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Veja abaixo o que eu fico fazendo em casa, quando o corno sai para o trabalho.

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Ah, que delícia de tarde essa, eu montada no pauzão latejante desse macho alfa, sentindo cada veia pulsar contra minha bundona suada, enquanto gravo tudo escondido pra depois jogar na cara do meu cornozinho patético que fica em casa se masturbando com as sobras. Ele sabe que eu saio pra foder sem limites, oral, vaginal, anal, sentindo dor e prazer misturados até gozar gritando, e hoje com esse cara novo que conheci pelo site de Selma Recife, a gente vai de reverse cowgirl selvagem, eu apertando as nádegas em volta do cacete dele, lambendo, chupando e rebolando até ele explodir dentro de mim, deixando o corno ouvir meus gemidos e xingamentos pra ele mais tarde. Se você acha que isso é quente, espera até ler os detalhes sujos, ver as fotos e vídeos que eu mesma capto, porque isso é só o começo de uma foda épica que vai te deixar com o pau duro ou a buceta molhada, querendo mais aventuras como essa – e tem mais vindo, postagens diárias cheias de putaria real.

Eu sou Luana, a safada insaciável que adora caçar novos amigos pelo site de Selma Recife www.selmaclub.com e pelo Fanvue de Selma e suas amigas quentes www.fanvue.com/brazilians2026 , sempre em busca de um pau que me faça esquecer o fracasso que é meu marido corno. Hoje, estou no apartamento desse cara que chamo de Thiago, um moreno alto com tatuagens nos braços que me pegou no chat e me convidou pra uma "massagem relaxante". Ha, relaxante uma ova! Mal entramos no quarto e eu já tiro a roupa, sentindo o cheiro de suor masculino misturado com o perfume barato dele, aquele aroma que me deixa louca, como se fosse feromônio puro injetado na minha veia. Ele deita na cama, pau já meia-bomba, e eu monto em cima dele de costas, minha bundona redonda e carnuda apontando pro teto, enquanto posiciono a câmera escondida no celular ali no criado-mudo, focando bem no ângulo pra captar cada detalhe pra mostrar pro corno depois. "Olha só, Thiago, meu cornozinho vai pirar vendo isso", eu digo rindo, enquanto pego o pau dele com a mão, sentindo a pele quente e úmida, as veias inchadas como cordas grossas prontas pra me amarrar no prazer.

Eu aperto o cacete dele com força, sentindo ele endurecer na minha palma, o pré-gozo já escorrendo viscoso pelos meus dedos pintados de rosa choque. "Caralho, Luana, sua vadia, você é apertada pra porra", ele grunhe, as mãos dele subindo pras minhas nádegas, abrindo elas como se fosse um presente sujo. O cheiro da minha excitação sobe forte, misturado com o musk dele, aquele fedor de sexo cru que enche o quarto, fazendo meu clitóris pulsar de anticipation. Eu me posiciono melhor, erguendo o quadril, e guio a cabeça inchada do pau dele pra entrada da minha buceta molhada, sentindo a pressão inicial, aquela dorzinha boa que me faz morder o lábio. "Vai, enfia esse pauzão em mim, Thiago, fode essa casada puta enquanto o corno dela tá em casa limpando a casa como uma empregadinha inútil", eu provoco, descendo devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes da minha xota se esticando ao redor dele, o atrito delicioso me fazendo gemer alto, "Aaaah, porra, isso é pau de verdade, não aquela minhoca flácida do meu marido".

Enquanto eu rebolo devagar, sentindo o pau dele me preenchendo até o talo, eu dou um thumbs up pra câmera, piscando pro corno imaginário que vai assistir isso mais tarde. "Ei, amorzinho, olha como eu tô feliz com um macho de verdade me comendo", eu falo diretamente pra lente, rindo maliciosa, enquanto Thiago me segura pela cintura, empurrando pra cima com força, o som de pele batendo em pele ecoando como tapas molhados, ploc ploc ploc, cada estocada mandando ondas de prazer pelo meu corpo. O suor escorre pelas minhas costas, pingando no pau dele, lubrificando ainda mais, e eu sinto o cheiro salgado misturado com o aroma da minha própria umidade, aquele fedor de foda intensa que me deixa ainda mais selvagem. Eu me inclino pra frente, expondo mais a bundona, e ele aproveita pra enfiar um dedo no meu cu apertado, preparando o terreno, a dor aguda me fazendo arquear as costas e soltar um grito rouco, "Fode, caralho, mete mais fundo, rasga essa puta casada que o corno não dá conta!"

Agora eu acelero o ritmo, subindo e descendo como uma possuída, o pau dele escorregando pra dentro e pra fora da minha buceta encharcada, os sucos escorrendo pelas bolas dele, fazendo um barulho squish squish que me enlouquece. "Você é uma safada do caralho, Luana, melhor que qualquer puta que eu já comi", Thiago rosna, apertando minhas nádegas com as duas mãos, os dedos cravando na carne macia, deixando marcas vermelhas que o corno vai ver depois e se humilhar. Eu viro a cabeça pra trás, o cabelo grudado no suor, e respondo, "E você é o macho que meu corno sonha em ser, mas nunca vai, porque ele é um viadinho impotente que só serve pra lamber o gozo dos outros do meu corpo". A câmera capta tudo, o ângulo perfeito mostrando minha bundona quicando, o pau dele desaparecendo dentro de mim, e eu imagino o corno assistindo, pauzinho mole na mão, choramingando de ciúmes e excitação.

Mas eu quero mais, sem limites, como sempre. Eu saio do pau dele, sentindo o vazio momentâneo, e me posiciono pra chupar, ajoelhando entre as pernas dele. O cacete brilha com meus fluidos, o cheiro forte de sexo me batendo na cara, e eu engulo tudo de uma vez, a garganta se abrindo pra acomodar, gag gag gag, os sons guturais enchendo o quarto enquanto eu mamo como uma faminta. "Porra, isso, chupa meu pau sujo da sua buceta, vadia", ele manda, segurando minha cabeça e fodendo minha boca com força, a saliva escorrendo pelo queixo. Eu paro um segundo pra lamber as bolas, sentindo o sabor salgado, e digo pra câmera, "Olha, corno, isso é como se faz oral de verdade, não aquela lambidinha patética que você dá". Ele ri, "Seu marido é um loser mesmo, Luana, deixa eu te mostrar o que é um anal de respeito agora".

Eu monto de novo, mas dessa vez guio o pau pro meu cu, sentindo a resistência inicial, a dor queimando como fogo, mas eu empurro pra baixo, gritando "Aiii, caralho, tá rasgando meu cuzinho, fode mais, Thiago!", e ele obedece, bombando pra cima enquanto eu rebolo, a mistura de dor e prazer me levando ao limite, lágrimas nos olhos mas um sorriso safado no rosto. O cheiro agora é mais intenso, suor, sexo anal cru, e os sons são mais altos, slap slap slap, misturados com nossos gemidos. Eu aperto as nádegas em volta dele, sentindo cada pulsação, e ele goza primeiro, jorrando quente dentro de mim, "Toma porra no cu, sua puta casada!", e eu sigo rebolando até gozar também, o orgasmo me sacudindo inteira, "Sim, enche meu cu, corno vai lamber tudo depois, ha ha ha!"

Ofegante, eu desmonto, o sêmen escorrendo pela minha perna, e pego a câmera pra um close-up final. "Foi incrível, Thiago, mas tem mais aventuras vindo, postagens diárias no site de Selma Recife e no Fanvue, cheia de putaria assim. Ei, leitores, comentem aí o que acharam, digam se querem ver mais de mim fodendo assim, denegrindo o corno pra vocês. Quem sabe você não é o próximo amigo que eu faço?" Eu piscando, sabendo que isso vai deixar todo mundo louco por mais.

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