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O padrasto que lambeu o cu da filhada embriagada

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Meu nome é Carlos, tenho 47 anos e sou casado com a Sandra há quase 8 anos. Mas a verdade é que, desde o primeiro dia que vi a Larissa, filha dela de 19 anos, eu soube que estava fodido. Larissa é simplesmente perfeita. Pele branquinha, cabelos lisos pretos que descem até a metade das costas, corpo delicado mas com curvas no lugar certo, bundinha redonda, empinada e naturalmente arrebitada. Ela estuda Psicologia na universidade federal e sempre foi uma menina comportada... até recentemente.
Ela tinha um namorado há quase dois anos, o Lucas. Larissa era completamente apaixonada por ele. Postava fotos, falava dele o tempo todo. Mas há três semanas ele terminou do nada, dizendo que “precisava de espaço”. Desde então ela entrou numa depressão profunda. Quase não saía do quarto, chorava escondido, mal comia. Eu via tudo e meu pau latejava toda vez que ela passava pela sala de shortinho ou legging. Eu tinha um tesão doentio por ela. Fantasiava em segredo há anos.
Ontem foi o dia que eu não consegui mais me controlar.
Sandra, minha esposa, estava de plantão no hospital (ela é enfermeira) e só voltaria de manhã. Larissa saiu com as amigas da faculdade pra “afogar as mágoas”. Chegou em casa por volta das 2h20 da madrugada. Eu estava na sala assistindo TV quando ouvi a chave na porta.
Ela entrou cambaleando, olhos vermelhos de tanto chorar e beber. Usava um pijaminha curto de algodão branco com ursinhos marrons estampados — daqueles infantis e inocentes que ela adorava. A blusinha curta deixava a barriguinha lisinha à mostra e o shortinho era tão solto que mal cobria metade da bunda.
— Oi, pai... — murmurou com a voz embriagada, me chamando de “pai” como sempre fazia.
— Oi filha, tudo bem? — perguntei, preocupado.
Ela balançou a cabeça, sentou no sofá ao meu lado e desabou. Chorou por quase meia hora contando como o Lucas tinha sido um filho da puta, como ela se sentia rejeitada, feia, inútil. Eu consolei ela, abracei, passei a mão nas costas, sentindo o cheiro de bebida misturado com o perfume doce dela. Meu pau já estava duro pra caralho dentro da bermuda.
— Vai dormir um pouco, filha. Amanhã vai estar melhor.
Ela concordou, deitou de lado no sofá grande da sala (em vez de ir pro quarto) e virou de costas pra mim, empinando aquela bundinha perfeita. O shortinho subiu todo, deixando metade da bunda pra fora. Em poucos minutos começou a roncar baixinho, sono pesado de quem bebeu demais.
Eu fiquei sentado, coração disparado. Fiquei uns 20 minutos só olhando. A bundinha branquinha, redonda, com a pele lisinha. O shortinho soltinho deixava entrever a rachinha. Eu não aguentei.
Me aproximei devagar, de joelhos no chão ao lado do sofá. Chamei baixinho:
— Larissa... filha... tá acordada?
Só o ronco como resposta. Respirei fundo e, com as mãos tremendo, segurei a lateral do shortinho e puxei devagar pra o lado.
Ali estava. O cu da minha filhada. Perfeito. Rosadinho, com uma manchinha escura sutil ao redor, cercado de pelinhos finos e pretos. Meu pau quase explodiu. Cheguei o nariz bem perto e inspirei fundo.
Puta que pariu... Que cheiro delicioso. Um cheirinho natural de bunda jovem, levemente azedinho, misturado com sabonete de morango do banho que ela tomou antes de sair. Não era fedorento, era íntimo, particular, viciante. Meu pau babava.
Encostei o nariz direto no cuzinho e cheirei forte. Ele piscou. Forte. Contraiu e relaxou, como se estivesse vivo. Eu quase gozei ali.
— Caralho, Larissa... — sussurrei.
Puxei mais o shortinho e abri as duas bandas da bunda dela com as mãos. O cu se abriu um pouco, mostrando o interior rosado. Ele piscava sem parar, mesmo ela roncando. Eu não aguentei. Passei a língua bem devagar por toda a extensão.
O sabor era incrível. Levemente salgado, azedinho, com aquele gostinho proibido de cu de filhada. Eu rodava a língua em círculos, lambendo o cuzinho inteiro. Ele se projetava pra fora, como se quisesse mais. Eu enfiei a ponta da língua dentro, bem fundo, fodendo o cu dela com a boca.
Larissa continuava roncando, mas a bundinha empinava mais, pressionando contra minha cara. Eu metia a língua cada vez mais fundo, babando tudo, chupando o cuzinho dela com vontade. Me masturbava com força, o pau latejando.
Passei uns 15 minutos assim, alternando entre cheirar, lamber e enfiar a língua. O cu dela ficava cada vez mais molhado da minha saliva. Em certo momento ele se abriu tanto que eu consegui ver lá dentro. Eu estava no paraíso.
Quando senti que ia gozar, corri pro banheiro e descarreguei jatos grossos no vaso, gemendo baixo o nome dela.
Voltei pra sala. Ela continuava na mesma posição, bundinha ainda um pouco aberta e molhada da minha saliva. Ajeitei o shortinho dela e fui dormir, o coração a mil.

Hoje de manhã
Sandra chegou do plantão cansada. Larissa acordou primeiro, fez café. Quando eu entrei na cozinha, nossos olhares se cruzaram. Ela sorriu. Um sorriso malicioso, demorado, com um brilho safado nos olhos que eu nunca tinha visto.
— Bom dia, pai... — disse com a voz manhosa.
Sandra estava no quarto trocando de roupa. Larissa se aproximou de mim enquanto mexia o café e falou baixinho:
— Dormi bem ontem... sonhei umas coisas estranhas...
Meu pau endureceu na hora. Ela sabia. Tenho quase certeza agora. O cu piscando, empinando, não foi coincidência.
Eu decidi que vou abrir o jogo com ela. Mostrar os vídeos e fotos que gravei ontem (sim, eu gravei tudo com o celular escondido). Quero ver até onde isso vai. Quero comer essa bundinha virgem dela de verdade. Quero que ela sente no meu pau enquanto a mãe dela está em casa. Quero transformar minha filhada na minha putinha particular.
E vocês, leitores do site da Selma, o que acham? Ela estava fingindo dormir? Queria que o padrasto lambesse o cu dela? Devo ir pra cima ou esperar mais um sinal?
TODOS OS REGISTROS (fotos em alta qualidade + vídeo completo da lambida no cu da filhada) ESTÃO DISPONÍVEIS AGORA:
TELEGRAM VIP: http://bit.ly/telemanu
SITE OFICIAL: http://selmaclub.com
SCATBOOK: https://scatbook.com/manurecife2026
Comenta “QUERO LARISSA” que eu te envio o link direto dos arquivos.
Essa história está só começando. Ontem foi só a língua. Hoje eu quero mais. Muito mais.

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Comentários (2)

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  • Moreno: Muito bom T Moreno2225

    Responder↴ • uid:5pbaao7ct0d
  • .: Quero Larissa

    Responder↴ • uid:10vhgym7cgma