Brotheragem Sem Fronteiras: A Primeira Aula Prática
Chegando em casa, Caio relata pro pai a primeira prática supervisionada de punheta na aula de Educação Masculina da escola.
O sol já estava se pondo quando Caio empurrou a porta da frente com o ombro, a mochila pesada escorregando do braço esquerdo. Aos 14 anos recém-feitos, ele ainda tinha aquele corpo de menino em transição: ombros começando a alargar, pernas fortes de quem corre no campinho todo dia, mas o rosto ainda redondo, inocente. O short de tactel da escola, azul-marinho com listras brancas nas laterais, grudava um pouco na coxa suada do trajeto de ônibus. O volume na cueca boxer marcava discretamente — nada demais, mas o suficiente pra quem soubesse olhar.
Ele chutou os tênis surrados pro canto da entrada, o barulho ecoando na casa silenciosa.
— Pai? Cheguei!
Da sala veio a resposta grave, tranquila, como sempre:
— Aqui na sala, filhão. Vem contar como foi.
Rodrigo estava largado no sofá de couro marrom, pernas abertas, short de academia cinza aberto na frente. Sem camisa, o peito peludo brilhava de suor da malhação rápida que tinha feito em casa mais cedo. O pau dele descansava mole contra a coxa, semi-exposto, como era normal quando só os dois estavam em casa. Ele segurava o celular na mão direita, assistindo o resumo do futebol, mas largou tudo assim que viu o filho entrar. Os olhos castanhos fixaram no rosto corado de Caio, notando o brilho diferente no olhar.
Caio largou a mochila no chão com um baque surdo, coçou a nuca e deu um sorrisinho torto, daqueles que misturam vergonha e orgulho.
— Caralho, pai… o primeiro dia de prática foi insano. Tipo, muito melhor do que eu imaginava.
Rodrigo deu um tapinha no sofá ao lado dele, abrindo mais espaço. O cheiro de suor masculino, misturado com o perfume barato de academia, enchia o ar.
— Senta aqui, filhote. Sem pressa. Conta tudo, do começo. Eu quero saber cada detalhe. Como o professor começou, quem tava na turma, como você se sentiu… tudo.
Caio sentou colado, a coxa encostando na coxa peluda e quente do pai. Ele respirou fundo, sentindo o coração acelerar só de lembrar. O pau dele deu uma pulsadinha no short, crescendo devagar.
— A gente entrou na sala especial de Educação Masculina depois do recreio. Só os meninos da 8ª série, uns 22 caras. O professor Marcos tava lá, de regata preta e short folgado, como sempre. Ele fechou a porta, apagou a luz principal e deixou só as lâmpadas amarelas baixas, tipo vestiário. Sentou na cadeira do professor, abriu as pernas e começou direto:
“Galera, hoje é o dia da primeira prática supervisionada. Nada de teoria chata. Vamos colocar em ação o que vocês já sabem de casa. Quem já gozou com um brother ou viu gozo de perto, levanta a mão.”
Eu levantei a mão na hora. Porque além de você, lembra daquela vez com o Lucas no vestiário da escola, semana passada? Quando a gente ficou batendo uma escondido atrás dos armários e eu gozei na barriga dele? Eu contei pra você quando cheguei em casa, com a camiseta suja de gozo seco.
Rodrigo riu baixo, a voz rouca de tesão começando a subir.
— Lembro sim. Você chegou todo empolgado, mostrando o rastro branco na barriga da camiseta. “Pai, olha como saiu grosso hoje!”. Continua.
— Quase todo mundo levantou a mão. Só uns três ou quatro novatos ficaram quietos, olhos arregalados. O professor sorriu e falou: “Ótimo. Os experientes vão ajudar os novatos. Formem duplas voluntárias. Bancos baixos, calça abaixada até o joelho, sem vergonha. Eu circulo corrigindo a técnica.”
A gente formou rápido. Eu fui com o Pedro, aquele zagueiro grandão da outra turma. Ele é alto, ombros largos, já tem uns pelinhos no peito. A gente sentou num banco de madeira baixo, daqueles que tem no vestiário. Eu abaixei o short e a cueca de uma vez, pau já meio duro de nervoso. O dele… porra, pai, era grosso pra caralho. Veias marcadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Babava um fiozinho transparente que escorria devagar.
Rodrigo sentiu o próprio pau endurecer completamente agora. Ele pegou na base, apertou devagar e começou a bater uma lenta, ritmada, enquanto ouvia. O pré-gozo já escorria na glande.
— Ele pegou primeiro no meu. Mão grande, quente, calejada de jogar bola. Começou devagar, subindo da base até a cabeça, apertando levinho na glande. Eu peguei no dele também — minha mão nem fechava toda em volta. A gente se olhava nos olhos, respirando pesado. Gemendo baixo, tipo sussurro.
O professor passou do nosso lado, agachou um pouco e corrigiu:
“Caio, segura mais firme na base do Pedro. Isso ajuda o gozo subir mais forte. E Pedro, aperta a glande do Caio com o polegar, circula devagar. Deixa ele sentir a veia pulsando.”
Eu obedeci. Foquei na cabeça dele, esfreguei o polegar no buraquinho, espalhando o pré-gozo. Ele gemeu alto: “Porra, isso aí, irmão… continua assim”. O pau dele inchou mais na minha mão, latejando forte.
Rodrigo acelerou um pouco a punheta, o som molhado ecoando baixo na sala.
— E quem gozou primeiro?
— Eu… não aguentei, pai. Ele apertou mais forte, olhou fixo nos meus olhos e falou baixinho: “Vai, goza pra mim, brother. Deixa sair tudo”. Meu corpo tremeu inteiro. Gozei forte, jato atrás de jato, branco e grosso, espirrando na barriga dele. Escorreu até o umbigo, pingou no banco. A turma aplaudiu baixo, tipo “boa, Caio! Jato potente!”. Uns caras riram de leve, mas era apoio, sabe? Orgulho de brother.
Logo depois o Pedro gozou também. Saiu muito, pai… quente, grosso, escorreu pelos meus dedos, pingou no chão. O cheiro de gozo fresco encheu o ar da sala. A gente limpou com os lenços que o professor deixou em cima da mesa — aqueles pacotes grandes que a escola fornece. Deu um tapa no ombro um do outro, tipo “valeu, irmão”, e trocou de parceiro pra próxima rodada.
Rodrigo gemeu baixo, o pau latejando na mão.
— E teve algum novato que chamou atenção? Alguém que ainda tava aprendendo?
Caio assentiu, olhos brilhando.
— Teve sim, pai. O mais engraçado foi o Matheus, aquele magrelo da frente da sala. Ele nunca tinha gozado com ninguém, só sozinho. Quando formou dupla com o João, o pau dele tava duro, mas quando começou a bater, o professor notou que ele gozava seco. Tipo, o corpo tremia todo, ele gemia, fazia cara de gozo, mas não saía nada. Só um pouquinho de pré-gozo transparente. O professor parou do lado, agachou e falou tranquilo: “Normal, Matheus. Aos 14 muitos ainda gozam seco. As bolas tão produzindo, mas o canal ainda tá se abrindo. Semana que vem você vai gozar de verdade. Enquanto isso, aproveita o tesão, continua batendo com o brother. O gozo vem com o tempo e com prática.”
Todo mundo riu de leve, mas sem zuar. O Matheus ficou vermelho, mas sorriu. Aí o João continuou punhetando ele devagar, e o Matheus gozou seco de novo, tremendo todo, gemendo alto.
Depois o professor Marcos se masturbou também e gozou em cima do Matheus pra ele poder tirar a foto de turma com a barriga gozada também. Foi foda ver isso, pai… tipo, ninguém julgou. Só incentivou: “vai, Matheus, próxima semana sai leite, irmão!"
Rodrigo riu, apertando mais forte o próprio pau.
— Isso é lindo, filhão. Mostra que ninguém fica pra trás. E você? Como saiu da aula?
— Com tesão pra caralho, pai. Saí da aula com o pau meio inchado ainda, barriga com resquícios de gozo seco. No ônibus pra casa, fiquei o tempo todo pensando na próxima semana. O professor avisou que vai ter módulo de boquete supervisionado. Quem quiser pratica em duplas ou trios. E tem até um “cantinho de prática avançada” pros que quiserem experimentar massagem prostática. Olha a foto do final pai!
Caio mostrou a foto de 22 meninos pelados, todos com as barrigas meladas de leite. Matheus, o mais magrinho, todo coberto pelo gozo do professor.
Rodrigo parou de bater por um segundo, olhou pro filho com um sorriso safado, os olhos brilhando.
— Então você tá precisando de uma revisão em casa antes da próxima aula, né? Pra chegar preparado.
Caio olhou pro pau duro do pai, apontando pro teto, veias saltadas, cabeça brilhando. Lambeu os lábios sem perceber, o tesão subindo de novo.
— Tô sim, pai. Me ensina direito… tipo, como chupar sem encostar dente, como aguentar mais tempo sem gozar rápido, como fazer o brother gozar forte na boca.
Rodrigo se levantou devagar, o pau balançando pesado. Estendeu a mão pro filho.
— Vem pro quarto. Hoje eu te mostro tudo. Como um brother mais velho faz com o mais novo. E amanhã você conta pros teus amigos da escola como foi a “aula extra” aqui em casa. Quem sabe não rola uma demonstração no recreio?
Caio pegou na mão do pai, sentiu o calor forte, o pulsar da veia no pulso. Os dois subiram as escadas juntos, porta do quarto aberta como sempre. Pouco depois, os gemidos baixos começaram a ecoar pela casa — pai ensinando, filho aprendendo, brother aliviando brother. O som de mãos molhadas, respirações pesadas, e um gemido mais alto quando alguém gozava forte.
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