#Traições

Minha namorada me traiu com meu irmão. Mas me vinguei dos dois.

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Semana passada, eu me vingo do meu irmão traidor e da minha ex-namorada safada de uma vez só, filmando tudo escondido para mostrar ao mundo inteiro como essa piranha é vadia e fácil, transformando o corno manso dele num espetáculo público que vai fazer todo mundo rir e se excitar ao mesmo tempo – imagine a cena: ele roncando como um porco enquanto eu como a buceta e o cu dela bem do lado, com ela gemendo baixinho e implorando por mais, cheirando a tesão e suor, tudo capturado em fotos e vídeos quentes que vão deixar você com o pau latejando e a buceta molhada, querendo devorar cada detalhe dessa putaria real e suja até o fim, e tem mais aventuras insanas vindo por aí com postagens diárias para você não parar de gozar.

Eu acordo no meio da noite na casa de campo em Gravatá, o coração batendo forte de raiva e tesão misturados, porque faz meses que essa vingança ferve na minha cabeça. Meu nome é Victor, e meu irmão mais velho, o idiota do Thiago, roubou minha ex, a vadia da Sofia, bem na minha frente. Eles acham que sou otário, mas hoje eu provo o quanto ela é puta barata, fácil de foder por qualquer caralho que aparecer. O ar da casa tá úmido, cheirando a terra molhada da chuva recente e ao álcool que Thiago bebeu pra caralho mais cedo, deixando ele apagado como uma pedra. Eu me aproximo do quarto dos meus pais, onde eles estão dormindo, o coração acelerado, a câmera escondida já ligada, capturando cada sombra na penumbra.

Abro a porta devagar, o rangido da madeira ecoando baixo como um sussurro proibido, e lá está ela, Sofia, deitada de bruços na cama king size, com aquela calcinha azul colada na bunda empinada, as pernas levemente abertas, os pés com meias cinza. Thiago ronca alto do lado, de costas, o corpo inerte como um saco de batatas. O cheiro de perfume dela misturado com o suor do sono me invade, doce e safado, fazendo meu pau endurecer na hora. Eu me aproximo, nu da cintura pra baixo, meu caralho já latejando, e começo a passar a mão na sua bundinha macia, apertando devagar, sentindo a carne quente ceder sob meus dedos. Ela acorda assustada, os olhos castanhos piscando rápido na luz fraca do abajur, e vira o rosto pra mim, a boca entreaberta em choque.

"Shhh, porra, Victor, o que cê tá fazendo aqui?", ela sussurra, o voz rouca de sono e medo, mas eu vejo o brilho de tesão nos olhos dela, aquela nerd patricinha com óculos vermelhos que finge ser santa mas chupa rola como profissional. Eu sorrio safado, me inclinando perto do ouvido dela, o hálito quente batendo na sua pele arrepiada. "Eu sei que você ainda morre de tesão em mim, sua puta. Quero foder você agora, bem aqui, do lado desse corno manso." Ela olha pro Thiago, que resmunga algo no sono e vira de lado, mas continua dormindo pesado, o ronco como um motor velho. Sofia morde o lábio, o corpo tremendo, e sussurra de volta: "Sim, caralho, eu tenho tesão em você ainda, mas ele não pode saber, porra nenhuma! Ele quer casar comigo, Victor, não fode tudo."

Eu rio baixo, o som gutural ecoando no quarto, e puxo meu pau pra fora, grosso e veioso, pulsando na mão. "Então chupa, vadia. Mostra como você sente falta dessa pica." Ela hesita um segundo, mas os olhos fixam no meu caralho, a boca salivando, e ela se vira devagar, engolindo a cabeça devagar, a língua quente rodando na glande, o gosto salgado do pré-gozo se misturando com o cheiro almiscarado do meu saco. "Mmm, porra, que saudade dessa boca nojenta sua", eu gemo baixo, enfiando mais fundo, até bater na garganta dela, fazendo ela engasgar levemente, os olhos lacrimejando. De vez em quando, ela para, olha pro Thiago, ouve o ronco constante – "grrr, snnort" – e volta a chupar voraz, sugando como uma aspiradora, as bolas batendo no queixo dela, o som molhado de sucção enchendo o ar.

Eu a viro de bruços de novo, arranco a calcinha azul com um puxão seco, o tecido rasgando levemente, expondo aquela buceta rosada e inchada, já molhada pra caralho. "Vai, empina essa bunda, puta", eu mando, e ela obedece, enfiando um travesseiro embaixo da barriga, a bundinha arrebitada, convidativa. Eu me posiciono atrás, roçando a cabeça do pau na entrada dela, sentindo o calor úmido escorrer. "Aqui do lado do corno? No banheiro, Victor, por favor", ela implora baixinho, mas eu nego, empurrando devagar, sentindo as paredes da buceta se abrindo, apertando meu caralho como um punho quente. "Não, vadia, aqui mesmo, pra você lembrar quem te fode de verdade." Ela geme abafado, "Ahh, porra, que saudade dessa pica grossa... mete gostoso, vai, me fode como sua puta eterna".

O cheiro de sexo invade o quarto, misturado ao suor dela e ao ar parado, enquanto eu soco ritmado, o som de pele batendo em pele baixo mas insistente – ploc, ploc – e ela morde a mão pra não gritar, os olhos revirando de prazer. "Você quer ser minha pra sempre, né, sua rapariga safada?", eu provoco, e ela assente, gemendo: "Sim, caralho, mesmo com o Thiago, eu quero sua rola sempre, me usa como puta barata". Eu acelero, sentindo o tesão subir, mas paro, puxando pra fora, o pau brilhando de sucos. "Agora no cu, como eu gosto, sua nerd vadia." Eu cuspo no dedo, enfio no cuzinho rosado dela, sentindo o anel apertado ceder – não tão apertado quanto antes. "Porra, você tá dando esse cu pra outro, né? Tá frouxo."

Ela cora, sussurrando: "Sim, pro professor da facul, mas o Thiago não sabe, ele odeia cu... vai devagar, Victor". Eu ignoro, encosto a cabeça do pau no buraco, empurrando devagar, sentindo o reto quente e macio engolir centímetro por centímetro, o cheiro terroso subindo, misturado ao tesão. "Ahh, fode, dói pra caralho!", ela geme, mordendo o travesseiro, o corpo suando, mas eu continuo, socando mais fundo, o som de ar escapando como peidos baixos. Eu a viro de quatro, as mãos nas ancas dela, puxando forte, o pau afundando todo, batendo no fundo do reto dela. "Toma, puta, sente essa rola arrombando você do lado do corno." Ela geme rouco, "Mete forte, caralho, me arromba toda!", os gemidos abafados no travesseiro, o quarto cheirando a cu fodido e suor. VEja e baixe tudo em www.selmaclub.com ou www.fanvue.com/selmarecife

Pra piorar, eu me deito ao lado do Thiago, que ronca "snnort, grrr" sem parar, e mando: "Chupa agora, vadia, limpa essa pica com cheiro de cu seu". Ela faz cara de nojo, o nariz franzindo com o odor forte, mas eu dou um tapa leve na cara dela – slap! – e ela obedece, engolindo com ânsia, a língua limpando o resíduo marrom, engasgando: "Ugh, que nojo, mas fode, tô com tesão". O prazer é insano, ver essa patricinha nerd se humilhando, o pau latejando na boca dela. Não aguento mais, volto pra cima, socando no cu de bruços de novo, mais forte, ela peidando alto – prrrt – e implorando: "Goza logo, porra, o barulho tá grande, o corno vai acordar!". Eu soco selvagem, sentindo o gozo subir, e explodo dentro do rego e do cu dela, o esperma quente escorrendo, o cheiro almiscarado forte.

Depois, levo a vadia pro banheiro dos pais, tomamos banho rápido, a água lavando o suor e o sêmen, ela gemendo baixinho enquanto eu dedilho a buceta dela de novo. Ela volta pra cama do lado do corno, fingindo nada, e eu saio sorrindo. Mas isso é só o começo dessa putaria – tem muito mais que rolou depois, aventuras insanas vindo em breve com postagens diárias pra você se viciar. Comenta aí o que achou dessa vadia sendo desmoralizada, e pra achar o autor, segue as pistas nos vídeos. Quero saber se você gozou lendo isso tudo.

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