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Sou a casada mais puta aqui do condomínio e faço questão que todos saibam.

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Meu nome é Raquel, tenho 34 anos, sou casada com o João, um corno manso que sai todo dia pra trabalhar na obra e me deixa sozinha em casa o dia inteiro. Todo mundo no bairro sabe que eu sou uma puta caseira. As vizinhas sorriem com malícia quando me veem caminhando rebolando na feira ou na padaria, com o short jeans enterrado na bunda e os peitos quase saltando da blusa. “Coitado do João, né?”, elas comentam baixinho. “A Raquel traz macho todo dia enquanto ele rala.” Eu só sorrio e passo rebolando mais ainda. Porque é verdade. E eu adoro.
Hoje foi especial. Enquanto o corno do meu marido saía de casa às 6h da manhã, eu já estava no Telegram Vip abrindo o grupinho secreto: www.bit.ly/telemanu. Postei uma foto dos meus peitos com a blusa branca curta e escrevi: “Marido corno trabalhando até tarde. Quem vem chocar essa galinha hoje? Quero pica bem grossa pra eu sentar e gemer alto.” Não demorou nem 15 minutos e o Germano respondeu. Novo amigo que conheci no www.selmaclub.com e migrei pro Telegram. Pau grosso, casado, tarado do jeito que eu gosto.
Ele chegou por volta das 10h. Assim que fechei a porta, já pulei nele, enfiando a língua na boca dele enquanto apertava o volume duro na calça. “Vem, Germano… meu marido tá trabalhando pra sustentar essa buceta gulosa. Hoje você vai me foder bem gostoso.”
Gravando tudo com o celular apoiado na cômoda, tirei a blusinha branca devagar, deixando meus peitões pesados balançarem livres. Meus mamilos já estavam durinhos. Sentei em cima dele na cama, short jeans surrado ainda no corpo, sem calcinha nenhuma. Segurei aquela pica grossa, cuspi bastante e esfreguei na entrada da minha buceta.
“Olha o tamanho dessa rola… vou chocar ela todinha agora”, eu disse gemendo.
Desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo. Quando o pau entrou até o fundo, eu soltei um gemido alto: “Aaaahhh caralhooo… tá me enchendo toda! Tá batendo no meu útero, Germano!”
Comecei a quicar como galinha chocando ovo — meu jeito favorito. Subia devagar até quase sair, depois descia com força, rebolando o quadril em círculos, apertando a buceta em volta da pica dele. Meus peitos pulavam no rosto dele. Eu pegava eles com as mãos, apertava os mamilos e gritava: “Chupa esses peitos enquanto eu choco teu pau grosso, vai! Isso, morde!”
A cama rangia alto. Eu peidava na pica dele a cada descida forte. Um peido quente e molhado escapou: “Hahaha… sentiu? Tô peidando na tua rola toda, safado. Quer que eu cague no teu pau enquanto te fodo? Fala!”
Germano gemia enlouquecido: “Quero, porra! Caga no meu pau, vadia!”
Eu ri, rebolei mais rápido, peidei de novo, mais longo, enquanto quicava sem parar. “Olha como minha buceta engole tudo… tá molhada pra caralho. Meu corno nunca sentiu isso na vida dele!”
Virei de costas, na posição que mais gosto de gravar. O short jeans descido só até o meio das coxas, bundão empinado, peitos balançando pra frente. Sentei novamente e comecei a cavalgar selvagem, subindo e descendo com força. A cada batida eu gritava: “Ai ai ai ai caralhooo… me arromba! Mais fundo! Me fode como o corno do meu marido nunca conseguiu!”
Os vizinhos com certeza estavam escutando. A dona do lado sempre reclama do barulho, mas eu sei que ela fica ouvindo tudo excitada. Às vezes até solta gracinha pra mim na rua: “Tá treinando pro campeonato de gemidos, Raquel?”
Eu peguei o celular e gravei bem de perto: minha buceta brilhando, engolindo a pica grossa do Germano, meus peitos pulando, meu rosto de puta safada gemendo com a boca aberta. “Tá vendo isso, pessoal do Selma Club? É assim que eu trato as picas que vêm me visitar.”
Mudei de posição, sentei de frente de novo, agora inclinada pra trás, apoiando as mãos nas coxas dele. Apertei a buceta com força e comecei a rebolar rápido, quicando só com a metade da rola pra provocar. “Tô sentindo tua pica latejando dentro de mim… vai gozar, né? Goza forte dentro dessa buceta de puta casada!”
Germano segurou minha bunda com força, abrindo as bandas. Eu desci até o talo e fiquei quicando rápido, peidando, gemendo, gritando. Meu cabelo grudado no suor, cara de tesão total. “Tô gozandooo… porraaa!” berrei quando o orgasmo me acertou forte, minha buceta apertando a pica dele em espasmos.
Ele não aguentou. Gozou jorrando bem fundo, enchendo minha buceta enquanto eu continuava quicando devagar, ordenhando cada gota. “Isso… enche a buceta da esposa do corno… goza tudo!”
Depois que ele gozou, eu ainda fiquei sentada em cima, rebolando leve, sentindo o pau amolecendo dentro de mim, misturado com porra e meus cremes. Olhei pra câmera e sorri safada: “Mais um vídeo pro meu acervo. Quem quiser ser o próximo, me chama no Telegram Vip ou no Selma Club. Meu marido trabalha o dia todo… tem vaga todo dia aqui.”
Germano saiu, eu tomei um banho rápido, vesti o shortinho de novo e fui pra cozinha preparar o jantar pro corno chegar. Quando o João voltou à noite, exausto, eu o beijei na boca com o mesmo sorriso inocente de sempre.
Ele nunca vai saber os detalhes… ou talvez saiba e finja que não. Pouco importa. Amanhã tem mais. Sempre tem.
Se você quer me ver ao vivo, me ouvir gemendo e peidando na pica de verdade, me adiciona agora no www.selmaclub.com ou no Telegram Vip www.bit.ly/telemanu. Lá eu posto os vídeos completos, sem censura, e marco os próximos encontros.
Beijos molhados da sua galinha caseira favorita,
Todo mundo no bairro comenta: as vizinhas riem quando me veem rebolando na feira com o short jeans enterrado na bunda, os peitões balançando na blusinha fina. “A Raquel tá comendo alguém agora, coitado do João…” Eu ouço e só sorrio. Porque é verdade. E eu adoro cada segundo.
Hoje, enquanto quicava no pau grosso do Germano, meu novo amigo do www.selmaclub.com e do Telegram Vip www.bit.ly/telemanu, me veio uma lembrança quente na cabeça que me deixou ainda mais molhada.
Eu estava sentada bem fundo na rola dele, rebolando devagar, sentindo a cabeça grossa bater no fundo da minha buceta, quando lembrei do Lucas, o filho da dona Neuza, vizinho do lado. Ele tinha acabado de fazer 18 anos na época. Um garoto tímido, magrinho, que vivia me olhando escondido quando eu passava. Eu sabia que ele era virgem. E resolvi tirar aquela virgindade do jeito mais safado possível.
Foi numa tarde de quarta-feira, o João no trabalho, a mãe dele tinha saído pra fazer compras. Eu chamei o Lucas pra “me ajudar a trocar uma lâmpada da cozinha”. Ele veio todo sem graça, de bermudão. Assim que ele entrou, fechei a porta e sorri pra ele com cara de safada.
“Você já comeu alguma mulher, Lucas?” perguntei direto, encostando meu corpo no dele.
Ele ficou vermelho na hora: “N-não… ainda não.”
“Então hoje você vai perder a virgindade com a tia Raquel… mas não vai ser na buceta não. Vai ser na minha bunda. Eu quero que você sinta como é quente e apertado.”
Ele quase desmaiou de tesão. Eu tirei a blusinha branca na frente dele, deixei meus peitões pesados livres, mamilos duros. Depois virei de costas, baixei o short jeans devagar, mostrando a bundona redonda e macia. Não tinha calcinha. Curvei um pouco na pia da cozinha, abri as pernas e olhei pra trás:
“Vem, garoto… cospe na minha bunda e enfia devagar. Quero que você me foda no cuzinho.”
Lucas tremia, mas o pau dele tava duro pra caralho dentro da bermuda. Ele cuspiu, passou a cabeça na minha rosinha e começou a empurrar. Eu gemi alto quando a cabeça entrou: “Aaaahhh devagar… isso… vai enfiando na bunda da tia…”
Ele gemeu como um animal quando entrou até o meio. Eu rebolava devagar, ensinando ele: “Isso, vai quicando… sente como minha bunda tá apertando teu pau virgem? Tá gostoso, né? Mais fundo agora!”
Na cozinha mesmo, com ele em pé atrás de mim, segurei na pia e comecei a empinar mais a bunda, fazendo ele meter tudo. O barulho de pele batendo ecoava. Eu falava safadeza pra deixar ele louco: “Vai, fode o cuzinho da mulher casada do seu vizinho… teu primeiro cu, Lucas… goza dentro quando quiser.”
Ele não durou nem 4 minutos. Segurou minha cintura com força e gozou jorrando tudo dentro da minha bunda, gemendo alto, tremendo as pernas. Eu senti o pau dele pulsar forte, enchendo meu intestino de porra quente de virgem. Quando ele tirou, o leitinho escorreu pela minha coxa. Eu virei, peguei um pouco com o dedo e lambi olhando pra ele:
“Agora você não é mais virgem. Sempre que sua mãe sair, você pode vir aqui me foder na bunda de novo.”
Depois daquele dia, Lucas virou meu putinho particular. Vinha quase toda semana pra cozinha ou pro quarto enquanto o corno trabalhava. Às vezes eu deixava ele gozar na buceta também, mas a primeira vez sempre foi na bunda — do jeito que eu gosto.
Voltando pro presente, eu estava quicando forte no Germano, peidando na pica dele, gemendo alto enquanto rebolava:
“Aaaahh caralho… tô lembrando do Lucas agora… tirei a virgindade dele com essa mesma bunda que tá chocando tua rola grossa… ele gozou tão rápido no meu cuzinho… hahaha!”
Germano ficou mais louco ainda. Segurou minha cintura e começou a meter de baixo pra cima, batendo forte. Eu gritei: “Isso! Me fode igual eu fodi o vizinho virgem! Enche essa buceta de casada!”
Gozei apertando ele todo, peidando, gemendo feito uma cadela no cio. Ele gozou logo depois, jorrando fundo enquanto eu continuava quicando devagar, ordenhando cada gota.
Depois que ele saiu, tomei banho, vesti o shortinho de novo e fui preparar o jantar pro corno. Quando o João chegou, me deu um beijo inocente e perguntou como foi meu dia. Eu sorri:
“Tranquilo, amor… só fiz umas coisas em casa mesmo.”
Ele nunca vai saber dos vídeos que gravei hoje, nem das lembranças que me deixam molhada. E é assim que eu gosto.
Se você quer ver os vídeos completos dessa galinha caseira gemendo, peidando e chocando pica de verdade — inclusive o estilo que usei com o Lucas —, . Lá eu posto tudo sem censura e marco novos encontros.
Beijos molhados e bundão disponível.
Lembrei do dia que eu disvirginei o Matheus, o garoto branquinho e delicado que morava duas casas pra baixo.
Matheus tinha 19 anos na época, gay assumido mas ainda virgem. Pele branquinha, lisinha, sem pelo nenhum no corpo, cabelinho curto liso, corpo delicado, quase feminino. Ele me olhava com curiosidade quando eu passava rebolando. Um dia ele veio me pedir açúcar e eu vi no olhar dele que queria mais. Convidei ele pra entrar.
“Você nunca comeu ninguém, né Matheus?” perguntei sorrindo, encostando meus peitões nele.
“Não… e eu acho que gosto mais de homem, mas… tenho curiosidade com mulher também”, ele respondeu corado.
“Então a tia Raquel vai te ensinar do jeito mais gostoso possível. Hoje você vai perder a virgindade com a minha língua e com uma cenoura bem grossa. Relaxa que você vai adorar.”
Levei ele pra cozinha. Tirei minha blusa e deixei ele chupar meus peitos enquanto eu abaixava a bermudinha dele. O pauzinho dele era pequeno, mas duro feito pedra. Virei ele de costas, encostado na pia, abri aquela bundinha branquinha e lisinha e comecei a lamber.
Passei a língua devagar no cuzinho dele, circulando, lambendo com vontade. Matheus gemia fininho, tremendo as perninhas: “Ai Raquel… que delícia… ninguém nunca fez isso em mim…”
Eu enfiei a língua mais fundo, chupando, babando, fazendo barulho molhado. Ele gemia cada vez mais alto: “Hummm… ai meu Deus… tá tão bom…”
Depois de deixar ele bem molhadinho e relaxado, peguei uma cenoura grande, grossa e lisa da geladeira, passei bastante manteiga pra ficar bem escorregadia. Ajoelhei atrás dele, abri as bandas branquinhas e comecei a empurrar devagar.
“Relaxa o cuzinho, vai… vai entrar devagar.”
Matheus soltou um gemidinho de dor misturado com prazer quando a cenoura começou a abrir ele: “Ai… ai tá doendo um pouco… devagar Raquel…”
“Shhh… respira… tá sentindo como tá te abrindo? Isso… vai entrando…” eu falava baixinho enquanto empurrava mais.
Centímetro por centímetro, a cenoura grossa entrava na bundinha virgem dele. Quando já tinha uns 15cm dentro, comecei a foder ele devagar com ela, entrando e saindo enquanto lambia ao redor. Matheus gemia alto, quase choramingando:
“Aaaahh… Raquel… tá me arrombando… ai que gostoso… mais fundo… por favor…”
Eu aumentei o ritmo, fudendo a bundinha dele com a cenoura manteigosa enquanto ele se masturbava. O garoto delicado tremia todo, gemendo feito uma putinha: “Tô sentindo tão cheio… tá roçando em algo dentro de mim… ai eu vou gozar!”
Ele gozou forte, jorrando leite no chão da cozinha, o cuzinho apertando a cenoura em espasmos. Eu continuei enfiando devagar até ele parar de tremer. Quando tirei, o burquinho ficou piscando, vermelhinho e aberto.
Daquele dia em diante, Matheus viciou. Ele vem quase toda semana quando a mãe sai. Agora ele já pega rola de verdade, mas ainda ama quando eu fodo ele com cenoura, abobrinha ou o que tiver na geladeira. Ele me manda mensagem: “Tia Raquel, tô com saudade da sua língua no meu cuzinho…” Virou meu putinho gay particular.
Voltando pro Germano, eu contei tudo isso pra ele enquanto quicava forte, peidando na pica e apertando a buceta:
“Tô lembrando agora do Matheus… disvirginei o cuzinho branquinho dele com uma cenoura cheia de manteiga… o garoto gemia igual uma vadia… agora tá viciado, vem toda semana me pedir pra arrombar ele…”
Germano ficou louco de tesão. Segurou minha cintura e meteu forte por baixo: “Porra, você é uma vadia completa mesmo!”
Eu gritei de prazer: “Sou mesmo! Fodo macho, fodo gay, fodo virgem… só não fodo meu corno!”
Gozei apertando ele todo, depois ele encheu minha buceta de porra quente enquanto eu rebolava devagar, ordenhando tudo.
Depois que Germano foi embora, tomei banho, vesti meu shortinho e preparei o jantar pro João. Quando ele chegou, me deu aquele beijo sem graça de sempre. Eu sorri pensando: “Se você soubesse que hoje eu fodi um macho e lembrei de como arrombei o cuzinho do vizinho gay…”
Se você quer ver meus vídeos completos (inclusive uns bem safados que gravei com o Matheus gemendo enquanto eu fodia ele com legumes), me adiciona agora no Lá eu posto tudo sem censura e marco novos encontros com quem tiver coragem.
Meu nome é Raquel, 34 anos, a dona de casa mais safada do bairro. Enquanto eu quicava devagar no pau grosso do Germano, apertando minha buceta quente em volta dele e peidando de leve, uma das minhas memórias mais molhadas me veio à cabeça e me deixou ainda mais louca de tesão: o dia que eu iniciei a Larissa, a vizinha linda de 20 anos.
Larissa é uma delícia. Universitária, corpo perfeito de academia, pele morena clarinha, cabelo longo cacheado, bunda empinada e peitos firmes que chamam atenção. Ela é bi, mas ainda tinha muita curiosidade feminina. Eu percebia o jeito que ela me olhava quando eu tomava sol de biquíni na piscina do condomínio.
Numa tarde quente de sábado, o João tinha viajado pro trabalho e quase ninguém estava na piscina. Eu chamei ela:
“Vem cá, Larissa… tá um sol gostoso hoje. Tira essa saída de praia e fica só de biquíni comigo.”
Ela veio tímida, mas obedeceu. Ficamos conversando, rindo, e eu comecei a passar protetor nas costas dela bem devagar, descendo as mãos até a bundinha. Sussurrei no ouvido dela:
“Você já experimentou com mulher, princesinha?”
“Já beijei… mas nunca passei disso”, ela respondeu corada.
“Então hoje a tia Raquel vai te mostrar como é bom. Relaxa que você vai gozar gostoso.”
Levei ela pro canto mais reservado da piscina, onde a água batia na cintura. Beijei ela devagar primeiro, língua macia, sentindo os peitinhos dela endurecendo contra os meus. Tirei o top do biquíni dela e comecei a chupar aqueles mamilos rosados, mordiscando de leve enquanto ela gemia baixinho:
“Hummm… Raquel… que delícia…”
Desci a mão dentro da calcinha dela, senti a bucetinha lisinha e já molhada. Dedilhei o clitóris enquanto chupava os peitos. Larissa tremia, agarrando meus ombros. “Ai… tá tão bom… não para…”
Saímos da piscina e fomos pra espreguiçadeira dela, debaixo da sombra. Tirei o resto do biquíni dela e abri aquelas pernas jovens e lisas. Ajoelhei e comecei a chupar aquela bucetinha rosada com vontade. Lambia o clitóris em círculos, enfiava a língua dentro, chupava os lábios. Larissa gemia alto, segurando minha cabeça:
“Aaaahh Raquel… que boca gostosa… tá me deixando louca… chupa mais… issooo!”
Ela gozou pela primeira vez na minha boca, um jorro doce e quente que eu engoli quase tudo, lambendo até a última gota.
Depois eu tirei meu biquíni e fizemos 69. Eu por cima, minha buceta molhada e carnuda bem na cara dela, e minha boca no dela. Ensinei ela a chupar:
“Isso, lambe meu clitóris… enfia a língua… agora chupa minha buceta toda… boa menina…”
Enquanto isso eu devorava a dela de novo. Larissa gemia abafado contra minha boceta, tremendo as pernas. Gozamos quase juntas, eu jorrando na boca dela e ela na minha. O barulhinho molhado de línguas e gemidos ecoava.
Mas eu queria mais. Peguei o óleo de bronzeador e virei ela de quatro na espreguiçadeira. Abri aquela bundinha redonda e lisinha, lambi o cuzinho dela com carinho, enfiando a língua fundo enquanto dedilhava a buceta. Larissa gemia feito uma putinha:
“Ai meu Deus… na bunda também? Tá tão gostoso… me come Raquel…”
Passei bastante óleo no dedo, depois no meu strap-on pequeno que eu tinha levado “por precaução”. Enfiei devagar no cuzinho virgem dela. Ela soltou um gemido dolorido e gostoso ao mesmo tempo:
“Aaaaiii… tá ardendo… devagar… hummmm… vai entrando…”
Fui fodendo devagar, depois mais rápido, enquanto esfregava o clitóris dela. Larissa gritava de prazer:
“Me fode no cu… mais forte… tô gozando de novooo!”
Ela gozou pela terceira vez, o cuzinho apertando o strap-on, o corpo todo tremendo. Eu tirei e lambi o burquinho aberto dela de novo.
Terminamos com mais 69, chupando uma à outra até gozarmos na boca mais uma vez. Depois ficamos abraçadas, suadas, rindo.
Desde aquele dia Larissa virou minha putinha particular. Ela vem em casa quando o João sai, ou me chama pra piscina quando tá vazio. Agora ela adora levar no cu, na buceta e na boca. Às vezes traz até uma amiga da faculdade pra eu iniciar também.
Voltando pro Germano, eu contei tudo isso pra ele enquanto quicava forte no pau dele, peidando e apertando:
“Tô lembrando da Larissa agora… iniciei a bucetinha e o cuzinho dela na piscina… a garota gozou tanto na minha boca… agora tá viciada em foder comigo…”
Germano explodiu de tesão, me segurou pela cintura e gozou jorrando bem fundo na minha buceta enquanto eu gozava também, gritando alto.
Depois que ele foi embora, tomei banho e fiquei pensando em mandar mensagem pra Larissa mais tarde.
Se você quer ver os vídeos (tenho alguns bem discretos da piscina e de quando ela vem aqui em casa), ou se é mulher e quer ser iniciada também, me chama agora no www.selmaclub.com ou no Telegram Vip www.bit.ly/telemanu. Lá tá cheio de conteúdo novo toda semana.
Beijos molhados e buceta sempre pronta,
Raquel ❤️

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