Jonas transformou Juliano na sua putinha apaixonada
Depois daquela noite no apartamento do Jonas, Juliano imaginou que seria apenas mais uma transa maneira mas Jonas não deixou que parasse por aí.
No dia seguinte, uma mensagem simples chegou no celular do Juliano, enquanto ele tomava seu café:
“Bom dia, loirinho. Dormiu bem? Quero te rever, hoje a noite! Jantar no meu apê eu preparo o jantar”.
Juliano sorriu para a tela, sentindo um pulo inesperado no coração. Respondeu com um “Sim” e um emoji malicioso. Naquela noite, Jonas cozinhou um risoto de parmesão com filé ao molho madeira nada de especial, mas feito com carinho.
Comeram na mesinha da cozinha, rindo de histórias banais de academia. Depois do jantar, transaram calmamente no sofá, com Jonas segurando Juliano no colo, indo fundo, enquanto sussurrava em seu ouvido como amava o jeito que ele gemia baixinho.
Os encontros tornaram-se rotineiros. Duas, três vezes por semana.
Às vezes, Jonas catava Juliano na facul, logo depois da aula, o SUV preto estacionava ali na rua, ele todo encostado no capô com os braços cruzados, atraindo olhares pra valer.
Juliano entrava no carro e, nem bem chegavam no apê, já se beijavam no farol, com a mãozona do Jonas apertando a coxa dele por cima da calça, meu.
Em outras noites, a coisa era mais suave: assistiam um filme na sala, com Juliano largado no peito forte do Jonas, sentindo o coração bombando forte, enquanto os dedos dele, devagar, faziam carinho no cuzinho dele, por baixo do short. Jonas amava tudo isso, passava horas só admirando o corpo miúdo e branquinho de Juliano, desenhando as curvas com os dedos, beijando a nuca, e sussurrando:
“Você é perfeito, sabia? Tão delicado mas aguenta tudo que eu faço com você”
Juliano dava risada, mas por dentro, sentia algo novo crescendo. Não era só tesão, era carinho de montão, tipo querer acordar perto dele, mandar mensagem só pra falar “tô com saudade”, se sentir seguro, nos braços enormes que o abraçavam como se nada no mundo pudesse ferir ele.
Jonas também mudava, sempre no vai e vem, começou a recusar roles com a galera para ficar em casa com Juliano.
Começou a se interessar, questionando o dia dele, os estudos, os sonhos.
Uma vez, depois de uma pegação lenta e profunda na cama com Juliano de quatro, Jonas por trás, segurando a cintura fina, entrando com calma Jonas não saiu logo de dentro dele. Ficou ali, abraçando Juliano por trás, o pau ainda meio duro pulsando lento, beijando as costas.
“Eu curto você Juliano, muito mais do que pensei."
Juliano virou o rosto, os olhos azuis encontrando os verdes.
“Eu também, tô amando você Jonas."
Eles não disseram mais nada naquela noite. Só se abraçaram, dormiram grudadinhos, como se o medo fosse quebrar o clima.
Os encontros viraram namoro sem etiqueta por enquanto, Juliano abria o coração para Paulo nas videochamadas detalhes picantes, as conversas profundas, o jeito que Jonas o fazia se sentir desejado e amado tudo junto.
Paulo escutava, às vezes mordido de ciúmes.
"Se ele te alegra, mergulhe de cabeça, mas não esquece que aqui tem um primo doidinho por ti”.
Jonas preparou um jantar especial: velas, vinho tinto, música suave. Depois de comerem, foram para a varanda coberta, vendo a chuva cair.
Jonas trouxe Juliano pro seu colo, sentando ele em uma cadeira enorme de frente. Beijaram-se lentamente, mãos de Jonas deslizando por baixo da camiseta cropped, acalentando a pele quente.
“Juliano...", Jonas começou, a voz grave tremendo um bocadinho
"Eu não sou bom nessas coisas, sempre vivi o agora, sem apego. Mas com você quero mais! Quero ser o cara que te leva pra jantar, que te pega na faculdade, que te satisfaz à noite” Ele segurou a mão pequena de Juliano e a pôs no peito, aonde o coração pulsava forte.
“Quer namorar comigo? Mesmo de verdade. Ser meu namorado mesmo. ”
Juliano abraçou Jonas, passou os braços ao redor do pescoço dele, encostando a boca bem perto da dele.
“Quero sim! Muito, muito mesmo”
Jonas sorriu, com um sorriso tão grande, e o beijou com uma intensidade que era uma mistura de paixão e tesão, eles se levantaram, meio que tropeçando um no outro até o quarto, rindo entre beijos e mais beijos.
Na cama, Jonas comeu ele como nunca antes, devagar, sempre olhando nos olhos, sussurrando “eu te amo” a cada estocada profunda, segurando as mãos de Juliano acima da cabeça, corpos colados, peito com peito, pé com pé.
Quando gozaram juntos, abraçados, suados, ofegantes, Jonas beijou a testa de Juliano e murmurou baixinho
“Meu loirinho perfeito. ”
Juliano se deitou no peito dele.
Naquela noite, antes de dormir, Juliano mandou uma mensagem para o Paulo:
“Ele me pediu em namoro, e eu disse que sim. ”
A resposta rápida.
“Então seja feliz, primo mas se ele te machucar, eu vou aí e quebro a cara dele”
Juliano deu uma risadinha.
A tarde era normal lá na academia, onde o Jonas trampava de instrutor. Ele tava terminando de dar umas dicas para um aluno quando Arthur o brother dele de treino chegou perto. O Arthur era gigante, tipo uns 1,95m, branquelo, com uns ombros e braços fortes. Cabelo castanho curto, barbicha rala e um sorriso que conquistava geral, principalmente a mulherada (e uns caras também).
Os dois se encostaram ali perto das barras fixas, mandando um whey direto do shaker. “E aí, gigante? Firmeza no romance com o loirinho?” perguntou o Arthur, levantando a sobrancelha malicioso.
“Você sumiu das festas! Tá virando mó casadão é?”
Jonas deu uma risadinha, secando o suor da testa com a toalha.
“Tô feliz demais, mano. O Juliano ele é diferente de tudo que já fiquei.”
O Arthur deu um tapão no ombro dele. “Conta essa história direito, sem enrolação. Quero saber dos detalhes. Como que ele é na cama?”
O Jonas olhou em volta pra ver se não tinha ninguém perto, aí abaixou a voz e abriu um sorriso.
“Pô, Arthur ele é baixinho, branquinho, 1,60m no máximo, mas aguenta firme. A bunda dele é coisa de outro mundo redondinha, empinada, mó macia. Quando eu entro, parece que foi feita sob medida pra mim. No começo ele geme baixinho, tipo um anjo, mas depois começa a pedir com mais força. Já fizemos em tudo quanto é canto do apê: cozinha, sofá, varanda, até no box do banheiro, com ele de quatro.”
O Arthur soltou um assobio, com os olhos brilhando.
“E as fantasias? Você falou que tava inventando umas paradas.” “Já vesti ele de coelhinha com corpete, orelhinhas e um rabinho fofo. Eu era o lobo mau, ele empinava e pedia pra eu devorar ele. Mano, o jeito que ele entra na personagem fica tão feminino, tão na minha mão, que eu perco a razão.”
O Arthur riu, suspirou fundo.
“Você é demais, Jonas, de verdade. Te invejo demais.”
O Jonas ergueu uma sobrancelha.
“Inveja? Você pega geral aqui na academia.”
“Não é qualquer um, cara. É ter um cara igual o Juliano, pequeno, gostoso, que se entrega de corpo e alma, que entra nas suas ideias, que te olha como se você fosse o cara mais incrível do mundo. Eu fico pegando um monte de gente, mas é só sexo e tchau. Você tem um namorado que te ama, que te provoca, que te deixa louco de tesão e ainda te faz sentir o rei da cocada preta. Isso é raro, viu?”
O Jonas sorriu, todo orgulhoso.
“É verdade, ele me disse uma vez que prefere meu pau que o do primo. Só de ouvir isso eu já gozei.”
O Arthur deu uma gargalhada, dando outro tapão no ombro dele.
“Seu sortudo!”
Mais tarde, no vestiário, o Arthur encontrou o Lucas outro brother da academia, moreno, todo tatuado, que treinava no mesmo horário.
Eles estavam se trocando quando Arthur não se aguentou e soltou tudo.
“Cara, acabei de trocar ideia com o Jonas. Ele tá no paraíso com aquele namoradinho loirinho dele, o moleque é demais, segundo ele bundinha perfeita, geme que é uma beleza, topa qualquer fantasia e ainda ama real o cara. Eu fico aqui pegando geral, mas fico com uma inveja do caralho do Jonas.” O Lucas riu, fechando o armário.
“Inveja boa ou ruim?”
“Boa, mas incomoda, queria um Juliano pra mim. Alguém pequeno, branquinho, que se entrega desse jeito, que faz a gente se sentir o dono do pedaço. O Jonas ganhou na loteria e eu aqui sozinho”
O Lucas deu um tapa nas costas dele.
“Relaxa, Arthur, uma hora aparece o seu loirinho”
Enquanto isso, Jonas mandava um zap pro Juliano:
“Tô chegando. Saudade de você! Prepara essa bunda pra mim.”
A resposta veio rapidinho, com um emoji de carinha safada:
“Já tô te esperando de shortinho curto. Vem me devorar, lobo.”
O Jonas sorriu pro celular, todo feliz. Ele sabia que o Arthur tava certo ele era sortudo demais, e não trocava isso por nada.
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Comentários (2)
Ted: 👍👍👍👍
Responder↴ • uid:8n9x7ug042Roberto: Ah que delícia. O amor é lindo. Correspondido então nem se fala.
Responder↴ • uid:1eq7qdgg5lbt