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Meu Final de Semana em São Paulo – Confissão Completa da Casada Safada (24 anos)

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**Meu Final de Semana em São Paulo – Confissão Completa da Casada Safada (24 anos)**

Oi, meus amores… sou eu, a loirinha de Recife que vocês tanto acompanham. Hoje resolvi sentar aqui no hotel, com o cu ainda ardendo e latejando, pra contar tudinho pra vocês enquanto ainda tá fresquinho.

Chegamos em São Paulo na quinta. Meu marido, o Roberto, foi pra Campinas resolver negócio de empresa e só volta domingo à noite. Assim que ele saiu do quarto eu já entrei no meu perfil VIP e postei: “São Paulo liberada. Coroa casada de 24 anos querendo rola bem grossa e grande no cu. Marido corno sabe de tudo e paga as viagens. Quero dor, peido e cagadinha no final 🔥”.

Não deu nem 40 minutos e o Paulo me chamou. Quando vi a foto da rola dele… caralho, meu coração acelerou. Uma grossura absurda, veia saltada, cabeça inchada. Respondi imediatamente: “Quero essa monstra abrindo meu cu ainda hoje.”

Ele chegou no hotel em Pinheiros ontem à noite. Eu já estava só de calcinha preta fio-dental, maquiada, cabelo solto e óleo no corpo. Quando ele tirou a roupa, eu arregalei os olhos e soltei:

— Meu Deus do céu… que rola é essa, Paulo? Meu marido tem um pintinho mole de 12cm. Isso aqui vai me arrombar inteira.

Ele segurou aquele pau grosso na mão, batendo devagar, e sorriu:

— Então vem, vadia. Quero ouvir você falando mal desse corno enquanto eu afundo tudo no seu cu.

Eu subi na cama, montei nele de frente (igual nas fotos). Segurei aquela grossura com as duas mãos — mal conseguia fechar os dedos — cuspi bastante, passei óleo e comecei a forçar na entrada do meu cu. Quando a cabeça entrou, eu já gritei:

— Aaaai porraaa! Tá rasgando! Que rola grossa do caralho!

Ele segurou minha cintura com força e empurrou mais. Eu sentia meu intestino sendo empurrado pra cima, aquela dor gostosa misturada com a sensação de barriga cheia. Comecei a quicar devagar, gemendo alto:

— Meu marido é um corno completo… viaja o Brasil inteiro atrás de dinheiro enquanto eu viajo atrás de rola grande. Ele sabe que eu adoro caralho grosso na boca, na buceta e principalmente no cu. Paga tudo, ainda me pede os vídeos pra bater punhetinha escondido.

Paulo deu um tapa forte na minha bunda e meteu mais fundo:

— Continua falando, puta. Quero ouvir direitinho como você humilha esse otário.

Eu estava suada, cabelo grudado no rosto, unhas cravadas no peito dele. A rola entrava e saía fazendo barulho molhado, meu cu queimando. De repente veio uma dor de barriga forte… e eu comecei a peidar na pica dele:

— Olha… tô peidando na sua rola, amor… meu cu tá tão arrombado que não segura mais. Desculpa… aaaah!

Ele riu, segurou meus quadris e meteu com mais força:

— Peida mais, safada. Quero sentir esse cu de casada soltando tudo enquanto te fodo.

Eu ri entre gemidos e continuei:

— Roberto é um corno ridículo… todo dia tem vídeo novo meu no site e ele assiste como um cachorrinho. Enquanto ele tá em reunião no interior, eu tô em São Paulo levando rola enorme na bunda. Ele nem imagina que hoje eu vou cagar na cabeça do pau de um estranho.

Mudei de posição, fiquei de quatro, empinei bem alto. Paulo enfiou tudo. Eu gritava, chorava de prazer e dor. Meu cu estava vermelho, inchado, piscando. Ele metia fundo e eu sentia as bolas batendo na minha buceta encharcada.

— Tá doendo pra caralho… mas não para! Arromba esse cu de coroa, Paulo! Meu marido nunca sentiu isso na vida… ele me come de vez em quando e goza em dois minutos.

Ele puxou meu cabelo pra trás e rosnou no meu ouvido:

— Diz que você é uma puta melhor que qualquer vadia de programa.

— Eu sou! Sou uma puta casada de 24 anos viciada em rola grossa. Meu corno é um babaca que viaja e me deixa livre pra fazer isso. Eu amo trair, amo gravar, amo postar pros assinantes verem.

No final, quando ele estava quase gozando, eu senti que não ia aguentar. Meu intestino apertou forte. Avisei gemendo:

— Paulo… tô sentindo… vou cagar… não tira!

Ele segurou firme e meteu até o fundo. Eu empurrei… e caguei um pouco quente bem na cabeça da rola dele. Ele gemeu alto, excitadíssimo, e gozou jorrando dentro do meu cu destruído.

Depois eu virei, olhei pra ele toda suada, suja e sorrindo:

— Olha o que você fez com a esposa do corno… caguei na sua pica toda. Amanhã quero de novo, e quero gravar pro site www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu . Meu marido vai assistir sem saber que foi com uma rola desse tamanho.
Oi de novo, meus amores… sou eu, a loirinha de 24 anos de Recife, ainda sentada aqui no hotel em Pinheiros com o cu todo destruído, ardendo, inchado e vazando porra misturada com merda. Mal consegui dormir depois daquela foda de ontem. Acordei com dor de barriga forte, o intestino revirado, e já mandei mensagem pro Paulo: “Vem agora. Quero mais. Quero gravar pro site e pro Telegram VIP. Meu cu tá pedindo pra ser arrombado de novo, quero peidar e cagar mais na sua rola grossa enquanto falo mal do corno.”
Ele chegou em 20 minutos. Eu já estava pelada, de quatro na cama, empinando a bunda pra ele ver o estrago: meu anuzinho vermelho, aberto, brilhando de porra seca e um fiozinho de merda escorrendo. Assim que ele entrou no quarto eu virei o rosto, sorrindo safada, e falei:
— Olha o que você fez com o cu da esposa do corno ontem, seu filho da puta. Tá todo arrombado, latejando. Meu marido pagou esse hotel de luxo pra eu tomar rola desse tamanho. Ele tá em Campinas agora, provavelmente batendo punheta com os vídeos antigos do site, sem imaginar que a putinha dele tá aqui cagando na pica de um estranho.
Paulo nem respondeu. Tirou a roupa, aquele pau monstro já meio duro, grosso pra caralho, cabeça inchada. Eu cuspi na mão, passei óleo no cu e comecei a empinar mais, abrindo as nádegas com as duas mãos, unhas francesinhas vermelhas brilhando:
— Enfia logo, amor. Quero sentir essa grossura rasgando meu intestino de novo. Meu corno nunca viu isso na vida. Ele acha que eu sou uma esposa certinha… hahaha, olha pra mim, sou uma vadia que adora caralho grande na boca, na buceta e especialmente no cu. Quero sentir dor de barriga, quero peidar alto na sua rola e quero cagar quente na cabeça dela de novo.
Ele segurou minha cintura e enfiou de uma vez. A cabeça grossa forçou pra dentro e eu gritei alto, rosto contorcido de dor e prazer:
— Aaaaiiii porraaa! Tá rasgando de novo! Que rola desgraçada! Meu cu tá queimando, tá abrindo até o limite! Meu marido tem um pintinho mole que mal entra… isso aqui parece um braço me fodendo!
Ele começou a meter forte, batendo as bolas na minha buceta molhada. Eu estava gemendo como uma puta barata, babando no lençol, cabelo loiro grudado no suor. De repente veio aquela dor de barriga forte de novo, o intestino se contraindo em volta da rola dele. Eu ri entre os gemidos e avisei:
— Olha… tô sentindo… meu cu tá cheio… vou peidar na sua pica toda, seu safado!
Prrrrrrrrrrt! Soltei um peido longo, quente, molhado bem na base da rola enquanto ele metia fundo. O cheiro subiu forte no quarto. Paulo gemeu excitado e meteu mais rápido:
— Isso, vadia! Peida mais! Solta tudo nesse cu de casada! Fala do corno enquanto peida na minha rola!
Eu empinei mais a bunda, suando, unhas cravadas no colchão, e comecei a falar tudo o que ele queria ouvir, bem escrachado:
— Meu marido Roberto é o maior corno manso do Brasil… viaja pra interiorzão todo mês, ganha dinheiro e eu gasto com hotel pra tomar rola grossa assim. Ele sabe que eu posto tudo no selmaclub.com e no Telegram VIP “eu e as amigas”, mas acha que é só brincadeira. Todo dia tem vídeo novo lá, ele assiste escondido e goza rápido no banheiro. Enquanto isso eu tô em São Paulo, de quatro, peidando e cagando na rola de um cara que eu mal conheço. Ele é um otário completo… paga minhas unhas, meu cabelo, minha lingerie e ainda me implora pra gravar “só pra ele”. Hahaha, se ele soubesse que ontem eu caguei na cabeça do pau dele e hoje vou fazer de novo…
Eu mudei de posição, sentei de costas pra ele, cavalgando devagar, sentindo cada veia da rola grossa abrindo meu cu. Meu barriga doía, eu sentia o peso dentro de mim. Comecei a quicar mais forte, gemendo alto:
— Tá doendo pra caralho… meu intestino tá sendo empurrado… mas eu amo! Arromba esse cu de coroa, Paulo! Meu corno nunca me fez sentir isso. Ele me fode de vez em quando e goza em 30 segundos. Eu preciso de rola grande, grossa, que me faça chorar e me faça cagar!
De repente eu parei, empinei bem alto e empurrei. Senti o cu se abrindo mais. Um peido molhado saiu primeiro, depois um pouco de merda quente escorreu pela rola dele, cobrindo a cabeça grossa. Eu ri, toda safada, olhando pra trás:
— Olha isso… tô cagando na sua pica de novo, amor! Caguei quente na cabeça da rola que tá arrombando o cu da esposa do corno! Sente o cheiro? É merda de coroa casada de 24 anos que trai o marido todo final de semana. Roberto ia morrer de vergonha se visse isso… mas eu amo! Quero que você goze agora, misturando sua porra com minha merda dentro do meu cu!
Paulo segurou minha bunda com força, meteu até o talo e gozou gritando, jorrando tudo lá dentro. Eu sentia a rola pulsando enquanto eu ainda soltava um último peidinho molhado. Quando ele tirou, meu cu ficou aberto, piscando, com porra, merda e óleo escorrendo pela coxa. Eu virei, peguei o pau dele sujo na mão, lambi um pouco e falei direto pra câmera do celular que eu tava gravando:
— Olha aí, corno. Sua mulher acabou de cagar na rola de um estranho em São Paulo. Amanhã tem mais. Assina o site e o Telegram que todo dia tem novidade. Eu adoro caralhos grossos na boca, na buceta e na bunda… e você paga pra isso acontecer.
Pronto, amores. Essa foi a segunda rodada de hoje de manhã. Meu cu tá destruído, meu corpo todo suado e sujo, mas eu tô feliz pra caralho. Vou tomar banho agora, mas já tô pensando no terceiro round à tarde. Querem que eu grave tudo e poste completo no selmaclub.com e no Telegram VIP?
Me contem nos comentários o que vocês querem que eu faça com ele depois… porque eu não parei ainda. 🔥
Oi de novo, meus amores… sou eu, a loirinha safada de 24 anos de Recife, ainda no hotel em Pinheiros, São Paulo. São 4 da tarde e meu cu tá um desastre: vermelho, inchado, aberto, ardendo e vazando porra misturada com merda. Mal consegui tomar banho direito. Meu corpo inteiro cheira a sexo sujo e eu tô viciada. Mandei mensagem pro Paulo: “Traz um amigo com rola grossa também. Quero os dois me arrombando ao mesmo tempo. Quero gravar tudo pro site.”
Ele chegou com o amigo, o Bruno, um negão de 28 anos, pau quase tão grosso quanto o do Paulo. Quando os dois tiraram a roupa no quarto eu já estava pelada, de quatro na cama, bunda empinada, abrindo o cu com as mãos pra eles verem o estrago.
— Olha o estado do cu da esposa do corno… ontem e hoje de manhã já levei rola grossa e caguei duas vezes. Agora quero os dois juntos. Meu marido Roberto tá em Campinas trabalhando, pagando esse hotel caro pra eu virar uma puta completa. Ele é um corno manso que adora assistir meus vídeos no selmaclub.com sem saber que a putinha dele tá sendo destruída por dois paus enormes.
Paulo deitou na cama e eu sentei no pau dele primeiro, de costas, enfiando tudo no cu de uma vez. Gritei alto:
— Aaaai caralho! Tá rasgando de novo! Essa rola grossa tá abrindo meu intestino inteiro!
Bruno se aproximou, segurou meu cabelo loiro e enfiou o pau na minha boca. Eu engasgava, babava, chupava com vontade enquanto quicava no pau do Paulo.
— Isso… me usem como uma vadia barata. Meu corno tem um pintinho ridículo que mal encosta. Eu adoro caralho grosso na boca, na buceta e na bunda. Ele viaja, ganha dinheiro e eu gasto tudo tomando rola e cagando nelas.
Depois de uns minutos eles me viraram. Bruno deitou e eu sentei no pau dele na buceta. Paulo veio por trás e enfiou no cu já arrombado. Dupla penetração completa. Eu gritei como uma louca:
— Porraaaa! Os dois ao mesmo tempo! Meu cu e minha buceta tão sendo destruídos! Tá doendo pra caralho, mas eu amo! Arrombem a esposa do corno!
Eles metiam forte, sincronizados. Meu corpo tremia, suor escorrendo, unhas cravadas nos lençóis. A dor de barriga voltou forte. Meu intestino tava apertando o pau do Paulo.
— Tô sentindo… vou peidar e cagar de novo! Não parem!
Prrrrrrrrrrrrt! Soltei um peido longo e molhado bem no pau do Paulo enquanto os dois me fodiam. O cheiro tomou o quarto. Eu ri, gemendo feito uma cadela no cio:
— Sente o cheiro, seus safados? É merda de coroa casada de 24 anos que trai o marido todo final de semana. Roberto é um otário completo… paga minha lingerie, meu cabelo, minhas unhas e eu tô aqui cagando na rola dos amigos dele. Ele assiste meus vídeos todo dia no site e no Telegram VIP e bate punheta chorando, enquanto eu tô em São Paulo levando dupla penetração e soltando tudo.
Eu empinei mais, quicando desesperada. Meu cu piscava, aberto, sujo. De repente empurrei forte:
— Tô cagando… tô cagando na rola dele!
Senti um pedaço quente de merda sair e escorrer pela rola grossa do Paulo enquanto ele metia fundo. Bruno ria e metia mais forte na buceta. Eu chorava de prazer e dor:
— Olha isso… caguei na rola que tá no meu cu! Meu marido nunca vai imaginar que a esposa dele virou uma porca que caga enquanto leva rola. Ele é um corno ridículo, impotente, que viaja pro interior e me deixa livre pra ser arrombada assim. Eu amo trair, amo gravar, amo postar tudo pra vocês verem.
Eles me foderam mais uns minutos até gozarem. Paulo encheu meu cu de porra, Bruno gozou na minha boca e no rosto. Quando tiraram os paus, meu cu ficou escancarado, vermelho, piscando, com porra, merda e óleo escorrendo pelas coxas. Eu peguei o celular, abri bem as pernas e gravei close:
— Olha o estado do cu da sua mulher, corno. Dois paus grossos, cagada, peidada e cheia de porra. Isso é o que você merece por ser um babaca manso. Todo dia tem vídeo novo no selmaclub.com e no Telegram. Assina logo pra ver sua esposa virando a maior puta do Brasil.
Agora tô aqui, toda suja, cansada, mas feliz. Meu cu tá destruído pro resto do final de semana. Amanhã ainda tem mais antes do corno voltar.
Quem quer a Parte 4? Me falem nos comentários o que querem ver… porque eu ainda não parei. 🔥
Parte 4 – Minhas Lembranças Mais Safadas (Confissões Reais)
Oi de novo, meus amores… enquanto tô aqui no hotel de São Paulo, com o cu ainda latejando dos dois paus de hoje, fiquei relembrando outras vezes que traí meu corno. Vou contar as mais marcantes pra vocês, tudo em detalhes bem sujos, como vocês gostam.
1. O amigo de pelada do meu marido
Era um sábado à tarde. Meu marido tava jogando pelada com os amigos e me chamou pra levar cerveja. Entre os caras tinha o Marcos, 29 anos, moreno, corpo definido e fama de ter rola grossa. Enquanto o corno tava no campo, eu chamei o Marcos pra “ajudar a pegar mais gelo” no carro. No banco de trás do carro dele, levantei o vestido, tirei a calcinha e sentei de costas no colo dele.
— Enfia no cu logo, Marcos… meu marido tá ali jogando e eu quero rola grossa agora.
Ele cuspiu no pau e forçou. Doeu pra caralho, mas eu quicava gemendo baixo:
— Seu amigo é um corno… paga minha vida toda e eu tô aqui cagando na rola dele. Mais fundo… arromba o cu da mulher do seu parceiro de time!
Quando ele gozou, eu peidei forte na rola e soltei um pouco de merda quente. Ele adorou. Voltei pro campo com o cu escorrendo, sorrindo pro corno como se nada tivesse acontecido.
2. O eletricista do ar condicionado
Tava um calor insuportável. Chamei o eletricista, um cara forte de 35 anos chamado Júnior. Enquanto ele mexia no ar condicionado do quarto, eu entrei só de baby doll transparente. Sentei na cama, abri as pernas e comecei a me tocar.
— Tá calor né? Vem aqui refrescar esse cu quente…
Ele largou a ferramenta, baixou a calça e eu já engoli o pau dele na boca. Depois virei de quatro na cama mesmo, ao lado da caixa de ferramentas.
— Enfia tudo no cu, Júnior. Meu marido tá no trabalho e eu adoro rola de trabalhador me arrombando.
Ele meteu forte, suado, segurando minha cintura. Eu gemia alto:
— Meu corno nem imagina que enquanto ele ganha dinheiro, o eletricista tá destruindo meu cu. Peida mais… isso, solta tudo!
No final eu empurrei e caguei bastante na rola dele, sujando tudo. Ele gozou misturando porra com minha merda e ainda terminou de consertar o ar condicionado.
3. O filho virgem do vizinho (18 anos)
O Lucas, filho do vizinho, era virgem, tímido, 18 aninhos recém-completos. Eu percebi que ele me olhava toda vez que eu tomava sol na piscina de casa. Um dia o marido saiu pra viagem e eu chamei ele pra “ajudar a trocar uma lâmpada no quarto”.
Assim que ele entrou, tranquei a porta, tirei a roupa e ajoelhei na frente dele:
— Nunca comeu ninguém né? Hoje você vai comer o cu da tia safada…
Segurei o pau dele (até que grandinho) e sentei devagar no colo. Ele tremia. Eu quicava devagarinho, ensinando:
— Isso, enfia no cu da esposa do tio Roberto… ele é um corno velho que viaja e me deixa livre pra desvirginar garotos como você.
Quando ele tava quase gozando eu forcei mais fundo e peidei na rola virgem. Ele gozou na hora, assustado. Eu ri e lambi o resto, suja de porra e um pouco de merda.
— Guarda esse segredo… ou conta pros seus amigos que você arrombou o cu da vizinha casada.
4. O professor da faculdade (60 anos, casado)
Na faculdade eu fazia Administração. O Professor Alberto, 60 anos, casado há 35, sempre me olhava com cara de tarado. Um dia fiquei depois da aula “tirar dúvida”. Fechei a porta da sala dele, sentei na mesa e abri as pernas.
— Professor… eu sei que o senhor quer foder uma aluna casada. Hoje quero no cu.
Ele ficou nervoso, mas o pau dele endureceu rápido. Eu virei de quatro em cima da mesa dele, empinando a bunda:
— Enfia logo, professor. Quero rola de velho casado arrombando meu cu enquanto meu marido acha que tô estudando.
Ele meteu devagar, gemendo:
— Sua putinha… minha mulher nunca me deu o cu…
Eu rebolava, gemendo alto:
— Seu corno da sala de aula… meu marido é um otário que paga minha faculdade pra eu dar o cu pros professores. Mais forte! Arromba essa aluna safada!
No final eu senti a dor de barriga e caguei um pouco na rola dele, sujando a mesa. Ele gozou tremendo, envergonhado e excitado ao mesmo tempo. Depois limpou tudo e ainda me deu nota máxima na prova.
Parte 5 – Meus Escravos de Peido e Bosta (Confissões Reais)
Oi de novo, meus amores… sou eu, a loirinha de 24 anos de Recife, a rainha dos cornos. Além de levar rola grossa no cu, eu amo transformar machos machões em meus escravos pessoais de cheiro e bosta. Eu gravo tudo em 4K, com close no rosto deles, e posto completo no www.selmaclub.com e no Telegram www.bit.ly/telemanu. Alguns viram viciados pra sempre. Outros fogem e nunca mais aparecem. Aqui vão algumas histórias bem nojentas que vocês pediram:

1. O personal trainer da academia (Academia de luxo em Recife – 3h da manhã)
O Rodrigo era personal trainer, daqueles musculosos que acham que mandam no mundo. Marquei treino particular depois do horário. Na sala de musculação vazia, tirei a legging, sentei no banco de supino e mandei:
— De joelhos. Hoje você não vai me treinar… eu vou te treinar.
Sentei na cara dele, shortinho de lado, e soltei um peido longo, quente e fedorento direto no nariz dele.
— Cheira fundo, escravo. Isso é peido de coroa casada.
Ele tentou levantar. Eu segurei a cabeça dele com as coxas e forcei mais:
— Cheira ou eu conto pra sua namorada que você lambe cu de aluna.
Depois de 10 minutos cheirando, eu fiz ele abrir a boca. Empinei e caguei um pedaço grande e mole bem na língua dele. Ele engasgou, cuspiu e saiu correndo da academia. Nunca mais voltou. O vídeo tá no site com título “Personal Trainer Virou Escravo e Fugiu com Bosta na Boca”.

2. O Uber do aeroporto (Dentro do carro dele, estacionado no shopping)
O André era motorista de Uber, 31 anos, casado. Peguei carona do aeroporto e pedi pra ele parar no estacionamento deserto. Tranquei as portas, subi no banco de trás, tirei a calcinha e sentei na cara dele enquanto ele ainda tinha o cinto de segurança.
— Cheira meu cu, motorista. Quero que você dirija o resto da semana sentindo meu cheiro.
Soltei três peidos seguidos, bem molhados. Ele gemeu. Depois eu mandei:
— Abre a boca, escravo.
Caguei um pouco mole no banco do carro dele. Forcei ele a lamber tudo enquanto eu gravava com o celular na mão. Ele gozou na calça só de lamber. Virou viciado. Agora toda semana ele me busca de graça só pra ser meu banquinho humano.

3. O segurança do condomínio (Na guarita dele, 4h da manhã)
O Júnior, segurança grandão de 38 anos. Eu desci de shortinho de pijama às 4h da manhã dizendo que não conseguia dormir. Entrei na guarita, fechei a porta e sentei na mesa na frente dele.
— Hoje você vai trabalhar cheirando bosta de coroa.
Levantei o short, empinei e soltei um peido barulhento na cara dele. Depois fiz ele deitar no chão da guarita. Sentei no rosto e caguei um monte quente e pastoso bem na boca. Ele engasgou, tossiu, mas engoliu um pouco. Gravamos o vídeo com a câmera de segurança dele ligada (eu hackeei depois). Ele virou escravo fixo. Toda madrugada desce pra me servir.

4. O gerente do banco (Na sala VIP do banco, durante o horário de almoço)
O Fábio, gerente de 42 anos, casado, pai de dois. Fui fazer “depósito” e pedi pra falar com ele na sala reservada. Tranquei a porta, subi na mesa dele, tirei a calcinha e sentei na cara do gerente enquanto ele ainda tinha gravata.
— Cheira, seu otário. Enquanto você aprova empréstimo pro meu corno, eu tô cagando na sua cara.
Soltei peidos fedorentos por 15 minutos. Depois empinei e fiz ele abrir a boca. Caguei um pedaço grande na língua dele, bem em cima da mesa de mogno. Ele vomitou no lixo. Saiu correndo da sala. Nunca mais atendeu meu corno no banco. O vídeo “Gerente do Banco Comeu Bosta da Coroa” é um dos mais vistos do site.

5. O estagiário da empresa do meu marido (No banheiro da empresa)
O Caio, 19 anos, estagiário virgem. Meu marido pediu pra eu levar documento na empresa. Fui direto no banheiro masculino do andar dele. Chamei o menino, tranquei a porta da cabine e mandei ele ajoelhar.
— Você quer crescer na empresa? Então vira meu escravo de bosta.
Sentei no rosto dele no vaso sanitário. Peidei várias vezes, depois caguei direto na boca do estagiário. Ele chorou, mas engoliu um pedaço. Virou viciado. Agora toda sexta-feira ele me encontra no banheiro da empresa do meu marido pra servir de banheiro humano. Meu corno passa pela porta e nem imagina.

Todos esses vídeos estão disponíveis completos no www.selmaclub.com e no www.bit.ly/telemanu (canal VIP). Tem close no rosto deles engolindo, áudio dos peidos, tudo bem nojento e real.
Alguns machos desistem depois da primeira vez e somem (medo, nojo, vergonha). Outros viciam tanto que me imploram pra voltar. Eu amo ver o momento exato em que o macho orgulhoso vira meu porquinho humano.
Parte 6 – Mais Escravos Humilhados (Confissões Reais)
Oi de novo, meus amores… sou eu, a loirinha de 24 anos de Recife, a puta casada que transforma macho em banheiro humano. Depois de arrombar o cu em São Paulo, voltei pra casa ainda com o cu latejando e resolvi caçar mais escravos novos. Como sempre, gravei tudo em 4K, com close no rosto deles engolindo minha bosta, e já subi pro www.selmaclub.com e pro Telegram www.bit.ly/telemanu. Alguns viram viciados pra sempre. Outros choram, vomitam e somem da minha vida.
Aqui vão as histórias mais recentes:

1. O Policial Militar (Na viatura dele, estacionada atrás do supermercado)
O Tenente Cláudio, 37 anos, fardado, casado, daqueles que batem no peito falando de “honra”. Eu fingi que meu carro tinha quebrado e pedi ajuda. Ele parou a viatura atrás do Extra às 2h da manhã. Entrei no banco de trás, tirei o shortinho e sentei direto na cara dele com a farda completa.
— Cheira o cu da coroa, seu policial machão. Quero que você patrulhe a cidade sentindo meu cheiro o resto da noite.
Soltei um peido longo, quente e podre bem no nariz dele, dentro do capacete. Ele tentou resistir. Eu segurei a cabeça dele com força e mandei:
— Abre a boca, escravo.
Empinei e caguei um pedaço grosso e mole direto na língua dele, sujando a farda. Ele engasgou, vomitou no chão da viatura e saiu correndo. Nunca mais atendeu meus chamados. O vídeo “Policial Militar Come Bosta da Coroa” já tem mais de 18 mil views.

2. O Padre da Igreja (Na sacristia, depois da missa)
O Padre Marcelo, 51 anos, careca, barrigudo. Eu frequento a igreja só pra provocar. Um dia fiquei depois da missa e pedi “confissão particular”. Fechei a porta da sacristia, levantei o vestido, subi no altar pequeno e sentei na cara dele.
— Confessa isso, padre… cheira o cu pecador da sua fiel.
Soltei peidos seguidos, bem molhados e fedorentos, enquanto ele rezava baixinho. Depois empinei e caguei um monte quente na boca dele, sujando a batina branca. Ele chorou, engoliu um pedacinho e disse que era “tentação do demônio”. Sumiu por duas semanas. Depois me mandou mensagem pedindo pra voltar. Virou viciado. Agora toda quarta-feira depois da missa ele me serve de banquinho na sacristia.

3. O Entregador do iFood (No meu sofá, enquanto meu corno tava no quarto)
O Vinícius, 24 anos, magrinho, entregador de moto. Pediu pra usar o banheiro depois de entregar a comida. Eu tranquei a porta da sala, empurrei ele no sofá e sentei na cara dele com o shortinho de pijama.
— Em vez de comer a comida, você vai comer minha bosta hoje.
Peidei várias vezes na cara dele, bem barulhento, enquanto meu corno Roberto tava no quarto vendo TV. Depois fiz ele abrir a boca e caguei um pedaço grande e pastoso na língua. Ele engoliu tudo tremendo. Gozou na calça sem nem tocar no pau. Virou escravo fixo. Agora toda vez que peço iFood ele vem, entrega a comida e depois serve de banheiro humano no sofá, a 3 metros do meu corno.

4. O Veterinário do meu cachorro (Na clínica, depois do horário)
O Dr. Lucas, 29 anos, veterinário bonito. Levei o dog pra consulta e fiquei até o final. Quando a clínica esvaziou, tranquei a porta da sala de cirurgia, subi na maca de aço inox e sentei na cara dele.
— Hoje o paciente é você. Cheira o cu da dona do cachorro.
Soltei peidos quentes com cheiro forte de quem comeu feijão no almoço. Depois caguei um monte mole e escuro bem na boca dele, em cima da maca onde ele opera animais. Ele vomitou no lixo, lavou a boca umas 10 vezes e disse que nunca mais queria me ver. Mas duas semanas depois me mandou mensagem: “Não consigo parar de pensar no cheiro”. Viciado total.

5. O Personal Shopper do shopping (No provador da loja de lingerie)
O Rafael, 26 anos, gay assumido mas curioso. Fui provar lingerie e pedi pra ele “ajudar com o sutiã”. No provador grande, fechei a cortina, tirei a calcinha e sentei na cara dele no banquinho.
— Cheira fundo, seu viadinho. Quero que você me atenda sentindo cheiro de bosta o dia todo.
Peidei na cara dele várias vezes. Depois fiz ele ajoelhar e caguei um pedaço longo que caiu direto na boca. Ele engoliu tudo, chorando de nojo e excitação. Virou meu escravo particular. Toda vez que vou ao shopping ele me atende no provador e sai com a boca suja de merda da coroa.

Todos esses vídeos completos, com áudio dos peidos, close na boca engolindo e cara de humilhação, estão no www.selmaclub.com e no www.bit.ly/telemanu.
Alguns machos somem pra sempre depois da primeira cagada (medo de virar notícia). Outros imploram pra voltar toda semana. Eu amo quebrar o orgulho deles e transformar em porquinhos humanos.

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Comentários (1)

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  • COMO AGUENTA ISSO?: IMPRESSIONANTE.

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