#Assédio #Estupro #Incesto #Sado

A nova realidade que mudou o mundo parte 150 - Novo normal

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AnãoJediManco

Os dias se arrastaram e se transformaram em semanas. Depois de todo o horror das execuções, das torturas públicas e do estupro coletivo, os soldados decidiram que as duas mil sobreviventes ainda tinham utilidade. Fomos jogadas de volta ao trabalho público da cidade, como se a rebelião nunca tivesse acontecido.
Eu fui designada para varrer as ruas. Todas as manhãs, bem cedo, colocam em mim um plug anal grosso e pesado, daqueles com uma bola grande que estica o meu cu o dia inteiro. Algemam meus tornozelos com uma corrente curta presa a um peso de ferro de quase cinco quilos, para que eu só consiga dar passinhos curtos e humilhantes. Me entregam uma vassoura velha, de cerdas gastas e cabo rachado, e me mandam varrer as ruas do centro.
O trabalho é exaustivo e degradante. Eu varro o dia inteiro sob o sol, o plug se movendo dentro de mim a cada passo, o peso nos tornozelos machucando minha pele. Os homens passam e cospem no chão só para eu ter que varrer novamente. Alguns me chutam, outros me apalpam enquanto eu trabalho, enfiando dedos no meu cu ao redor do plug ou apertando meus seios. Eu não reajo, apenas abaixo a cabeça e continuo varrendo.
Eu só vejo a minha mãe à noite, ela trabalha na coleta de lixo, um dos trabalhos mais pesados. Puxa carroças enormes cheias de sacos fedidos, muitas vezes com correntes nos ombros. Sua barriga já estava visivelmente maior, a gravidez da inseminação na fazenda de Vargas está avançando. Seus seios também cresceram, pesados, com veias aparentes e mamilos mais arroxeados. Às vezes, quando nos encontramos à noite, eu vejo leite vazando deles, escorrendo pela pele dela.
Nós nos abraçamos em silêncio no canto do galpão onde dormimos. Eu encosto meu rosto na barriga dela, sentindo o volume quente e firme. Às vezes eu beijo ali, imaginando a vida que cresce dentro dela.
Você sente ela se mexer? eu pergunto baixinho.
Às vezes… uns movimentos leves. Como borboletas, ela responde com a voz cansada.
Nenhuma de nós sabe se é menina ou menino. E, no fundo, eu acho que temos medo de descobrir.
As novas importações começaram a chegar. São todas brancas, estrangeiras, muito jovens, a maioria entre 14 e 22 anos. Elas não falam nossa língua, só choram e gritam em idiomas que eu não entendo. São loiras, ruivas, morenas claras, com corpos bonitos e intactos. Os homens as exibem como troféus frescos. Muita ainda tem marcas da viagem, olheiras, lábios rachados, olhares perdidos de quem foi arrancada da vida normal, ou do seu lugar.
Eu as vejo sendo levadas nuas pelas ruas, acorrentadas, enquanto os homens assobiam e fazem comentários sujos. Algumas tentam cobrir o corpo com as mãos, ainda envergonhadas. Outras já tem o olhar vazio, como se tivessem entendido rapidamente qual é seu lugar no novo mundo.
Eu me pego olhando para elas com uma mistura estranha de pena… e inveja.
Elas ainda tinham algo que eu já perdi há muito tempo, a primeira vez, a primeira humilhação, a primeira quebra. Eu já estou tão destruída que quase não sinto mais nada.
À noite, quando eu e mamãe nos deitamos juntas no chão duro do galpão, eu encosto minha cabeça na barriga dela e sussurro: Se for uma menina… vamos dar um jeito de proteger ela.
Mamãe passa a mão no meu cabelo, cansada e responde: Se for uma menina… eu espero que ela nasça morta.
E nós duas ficamos em silêncio, ouvindo os batimentos do coração uma da outra, sabendo que o futuro que nos espera era provavelmente pior do que o presente.
Eu saí para trabalhar logo cedo na madrugada seguinte, levada por dois soldados. Eles me puxam pela corrente presa à coleira, meus tornozelos ainda algemados com o peso de ferro, o plug anal grosso se movendo dentro de mim a cada passo curto e humilhante. Eu carrego a vassoura velha, o corpo nu coberto apenas pela luz da lua.
A cidade ainda cheira a morte e reconstrução. Enquanto eu varro as ruas, vi algo que me fez parar de repente. Meu pai está na minha frente.
Ele está sentado no meio-fio, encostado numa parede suja. Não é mais o homem que eu conhecia. Seu corpo está magro, ossos aparentes, pele marcada por cicatrizes antigas e novas. O cinto de castidade ainda está nele, os soldados e os outros homens nunca tiraram, o mesmo que ele havia me obrigado a usar, mas agora era pior.
As negras tinham feito uma castração química nele. Seu pau, preso na jaula apertada de metal, estava murcho, pequeno, sem vida. Ele nunca mais ficaria duro, nunca mais sentiria prazer. Os remédios que elas injetaram destruíram isso para sempre. Seus olhos, antes cheios de arrogância e desejo, agora estavam vazios, derrotados.
E o pior, elas cortaram a língua dele fora. A boca dele era um buraco costurado, cicatrizado de forma irregular. Ele não consegue falar, só emite sons roucos e guturais quando tenta. Nossos olhares se cruzaram. Ele me viu.
Por um segundo, seus olhos se encheram de um ódio puro, profundo, animal. Ele me encarou como se eu fosse a culpada por tudo. Como se eu tivesse sido a causa da sua ruína. Como se ainda me visse como a filha que o traiu ao se entregar ao prazer que ele mesmo criou. Eu parei na frente dele, a vassoura tremendo nas minhas mãos, senti pena. Uma pena doente, misturada com nojo e uma excitação sombria que eu odiava sentir. Eu me lembrei de tudo.
De como ele me fodia com força, me chamando de filhinha enquanto eu gozava contra a vontade. De como ele me transformou em uma puta ninfomaníaca. De como eu quase virei um monstro por causa dele, cruel, sádica, traidora. Eu gozei tantas vezes nos braços dele, no pau dele, na boca dele… e agora ele estava ali, castrado, mudo, destruído.
Um dos soldados que me acompanhava riu e deu um chute leve nele: Olha só, loirinha. Seu pai virou um cachorro sem dente e sem pau. Patético, né?
Meu pai me encarou com mais ódio ainda. Seus olhos diziam tudo que a boca costurada não conseguia: Você me destruiu. Você e sua mãe, vocês merecem tudo isso.
Eu baixei a cabeça, sentindo lágrimas quentes escorrendo pelo rosto: Eu te odeio…sussurrei, tão baixo que só ele poderia ouvir. Mas eu também te amei, e você me transformou nisso.
Ele virou o rosto, o corpo tremendo de raiva e impotência, o soldado puxou minha corrente com força e disse: Vamos, vadia. Para de olhar para o lixo e volta a trabalhar.
Eu continuei varrendo, as lágrimas caindo no chão sujo da rua. Meu pai ficou para trás, sentado, mudo, castrado, olhando para o nada. E eu, enquanto arrasto o peso nos tornozelos e sinto o plug se movendo dentro de mim, só consigo pensar que talvez nós dois tenhamos merecido isso. Talvez o verdadeiro monstro nunca tenha sido só ele, talvez tenha sido nós dois o tempo inteiro.
Voltei para o galpão exausta, o corpo dolorido de varrer ruas o dia inteiro, o plug anal ainda dentro de mim, os tornozelos machucados pelo peso de ferro. Assim que entrei, procurei minha mãe no meio das mulheres amontoadas. Ela estava sentada num canto, a barriga já bem mais visível sob a túnica fina, os seios pesados e inchados.
Eu me ajoelhei ao lado dela e contei baixinho o que tinha visto mais cedo: Eu vi o papai hoje… Ele está destruído. Castrado quimicamente, sem língua, o pau murcho preso no cinto. Ele me olhou com tanto ódio…, mas também com desespero. Ele mal parece humano mais.
Mamãe ouviu em silêncio. Seus olhos não demonstraram surpresa, nem pena. Apenas uma frieza cansada. Ela segurou minha mão com força e respirou fundo antes de falar. Sua voz saiu baixa, quase sem emoção, como se estivesse entorpecida: Eles vieram falar comigo hoje de manhã, Julie.
Eu senti um frio subir pela espinha, e ela continuou: Eles disseram que eu vou viver só até o parto. Quando chegar a hora… eles vão me crucificar na praça principal. Vão me pregar na cruz enquanto eu estiver parindo. Querem que todas vejam, querem que seja um espetáculo, uma grávida dando à luz pregada numa cruz. Dizem que vai ser muito educativo.
Eu senti o mundo girar. Meu estômago se revirou: Não… mamãe… por favor, não…
Ela continuou, a voz trêmula agora, mas tentando se manter firme: E se eu abortar… eles vão te matar, disseram claramente. Se eu perder o bebê de qualquer jeito, você morre na mesma hora. Eles querem que eu carregue até o final. Querem o espetáculo completo.
Eu comecei a chorar. Segurei a barriga dela com as duas mãos, como se pudesse proteger o que quer que estivesse crescendo ali. Meu corpo tremia inteiro.
Eles não podem… você já sofreu tanto… eles não podem fazer isso com você… Mamãe encostou a testa na minha. Suas lágrimas caíam quentes no meu rosto.
Eles podem, filha. Eles podem tudo. Eu já sabia que ia acabar assim. Desde o momento que descobri que estava grávida… eu sabia que não ia conseguir segurar essa criança. E agora… eles querem transformar meu parto em um show público de morte.
Eu solucei contra o peito dela, abraçando sua barriga: Eu não vou deixar… eu vou fazer alguma coisa… eu vou…
Mas nós duas sabíamos que eu não podia fazer nada, eu era só mais uma escrava, acorrentada, impotente e quebrada.
Mamãe acariciou meu cabelo, a voz falhando: Se eu tiver que morrer assim… eu só peço uma coisa. Fica comigo até o final, não me deixa sozinha naquela cruz. Segura minha mão enquanto eu estiver parindo… mesmo que eles me matem depois.
Eu chorei alto, o rosto enterrado na barriga dela: Eu vou estar lá, mamãe. Eu prometo. Mesmo que eu morra logo depois… eu vou estar com você.
Nós duas ficamos abraçadas no escuro do galpão, chorando em silêncio, sentindo a barriga dela entre nós, aquela vida que, paradoxalmente, era agora a razão pela qual nos deixavam vivas.
Eu e mamãe mal conseguíamos nos mexer. Depois de mais um dia de trabalho forçado, estávamos encostadas na parede do galpão, suadas, sujas, com o corpo dolorido e a mente entorpecida. Minha mãe tinha a barriga já bem visível, os seios inchados e pesados, vazando leite de vez em quando. Eu estava com a cabeça apoiada no ombro dela, os olhos semifechados, exausta demais para pensar em qualquer coisa.
Foi por isso que demoramos a perceber a Ratinha se aproximando. A chinesinha miúda se arrastou até nós em silêncio, o corpo pequeno e delicado ainda marcado por cicatrizes antigas. Ela não disse nada, apenas se ajoelhou devagar entre as pernas da minha mãe, afastou as pernas dela com mãos trêmulas e baixou o rosto.
Quando senti o movimento, abri os olhos. Ratinha tinha a boca colada na buceta inchada e sensível da minha mãe. Ela lambia devagar, com uma delicadeza quase reverente. A língua pequena e quente percorria os lábios inchados, subia até o ponto onde antes ficava o clitóris, descia novamente, saboreando com cuidado. Mamãe soltou um gemido baixo, cansado, mas não afastou ela. Ao contrário, abriu um pouco mais as pernas, como se aceitasse o gesto.
Eu vi tudo, vi a língua da Ratinha entrando devagar na buceta da minha mãe, vi ela chupando com carinho os lábios melados, vi o jeito como mamãe tremia e soltava suspiros fracos, quase aliviados. Mesmo sofrendo, mesmo com o corpo destruído, mamãe sabia que aquilo era um gesto de carinho. Um pequeno ato de ternura nesse inferno.
E eu… eu senti ciúmes. Um ciúme doentio, involuntário, que queimou no meu peito como ácido. Ela é minha, pensei, irracionalmente. A buceta dela é minha. O prazer dela é meu.
Eu me odiei por sentir isso. Mamãe já tinha sofrido tanto, e agora uma garota miúda estava tentando dar a ela um pouco de alívio… e eu sentia raiva. Raiva de ver outra boca tocando o que era meu. Raiva de ver minha mãe gemendo baixinho para outra pessoa.
Ratinha continuou, paciente. Ela chupava com dedicação, lambendo devagar, enfiando a língua fundo, sugando os lábios inchados da minha mãe. Mamãe apertou minha mão com força, os olhos semicerrados, respirando mais rápido. Mesmo sem clitóris, ela ainda sentia prazer, um prazer profundo, lento, quase doloroso.
Eu fiquei olhando, o peito apertado, a buceta latejando contra a minha vontade. Quando mamãe gozou, foi silencioso. Apenas um tremor longo, um suspiro rouco, o corpo arqueando levemente enquanto Ratinha bebia seu gozo com carinho. Mamãe apertou minha mão com mais força, como se pedisse desculpas.
Ratinha levantou o rosto, os lábios brilhando, e olhou para nós duas com olhos tristes e compreensivos. Depois, sem dizer nada, se arrastou para o lado e se encolheu, como se tivesse cumprido uma missão silenciosa. Eu fiquei ali, abraçada à minha mãe, sentindo o cheiro do gozo dela no ar.
E mesmo sabendo que era errado, mesmo sabendo que eu era uma pessoa horrível por sentir isso… eu ainda sentia ciúmes. Porque, no meio de todo esse inferno, ela ainda era a única coisa que me restava, e eu não queria dividir nem isso.

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