Tio Putão Oferece O Sobrinho Para Os Machos Foderem
Tio negão arma uma festa de putaria com vários machos e oferece o sobrinho curioso para os machos foderem e arregaçarem o rabinho dele.
Ler o conto anterior vai ajudar a entender o que se segue, além de te dar mais prazer.
*****
Depois de foder o Nathan na minha área de serviço, juntamente com meu sobrinho malandrão e seu amigo, eu vi o quanto aquele moleque era putinho e gostava de uma boa putaria com machos. Ele deu uma trégua, mesmo por que era fim de semana e minha mulher estava por perto, assim como sua mãe também. Falei com ele rapidamente e perguntei como ele estava.
— Eu estou bem. Meu cuzinho está bem dolorido e ainda meio inchado, mas eu gostei muito de ser fodido por três machos. Eu sempre vi cenas de suruba em vídeos gays, sempre tive um desejo de ser fodido por um monte de machos e ontem realizei parte de minha fantasia. Um dia quero que você me leve num cinemão desses de putaria e deixe um monte de machos desconhecidos foderem meu cuzinho.
— Não sabia dessas suas fantasias! E qual o motivo pra você agora ficar me chamando de paizinho, de vez em quando?
— É que essa é uma outra fantasia que eu tenho. Não conheci meu pai, nem sei quem ele é, mas se eu tivesse um pai iria adorar ser arregaçado por ele, ou por um padrasto. – Ele me falou isso e saiu sorrindo.
A segunda-feira chegou rapidamente e, depois da academia, ao chegar em casa, eu vi que tinha uma mensagem do Antônio, o negão que tinha fodido o moleque junto comigo lá no cinema. Ele queria falar comigo e eu liguei para ele.
— E aí cara, beleza? – Eu falei assim que ele atendeu o celular.
— Então amigão. Tenho um convite legal para te fazer. Hoje, daqui a pouco, vou receber uns amigos aqui em casa para tomar uns drinks e fazer uma putaria com um carinha que eles arranjaram, se você quiser aparecer será bem-vindo. – Eu pensei por instantes, ainda não conhecia o cara direito, mas a curiosidade era imensa.
— Em plena segundona, cara? – Perguntei tentando parecer desinteressado, mas no fundo o pau já pulsava de curiosidade.
— Amigo os caras são casados e segunda-feira é sempre dia dos casados aprontarem essas paradas. Tá todo mundo entediado de ter passado o fim de semana aturando família, e querem desestressar. Se você reparar bem, as saunas e os banheirões são sempre cheios de homens casados nas segundas.
Já tinha ouvido falar disso em algum lugar, mas nunca tinha me interessado em comprovar, já que até pouco tempo era um homem casado, hétero convicto e machão.
— Beleza cara! Eu vou dar um pulo aí sim. Se não fizer nada, pelo menos eu tomo uma bebidinha com vocês. Precisa levar alguma coisa? – Eu perguntei bancando o desinteressado.
— Tenho certeza que você fará alguma coisa sim, amigão. Aqui tem bebidas destiladas, vinhos e sucos, só não tem cerveja. Ninguém toma.
— Então eu levo a cerveja. Eu sou cervejeiro. – Disse sorrindo.
— Combinado! Te espero! Se quiser pode trazer o moleque junto, aqui vai ter muita rola pra ele se divertir.
— Ele não está em casa hoje. Tem alguma coisa na escola dele. – Eu disse mentindo. De verdade nem sabia do Nathan, ele não tinha dado sinal de vida.
Tomei um banho. Peguei uma caixinha de cerveja na dispensa. Em menos de meia hora eu estava entrando no prédio do Antônio. Não era um prédio novo com a maioria daquela rua, mas era um prédio muito charmoso e amplo. Apenas dois apartamentos por andar.
Toquei a campainha e logo ele me atendeu. Estava sem camisa, com uma bermuda levinha e um copo de uísque na mão. Ouvi ao fundo uma música suave.
— Desculpa te atender assim, mas é que a coisa já tá animada por aqui. Entra aí, vamos colocar sua cerveja na geladeira. – Ele me disse seguindo por um corredor longo, que levava até uma cozinha espaçosa e muito bem equipada. Dava pra ver que era um apartamento grande e cheio de ambientes.
— Grande o seu apartamento. Bem espaçoso. – Eu comentei, tentando me ambientar.
— Eu gosto muito daqui cara. Eu sou corretor de imóveis de luxo, e comprei esse por um bom preço. Embora não seja de luxo, eu fiz um bom negócio. O antigo proprietário estava endividado. Você fica à vontade. Essa é nossa hora de se soltar e aproveitar um pouquinho. Quando quiser cerveja pode vir aqui e pegar, não espera eu te servir não. Vamos lá na sala que tem um pessoal se divertindo. – Eu peguei uma cerveja e o acompanhei.
Lá na sala tinha um sofá enorme, de couro, onde eu vi um cara brancão, alto, malhadão, com cara de milionário. Aparentava ter uns quarenta anos, bebendo um drink colorido. Estava sem camisa também e vestia uma cueca samba-canção de seda.
— E aí Ciro! Cansou, cara? Esse aqui é o Samuel, um novo parceiro. – O cara deu uma risada e acenou com a mão para mim.
— Cansei nada, Tonhão. Apenas estou respirando um pouquinho para começar tudo de novo. – Ele falou e continuou bebendo.
O Antônio me puxou pela mão e me levou em direção a outro ambiente, que parecia um quarto muito amplo, onde tinha uma cama redonda no centro. Umas poltronas e um outro sofá. Eu fui entrando e já vi que ali a coisa estava animada.
— Aqui é o cantinho da alegria. O meu abatedouro particular. – Ele disse, dando um gole no uísque e eu olhei atentamente, dando um gole grande na minha cerveja.
No meio da cama tinha um molecão, desses malhadinhos de academia. Vestindo uma cueca Jockstrap. O corpo do moleque era uma delícia. Coxas grossas, bunda muito redondinha e carnuda. Era branco, cabelos cacheados, com toda a pinta de boy de programa. Devia ter uns vinte e dois anos, no máximo.
Ele estava de quatro na cama. Tinha um cara moreno, parrudo, pelado, com a cara enfiada no rabo dele e mais dois caras na frente com uns pauzões imensos e duros apontados para a cara dele. Um cara loiro e bem jovem, na casa dos trinta anos e um outro moreno na faixa dos cinquenta anos, mas muito bem cuidado, com um corpo esguio e atlético.
Enquanto o cara metia a língua no cu do molecão os outros dois atolavam as rolas na boca dele, que mamava como um bezerro faminto. Eu senti meu pau subir. Era como ver um filme pornô ao vivo. Bem ao canto do quarto tinha um moleque negro, novinho, devia ter uns dezesseis anos, vestia uma bermudinha de malha, parecendo um pijaminha, e uma regatinha branca. Ele assistia a tudo com cara de curiosidade e dava pra ver uma barraca armada em sua bermudinha fina. O moleque tava vibrando com aquela putaria toda.
Vendo minha cara de espanto e tesão ao mesmo tempo, o Antônio sorriu e me disse:
— Cara, fica tranquilo. Aqui ninguém é de ninguém. Você pode fazer o que quiser. Os putos que fazem passivo estão aqui para servir os machos. Esse mesmo aí que está na cama, cobra caro pra vir, mas dá para um batalhão inteiro sem reclamar. Diz que tem a profissão que sempre quis. Dá o cu porque gosta e ainda ganha dinheiro.
— Estou vendo, cara. Estou com o pau já estourando aqui na bermuda. – Eu falei.
— Sabia que você ia gostar. Você tem cara de putão que curte uma boa putaria. Tira sua roupa e pode guardar aí no quarto ao lado. Ninguém mexe não. – Ele me disse indicando uma outra porta.
Eu entrei no quarto, tirei minha roupa toda ficando só de cueca boxer, vi que tinha uns cabides num suporte, onde tinha outras roupas penduradas. Deixei tudo lá e fui direto para a cozinha. Precisava de mais cerveja, para entrar no clima, aquilo tudo era novo e eu estava com o pau estourando de duro. Ao entrar na cozinha eu encontrei o Ciro, o brancão que estava na sala, tirando gelo de uma forminha para colocar em seu copo.
— Pelo volume da cueca eu já vi que gostou do que viu. – Ele disse sorrindo e apontando para o meu pauzão.
— Gostei muito, cara! Que rabo é aquele que o putinho tem? Muito gostoso.
— Mete nele, cara. Aquele rabo é um monumento quente e macio. Eu já estourei ele e estou me recuperando e de olho no moleque pretinho. – Ele disse, passando a mão no pau.
— O moleque também é GP? – Eu perguntei curioso.
— Não. Ele é sobrinho postiço do Antônio. É sobrinho da cunhada dele, mas chama o Antônio de Tio. O moleque já veio duas vezes numa dessas festinhas. É doido pra ser arrombado por um monte de machos, mas ainda não teve coragem. O Antônio estourou o cabaço dele e tá doido pra jogar ele nas mãos dos amigos putões. – Eu ouvi aquilo tudo com mais surpresa ainda. Tomei a cerveja em dois goles e peguei mais uma, já me sentindo leve. Voltei para o quarto e lá vi o parrudão, que antes estava linguando o molecão, agora com o pau enterrado no cu dele, que rebolava e gemia, enquanto mamava os caralhos dos outros dois.
O Antônio estava com a mão no ombro do sobrinho que apertava o pau por cima da bermudinha. Eu me aproximei dos dois e o Antônio logo falou:
— Vai lá amigão. Dá de mamar pro putinho também. – Eu me aproximei já com a cueca abaixada e fiquei ao lado dos dois caras. O molecão ao me ver próximo já foi engolindo meu pauzão.
O parrudo castigava o rabão do Boy, como se quisesse gozar logo. Tirava e metia o pau, arrancando gemidos do putinho.
O moleque levava as estocadas fundas no rabo, mas não se descuidava da mamada. Engolia a vara dos três machos à sua frente e fazia até garganta profunda. Era um profissional talentoso.
Ficamos nesse jogo delicioso uns vinte minutos e logo eu ouvi a respiração do parrudo se alterando.
— Caralho, vou gozar novamente! Já gozei na boca desse putinho agora vou encher o rabão dele. – Ele começou a falar e aumentou as estocadas.
— Leita o cuzinho dele. Enche esse putinho de leite que a gente vai meter também. - Disse o moreno maduro, olhando para o loiro e dando risada.
— Ah caralho! Vou gozar! Vou gozar! – Disse o parrudo se tremendo todo e segurando firme na cintura do molecão.
— Goza mesmo mano! A gente tá aqui pra gozar gostoso. – Ouvi a voz do Antônio, olhei para trás e vi o moleque alisando o pauzão dele. Aquele molequinho tava curtindo tudo aquilo, dava pra ver o brilho nos olhos dele.
O parrudo gozou e saiu de dentro do cu do GP que logo recebeu o pauzão do loiro que ficou se revezando com o maduro e os dois estourando o cuzão do Boy, enquanto ele me mamava.
O parrudo foi em direção a um banheiro dentro do quarto, onde as roupas estavam guardadas, e logo saiu recomposto e trocado. Deu tchau para todos e disse que ia embora pra chegar em casa antes da esposa.
O loirão e o maduro riram, sem parar de meter no cuzão do Boy e disseram que estavam na mesma situação. Iam gozar e irem embora para chegarem antes das esposas.
— Ah meu cu! Fode, seus putos! Vocês estão me arrombando. – Gemeu o Boy, sentindo as estocadas do loiro, que agora metia com fúria.
O Antônio saiu do quarto para pegar outro uísque, o moleque se aproximou da cama e ficou olhando meu pauzão sendo mamado pelo Boy. Eu senti um tesão imenso ao ver a cara de curioso do moleque.
O loiro deu um urro forte e gozou dentro do rabo do Boy, em seguida o maduro meteu e também gozou. O Antônio, que já tinha gozado antes da minha chegada, estava abraçado com o sobrinho, enquanto tomava seu drink. Dava pra ver seu pauzão roçando a bundinha redonda do moleque.
Já estávamos nesse frenesi erótico há quase uma hora e quando o maduro gritou que ia gozar eu não aguentei, despejei muito leite na boca do Boy que engoliu tudo.
Os caras se arrumaram e saíram. O Boy se recuperou, se vestiu, alegando que já tinha dado o tempo dele e que ainda iria atender outro cliente na mesma rua.
Eu estava maravilhado com tudo, mesmo não tendo metido no rabo do Boy. Meu gozo foi intenso, despejei muito leite na garganta dele, mas ainda tinha um tesão guardado.
Me recompus no banheiro, vesti a cueca e fui para a sala onde encontrei o Ciro, O Antônio e o moleque, conversando.
— E aí Isaac, gostou da putaria toda? – Perguntou o Antônio, passando a mão no rostinho dele.
— Gostei sim, Tio! O carinha aguenta muito rola no cu. Eu quase gozei só de olhar.
— Matou sua vontade! Criou coragem de experimentar? – Perguntou novamente o Antônio, que olhou para o Ciro e deu uma risadinha. O moleque fez uma carinha de tímido, e deu um sorrisinho de sonso, mas não respondeu nada.
Eu já estava mais recomposto e fui até a cozinha pegar outra cerveja. O Ciro foi junto comigo, queria fazer outro drink.
Eu estava em pé na frente da geladeira, quando o moleque se aproximou e disse que iria pegar um suco. Ele deu uma olhada bem gulosa para meu pau e se curvou para pegar o suco na prateleira de baixo. Sua bundinha ficou bem na altura do meu pau e eu senti que aquilo foi uma provocação.
O Ciro estava distante, na pia, preparando o drink dele. Aproveitei e passei a mão na bundinha do moleque. Ele virou o rosto e deu uma risadinha. Eu segurei em sua cinturinha e dei uma sarrada demorada. O putinho esfregou bem o rabo em meu pauzão, me deixando duro.
Ele se ergueu, fechou a geladeira e continuou esfregando o rabinho em meu pauzão. Eu meti a mão em sua bermudinha e fui direto com o dedo em suas preguinhas, ele deu um gemido bem manhoso e eu senti que era um cuzinho apertadinho, ainda com as preguinhas no lugar. Cu de moleque.
De longe o Ciro olhava tudo, apertando o pauzão que fazia volume na cueca de seda. Ele deu mais uma sarrada em meu pau, pegou o suco e foi em direção à sala.
— O veadinho gostou de você. Acho que hoje rola. Eu vi a hora que ele ia dar pra você aqui mesmo. – O Ciro falou.
— Tesão da porra, cara. O cuzinho dele é apertadinho. Eu fiquei doidão com isso. – Nós ficamos mais um pouquinho na cozinha, falando baixinho, e fomos para a sala.
— Estamos aqui! – Ouvimos a voz do Antônio vindo do matadouro e fomos pra lá. Ao entrarmos vimos ele sentado no sofá, com as pernas abertas. O moleque estava peladinho no meio das pernas dele, mamando o cacetão.
— Delícia! Parece que alguém criou coragem pra experimentar. – Disse o Ciro, dando um gole na bebida. O moleque deu uma risadinha e continuou mamando. Nós arrancamos as nossas cuecas e logo estávamos os três sentados no sofá, sendo mamados pelo putinho, que sabia muito bem como tratar os paus dos machos.
— Mama putinho! Não era isso que você queria? Mama o pau do Tio e dos amigos dele. – O Antônio falava com a voz já alterada pelo álcool, enquanto empurrava o pau na boca do moleque e fodia a boquinha dele como se fosse um cuzinho. O moleque se esforçava muito e dava conta dos três cacetões.
Logo a mão do Ciro estava alisando as costas negras do moleque. Era uma pele linda, sedosa, negra e reluzente. A bundinha firme e carnuda, pequena, mas muito redondinha.
— Ah! Molha um pouquinho! – Gemeu o putinho ao sentir o dedão do Ciro forçando seu buraquinho.
— Pega aquele tubo ali na cama, Samuel. – Disse o Antônio me apontando uma bisnaga de gel lubrificante. – Eu peguei e entreguei ao Ciro que lambuzou o cuzinho do moleque e ficou brincando com os dedos nele. O moleque gemia e continuava mamando. O Antônio tirou o pau da boca dele, passou gel naquela estaca preta, se sentou no meio do sofá comigo de um lado e o Ciro de outro, apontou o pau pra cima e ordenou:
— Senta putinho! Senta no pauzão do tio!
O moleque passou mais um pouco de gel no cuzinho, se abriu todo e foi sentando. Deu um gemido forte, fez uma cara de dor ao sentir a cabeçona rompendo as preguinhas, mas se encaixou no caralhão que entrou até o talo.
— Ai meu cu, Tio! Tá tudo dentro! Tô sentindo tudo socado dentro. – Ele gemeu.
— Tá tudo dentro mesmo, putinho! Você já conhece esse pauzão. É o mesmo que quebrou seu cabaço.
— Caralho, que tesão ver isso! – Disse o Ciro olhando o pauzão enterrado no cuzinho do moleque e batendo uma punheta, já com o pauzão lubrificado de gel.
O Antônio segurou na cintura do moleque e se movimentou calmamente, enterrando o pau até o talo e puxando até quase sair do cuzinho dele. O moleque gemia e se contorcia.
— Senta no pauzão do Ciro. Sente o caralhão dele no cuzinho. – O Antônio ordenou e ele, obediente, se encaixou no pauzão do Ciro e aí é que a coisa ficou bonita. Aquele cuzinho de pele negra, encaixado no pauzão daquele macho branco. O contraste de cor era delicioso de se ver.
O moleque quicou um pouco e logo pulou para o meu colo e se encaixou em meu pau, que já o esperava devidamente lubrificado.
— Ai meu cu! Tá gostoso! Vocês estão me rasgando. – Ele gemia, quicando cada vez mais rápido e forte nos três caralhões. O cu do moleque apertava nossos paus, era um cuzinho novo, quente e guloso.
— Você não disse que queria ser puta de um monte de machos? Aproveita moleque. Solta esse cuzinho que a gente vai te arrombar. – Disse o Antônio, já estocando fundo o cuzinho dele. Furando-o de baixo pra cima.
— Tô aproveitando, Tio! Tá gostoso. Estoura meu cuzinho! – O moleque gemia, e quase chorava de prazer.
— Tá bom demais cara! O cu desse moleque é muito gostoso, eu vou gozar daqui a pouco. Tô com muito tesão. Há muito tempo que eu quero arrombar esse cuzinho. – Gemia o Ciro com o moleque espetado no pauzão branco.
O Antônio, percebendo o tesão que tomava conta da gente, pegou o moleque e deitou ele na cama, na posição de frango assado, com as pernas bem abertas, e socou o pauzão nele. Estocava o cu do putinho com tanta força que ele quase caía da cama.
Fomos os três nos revezando naquela bundinha negra e novinha, sentindo a maciez da pele e a quentura do buraquinho que ia se alargando com as estocadas dos machos.
Quando o pau saía de dentro dava pra ver o buraquinho aberto e a pele interna avermelhada, quase cor de rosa.
— Vou gozar, porra! Vou gozar! – Gritou o Ciro, pulsando o pauzão dentro do moleque.
— Goza putão! Enche o rabinho dele de leite. – Gemeu o Antônio!
Assim que o Ciro saiu eu entrei, sentindo meu pauzão deslizar no leite dele. Soquei um pouco e também gozei no fundo daquele cuzinho.
O Antônio se encaixou no meio das pernas do moleque. Atolou o pauzão e falou com o vozeirão grosso:
— Goza, meu amorzinho! Goza pro Tio. Goza no pauzão do seu macho!
O moleque começou a bater uma punheta no seu pau, que era até bem grandinho, e logo começou a soluçar e a gemer descompassadamente, jorrando uma cascata de leite, melecando sua barriguinha sarada.
Dava pra ver a luz de prazer em seus olhos e nos olhos do Antônio, que gozou logo em seguida.
Eu cheguei em casa, absolutamente esgotado e satisfeito. Encontrei o Nathan na portaria, conversando com um amiguinho do andar de cima. Ele me sorriu e eu o cumprimentei dizendo que ia dormir, pois estava muito cansado.
Em casa eu tomei um banho e me joguei na cama. Tinha tido a melhor segunda-feira de minha, vida até ali.
*****
Está aí mais um capítulo dessas férias do Samuel, cheia de sexo e muita putaria.
Quero ouvir vocês leitores para saber se a história deve continuar.
Vote e comente! Abraços a Todos!!!
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Comentários (3)
Dark secrets: Amo conto de pai armando pros cara foder o filho dele pqp
Responder↴ • uid:1eo1idow7texEduarda: Que delícia de conto T Dudarskk
Responder↴ • uid:8eezpby20cPuto RN: Delícia de conto!!!
Responder↴ • uid:8d5gaphb09