#Gay #Incesto #Sado #Teen

Só um moleque virando prêmio do amigo pervertido

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Novinho Dudu

Mesmo fazendo drama, montando a maior cara de tristeza e até ficando pelado na frente dele enquanto fechava a mala, nada foi capaz de fazer meu pai cancelar a viagem a trabalho que ele tinha naqueles dias.

“Você sabe que nem tudo é do jeito que você quer…”

“Você deveria ter pena de mim e não falar assim na minha cara. Um pai que não ama o filho, que injustiça” reclamei bem baixinho fazendo o maior bico.

“Injustiça é você começar a tirar essa roupa na hora que a gente tá saindo” meu pai falou me abraçando e olhando minha bundinha branca pra fora do short.

“Me dá só uma linguada no cuzinho antes de ir, prometo não reclamar mais.”

“Outra? Não cansa de ganhar carinho nesse rabo?”

“O que a gente fez no banheiro agora não foi carinho, pai” brinquei e fiz meu homem rir.

Ele deu uma apertada com força na minha nádega, deu uma bagunçada no meu cabelo loirinho me lembrando que eu tinha que cortar e se curvou pra cheirar meu pescoço ainda perfumado pelo sabonete que ele esfregou na minha pele depois de me comer com força contra a parede úmida.

“Respeita ela” meu pai começou falando lembrando que eu não ficaria sozinho na nossa casa. “Não falta a natação, coisa que você já fez muito esses dias. Vai no futebol, seu professor me ligou dizendo que precisou sair, vai chegar um novo pra aula amanhã. Dorme cedo, come direitinho, me liga toda hora que precisar ouvir a voz do seu paizão.”

“O que mais?” Perguntei com toda minha manha de moleque carente.

Primeiro meu pai entendeu que eu queria beijo e fez isso, mas depois grudou o bigode douradinho na minha orelha e falou um segredo gostoso de ouvir.

“Não esquece de mandar foto desse cuzinho aberto pra fazer seu paizinho gozar todo dia. Vou tá longe, mas meu tesão por esse moleque não passa por nada.”

“Disso pode ter certeza, não precisa nem pedir. Vai ver meu rabo chamando você toda noite.”

“Vagabundinho gostoso” meu pai provocou dando a maior mordida no meu lábio.

Até que fui obediente na ausência do meu galego. Não faltei a escola e de noite fui pra natação. No outro dia futebol e até estranharam que eu tinha voltado às aulas. Um colega perguntou se minha bunda tinha crescido e a minha vontade foi de responder que é isso que acontece quando você trepa com seu pai o tempo inteiro, seu corpo desenvolve e você vira um puto. Acho que nem preciso dizer isso, parece estampar minha cara a nova rotina de amante do meu pai.

O professor de natação é um moleque gostosinho, coisa de 23 anos, nada mais que isso. Cabelinho castanho, cavanhaque, olhos claros, pele bronzeada e um peitoral desonesto de tão definido. Na maior parte das vezes dá aula de shortinho, mas tem dia que bota uma sunga e a pica pesada se desenha de lado no tecido molhado. Digo que minha condição de viado treinado está escrita na minha testa porque ele chegou perto, deu uma analisada na mina cara e perguntou se eu tava fudendo. Gelei na hora. Ele deu a maior risada e falou que as meninas ficam doidas com os loirinhos. Até parece que ele não desconfia dos meus olhares direto pra entradinha na cintura de puto que ele tem.

O novo professor de futebol é um italiano cinquentão, mas de aparência tão sedutora que minha garganta secou na hora. Paolo usa só um bigodinho que chama atenção na cara quadradona e meio fechada, parece sempre bravo com alguma coisa. O nariz é um espetáculo, grande e largo. Dá pra ver que o corpo foi definido um dia e agora começa a encorpar, ficando talvez ainda mas atraente. Fala com sotaque, gesticula demais, tem as coxas grossas e olha dentro dos nossos olhos enquanto se apresenta. A turma num círculo, o cara no meio falando coisas que eu nem prestava atenção, afinal a mão grande ia direto parar no calção e terminava dando uma ajeitada grosseira na mala. Fez isso uma, duas, três, várias vezes, sempre quando estava falando na minha direção. Deve ter sacado que eu não tirava os olhos dali, por isso coçou o saco tantas vezes me encarando.

Como prometi, todo dia chegou uma fotinha de supresa no celular do meu pai. Queria ver a cara dele tentando adivinhar se podia abrir onde estava ou se era necessário se esconder. Num dia bateu tesão no meio da aula porque pensei na saudade de acordar com uma pica roçando minha bundinha quente. Me tranquei no banheiro da escola, desci meu uniforme só pra deixar a bunda de fora, coloquei o celular por baixo, câmera aberta, empinei pro rumo certinho e tirei a foto perfeita.

“QUE SAUDADE DE VOCÊ, PAI”

Ele respondeu na hora dizendo que era covardia fazer aquilo, ainda mais porque o uniforme deixava a foto perigosamente sexual. Fiquei de pau duro na hora, mandei do meu saco branquinho e a rola pingando. Ele disse que babou me vendo assim. Abri meu cuzinho, outra foto. Ele mandou a dele. Sala de reunião, todo de social, o sorriso de quem esconde um segredo delicioso.

“Ficou de pau duro?” Perguntei.

“O que acha, meu filhote?”

Outra foto. Por baixo da mesa a mala dele tá linda, inchada e provocante, o zíper estufado, o pau deve estar grosso, as bolas cheias de leite.

Mando outra, então. Minha mão melada de porra. É claro que me masturbei imaginando o cheiro da virilha do meu pai, imaginando o quão duro e excitado ele deve estar no meio daquele monte de homem arrumadinhos e cheios de outros segredos. Treparia com ele no meio daquela mesa com todo mundo me olhando empinado de quatro, gemendo baixinho sempre manhoso, pedindo pica e porra ao mesmo tempo, deixando os vadios abismado com nossa intimidade.

“Me liga de noite, quero gozar contigo. Tô ocupado agora. Não me deixa passando vontade.”

De noite gozamos numa vídeo chamada demorada. Batemos uma punheta juntos sussurrando umas putarias, gemendo como dois pervertidos. Ele sozinho na cama do hotel, eu no meu quarto da outra casa ainda decorado com coisas infantis. Nunca fiz questão de trocar, afinal passo mais tempo com meu pai no seu quarto, na sua cama, sobre seu corpo.

Notei que outro dia pareceu estar aprontando alguma coisa, usava palavras esquisitas, num tom esquisito. Parecia ansioso, meio divertido. Guardava um segredo e era tão excitante quanto a informação de que trapa com o próprio filho. Saindo da escola no meio da semana me deparei com um carro estacionado. Conhecia aquele modelo. Era caro, bonito e impressionou meus amigos. Primeiro comentamos que devia ser de algum pai gostoso, mas a porta abriu e um negro lindo de sorriso elegante e quase dois metros de altura saiu dele. Gelei da cabeça aos pés, meus joelhos tremeram, me arrepiei e imediatamente minha rola quis ficar durinha.

Ele foi chegando, seu cheiro veio junto, ele me analisou inteiro, esticou a mão e passou na minha nuca. Pegou minha mochila, passou os dedos no meu cabelo loiro que eu ainda não tinha cortado e sorriu para os meus amigos que se despediram e saíram curiosos.

“O que foi Cael? Aconteceu alguma coisa?” Perguntei surpreso.

Eu reconheceria esse homem em uma multidão de mil homens. Não só pela altura, nem pelo sorriso ou o jeito como abre o peito enorme, mas pelo cheiro que é só dele, e é muito, muito sensual. Ele sabe disso, tanto que demora a responder, fica se exibindo me encarando com uma brincadeira no olhar, mas algo já acordando na virilha.

“Seu pai disse que eu poderia tomar de volta algo que você pegou sem permissão. Faz ideia do que seja ou eu preciso desenhar?”

Primeiro eu quis rir, é óbvio. Abrir uma gargalhada debochada na cara dele, mostrar que meu abuso é maior que seus ombros, mas então o tom sério me acertou em cheio, encheu minha boca de água e minha mente de coisas sujas. Eu tinha ideia do que ele poderia tomar de mim além do cinzeiro que roubei da sua sala lotada de coisa cara, é claro.

“Entra no carro!” Ordenou quando saiu andando na frente pisando firme.

“Não ando com estranhos, meu pai que me ensinou assim” falei sem dar um único passo. Até cruzei os braços pra fazer cena.

Cael virou pra mim. A minha mochila nas suas mãos fez tudo ficar mais engraçado. Vi que olhou pros lados, conferiu se mais alguém além de mim prestava atenção, esperou o momento certo, desceu a mão livre até a região da virilha onde um volume se formava, apertou em cheio o pau por cima do tecido e falou com a voz mais grossa.

“Jura que isso aqui é estranho pra você, Eduardo?”

Acontece que não sei fingir por muito tempo. O que eu gosto, quero logo.

Não fosse por mim, Cael teria feito tudo comigo ainda no caminho até o apartamento dele. Paramos onde achou prudente, mesmo tomado pelo tesão, me puxou para o colo e grudou os lábios nos meus com a pressa de alguém que comete um crime. Nosso beijo demorou tanto que perdi o ar algumas vezes e ele se deliciou em me ver sobrevivendo a base da sua respiração. Ali mesmo chafurdou meu rabo com seus dedos enormes me arrancando os gemidos mais finos que consigo soltar, me apertou com força contra seu peito, me mordeu no pescoço, ombros, queixo, cuspiu em meus lábios e catou a própria saliva com outro beijo. Todo o tempo o pau enorme me cutucava por baixo louco pra arrancar a calça e entrar rasgando outra vez no meu rabo.

Mas não dava. Ainda não. Convenci o apressado que meu corpo precisava de um banho, era dia de educação física, eu estava fedendo. Hormônios de adolescente não cheira perfeitamente limpo.

“Hmmm… Esse cheirinho de moleque suado? Você chama isso de feder? Pra mim tá perfeito” o cara ficou falando enquanto dava uma arrastada com o nariz na minha pele.

“Parece que tá drogado por mim” brinquei.

“Meu tesão é o meu pecado e a minha glória, Eduardo. E pro meu azar sou maluco por moleques assim feito você… Essa pele, esses olhinhos, seu cabelo cheiroso, suas costas suadas… Parece que você entra na minha corrente sanguínea e vicia meu organismo.”

Todo tempo que falou não tirava o rosto do meu pescoço e a gente estava tão quente que os vidros começaram a embasar rápido demais. Sussurrava enquanto me mordia ou beijava, enquanto me fazia arder com sua mandíbula forte e barbeada. Pra me olhar colocou minhas costas no volante e levantou minha camiseta, a intenção era grudar a boca na minha barriga. Lambeu meu suor, subiu com o nariz pelos meus mamilos e me fez tremer abocanhando e chupando com força.

“Tô começando a acreditar que você não tá nem aí pro cinzeiro” provoquei.

Cael se deu conta que ainda estávamos na rua, o carro ainda ligado, outros passando do lado, ele me forçando contra o volante pra me marcar com a boca. Foi aí que riu, me puxou e abraçou lembrando que nem tudo precisa ser assim.

“É que você me tira do sério. Eu tava precisando disso. Tava precisando demais gastar meu tesão com um putinho igual o filho do meu amigo.”

“Então me tira daqui.” Pedi baixinho, voz suave, olhar brilhando, boca entreaberta. “Me come de novo na sua cama, me tira dessa rua horrorosa e me come direito naquele quarto cheiroso. É aquilo que eu mereço, não isso aqui.”

Não precisei pedir de novo. Em minutos ele me colocou dentro do elevador, me beijou lento, nos braços mesmo, e então estávamos sobre a cama. Me esperou pelado quando corri pro banheiro e demorei pra voltar com minha pele limpa, meu rabo cuidado exalando o cheiro perfeito daquele sabonete caro que ele usa. Caí nos lençóis ouvindo Cael reclamar que eu demorei uma vida no banho, bagunçamos a cama enquanto ele metia a língua no meu cu e lambia cada mínimo espacinho daquele buraco pra me ver contorcendo de prazer. Mamei todos os centímetros da pica enorme que exibe orgulhoso em pé no canto da cama e eu preciso ficar de joelhos pra abocanhar tudinho. Vou no saco, estico as lambidas até o meio da bunda e ele me puxa de novo para a cabeça da pica.

“De quatro. Agora. Empina e abre o rabo pro seu macho. Quer tudo dentro? Então abre essa porra pro amigão do seu pai, vai.”

Feito. Me joguei de quatro, empinei o máximo que consegui, recebi o homem com um quase grito sofrido, ele riu e bombou sem pena de mim. Os 19 centímetros incham quando entram em mim, parece muito mais do que isso talvez por ser grossa em exagero, me abre por completo e na segunda vez consigo guardar tudo dentro. Cabe a rola inteira, parece milagre. Não, não parece. Um milagre não me faria lacrimejar por causa da ardência, nem faria meu peito queimar.

“Ai, Cael… Tá doendo tanto. Tá indo tão fundo.” Não é uma reclamão, é pra ele saber que quero assim.

“Vai doer até ficar gostoso, meu putinho. Prometo que vai melhorar quando eu botar a primeira leitada pra dentro. Você vai ficar lisinho, meu pau vai ficar ainda mais macio e você vai ficar prontinho pra tomar as outras jatadas.”

“Outras?” Eu gemi com a cara enfiada no colchão e o rabo no alto tomando pica. “Eu tenho que ir pro fut… Ai, Cael. Tá doendo, mas… Nossa, tá tão gostoso assim.”

“Mas o quê? Hoje você está aqui pra me servir.” O negão cravou as mãos no meu quadril pra mostrar que não sairia dali.

“Eu tenho… Ai! Tem aula de futebol mais tarde.”

“Impossível, viadinho.” E gargalhou jogando meu corpo entre os lençóis pra depois cair por cima cravado outra vez. “Só te largo quando leitar o suficiente. Hoje você é meu depósito de porra, bebê.”

Pra ser sincero não esperava menos que isso, mas jamais deixaria um homem daquele tamanho saber dos meus planos juvenis.

Leitou pela primeira vez naquela tarde praticamente sentado sobre minhas coxas botando a piroca enorme dentro do meu rabo. Leitou gemendo alto, expulsando o leite e guardando tudo entre minhas nádegas. Eu tremi por baixo, gemendo tão mais alto que ele com a certeza que os vizinhos jamais nos ouviriam na cobertura daquele prédio.

Leitou pela segunda vez me colocando sentado na tora enorme que ficou brilhando inteira lustrada quando a porra anterior deslizou. Pra ajudar a cravar, agarrado a minha cintura ia domando cada movimentando, às vezes me beijando, às vezes mordendo meu rosto ou apertando meu queixo pra me ver sofrido. Sorri quando Cael lambeu meu rosto suado e sua expressão se modificou completamente como se tivesse ingerido um gole enorme do wisky que adora beber com meu pai.

Leitou pela terceira vez pouco depois que eu pedi pra respirar e ele deitou do meu lado olhando o teto comigo. A sensação era de que minha pressão tinha caído, ele ainda conferiu. Suava frio, parecia que algo tinha me atropelado. Quando percebeu que estava tudo bem comigo foi me colocando de lado levantando minha coxa pra encaixar direitinho a pica ainda dura na minha bunda. Dessa vez foi lento, o que me deixou surpreso. De repente Cael me apresentou um movimento diferente, estava se esfregando em mim com calma, carinhoso. Foi botando e tirando, encaixando até o finalzinho, depois me beijando nos ombros pra me acalmar e relaxar. Eu estava cansado de aguentar aquele homem por tanto tempo, mas assim, quase fazendo amor, suportaria tomar aquela rola por mais metade da tarde que tínhamos juntos.

Quando jorrou, tirou tudo de dentro e despejou por cima na minha bunda sem medo de melar os lençóis que já estavam encharcados do nosso suor. Com a boca grudada em minha nuca disse que ia usar a própria porra de lubrificante pra me fazer gozar gostoso e fez isso. Começou batendo lento cobrindo minha virilha com sua mão enorme totalmente colado nas minhas costas. Parecia perigoso e seguro ao mesmo tempo o jeito como eu estava tão suscetível para as vontades do meu perverso. De lento passou a me masturbar violento. Minha rola avermelhou em seus dedos molhados, meu saco doeu quando foram alertados com força. Gozei tremendo nos braços musculosos ao meu redor que me protegiam e me faziam sofrer ao mesmo tempo.

Acho que nunca gozei com tanto vigor antes. Me surpreendi com a quantidade do leite derramado.

Nós banhamos juntos. Pareceu romântico, mas sabia que a qualquer momento eu poderia ser expulso dali ou abrir os olhos e descobrir que estava dormindo sozinho numa cama enorme. Nos beijos no chuveiro, lento, depois rápido e intenso. No seu colo pareci ainda menor.

Vesti uma regata dele, fiquei sem cueca por enquanto. Passei de um perfume caro que achei na bancada do quarto. Li Hermés. Era francês, é claro.

Me preparou sanduíche. Chega a ser apaixonante assistir um homem enorme na cozinha se movendo lento e cuidadoso, partindo pães, lavando rúcula, separando presunto de Parma. Cheguei por trás quando terminava e assustei o cara quando coloquei minhas mãos na lateral da sua cueca. Ele sorriu e estremeceu com meus beijinhos em suas costelas.

“Meu pai disse que você não repete transa” falei baixinho.

“Então ele acha que sabe alguma coisa sobre minha vida sensual? Ainda não comi ele pra ter direito de me analisar.”

Ele riu pro falar assim do meu próprio pai.

“Você acabou de me torar na pica, até minha alma tá ardida e toda gozada, então acho que posso te analisar, sim. Inclusive me comeu pela segunda vez, acho que alguém anda repetindo transa…”

“Você não é uma transa” ele soltou quando pegou os dois sanduíches e deixou os copos para mim. Foi pra sala sem precisar me chamar.

“Não sou uma transa? Aquilo no quarto não foi uma transa?” Cheguei no sofá com os copos, minha piroca balançando na regata dele.

Cael olhou meu corpo, mordeu o lábio inferior, lembrou do que fizemos e mandou sentar do seu lado apoiando nossos copos na mesinha perto do sofá. Era nela que ficava o cinzeiro antes de ir parar na estante da sala do meu pai.

“Aquilo não foi uma transa qualquer” ele falou depois da primeira mordida. “Aquilo foi a recompensa, você é meu troféu. É o meu prêmio. Seu cuzinho rosa todo aberto é a medalha que eu vou colocar no peito pra exibir por aí.”

“Em troca de quê?” Perguntei irritado, o pão deixado de lado.

“Seu pai vai ganhar muito dinheiro com os contratos que vai fechar nessa viagem. Quem você acha que mandou ele pra lá? Marcelo não é competente pro nível dos clientes que arrumei, pode ser um bom advogado, mas não conseguiria se virar sozinho pra sempre.” Cael falou sério, mastigando entre as palavras. Não deixou nenhum remorso transparecer.

“Tá querendo dizer que…”

Ele me interrompeu com um sorriso meio sínico, mas muito perigoso. Ainda era sensual, impossível deixar de ser.

“Viu como você é inteligente? Seu corpinho lindo e essa sua experiência pra trepar é nossa moeda de troca. Seu pai libera você e eu arrumo os maiores contratos do país pra ele fechar. Você vive bem, ganha uma pica toda vez que eu quiser te comer e assim o mundo segue sendo mundo.”

Não consegui pensar direito. Fiquei sentado em silêncio ouvindo o homem mastigar ao meu lado e terminar seu sanduíche quando eu ainda estava nas primeiras mordidas. Passei meu suco de uma vez pra dentro e deixei meu sanduíche sobre a mesa. Fui no quarto com dificuldade porque cada minuto que passava meu rabo dava sinais de que tinha sido arregaçado de verdade, arranquei a regata dele do meu corpo e vesti meu uniforme. Cael ficou me assistindo juntar minhas coisas e levantou quando pensei em ir até a porta. Seu corpo lindo, cheiroso e enorme ficou na minha vista e por um segundo esqueci que aquele homem é um abusador perfeito. Ele sorriu, me fez sorrir junto. Disse que chamaria um carro, que eu só falasse o endereço da minha outra casa.

“Mas olha só… Seu pai estava certo sobre me analisar daquele jeito. Não saio por aí repetindo transa, não preciso disso, mas sei fechar um bom acordo, Eduardo. Isso eu sei…”

“A sua sorte é que eu sou um bom troféu. Sabia que hoje foi aula de filosofia? A gente discutiu sobre moralismo e um monte de coisa.” Cheguei pertinho, dei uma cheirada no queixo do meu homem perigoso e terminei falando baixo, quase em sussurro. “Pra sua surpresa um garoto da minha idade consegue ter mais tesão que ética.” Terminei com uma lambida nos lábios deles. Pra isso precisei ficar na ponta dos pés.

“Bom garoto” o cara suspirou em despedida. “Cuida desse cuzinho, o estrago foi grande.”

Bom garoto. Acho que é um ótimo elogio para alguém como eu. O bom garoto serve obediência e um sexo maravilhoso. No caminho até minha outra coisa digitei a mensagem para o meu pai adorando as pontadas da presença de Cael no meu rabo.

“Sentiu tesão em vender o próprio filho para o amigo? Espero que sim, porque eu tive a melhor tarde de sexo da minha vida enquanto você trabalha e garante que eu viva bem. Foi o que ele disse. Obrigado por isso, paizinho. Segue me surpreendendo. É bom você saber de outra coisa: mesmo que te ferre, só faço o que eu quero. Não vou trepar com um cara só porque vocês querem.”

Eu estava com raiva, precisava ser indecente com meu pai, mas ainda assim entendi o lado dele. Essa é uma jogada entre dois homens e um adolescente, todos eles sujos o suficiente para não se importarem com qualquer regra. Seria hiprocrisia minha ficar surpreso que meu pai me usou como moeda para conseguir ascender no mercado, afinal, adoro quando ele me busca de pau duro na escola e a gente trepa dentro do carro na mesma rua que Cael parou pra gente transar. O que tem de ético nisso? Quem sou eu pra julgar?

Transar com Cael é só uma consequência da nossa própria perversão.

Ele me ligou imediatamente ao ler e não foi atendido. Devia estar suando, tremendo, imaginando todo tipo de cenário, e isso me divertia. Ligou ainda mais duas vezes antes que eu chegasse em casa e depois usei meu tempo para tirar um cochilo com o celular em modo avião. Deveria tomar um susto antes de saber que não fiquei assim tão surpreso e que não é nenhum sacrifico ter meu rabo estourado por um negão daquele tamanho, pelo contrário, é delicioso.

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