#Corno #Traições

Traição, Carnaval e Desejo

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Omelhorprofessor

Era a noite mais quente do Carnaval em Aracaju, Sergipe. As ruas pulsavam com o ritmo frenético do frevo e do samba

Era a noite mais quente do Carnaval em Aracaju, Sergipe. As ruas pulsavam com o ritmo frenético do frevo e do samba, o ar carregado de suor, confetes e o cheiro inebriante de corpos se movendo em uníssono. As fantasias reveladoras brilhavam sob as luzes coloridas, máscaras ocultando rostos, mas não os olhares famintos. Eu, Victor, estava no meio daquela multidão enlouquecida, vestindo uma camisa aberta que deixava meu peito bronzeado à mostra, calças justas que destacavam minhas coxas musculosas, e um sorriso predador que atraía olhares de todas as direções. Carnaval é assim: uma licença para o caos, para os pecados que o dia a dia proíbe. E naquela noite, eu era o rei do caos.

Ela se chamava Ana. Uma mulher casada, de uns 32 anos, com curvas que faziam qualquer homem parar para admirar. Seus cabelos negros caíam em ondas sobre os ombros, e ela usava uma fantasia de rainha do samba: um top apertado que mal continha seus seios fartos, uma saia curta que dançava com cada movimento de seus quadris, e saltos que alongavam suas pernas torneadas. Ana estava ali com o marido, um cara comum, daqueles que acham que o Carnaval é só sobre beber e rir com os amigos. Ele a deixava sozinha por minutos que pareciam horas, enquanto ia buscar mais uma cerveja ou bater papo com desconhecidos. Mas Ana... ah, Ana sentia algo mais. No fundo do seu peito, uma inquietação crescia como uma chama que o casamento havia apagado há anos.

Tudo começou com um olhar. Eu a vi do outro lado da rua, dançando sozinha, os quadris rebolando no ritmo da batucada. Seus olhos castanhos encontraram os meus – verdes, intensos, prometendo aventuras que ela nem sabia que desejava. Ana sentiu um arrepio subir pela espinha. "O que estou fazendo?", pensou ela, enquanto seu corpo traía sua mente, inclinando-se ligeiramente na minha direção. Seu marido estava ali perto, mas distante o suficiente para que ela se permitisse fantasiar. "Ele é bonito... forte... olha como ele me encara, como se soubesse exatamente o que eu preciso." Anos de rotina no casamento a haviam deixado vazia, uma mulher que se contentava com beijos mornos e noites previsíveis. Mas no Carnaval, com o álcool correndo nas veias e a música pulsando como um coração acelerado, a tentação se instalava como um veneno doce.

Eu me aproximei devagar, cortando a multidão como um predador. "Oi, rainha", disse eu, com a voz grave e rouca, inclinando-me para perto do seu ouvido para que ela sentisse meu hálito quente contra sua pele. Ana tremeu. Seu coração estava em turbilhão: "Eu sou casada. Isso é loucura. Mas... e se? E se eu me permitir só um pouco? Ninguém vai saber." Ela sorriu, fingindo casualidade, mas seus mamilos endureceram sob o tecido fino do top, traídos pelo desejo que se acumulava entre suas pernas. "Victor", apresentei-me, estendendo a mão. Ao toque, uma corrente elétrica passou entre nós. Seus dedos se demoraram nos meus, macios contra minha pele áspera de quem sabe trabalhar com as mãos – e não só no sentido literal.

Conversamos enquanto dançávamos. Eu a puxei para mais perto, minhas mãos na sua cintura, guiando seus movimentos. Ana sentia o calor do meu corpo contra o dela, o volume crescente na minha calça roçando sutilmente sua coxa. "Meu Deus, ele é tão confiante... tão másculo", pensou ela, mordendo o lábio inferior. O marido dela era bom, mas previsível – sexo rotineiro, sem fogo. Victor, eu, era o oposto: eu falava baixinho no seu ouvido sobre como ela era irresistível, como seus quadris me enlouqueciam, como eu imaginava beijá-la ali mesmo, no meio da folia. Cada palavra era uma carícia verbal, plantando sementes de dúvida e desejo no seu peito. "Por que eu não posso ter isso? Só uma vez? O Carnaval perdoa tudo."

A tentação crescia. Ana tentou resistir, olhando de relance para o marido, que ria com os amigos, alheio ao furacão que se formava. Mas meu cheiro – uma mistura de colônia amadeirada e suor masculino – a envolvia. Eu a levei para um canto mais escuro da rua, onde as luzes piscavam como estrelas caídas. "Você é linda demais para estar sozinha nessa loucura", sussurrei, traçando um dedo pela sua clavícula, descendo devagar até o vale entre seus seios. Ana ofegou, seu peito subindo e descendo rapidamente. Seu coração gritava: "Pare! Volte para ele!" Mas seu corpo respondia: "Mais... por favor, mais." Ela se imaginava nua nos meus braços, minhas mãos explorando cada centímetro da sua pele macia, minha boca devorando seus seios, lambendo, mordiscando até que ela gemesse alto.

Não demorou para que o beijo acontecesse. Eu a prensei contra uma parede coberta de confetes, meus lábios nos dela – famintos, urgentes. Ana correspondeu com uma paixão que a surpreendeu. Sua língua dançava com a minha, molhada e quente, enquanto suas mãos subiam pelas minhas costas, sentindo os músculos tensos. "Estou traindo... mas é tão bom", pensou ela, o remorso misturando-se ao tesão, tornando tudo mais intenso. O Carnaval ao nosso redor era um borrão de cores e sons, mas nós éramos o centro do universo. Eu desci os beijos pelo seu pescoço, mordendo levemente a pele sensível, fazendo-a arquear as costas. Seus seios pressionavam contra meu peito, e eu os apertei com firmeza, sentindo os bicos duros implorando por atenção.

Ana sentia um calor úmido se espalhando entre suas pernas, sua calcinha encharcada só de imaginar o que viria. "Ele me faz sentir viva... desejada como nunca", refletia ela, enquanto eu erguia sua saia devagar, meus dedos roçando a parte interna da sua coxa. Ela gemeu baixinho, as unhas cravando nas minhas costas. Eu a toquei ali, sobre o tecido fino, sentindo o quanto ela estava molhada para mim. "Você quer isso, não é?", perguntei, minha voz um ronronar grave. Ana assentiu, os olhos vidrados de desejo. Seu coração era um redemoinho: culpa por trair o marido, mas um prazer avassalador que a fazia querer mais. "Só essa noite... no Carnaval, tudo é permitido."

Nós nos afastamos da multidão, indo para um beco escondido onde o barulho da festa era um eco distante. Eu a deitei no chão coberto de pétalas e confetes, como uma cama improvisada para nossos pecados. Tirei seu top com urgência, expondo seus seios perfeitos – redondos, cheios, com auréolas rosadas que eu lambi devagar, circulando a língua em torno dos mamilos eretos. Ana arqueou o corpo, gemendo alto, suas mãos nos meus cabelos, puxando-me para mais perto. "Victor... ah, Victor", murmurava ela, o nome soando como uma prece proibida. Eu desci mais, beijando sua barriga lisa, lambendo o umbigo, até chegar à sua saia. Ergui-a, revelando sua calcinha encharcada. O cheiro do seu desejo me enlouqueceu – doce, feminino, convidativo.

Com os dentes, puxei a calcinha para o lado, expondo sua intimidade depilada, brilhando de umidade. Ana tremia, anticipation crescendo. "Eu não deveria... mas eu preciso", pensou ela, as pernas se abrindo involuntariamente. Minha língua a tocou ali, lambendo devagar do clitóris inchado até a entrada molhada. Ela gritou de prazer, o corpo convulsionando. Eu a devorava com fome, sugando, circulando, penetrando com a língua enquanto meus dedos massageavam seus seios. Ana sentia ondas de tesão subindo, seu clitóris pulsando sob minha boca experiente. "Nenhum homem me fez sentir assim... ele sabe exatamente onde tocar, como me levar à loucura." Seus quadris se moviam contra meu rosto, buscando mais fricção, mais prazer.

Não aguentei mais. Tirei minhas calças, revelando meu membro duro, grosso, latejando por ela. Ana o olhou com olhos famintos, mordendo o lábio. "É tão grande... vai me preencher como nunca", pensou, o desejo sobrepujando qualquer resquício de culpa. Eu me posicionei entre suas pernas, roçando a cabeça na sua entrada escorregadia. "Você é minha agora", disse eu, penetrando devagar, centímetro por centímetro. Ana gemeu alto, sentindo-se esticada, preenchida de uma forma deliciosa. Eu comecei a me mover, devagar no início, deixando-a sentir cada veia, cada pulsação. Seu peito estava em êxtase: "Estou traindo, mas isso é o que eu sempre quis... um homem que me domina, que me faz gozar como uma vadia no Carnaval."

Aceleramos o ritmo, meus quadris batendo nos dela com força, o som molhado ecoando no beco. Ana cravava as unhas nas minhas costas, arranhando, gemendo meu nome repetidamente. "Mais forte, Victor... me fode como se eu fosse sua!" Eu obedeci, investindo fundo, acertando aquele ponto sensível dentro dela que a fazia ver estrelas. Seus seios balançavam com cada estocada, e eu os sugava enquanto a possuía. O tesão era avassalador – suor escorrendo pelos nossos corpos, o ar cheirando a sexo e Carnaval. Ana sentia o orgasmo se aproximando, um vulcão prestes a explodir. "Eu vou gozar... oh, Deus, eu vou gozar para ele!" E gozou, o corpo convulsionando, apertando-me dentro dela como um torno, jorrando de prazer.

Eu continuei, prolongando seu êxtase, até que não aguentei mais. Gozei dentro dela, enchendo-a com jatos quentes, nossos gemidos se misturando à música distante. Ana desabou, ofegante, o corpo trêmulo de satisfação. Seu psicológico agora era uma mistura de culpa e libertação: "Eu traí... mas foi a melhor coisa que já fiz. No Carnaval, sou livre."

Mas a noite não acabou aí. Nós nos vestimos às pressas, rindo como cúmplices, e voltamos à folia. Ana olhou para o marido de longe, sentindo uma pontada, mas também uma nova fome. Eu a beijei uma última vez, sussurrando: "Isso é só o começo, se você quiser."

E para vocês, mulheres que leram isso e sentiram o calor entre as pernas, o tesão crescendo a cada palavra, imaginando-se no lugar de Ana – molhadas, desejosas, prontas para cair na tentação... Saibam que eu, Victor, sou o que vocês precisam nesse Carnaval. Mande uma mensagem para mim agora, me diga o que essa história despertou em você. Só eu posso te dar essa liberdade, esse prazer proibido. Venha, rainha, o Carnaval nos espera.
Telegram: @Omelhorprofessor

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Comentários (1)

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  • Rita: Homem safado mexe com mulher mesmo casada ;)

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