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Os cunhados - por Sabrina - parte 2

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lasabrinafm

Na manhã de sábado, Felipe saiu cedo para a academia e voltou com pães recheados para o café da manhã, ele me tratava como uma princesa, e isso me ganhava, aos poucos fui me entregando a ele por inteira, Felipe fazia planos pro sábado e eu o cortei:
- Só quero ficar aqui com você, não vamos sair hoje
Ele concordou sorrindo, até nosso café da manhã ser interrompido pelo toque da campainha, eu estava sentada apenas de calcinha, usando uma camisa dele, ele foi ver quem era e eu não me importei em me vestir acreditando que ninguém entraria, ou que se entrasse ele me avisaria, mas quando virei, vi Gabriel e Bruna (Bruna é esposa de Gabriel).
- Felipe! Olha como eu tô! - Falei puxando a camisa pra baixo tentando esconder minha calcinha enquanto sentia o rosto queimar.
- Não tem problema, Sa. Como se eles nunca tivesse visto uma mulher de calcinha.
- Como não tem problema? Claro que tem problema! Meu Deus, que vergonha! Me dá esse pano de prato.
Felipe me deu um pano de prato que coloquei em cima da minha perna, enquanto Gabriel e Bruna riam.
Gabriel: Relaxa cunhada, já vi até a Marina pelada aqui.
Bruna deu um tapa no braço do Gabriel para que ele se calasse.
Eu: Quem é Marina?
Felipe: A minha ex noiva
Eu: E como seu irmão viu ela pelada?
Gabriel: Cheguei aqui e fui entrando, ele tinha deixado uma chave com a gente porque tinha ido viajar, aí quando entrei tava ele e Marina fodendo no sofá
Bruna: Cala a boca, Gabriel!
Felipe: Não liga, o Gabriel é mais estúpido se der atenção.
Eu: Preciso colocar uma calça...
Felipe: Eu vou buscar, pera aí
Enquanto Felipe subiu pro quarto pra buscar minha roupa, fiquei sentada tentando disfarçar, Gabriel olhava para que sobrava da minha bunda na cadeira e me incomodava, sem Bruna falar nada, eles deram a volta na mesa pegando alguns pães que Felipe trouxe e começaram a comer como se estivessem na casa deles.
Bruna: Você tá fazendo bem ao Felipe, ele não para de falar de você.
Eu: É mesmo? E o que ele fala de mim?
Gabriel: Ele tá todo apaixonadinho, disse que encontrou a mulher perfeita
Eu: Exagerado...
Bruna: É sério, ele até falou que vai dar o enxoval da nossa filha, parece que está feliz, porque ele é ruim viu?
Eu: Ruim em que sentido?
Gabriel: De dar alguma coisa pra alguém
Felipe desceu na mesma hora, com uma toalha e minhas roupas, cobriu minhas pernas para que eu me levantasse sem aparecer toda minha bunda, fui ao banheiro da parte debaixo e me vesti.
Voltei e Felipe estava desconfortável, respondendo diversas perguntas de seu irmão, até que ele disse:
- Bora fazer um churrasco já que vocês estão aqui?
Gabriel: Não dá! To sem dinheiro.
Felipe: E quando você teve dinheiro?
Rimos, e fomos até os fundos da casa, uma área gourmet linda, Felipe acendeu o carvão e pegou algumas carnes do freezer, eu me empolguei e me ofereci para fazer o arroz e a vinagrete, foi quando vi que não tinha tomates, avisei ele e ele tirou um cartão do bolso e me disse:
- Vai com a Bruna no mercado aqui da esquina e compra as coisas que precisam
- Não... eu não... não vou sair com seu cartão.
- Por que?
- Não me sinto bem fazendo isso
- É só pra comprar os tomates, deixa de ser quadrada
Bruna: Meu Deus, como ela é santa, bora mulher!
Fui... extremamente sem graça, no caminho eu disse:
- Puts, eu não perguntei a senha.
Bruna: Passa na aproximação.
- Mas ele não me disse se é crédito ou débito
- Qualquer um dos dois, ele tem os dois
- Como você sabe assim?
Bruna riu me olhando como se eu fosse uma caipira.
- O Felipe é chefe financeiro, acorda!
Entramos no mercado e eu desabafei de como isso era estranho.
- O Felipe não é muito novo pra ser chefe?
- É... mas ele entrou nessa empresa com 16 anos, o chefe dele, Sr. Medeiros, gosta muito do trabalho dele
- Hum... estranho, quem sobe de cargo rápido deve saber o podre de todo mundo na empresa.
- Você é bem desconfiada sobre o Felipe, né?
- Sim... um pouco só, mas sinto que não sei tudo sobre ele.
- Ele é uma pessoa maravilhosa, só não para em casa
- E pra onde ele tanto sai?
- Trilha, montanhismo, rapel, acampamento... o Felipe é muito aventureiro.
- E ele vai sozinho?
- A Marina ia com ele... em quase tudo
- Hum... acho que ele não vai gostar de mim, eu morro de medo de trilha, mata, essas coisas não são pra mim.
- Relaxa... aos poucos você aprende a gostar.
Compramos o tomate, e Bruna pegou uma garrafa de suco integral de uva, eu fiquei sem graça pois havia dito ao Felipe que apenas compraria os tomates, voltamos para a casa dele, devolvi o cartão e sussurrei:
- A Bruna pegou um suco também, eu não soube falar não
Ele sorriu tranquilamente, sem se preocupar, comemos e conversamos, e eu mais uma vez dei uma mancada.
- Esse churrasco está bom pra uma cervejinha, né?
Gabriel: Fala isso perto do Felipe não
Bruna: É, o Felipe não bebe
Felipe: Mas não tem problema você beber, não ligo
Eu: Mas por que você não bebe?
Felipe: Meu pai dirigiu bêbado, bateu de frente com uma carreta e morreu na hora, ele e minha mãe estavam no carro, eu vejo a bebida alcoólica como uma maldição desde esse dia, só bebo vinho, mas ainda assim só uma taça e tá bom.
Eu: Desculpa, eu não sabia...
Cada vez mais eu sentia que não me encaixava na vida dele, mas ele foi super compreensível, passamos a tarde toda lá, mas o clima esquentou quando Gabriel disse:
- Caralho, Fe... três carros na garagem? Me ajeita um?
- A Hb20 é da Sabrina
- Já deu carro pra namoradinha?
- O carro é dela, eu não dei nada
- E o Sandero? Tá parado... passa pra mim, o meu tá ruim
- Vou dar o Sandero numa casa
- Pra que mais uma casa? Deixa de ser materialista
Felipe não discutiu, só fez uma cara de poucos amigos e logo Bruna puxou Gabriel para ir embora.
Assim que eles saíram, eu olhei para o Felipe e disse:
- Nossa, seu irmão é chato hein?! Pensei que ele fosse chato apenas quando ia na clínica.
- Ele é folgado, ele acha que todo mundo tem que bancar ele
- Ele é assim... riquinho também?
- Ele trabalha num mercado
- Hum...
Passamos a tarde conversando, e a noite eu iria embora, mas Felipe insistiu que eu ficasse mais com ele, Fiquei, e naquela noite eu decidi ser manhosa, ficamos deitados no sofá assistindo um filme, comendo pipoca, e aos poucos comecei a acariciar a perna dele como um sinal do que eu queria, e ele entendeu logo nos primeiros toques, deslizou a mão por minha barriga até enterrar seus dedos em minha calcinha e começar a me masturbar devagar, eu gemi e confessei:
- Você me deixa boba... parece que sou um brinquedo em suas mãos.
- É? Eu gosto de brincar hein?!
- Mesmo? Como você quer brincar?
Felipe tirou a mão de dentro da minha calcinha sorrindo, se levantou e disse:
- Vamos ali...
Estranhei, mas ele já tinha alguma coisa planejada na mente, entrei no carro dele e saímos, sem eu saber para onde ele estava me levando, até pararmos em um sex shop, eu morri de vergonha e não quis descer, rindo eu disse:
- Você é doido! Não vou entrar num sex shop essa hora, todo mundo vai saber que vou transar?
- Você se importa demais com o que os outros pensam.
- Desce você, escolhe algo pra gente, um brinquedo, um gel, alguma coisa
Felipe sorriu, desceu do carro e minutos depois ele voltou com uma sacolinha pink na mão, eu mordia os lábios de curiosidade.
Ele me entregou a sacola e disse:
- Vamos ver quem é devagar agora.
Abri, e comecei a rir com um misto de vergonha e tesão.
- O que é isso? Não acredito! Eu não vou usar isso.
- Vai sim! Você vai ser uma boa menina hoje.
Era uma coleira branca com pelinhos acompanhada por um cordão para puxar, e um plug anal com uma cauda grande, peludinha, tinha um lubrificante anal.
Chegamos na casa dele e eu fui ao banheiro colocar.
Voltei toda desengonçada. coleira no pescoço, de calcinha e sutiã, e ainda não havia colocado o plug, eu ri tentando provocar, mas Felipe, sentado no sofá, apoiou os pés na mesa de centro e falou baixo, mas firme:
- Tira toda a roupa!
- Não... eu... sou tímida.
- Tira!
- Fe... não... com a luz apagada eu tiro.
- Eu não sou de pedir três vezes.
A voz dele estremeceu meu corpo, comecei a abrir a alça do sutiã devagar, obedecendo sua ordem, ele assistia imóvel, desci a calcinha olhando em seus olhos, dei alguns passos e Felipe se levantou rápido, se aproximou de mim me encarando, se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
- Cachorra tem que ficar é de quatro!
Ele pressionou meu ombro devagar, e eu desci, ele abriu a calça tirando o pau pra fora e disse:
- Vem cá, lambe seu dono!
Comecei a chupar aquele pau monstruoso, com Felipe me olhando de cima pra baixo, mamei com todas as minhas forças, ele se abaixou, pelo a coleira e me puxou devagar até o sofá, me mandando ficar de quatro.
Senti algo melado em meu cuzinho e perguntei:
- O que é isso?
- Tem que colocar o rabinho!
Felipe encaixou o plug em meu cuzinho, na hora doeu, mas eu não ousei pedir pra tirar, fiquei com medo dele reagir mal, e então ele começou a me penetrar, a dor no cuzinho não era nada comparada ao prazer que ele me dava na buceta, foi quando ele tirou o plug do meu cuzinho, apontou a cabeça na entrada e eu já sentia que seria arrombada por ele.
Felipe entrou devagar, eu sentia meu cu se abrindo e a dor vinha... ele ficou num vai e vem com a cabecinha e gemia:
- Que cuzinho apertado! Que delícia.
Ele não forçava, me deixando lacear, aguentei só até um pouco menos da metade, era onde ficava confortável, ele meteu bem até me encher de gozo.
Tomamos um banho juntos, nos beijamos debaixo do chuveiro e eu o questionei:
- Você não gosta de zoofilia não né?
- Não, credo. Por que? Pela fantasia?
- Sim, desconfiei.
- Não, não gosto disso.
- Ainda bem.
Enquanto ele me ensaboava, falei sorrindo:
- Vai ser difícil me acostumar a fazer anal com você, que pau grande da porra
- Eu resolvi isso rapidinho, logo logo você vai estar dando o cu sorrindo.
- O que você vai fazer?
- Confia em mim, vou lacear bem seu cuzinho - ele respondeu sorrindo.

Comentários (2)

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  • Safadin: Que legal, gosto de ver esse lado da Sabrina, ver como ela é tímida e menos safada no começo do relacionamento deles, me faz sentir como se de fato estivesse a conhecendo pela primeira vez.

    Responder↴ • uid:4a20ataahrc
  • Rc: Você continua fantástica Sabrina!

    Responder↴ • uid:1cufw00nhz3o