#Outros

História do tempo da escravidão, onde as senhoras conseguiam realizar suas fantasias com negros

1.0k palavras | 0 | 2.00 | 👁️
Capitão do Mato

História não contada ,aqui vc verá uma aventura entra a sinhá branca e o escravo bem dotado

Oque estamos prestes a desvendar, é o relato de um encontro Que Desafiou as leis da física da Moral e do tempo uma história que nasceu no silêncio de uma existência úmida e floresceu na clandestinidade de uma noite de tempestade,nesta história você conhecerá a Sinhá Maria Delfina e o epítono da fragilidade aristocrática com 18 anos ela é uma criatura de porcelana com seios pequenos, coxas grossa, barriga de adolescente, uma bucetinha ainda virgem e pouco explorada por seus dedos inesperiente,moldada por esses partidos de barbatana eleições de etiqueta utilizavam suprimir qualquer vestígio de estilo Maria Delfina é a Seda fina o perfume de baunilha a pele alta que nunca sentiu desde o grupo do sol mas por trás dessa fachada de submissão a de uma curiosidade perigosa um desejo latente de descobrir o que existe além dos números da casa grande e da vida real, e constante do outro lado dessa mesma social e físico ergue-se a figura monumental de Raimundo ele não é apenas um homem ele é uma força da natureza esculpida em Ébano e cicatrizes com o dobro da idade de MariaDelfina e o triplo de sua experiência no mundo Raimundo carrega nos ombros o peso de década de trabalho no meio o que transformou o seu corpo e uma muralha de músculos rígidos como o cérebro já querem andar seus braços têm espessura das forças de Maria Delfina e suas mãos calejadas pelo cabo da enxada pelo ferro das correntes possui uma força que poderia esmagar pedras mas que aprenderão a manejar a delicadeza uma precisão cirúrgica O que você encontrará nos Capítulos a seguir é o detalhamento minucioso do choque entre esses dois livros veremos um momento exato em que a porta da dispensa Ranger e o ar se torna irrespirado não pela falta de oxigênio Mas pela presença elétrica de Raimundo que preenche cada sentido do ambiente se você sentirá junto com Maria Delfina o terror e o desdobramento de ver a ferramenta lendária de Raimundo revelada menos algo que desafia lógica de sua criação refinada e que promete um preenchimento absoluto uma expansão que ela nunca imaginou ser capaz de suportar, esta narrativa não economiza na atenção onde escrevendo tudo exatamente dos laços do espartilho o toque da pele de terra na pele de seda e o esforço orgulho para manter o silêncio enquanto a casa grande dorme a poucos métodos de distância você testemunhar a MariaDelfina sendo a largada por uma realidade bruta sentindo o peso e a imensidão de desejos ainda não descoberto pelo sua ingênua e curiosa vontade de descobrir o prazer que as escravas diziam sentir ao ser penetradas por Raimundo. um homem que a conhece mais profundamente Uma Noite do que qualquer pretendente de luvas brancas conheceria em uma vida inteira é uma história de contratos extremos o pequeno corpo juvenil da sinhazinha sendo exposto e se abrindo contra o Colossal pênis do escravo o frágil contra o indestrutível O Grito abafado dela ao ser penetrada por um cacete monstruoso, fez com que ela sentisse desespero no início, mas com o tempo tendo tudo aquilo dentro da sua bucetinha recem penetrada começou a sentir prazer e dor ao mesmo tempo, contra o rugido da chuva prepara-se para mergulhar e um relato desconhecido se transforma em uma Entrega dedicada descobre que sua verdadeira natureza só poderia ser despertada pelo Impacto de algo muito maior que ela mesmo é como Sinto cheiro do café e no fim de corda entregando lá e ouça a chuva batendo no telhado a porta da dispensa acabou de ser trancada por dentro o aviso de Raimundo,ainda é silêncio assim eu avisei que a jornada pelo proibido tá apenas começando a porta de madeira pesada do quarto de hóspedes situada na ala mais isolada e sombria dos Fundos da Fazenda Santa Catarina ele tinha um gerador e prolongado um lamento que pareceu o quarto todo o corredor de pedra antes de ser abafado pelo silêncio opressor da madrugada assim a sinhazinha parada no centro do cômodo sentido o frio percorrer mas não se moveu vestir apenas uma camisola de linho Branco tão fino e translúcida sobre a luz pálida da lua que entrava pela janela alta que mais parecia uma segunda pele revelando as curvas delicadas e o contorno do seu corpo de 18 anos que premia não de frio mas de uma expectativa ferradura diante dela ocupando quase todo um vão da porta eu encostei a silhueta maciça de Raimundo ele não era Um Homem Comum era o terreiro da propriedade uma montanha de carne e músculo forjada e o calor incessante da forja impacto rítmico da marreta contra o metal incandescente de onde era personificação da força bruta o monumento de braço coberto por uma fina camada de suor que brilhava como óleo sobre o ar eram visivelmente mais largos e robustos que as coxas de sua presença física era tão avassaladora que o ar no quarto Parecia ter se tornado subitamente escasso consumido foi nessa primeira noite que ela descobriu que não viveria uma vida normal para os padrões da época, e que sentir aquele caralho imenso negro dentro de sua bucetinha seria um hábito daquele momento em diante.
CONTINUA.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos