essas dicas?

Dei de ombros, tentando disfarçar o calor que subiu pro rosto.

— A maioria, sim.

— Qual foi o que mais te marcou?

Suspirei fundo.

— Olha… o de anal ficou meio “conto de fadas”. Tipo, tudo lindo, sem dor, sem vergonha, sem aquele cheirinho de rosas. Na vida real não é bem assim, né?

Isadora sorriu daquele jeito perigoso.

— Achou cor-de-rosa demais? Pois eu acho que você seria perfeita pro prólogo e epílogo do livro. Uma mulher elegante, bem-casada, que acha que nunca vai dar o cu… até dar. E gozar horrores.

— Nem morta — respondi, já sentindo o coração acelerar.

— Nem pro André, seu marido delícia? Aniversário de casamento tá chegando, não tá?

Eu congelei. Como ela sabia? Culpa das minhas próprias postagens no Instagram.

— Ele nunca pediu.

— Porque homem morre de medo de ouvir “não” e virar o “tarado” da relação. Aposto minha buceta que se você oferecer, ele aceita na hora.

— Duvido.

— Então pergunta. Se eu estiver certa, você vira minha cobaia oficial. Anônima, claro. E eu te guio pessoalmente.

Eu ri, nervosa pra caralho. Mas a semente estava plantada.

Naquela noite, em casa, no nosso apê de frente pro Parque Ibirapuera, comprei comida japonesa pra não ter que cozinhar. Estávamos no sofá, eu de camisola curta, André de short, vendo Netflix sem prestar atenção. Soltei a bomba:

— Amor… sexo anal. Você quer ou não quer?

Ele quase engasgou com o temaki.

— Ué, do nada?

— Responde logo, André!

Ele baixou os olhos, meio envergonhado.

— Quero. Claro que quero. Mas você sempre disse que não curtia, então nunca toquei no assunto.

— Então é verdade o que a Isa falou… todo homem quer meter no cu da esposa.

— A maioria, pelo menos — ele deu risada. — Mas eu te amo demais pra te forçar.

Olhei pra ele, aquele homem lindo de 42 anos, corpo malhado de crossfit, pau grosso que eu já conhecia de cor. E senti um calor subindo.

— Então… que tal de presente de aniversário?

Os olhos dele brilharam.

— Sério?

— Sério. Mas com calma. E… a Isa quer acompanhar. Pra “orientar”. E pra usar no livro.

André ficou mudo uns segundos. Depois:

— Puta que pariu, Re. Você tá falando sério mesmo?

— Tava. E já tava molhada só de imaginar.

Dois dias depois almoçamos no Parigi, no Jardins. Só nós três. Isadora de tailleur justo, eu tentando parecer calma, André em casa trabalhando. Ela foi direta:

— Vai doer um pouco no começo, mas se fizer direitinho vira prazer absurdo. Eu já fiz com casais, já lubrifiquei esposas na frente dos maridos, já chupei pau pra deixar duro o suficiente pro cu aguentar… tudo muito profissional — ela piscou.

Eu quase engasguei com o risoto.

— Você vai… participar?

— Só se vocês quiserem. Mas eu adoro. Anal é meu fetiche favorito. Aquele aperto, o tabu, o cheiro, o barulhinho dos peidos quando entra fundo… me deixa louca.

Na noite do aniversário, André me levou pro Skye, aquele restaurante em cima do Hotel Unique. Champanhe, vista da cidade inteira, ele não parava de sorrir. Eu usava um vestido justo vermelho, por baixo só uma calcinha fio-dental que tirei no banheiro e guardei na bolsa. Quando chegamos em casa, Isadora já estava lá. Vestido preto colado, descalça, taças de champanhe e uma maleta cheia de brinquedos em cima da cama.

O quarto estava iluminado só por velas. Pétalas de rosa no chão. Câmera escondida no criado-mudo já gravando tudo (eu sempre gravo escondido, depois posto as aventuras sem mostrar rosto).

— À nova fase de vocês — Isadora brindou.

Bebemos. Rimos. Depois ela mandou:

— Renata, deita de bruços. Vamos começar devagar.

Obedeci. Camisola vermelha levantada até a cintura, bunda empinada, pernas abertas. Senti as mãos dela afastando minhas nádegas.

— Que cu perfeito, menina. Depiladinho, rosado… André, vem ver de perto.

Ele se aproximou, pau já marcando na calça. Isadora passou a língua devagar no meu cu. Eu dei um gritinho, depois um gemido. Ela riu.

— Relaxa, delícia. Só tô limpando direitinho.

Dedos com lubrificante. Um, dois. Entrando e saindo. Eu mordendo o travesseiro. Depois a língua dela de novo, enfiando fundo. Soltei um peido baixinho, envergonhada pra caralho. Ela só riu mais.

— Adoro esse barulhinho. Significa que tá relaxando.

Plug pequeno. Depois médio. Eu já suando, gemendo alto. André só olhando, pauzão duro latejando. Isadora se ajoelhou na frente dele, olhou pra mim:

— Posso deixar ele duríssimo pra você?

Assenti, coração na boca. Ela engoliu o pau do meu marido inteiro, chupando com vontade, baba escorrendo. Eu vendo tudo, morrendo de tesão e ciúme ao mesmo tempo. Quando tirou da boca, o pau tava brilhando de saliva.

— Agora, André. Devagar.

Senti a cabeceira grossa forçando meu cu. Doeu. Muito. Gritei.

— Respira, Renata. Empurra pra fora como se fosse fazer coco. Isso, assim…

Entrou. Centímetro por centímetro. Eu choramingando, agarrando o lençol. Um peido mais alto escapou quando ele afundou tudo. Isadora riu de novo.

— Isso, solta tudo. É normal, é sexy pra caralho.

André começou a bombar devagar. A dor virou um ardor gostoso, depois um prazer que subia pela espinha. Eu gozei só com o cu sendo fodido, gritando, tremendo inteira, outro peidinho molhado escapando junto com o gozo. Ele meteu mais forte, mais fundo, até gozar dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente.

Isadora anotava tudo, se masturbando descarada. Depois lambeu a porra que escorria do meu cu, olhou pra câmera (sem saber que eu gravava) e falou direto pra lente:

— Esse é só o começo, gente. A próxima aventura vai ser numa praia deserta no litoral norte… ou quem sabe num motel em Interlagos com mais um casal…

Eu, ainda ofegante, com o cu latejando e porra escorrendo pelas coxas, só consegui sorrir.

E você aí, que leu até aqui com o pau duro ou a buceta molhada… não esquece de deixar 5 estrelas nesse conto, hein? Porque eu posto tudo sem censura no meu perfil novo no app do Selma Club. Procura lá www.selmaclub.com ou baixa direto no www.bit.ly/appselma, abre teu perfil e me acha como “RenataSP40”. Tem acesso total ao app, todas as aventuras completas, vídeos em 4K, fotos do cu arrombado pingando porra, áudios dos meus gemidos e muito mais. Quem der 5 estrelas e comentar “Quero a próxima” ganha surpresa minha no privado.

Beijo no cu de vocês. Até a próxima aventura,.... logo mais .

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