Meu marido manou-me seduzir o vizinho e foder com ele. Mas... Não deu certo.
Ah, que terça de Carnaval inesquecível aqui no Iputinga, onde eu, Sônia, e meu marido Paulo, sempre abertos a novas aventuras no nosso perfil do www.selmaclub.com, armamos uma pegadinha safada com o vizinho Arthur: chamei ele pra consertar a TV enquanto Paulo tava no trampo, com câmera escondida na sala capturando tudo, eu de vestidinho listrado apertado, seduzindo o cara até ele meter a mão na minha bunda, enfiar o dedo no meu cu, lamber com nojo que vi depois no vídeo, foder vaginal em pé, depois anal com manteiga que doeu pra caralho, eu peidando fedido porque não aguentei a dor de barriga, ele xingando de imunda e parando quando viu o pau melado de merda, indo embora puto da vida – e agora você vai querer devorar cada detalhe sujo, ver as fotos e vídeos anexados, e ficar louco por mais, porque isso é só o começo das nossas putarias diárias.
Estou aqui na sala, o sol de Recife batendo quente pela janela, o cheiro de poeira e suor misturado no ar úmido dessa terça de Carnaval, quando ouço a campainha tocar. Meu coração acelera, porque sei que é Arthur, o vizinho bonitão que mora do lado, casado com aquela chata que saiu pro trabalho cedo. Paulo também foi pro dele, mas antes a gente combinou tudo: câmera escondida no canto da estante, filmando cada putaria que eu planejei. Eu me arrumo rapidinho, ajusto esse vestidinho listrado preto e branco que gruda no meu corpo como uma segunda pele, realçando minha bunda empinada e minhas coxas grossas, sem calcinha por baixo pra facilitar. Abro a porta com um sorriso malicioso, o ar condicionado quebrado deixando tudo mais pegajoso.
"Arthur, que bom que veio! Entra, a TV tá dando um probleminha bobo, mas eu sou uma negação nisso", digo, piscando enquanto ele entra, os olhos dele já descendo pro meu decote e pras minhas pernas expostas.
Ele ri, coçando a cabeça, vestindo uma camisa solta e shorts, o corpo atlético brilhando de suor. "Sem problema, Sônia. Onde tá o defeito?"
Mostro a TV na estante de madeira velha, cheia de tranqueiras: caixas plásticas, livros empoeirados, um monitor desligado. Enquanto ele se agacha pra checar os cabos, eu me posiciono atrás, inclinando o corpo pra "ajudar", roçando minha bunda na perna dele de leve. O cheiro dele, um misto de sabonete e suor masculino, me deixa molhada na hora.
"Ah, acho que é só um cabo solto", ele murmura, mas percebo o olhar desviando pro meu vestido subindo um pouco.
Eu me aproximo mais, colando meu corpo no dele. "Você é tão jeitoso, Arthur. Meu Paulo vive ocupado, sabe? Às vezes preciso de uma mãozinha extra."
Ele se vira, os olhos nos meus, e eu sinto a tensão no ar, como um elástico prestes a estourar. "Mãozinha extra? Tipo o quê?"
Sorrio, pegando a mão dele e guiando pro meu quadril. "Tipo isso aqui. Sente como tá apertado esse vestido? Me ajuda a ajustar."
Ele engole em seco, mas não tira a mão, deslizando devagar pra minha bunda. "Sônia, cê tá louca? E se alguém vê?"
"Ninguém vê, bobinho. Paulo tá no trampo, tua mulher também. É Carnaval, hora de se divertir", respondo, virando de costas e empinando a bunda pra ele.
"Ah, porra, que bunda gostosa", ele geme baixinho, apertando com força, os dedos cravando na carne.
"Mais forte, Arthur. Aperta como se fosse tua", eu provoco, rebolando devagar.
Ele ri nervoso. "Cê é safada mesmo, hein? Paulo sabe disso?"
"Paulo adora. A gente é liberal, amor. Temos até perfil no www.selmaclub.com, cheio de aventuras. Quer ver depois?"
"Caralho, sério? Me mostra agora", ele diz, mas eu nego, puxando ele pra mais perto.
"Depois. Agora, enfia o dedo, vai. Sente como tô quente."
Ele obedece, levantando o vestido e enfiando um dedo no meu cu, devagar, o lubrificante natural do suor ajudando. "Puta merda, tá apertado pra caralho."
"Gosta? Enfia mais fundo, seu safado", eu mando, gemendo alto, o som ecoando na sala vazia.
Ele enfia, girando o dedo. "Cê é uma vadia, Sônia. Tua bunda engole tudo."
"Engole sim. Agora cheira, vai. Cheira minha bunda suada."
Ele hesita, mas eu empurro a cabeça dele pra baixo. "Vai, cheira forte."
"Ah, que cheiro de cu gostoso, misturado com suor", ele murmura, inalando fundo, mas depois no vídeo vi a cara de nojo que ele fez, nariz franzido.
"Lambe agora, Arthur. Lambe meu cu como um cachorro."
Ele lambe, a língua quente circulando o buraco, mas com relutância. "Tá salgado, porra. Mas tô lambendo, sua puta."
"Mais, lambe mais. Quero sentir tua língua dentro."
"Caralho, Sônia, cê me deixa louco. Vamos pra cama?"
"Não, aqui na sala mesmo. Mais excitante, com risco", eu digo, sabendo da câmera filmando tudo.
Ele se levanta, pau duro marcando o short. "Então me chupa primeiro, vadia."
Eu me ajoelho, baixo o short dele, o pau grande e grosso pulando pra fora, veias pulsando. "Que pauzão, Arthur. Vou engolir todo."
"Engole, sua gulosa. Chupa forte."
Eu chupo, a boca cheia, saliva escorrendo, o gosto salgado na língua. "Mmm, delícia de pica."
Ele segura minha cabeça. "Mais fundo, engasga nessa rola."
Eu engasgo, tossindo, mas continuo. "Agora me fode em pé, vai."
Ele me levanta, vira de costas, enfia o pau na minha buceta molhada, metendo forte. "Toma pica, sua casada safada."
"Ah, fode, Arthur! Rasga minha buceta!"
"Assim? Tá gostando, puta?"
"Sim, mais rápido, caralho!"
Ele acelera, o som de pele batendo ecoando, cheiro de sexo no ar. "Tua buceta tá chupando meu pau."
"Chupa sim. Agora no cu, mas pega manteiga na cozinha."
Ele vai rápido, volta com manteiga, espalha no pau e no meu cu. "Pronto, vadia. Agora aguenta essa rola grossa."
"Enfia devagar, seu filho da puta. Tá doendo pra caralho!"
Ele enfia, o pau grande rasgando, eu grito de dor. "Ahhh, porra, tá arrombando meu cu!"
"Relaxa, Sônia. Toma mais, engole tudo."
"Geme alto, me xinga!"
"Sua puta arrombada, toma pica no rabo!"
"Mais forte, fode como um animal!"
Ele mete fundo, os ovos batendo na minha bunda. "Caralho, que cu quente e apertado."
"Dói, mas é bom. Continua, seu pauzudo!"
"Tá gemendo como uma cadela no cio."
"Sim, me fode mais, Arthur!"
"Goza pro teu vizinho, vadia."
"Ainda não, mas manda em mim."
"Pega no meu saco enquanto meto."
Eu pego, apertando. "Assim? Teus ovos tão cheios de porra."
"Porra sim. Vou encher teu cu."
"Não ainda, tô com dor de barriga, goza logo!"
"Não vou parar, aguenta, puta."
Eu sinto a pressão, e solto um peido alto, fedido, o cheiro de merda se espalhando. "Ah, merda, peidei!"
"Para com isso, Sônia! Tá fedendo pra caralho!"
"Não controlo, você arrombou meu cu!"
Ele mete mais forte, raivoso. "Sua imunda, fedida! Bunda podre, peidando no meu pau!"
"Desculpa, mas fode mais, seu safado!"
"Não para de peidar, porra? Tá nojento!"
"Tô arrombada, não aguento!"
Ele continua, xingando. "Puta fedorenta, cu sujo!"
De repente, ele tira o pau, vê melado de merda. "Caralho, olha isso! Meu pau tá todo cagado, sua porca nojenta!"
"Ah, Arthur, calma..."
"Calma nada! Você é imunda, suja, porca e nojenta! Não pensava que tua bunda fosse suja desse jeito, fedendo merda fresca. Que nojo, vou embora!"
Ele arruma a roupa, sai batendo a porta, puto da vida.
Eu rio sozinha, limpando a bagunça, pensando: O cara coloca um pau comprido numa bunda e quer melar de que? Mel de abelha?
E aí, galera, curtiu essa putaria? Tem mais aventuras safadas vindo em breve, com novas postagens diárias no nosso perfil. Comenta aí o que achou, me diz se quer ver o vídeo completo, e pra achar o autor, só ficar ligado aqui. Vamos interagir mais! Em www.bit.ly/selmatudo tem contato, milhares de fotos free, vídeos e mais.
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