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Sob o Domínio do Meu Irmão Mais Velho Parte 2

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Samuel

Uma rivalidade levada ao limite: entre tapas, silêncios e uma entrega brutal, o ódio vira vício. Descubra quem realmente domina quando as luzes se apagam.

— Sabia... você é todo submisso, né, Samuel? — Ele sussurrou, e eu senti o peso do corpo dele se inclinando sobre o meu.
Na penumbra do quarto, os olhos castanhos dele brilhavam com uma malícia que me dava arrepios. Ele estava por cima de mim, apoiando o peso nos cotovelos, criando uma redoma de carne e testosterona. O peito dele, largo e quente, roçava no meu a cada respiração pesada que ele dava. Aquele cheiro de banho tomado misturado com o suor natural de homem inundava meus sentidos.
— Olha para mim — ele ordenou, e eu obedeci, hipnotizado. — Agora não tem escola, não tem bullying... é só a gente. Você quer ver se os boatos de bom de cama são verdadeiros, não quer?
Sem esperar resposta, ele pegou a minha mão e a conduziu para baixo, em direção ao elástico da cueca dele. Meu coração parecia que ia rasgar o peito. Quando meus dedos tocaram a pele quente da barriga dele e sentiram o volume pulsante que tanto me atormentava nos sonhos, eu perdi o fôlego. Era real. Era firme e quente, ali duro era muito maior do que eu tinha imaginado nos meus piores — e melhores — delírios.
— Sente isso... — ele rosnou, fechando os olhos por um segundo enquanto eu tateava, desajeitado. — É tudo seu, se você souber se comportar.
Breno começou a me beijar, mas não era um beijo delicado. Era um beijo de posse, agressivo, com gosto de desejo acumulado e uma pitada daquela brutalidade que ele sempre usou para me intimidar. A língua dele invadia minha boca com força, enquanto uma de suas pernas se enfiava entre as minhas, pressionando o volume da cueca dele contra o meu pau.
O contraste era absurdo: o “machão” da escola, o meu irmão e carrasco, estava ali, se desmanchando em cima de mim, usando a mesma força que usava para me humilhar para me levar ao delírio. Eu o agarrei pelas costas, sentindo os músculos do trapézio se contraindo sob meus dedos. O ódio tinha evaporado, sobrando apenas um tesão bruto, cru e proibido.
— Você é meu, Zé bundinha... — ele disse entre um beijo e outro, a voz embargada. — De dia eu te zoou, mas de noite eu vou te usar até você não aguentar mais.
Naquela escuridão, com o corpo dele esmagando o meu contra o colchão, eu entendi que a minha vida tinha mudado para sempre. Eu era prisioneiro do meu desejo por ele, o Breno, com todo aquele corpo de “macho” e ego inflado, era o único que detinha a chave daquela cela.
A intensidade do que aconteceu naquele quarto superou qualquer fantasia que eu já tivesse tido. O Breno não sabia ser delicado, e eu nem queria que ele fosse. Ele se movimentava sobre mim com uma urgência bruta, uma mistura de autoridade e necessidade física que me deixava sem forças para reagir, a não ser para me entregar. Cada vez que ele me apertava ou que o peito dele batia contra o meu, eu sentia o peso daquela masculinidade que ele tanto ostentava na escola, mas agora, o impacto era de puro prazer.
Ele puxou minha camiseta para cima com um movimento brusco, descartando-a no chão, e colou sua pele suada na minha. O contato era elétrico. Senti os músculos do abdômen dele, rígidos como pedra, pressionando minha barriga enquanto ele buscava meu pescoço, deixando marcas que eu sabia que teria dificuldade para esconder no dia seguinte. O cheiro dele estava em todo lugar — nos lençóis, no meu corpo, no ar abafado do quarto.
— Agora você vai sentir o peso do seu “irmão”, Samuel. — Ele sussurrou com a voz carregada, enquanto suas mãos grandes e ásperas exploravam meu corpo com uma curiosidade faminta.
Quando ele finalmente se livrou da cueca, a realidade superou os boatos. O volume que eu via na bermuda do uniforme não era nada perto do que eu sentia agora, aquilo parecia triplicar de tamanho da última vez que vi no banheiro, a picona dura pulsando contra a minha coxa. Eu estava em choque, maravilhado e assustado ao mesmo tempo. Ele me dominava com facilidade, usando o corpo alto e pesado para me manter imóvel enquanto me guiava para o ápice de uma sensação que eu nunca tinha experimentado.
Ele se moveu com uma agilidade predatória, abandonando a posição anterior apenas para se sentar diretamente sobre o meu peito. O peso era esmagador; eu sentia as costelas protestarem enquanto o ar ficava curto sob sua autoridade física, mas minha atenção estava totalmente voltada para o que vinha a seguir. Aquela carne quente e pulsante agora pressionava meu rosto, esfregando-se contra o meu nariz e lábios com uma urgência brutal. O cheiro era inebriante — uma mistura crua de suor recente, pele e o odor característico de quem estava excitado há horas, invadindo meus sentidos e me deixando tonto enquanto eu lutava por cada lufada de ar, completamente subjugado pela sua presença.
— Deixa minha pica bem babada para escorregar fácil nesse rabo — ele ordenou, a voz rouca vibrando contra a minha pele, os olhos fixos em mim como se estivesse assistindo a um espetáculo particular, e eu finalmente abri a boca, sentindo aquela cabeça grande e úmida tocar minha língua.
Eu não tive escolha, e no fundo, meu corpo não queria ter. Sob o comando dele, perdi qualquer resquício de hesitação; abri a boca e obedeci, sentindo a textura rígida, as veias saltadas e o calor absurdo do que ele me oferecia. O gosto era metálico e salgado, o sabor puro da masculinidade dele que eu tanto havia cobiçado em segredo. Conforme eu a envolvia, sentia aquela cabeça grande raspar contra o céu da minha boca, uma sensação de preenchimento tão profunda que me fazia engasgar de leve, mas que ele ignorava completamente, empurrando o quadril com força para frente para ditar o próprio prazer. Eu me tornei o instrumento da vontade dele, trabalhando com a língua até que tudo estivesse coberto pelo brilho úmido que ele exigia, enquanto minha saliva escorria pelos cantos e lubrificava a pele tensa até que ela brilhasse sob a luz fraca do abajur. O Breno soltava rosnados de aprovação, enterrando os dedos com força no meu cabelo para controlar meus movimentos e garantir que eu sentisse cada centímetro da sua submissão.
Olhei para cima e vi o rosto do Breno transformado. O sarcasmo tinha dado lugar a uma expressão de puro transe carnal. Ele estava com a cabeça jogada um pouco para trás, os dentes cerrados e os olhos semicerrados, focados no ponto onde o corpo dele desaparecia dentro de mim. Ele soltou um gemido baixo, gutural, e uma das suas mãos desceu, apertando meu pescoço sem sufocar, apenas para marcar a posse, enquanto a outra se enterrava nos meus cabelos, me puxando para cima para encontrar o seu ritmo. Ver aquele brutamontes, que sempre me tratou com tanto escárnio, agora vulnerável ao prazer que a minha boca proporcionava, me deu um choque de adrenalina que eu nunca imaginei sentir.
O transe de Breno atingiu um ponto crítico. Ele não estava mais apenas recebendo; ele queria dominar cada via respiratória do meu corpo. Em um movimento súbito, ele inclinou o tronco pesado totalmente para frente, esmagando-me contra o colchão enquanto enterrava o pau fundo, até o limite, na minha garganta.
A sensação era avassaladora. Senti os pelos grossos dele roçarem meu nariz e bochechas, enquanto o calor da base da pica pressionava meu rosto. No fundo da garganta, eu sentia cada pulsação rítmica e violenta daquela carne rígida, um latejar que parecia ecoar dentro do meu crânio. Meus olhos lacrimejavam instantaneamente, as lágrimas escorrendo pelas têmporas enquanto o reflexo de mordaça lutava contra a invasão. Ele mantinha a mão firme no meu pescoço, apertando e me forçando a aceitar cada centímetro, garantindo que eu sentisse a pressão máxima contra a minha garganta. Eu tentava empurrar seus ombros, minhas mãos espalmadas contra os músculos tensos dele, mas era inútil; eu não tinha força nenhuma para deslocar aquele volume de puro músculo de cima de mim.
Ele me encarou com um olhar que misturava luxúria e uma crueldade silenciosa, ignorando meus pulmões que ainda ardiam pela falta de ar. Eu ainda estava tentando limpar as lágrimas com o dorso da mão quando ele rosnou, a voz baixa e vibrante de quem não aceitava nada menos que a perfeição na sua diversão.
— Aguenta... — ele disse, a mão pesada voltando a prender meu pescoço, não para me sufocar, mas para me imobilizar. — Tem que estar tudo pingando baba, da cabeça até a base, cada centímetro. Se eu sentir que tem um milímetro seco quando eu entrar, eu volto aqui para a sua garganta e você não sai tão cedo.
A ameaça era real. Eu via o brilho de suor na testa dele e o modo como as veias do seu pescoço saltavam. Submisso e tremendo, voltei ao trabalho. Foquei em lambidas longas e lentas, cobrindo cada reentrância daquela haste descomunal. Usei toda a saliva que meu corpo conseguia produzir, descendo até a base, sentindo o calor dos testículos dele contra o meu queixo, enquanto o Breno observava cada movimento meu com uma satisfação predatória.
Eu estava encharcando-o, transformando aquela carne rígida em um objeto reluzente sob a luz do abajur, preparando, com as minhas próprias mãos e boca, o instrumento que ele usaria para me dominar de vez.
Só quando ele decidiu que já tinha extraído o que queria, e que eu precisava de um pouco de ar para não apagar, ele se retirou de forma brusca e rápida. O vácuo súbito me fez tossir violentamente, o peito subindo e descendo enquanto eu buscava oxigênio desesperadamente. Antes que eu pudesse me recuperar, ele inclinou o rosto sobre o meu e soltou um escarro de saliva direto no meu rosto, limpando os vestígios do ato com um desprezo que era, ao mesmo tempo, possessivo.
— Agora sim... — ele ofegou, a voz quase sumindo na garganta. — Já está no ponto.
Com um movimento brusco, ele segurou meus ombros e me jogou de lado no colchão, me virando de costas antes que eu pudesse recuperar o fôlego daquela invasão na minha garganta. Senti o peso dele voltar a me esmagar, mas agora com uma densidade diferente, focada e faminta. Sem qualquer delicadeza, ele agarrou o elástico da minha bermuda e da minha cueca, puxando-as de uma vez até os meus joelhos. Minha pele ficou exposta ao ar frio do quarto por apenas um segundo, um instante de vulnerabilidade absoluta, antes que o calor massivo do corpo dele me cobrisse novamente.
Ele se encaixou entre minhas coxas, forçando-as a se abrirem com os joelhos, enquanto suas mãos grandes prendiam meus quadris com uma força que deixaria marcas. Senti a ponta da cabeçona, agora excessivamente lubrificada e brilhando com a minha própria saliva, pressionar com precisão a entrada do meu rabo. O choque térmico foi imediato: o contraste entre o frio do ambiente e o calor escaldante da carne dele me fez arquear as costas num espasmo, um gemido abafado morrendo contra o travesseiro enquanto eu sentia meu anel ceder àquela presença maciça.
— Eu disse que ia escorregar fácil, não disse? — ele sussurrou rente ao meu ouvido, a voz carregada de uma malícia triunfante, enquanto eu sentia a primeira polegada forçar o caminho para dentro.
Ele não parou. Breno enterrou o rosto no meu pescoço, inspirando meu cheiro com uma voracidade selvagem, e começou a empurrar o quadril com uma lentidão torturante, saboreando cada fibra do meu corpo se esticando para acomodá-lo. Eu sentia cada latejar dele dentro de mim, uma invasão total que parecia tomar conta de todos os meus sentidos. A pressão era enorme, uma sensação de plenitude que beirava a dor, mas que vinha acompanhada de um prazer sombrio e proibido que me fazia tremer por inteiro. Naquele momento, sob o peso e a posse de Breno, eu tive a certeza absoluta: a partir daquela primeira investida, não haveria mais volta, nem redenção, para nenhum de nós dois.
O Breno não tinha pressa; ele queria que eu sentisse cada milímetro daquela invasão. Ele manteve o tronco pesado colado às minhas costas, as mãos agora abandonando meus quadris para se espalmarem no colchão, ao lado da minha cabeça, me cercando em uma jaula de carne e músculos. A cada centímetro que ele ganhava, eu sentia meus músculos internos protestarem e, logo em seguida, cederem ao calor avassalador que ele trazia.
— Relaxa, Samuel... — ele rosnou no meu ouvido, os lábios roçando a minha orelha. — Deixa eu entrar todo. Você trabalhou tanto para lubrificar isso aqui, agora aguenta o peso.
Eu estava em frangalhos. Meus dedos se enterravam no lençol, puxando o tecido com força enquanto eu tentava encontrar ritmo naquela pressão esmagadora. Quando ele finalmente se enterrou por completo, atingindo o fundo, o ar fugiu de mim em um som entre um soluço e um gemido. Eu me sentia preenchido de uma forma que nunca imaginei ser possível, uma conexão bruta que parecia fundir o meu corpo ao dele.
Ele ficou imóvel por alguns segundos, apenas saboreando o aperto, o peito subindo e descendo contra as minhas costas. Dava para sentir o coração dele batendo acelerado, tão descompassado quanto o meu. Então, ele começou a se mover.
O primeiro empuxo foi lento, puxando quase tudo para fora antes de mergulhar de volta com uma força renovada. O som da pele se chocando, úmido e ritmado, preencheu o silêncio do quarto. A cada estocada, a cabeça do Breno batia contra o meu ombro, e ele soltava grunhidos baixos, como um animal que finalmente encontrou o que procurava. Eu não conseguia mais fingir resistência; minha cabeça caiu para o lado, e eu comecei a balbuciar sons desconexos, completamente entregue àquela dança violenta que o Breno ditava.
O ritmo lento e calculado do Breno desapareceu num piscar de olhos. Assim que ele sentiu que eu estava totalmente rendido, a fera dentro dele se libertou. Ele agarrou meus pulsos com uma mão só, prendendo-os acima da minha cabeça contra a cabeceira, e começou a estocar com uma brutalidade primitiva.
Cada golpe era um impacto seco e violento que fazia meu corpo deslizar pelo colchão. O som da pele se chocando com força — o estalo úmido e rítmico daquela carne encharcada de saliva batendo contra mim — ecoava pelo quarto, mas era abafado pelo barulho da própria cama. A estrutura de madeira começou a bater contra a parede com pancadas surdas, denunciando a força selvagem que ele imprimia em cada movimento.
— É disso que você gosta, não é? — ele rosnou entre dentes, a respiração saindo em fustigadas quentes no meu pescoço. — Desse jeito bruto, sem frescura de “irmãozinho”!
Eu não conseguia responder. Minha visão estava turva, e a única coisa que eu conseguia fazer era enterrar o rosto no travesseiro para sufocar os gritos que queriam escapar a cada vez que ele me atingia no fundo. Eu sentia os músculos das coxas dele, tensos como cordas de aço, esmagando as minhas, e a força dos seus quadris me martelando contra o colchão com uma possessividade que beirava o ódio, mas que transbordava um prazer insuportável.
O quarto parecia pequeno demais para aquela energia. O ar estava saturado com o cheiro de nós dois e com a violência daquele ato. Breno não estava apenas me usando; ele estava me quebrando, desmanchando cada barreira que eu tentei construir, até que não sobrasse nada além da minha submissão total ao ritmo frenético dele. Eu estava à deriva, sendo jogado de um lado para o outro por aquele maremoto de músculos e suor, sentindo que o ápice estava perto e que, quando chegasse, nós dois seríamos destruídos por ele.
A cada estocada, a cada rosnado que ele soltava perto do meu ouvido, eu sentia que estava perdendo uma parte de mim e me tornando dele. O prazer era tão intenso que chegava a doer, uma dor deliciosa que me fazia morder o lábio para não gritar e acordar minha mãe e o Ricardo no quarto ao lado. O risco de sermos pegos só aumentava o fogo. Breno estava completamente entregue ao papel de “macho alfa”, mas havia algo na forma como ele me segurava, um aperto quase desesperado, que mostrava que ele também estava viciado naquela conexão proibida.
No auge daquele frenesi, quando a cama parecia prestes a ceder sob a violência dos seus golpes, Breno parou bruscamente. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som das nossas respirações rasgadas. Antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo, ele soltou meus pulsos e, com uma força descomunal, me virou de frente.
Fiquei de costas para o colchão, vulnerável e completamente exposto sob o olhar dele. Breno se ajoelhou entre minhas pernas, mantendo-as abertas, e me encarou. Seus olhos estavam escuros, dilatados, transbordando uma luxúria que não tinha mais nada de fingida. Sem dizer uma palavra, ele mergulhou de novo, entrando de uma vez enquanto suas mãos se enterravam no meu pescoço e na minha cintura.
O impacto me fez perder o fôlego, mas ele não me deixou desviar o olhar. Ele queria que eu visse quem estava me dominando. Então, Breno se inclinou e me calou com um beijo.
Não foi um beijo delicado; foi uma colisão. Tinha gosto de suor, de urgência e daquela saliva que eu mesmo tinha espalhado no corpo dele. Ele invadiu minha boca com a mesma brutalidade com que invadia meu corpo, a língua dele lutando contra a minha em um ritmo faminto. Enquanto nos beijávamos, ele voltou a estocar, mas agora com um ângulo que me fazia ver estrelas.
O ritmo das estocadas acelerou até se tornar um borrão de sensações. Breno me beijava com uma fome desesperada, as mãos apertando meu rosto como se quisesse fundir nossas feições enquanto nossos quadris se chocavam com uma violência ensurdecedora. O prazer, que antes era uma onda controlável, tornou-se um tsunami que rompeu todas as minhas defesas.
Com uma batalha de línguas e um emaranhado de suor e desejo que me deixava sem qualquer defesa. O prazer que ele me proporcionava era tão agudo, tão invasivo, que meu corpo atingiu o limite antes mesmo do dele.
Senti a onda de choque subindo pelas minhas pernas e explodindo na minha barriga. Eu gozei primeiro, de forma violenta, minha gala jorrando e sujando meu abdômen e o peito dele enquanto eu arqueava as costas, soltando um grito mudo contra os seus lábios. No instante do clímax, meu corpo reagiu de forma involuntária: meu rabo se contraiu desesperadamente, as paredes internas apertando o pau dele com uma força absurda, como se estivessem mastigando aquela carne rígida.
— Porra, Samuel! — Ele rosnou contra a minha boca, sentindo o aperto esmagador.
Aquele aperto pareceu despertar uma fúria selvagem no Breno. Em vez de suavizar, ele reagiu com ódio, como se precisasse domar a minha reação e reafirmar que, mesmo no prazer, ele era o dono da situação. Ele segurou minhas coxas com tanta força que seus dedos se enterraram na minha pele e começou a me foder com uma brutalidade renovada. Eram estocadas curtas e violentas, focadas apenas em romper a resistência do meu aperto, um bombardeio de carne contra carne que fazia a cabeceira da cama bater ritmadamente contra a parede.
Ele queria mostrar quem mandava, queria que eu sentisse cada grama da sua superioridade física enquanto eu ainda estava trêmulo pelo meu próprio orgasmo. Mas o meu corpo, ainda pulsando e apertando-o a cada investida, foi o seu fim. Aquele “mastigar” incessante do meu rabo sobre o pau dele foi demais para o seu controle.
Eu sentia a tensão acumulada nos músculos dele, o corpo de Breno tremendo contra o meu como uma corda prestes a arrebentar. Ele soltou um grunhido gutural, os olhos revirando enquanto a máscara de valentão caía de vez. Ele se afundou em mim uma última vez, o mais fundo que podia, e despejou tudo. Eu senti o jato quente e espesso me preencher por dentro, uma marca de posse que parecia queimar.
Breno caiu sobre mim, exausto. O peso dele, que antes era uma ameaça, agora era como um cobertor pesado de carne quente e úmida. Ele enterrou o rosto no meu pescoço, e eu conseguia sentir o coração dele batendo contra o meu peito, muito rápido, parecendo um tambor. Não tinha mais xingamento, nem deboche; era só o calor dos nossos corpos ali, grudados.
Em vez de ele se afastar, ele voltou a me beijar. Mas agora o beijo era diferente: não tinha mais aquela violência de antes. Eram beijos mais lentos, doces e até apaixonados, como se ele estivesse agradecendo pelo que aconteceu. Enquanto a gente se perdia naquele carinho, eu sentia o pau dele amolecendo aos poucos dentro de mim, mas ele não tirava, querendo manter aquele contato até o último segundo.
Depois de alguns minutos, ele rolou um pouco para o lado, mas continuou ali, dividindo comigo o pouco espaço da nossa cama apertada, olhando para o teto escuro. A arrogância que ele exibia na escola parecia ter dado lugar a uma exaustão pensativa. Eu estava paralisado, com o coração ainda dando saltos, sem saber se devia dizer algo ou se o “Zé bundinha” devia voltar a ficar quieto.
— Caralho... — ele soltou, a voz saindo num sussurro rouco, quase irreconhecível.
Ele passou a mão pelo rosto, limpando o suor da testa, e então se virou de lado para me encarar. Mesmo na penumbra, eu conseguia ver o brilho dos olhos dele. Ele esticou o braço e, com uma brutalidade que agora parecia quase carinhosa, puxou minha cabeça para perto do seu peito largo.
— Escuta bem, Samuel — ele sussurrou, a voz voltando a ter aquele tom de autoridade que me fazia estremecer. — O que aconteceu aqui... fica aqui. Amanhã, na escola, nada mudou. Se você abrir o bico ou começar a me olhar com cara de apaixonadinho na frente dos outros, eu te quebro. Entendeu?
Eu assenti contra o peito dele, sentindo os batimentos do seu coração ainda acelerados. Eu sabia que, para o mundo lá fora, ele continuaria sendo o carrasco e eu o alvo. Mas ali, no escuro, o toque da mão dele na minha nuca dizia outra coisa.
— Eu não vou falar nada — respondi, num fio de voz.
— Bom. Porque agora que eu sei o gosto que você tem, eu não vou querer parar. — Ele deu um sorriso de lado, aquele mesmo sorriso safado que me tirava do sério, e me apertou mais forte. — Você é meu brinquedinho particular agora. Meu segredo.
Ele, me olhando nos olhos, eu achei que depois de tudo isso ele só ia arredar para o lado dele, se afastando, mas ele fez algo que eu não esperava: ele se ajeitou de lado e me puxou com força para perto, me encaixando de costas contra o seu corpo.
Dormimos assim, agarradinhos de conchinha. O braço dele, pesado e forte, passou pela minha cintura e me apertou contra o seu peito largo, como se ele não quisesse me deixar escapar. Senti a respiração dele batendo na minha nuca, ficando cada vez mais lenta e profunda, até que o som indicou que ele tinha caído no sono rápido. Para ele, parecia que o mundo tinha acabado de se resolver; para mim, era o começo de uma confusão sem fim.
Eu, porém, não consegui fechar os olhos. Fiquei ali por horas, parado na escuridão, sentindo meu corpo ainda latejar por causa da fodeção bruta de mais cedo. O cheiro dele estava em todo lugar — na minha pele, no travesseiro, no ar que eu respirava. Cada vez que ele se mexia um pouco no sono e me apertava mais, um arrepio subia pela minha espinha.
Era estranho estar ali, nos braços do cara que passava o dia me humilhando na frente de todo mundo. O ódio que eu sentia por ele e o tesão que ele me despertava agora estavam trancados juntos dentro de mim, brigando por espaço. Eu olhava para o braço dele em cima de mim e entendia a gravidade da situação: o meu maior inimigo tinha acabado de se tornar o meu vício mais perigoso. E o pior de tudo era saber que, mesmo com medo do amanhã, eu não queria sair daquele abraço.
A manhã seguinte chegou com uma luz forte e incômoda invadindo o quarto, mas o clima entre nós não tinha nada de solar. Acordei com o barulho do chuveiro batendo no chão do banheiro e, em poucos minutos, o Breno saiu de lá. Ele usava apenas uma toalha amarrada bem baixo no quadril, deixando à mostra cada músculo daquele corpo que, horas antes, tinha sido o meu mundo inteiro.
Ele nem olhou para mim. Agia com uma naturalidade fria, como se a noite anterior — os beijos, o aperto da conchinha e a entrega — tivesse sido apenas um delírio da minha cabeça. Ele começou a vestir o uniforme da escola com aquela rapidez bruta de sempre, enfiando a camisa e fechando o cinto sem hesitar. Eu continuei ali, parado na cama, sentindo o corpo moído e o peso do silêncio dele.
— Levanta logo, Zé bundinha — ele disse, com a voz seca, recuperando aquela armadura de carrasco que ele usava para me humilhar na frente dos outros.
Desci as escadas com as pernas ainda meio bambas, sentindo cada músculo do meu corpo reclamar. Na cozinha, o cenário era de uma família perfeita. Minha mãe sorria enquanto servia o café, e o Ricardo lia algo no celular, parecendo satisfeito. O cheiro de café passado se misturava à tensão que só eu e o Breno sentíamos.
— Bom dia, dorminhocos! — Ricardo exclamou, radiante. — Dormiram bem? O quarto novo é confortável, Breno?
Eu engasguei com o primeiro gole de suco. Breno, sentado na minha frente, nem piscou. Ele pegou um pedaço de pão com uma mão e, com a outra, serviu-se de café preto.
— Foi de boa, pai. O Samuel é meio barulhento para dormir, fica se mexendo demais, mas eu dou um jeito nele — Breno respondeu, dando uma mordida no pão e me encarando por cima da caneca.
O olhar dele era um desafio. Havia uma malícia escondida naquelas palavras que só eu conseguia captar. “Dar um jeito nele” tinha um significado completamente diferente agora. Eu sentia meu rosto queimar, e a cada vez que meus olhos desciam para os braços dele apoiados na mesa, eu lembrava da força com que aqueles mesmos braços me prenderam contra o colchão.
— É, ele sempre teve o sono agitado mesmo — minha mãe comentou, rindo, sem imaginar o que realmente tinha acontecido. — Mas fico feliz que vocês estejam se enturmando. É importante esse companheirismo entre irmãos.
“Companheirismo”. A palavra soava como uma piada de mau gosto. Debaixo da mesa, Breno esticou a perna e, com o pé descalço, começou a roçar o tornozelo na minha canela. Foi um toque ousado, perigoso demais para quem estava a centímetros dos pais. Eu gelei, tentando manter a expressão neutra enquanto o calor subia pelo meu corpo.
— Samuel, você está tão calado hoje, filho. Está sentindo alguma coisa? — minha mãe perguntou, preocupada, notando minha imobilidade.
— Só... só sono, mãe. Não dormi muito bem — respondi, tentando desviar do pé do Breno, mas ele me seguiu, pressionando com mais força.
Breno soltou uma risadinha baixa, quase imperceptível.
— Deve ser o peso da mochila que ele carregou ontem, pai. O Samuel é meio fraquinho, sabe? Precisa de um “treinamento” intensivo para virar homem de verdade.
Ele se levantou, terminando o café de um gole só, e deu um tapinha no ombro do Ricardo.
— Vamos, Samuel? O pai vai deixar a gente lá hoje de novo. Não quero chegar atrasado para a escola.
Eu me levantei, sentindo o peso do segredo esmagando meus ombros. Enquanto ele caminhava na frente, ostentando aquela postura de “machão” imbatível, eu percebi que o jogo tinha mudado. Ele não era mais apenas o bullying da escola; ele era o dono do meu desejo, e aquele café da manhã era apenas a primeira de muitas encenações que teríamos que fazer para esconder o fogo que agora queimava debaixo do nosso teto.
O trajeto até a escola, dentro do carro do Ricardo, foi um exercício de tortura psicológica. O meu padrasto ia concentrado no trânsito, ouvindo o rádio e comentando sobre o trabalho, completamente alheio à eletricidade que quase fazia o ar estalar no banco de trás.
Eu estava encolhido contra a porta, tentando manter o máximo de distância possível, mas o Breno parecia decidido a não me dar um segundo de paz. Ele estava sentado no meio do banco, com as pernas abertas naquela postura folgada de sempre, ocupando quase todo o espaço. O joelho dele pressionava a minha coxa com força, e eu sentia o calor do corpo dele atravessando o tecido da calça do uniforme.
— Está apertado aí, Samuel? — O Ricardo perguntou, olhando pelo retrovisor. — O Breno é um grande folgado, na verdade, né? Às vezes, esqueço que ele ocupa espaço por dois.
— Tá tudo bem, Ricardo... — murmurei, sentindo meu rosto ferver.
Breno soltou um risinho de lado, aquele som baixo que só eu entendia. Ele aproveitou que o pai estava focado em uma ultrapassagem e deslizou a mão pelo banco, escondido pela sombra, até alcançar a minha coxa. Ele não apenas encostou; ele apertou com força, cravando os dedos na carne, fazendo-me dar um pulo no assento.
— O Samuel é que é muito pequeno, pai. Qualquer coisinha ele já se assusta — Breno provocou, a voz saindo com uma malícia que me deixava tonto.
A mão dele começou a subir lentamente pela minha perna. Eu estava em pânico. Se o Ricardo olhasse pelo espelho naquele exato momento, a nossa vida acabava ali. Eu tentava empurrar a mão dele discretamente, mas o Breno era muito mais forte. Ele apertou ainda mais, chegando perigosamente perto do meu pau, enquanto mantinha uma expressão totalmente neutra, olhando para a janela como se estivesse apenas admirando a paisagem.
Eu prendi a respiração, sentindo o volume dele na bermuda se agitar com o risco da situação. Ele adorava aquilo. Adorava saber que tinha o controle, que podia me tocar debaixo do nariz do próprio pai e eu não podia dizer uma palavra. O cheiro do perfume dele, misturado com o cheiro de couro do carro, criava um ambiente sufocante.
— Chegamos, garotada! — Ricardo anunciou, encostando o carro na frente do portão principal.
O Breno retirou a mão instantaneamente, mas antes de abrir a porta, ele se inclinou para o meu lado, fingindo que ia pegar a mochila no chão.
— Hoje o dia vai ser longo, “irmãozinho” — ele sussurrou no meu ouvido, de um jeito que o hálito quente me causou um arrepio violento. — Vê se não gasta todas as energias agora, porque à noite eu vou querer mais.
Ele saiu do carro com aquele salto ágil, batendo a porta e já gritando o nome de um dos amigos na calçada, voltando a ser o Breno “machão” e intocável. Eu saí logo atrás, com as pernas trêmulas e o coração martelando na garganta, sentindo os olhares dos outros alunos sobre nós. Eu sabia que, assim que cruzasse aquele portão, a humilhação começaria de novo, mas o toque da mão dele ainda queimava na minha pele, tornando impossível separar o ódio do desejo.
Nos corredores da escola, Breno mantinha a fachada de sempre: o passo imponente e o deboche no olhar, disparando comentários ácidos e apelidos baixos apenas para manter as aparências diante dos amigos. Mas, por trás daquela marra, fervia um ciúme possessivo que ele mal conseguia controlar. Ele não suportava ver nenhum garoto conversando comigo e, sempre que podia, me cercava no banheiro, me prensando contra a parede com violência para exigir que eu me desculpasse por ter dado atenção a outro. Ali, ele me roubava beijos brutais, tentando apagar qualquer rastro de outra pessoa da minha mente enquanto prometia, entre dentes, que o meu corretivo viria à noite, no quarto. Bastava atravessarmos o portão de casa para que a máscara de carrasco desse lugar a algo muito mais sombrio e viciante; eu amava aquele jeito possessivo dele, sentindo que, sob o medo e a força, eu era a sua única e mais perigosa obsessão.
Para minha surpresa, depois de um tempo dentro de casa, Breno começou a mostrar uma versão quase doce. Às vezes, ele me olhava com uma gentileza que me desarmava, sendo carinhoso e protetor de um jeito que fazia meu coração errar as batidas. Era estranho e maravilhoso ver aquele “macho” agressivo se transformar em alguém que se preocupava se eu tinha comido ou que me dava um beijo casto na testa antes de dormir. Eu amava conhecer esse seu lado novo, mais humano e amoroso.
Mas o Breno da escola nem sempre ficava do lado de fora da porta; ele entrava com tudo no nosso quarto à noite. Mesmo depois daquele momento mais doce, o carrasco que existia nele continuava bem vivo entre as nossas quatro paredes. O Breno ainda era bruto comigo, e muitas vezes parecia que ele sentia prazer em me lembrar disso.
O carrasco também aparecia. Se eu tentava enfrentá-lo ou era desobediente com meu “irmão mais velho”, o clima mudava na hora. Ele perdia a paciência com facilidade e vinha para cima de mim com aquela força de atleta. Ele me prensava contra a parede com o peso do corpo dele, as mãos grandes apertando meu pescoço ou me dando tapas no rosto. Eram tapas que ardiam na pele, mas que faziam meu sangue ferver e me deixavam excitado na mesma hora.
Ele deixava claro, com cada gesto agressivo, que eu devia respeito e obediência total a ele. E o pior é que eu, muitas vezes, era rebelde de propósito. Eu provocava só para ver o rosto dele mudar, só para sentir o peso do seu ódio e da sua força contra o meu corpo. Aquela sensação de ser propriedade dele, de sentir que ele tinha uma posse absoluta sobre mim, me dava um tesão absurdo. No fundo, eu amava ser dominado daquele jeito, sendo tratado como o brinquedo que ele podia usar e controlar na hora que quisesse.
E ainda existia a terceira face: o “bom irmão”. Quando minha mãe e o Ricardo estavam por perto, vivíamos um companheirismo real. Jogávamos videogame até tarde, jogávamos conversa fora e dávamos risadas que preenchiam a sala. A risada do Breno era alta, gostosa e contagiante; muitas vezes eu me pegava rindo só pelo som da voz dele, esquecendo completamente do que estávamos falando. Era um sentimento de amizade profunda, de ter alguém com quem contar.
No fim das contas, minha vida tinha se tornado esse turbilhão de identidades. Com o Breno, eu tinha ganhado tudo o que nunca soube que precisava: um macho que me desejava, um amor secreto que me aquecia, um “irmãozão” melhor amigo e parceiro para todas as horas e um carrasco que me mantinha sob seu controle. Embora ele ainda se exibisse pelos corredores da escola para manter seu status, eu sabia que, quando a porta de casa se fechava, ele era meu — em todas as suas versões.

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Comentários (11)

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  • Carlos: Amei

    Responder↴ • uid:1czlwf9yxpc2
  • Carlos: Que forma tao poética de descrever uma foda . Anei

    Responder↴ • uid:1czlwf9yxpc2
  • Miojo: Muito complexo, mas fácil de entender queria saber se vai ter mais deles dois 🙁

    Responder↴ • uid:1e82a7n4k6xb
    • Autor: Não terá, prefiro gastar tempo escrevendo novas histórias do que continuação, quanto mais continuação a história tem, menos gente vai lendo.

      • uid:1dxds2hbqyge
  • Novinho: Delicia de conto

    Responder↴ • uid:1dxds2hbqyge
  • Mat: Conto incrível!! Gostei muito do desenvolver da história. Podias agr fazer uma continuação onde o Ricardo os vê a foder e entra na onda, revelando o seu lado bruto

    Responder↴ • uid:2pdvelnoij
  • Luc: Vai ter mais? To curtindo mt a história

    Responder↴ • uid:2q33fz0028t
  • Paulo: Terá mais histórias deles? Ou já acabou?

    Responder↴ • uid:1cs9dwizj2sv
    • Autor: Não tera, prefiro gastar tempo criando novas histórias do que criando continuação, só contínuo se sentir que a história merece continuação e se eu tiver ideia pra ela, caso contrário não, porque na maioria das vezes as continuações ficam cada vez com menos leitores, infelizmente.

      • uid:1dxds2hbqyge
    • Paulo: Eu entendo! Cara sua escrita e sua estória é incrível, se um dia você pensar em expandir o universo deles, transforma em livro e postar em outra plataforma de romance dark, eu gostaria de ler e até mesmo se vc vender, eu compraria tbm. Muito show! Parabéns!

      • uid:1cs9dwizj2sv
  • Paulo: Incrível. Eu percebi que na verdade quem estava dominado por alguém ai, era o próprio Breno, ele sempre foi apaixonado e louco pelo Samuel. Mas o bullying que ele cometia contra o menino era uma forma de provocar e ter um motivo de falar com ele. Só que o destino foi bem sem vergonha, colocou eles dois dentro da mesma casa e aí ele não se conteve e foi pra cima. No final de contas o Breno é rendido por Samuel.

    Responder↴ • uid:1cs9dwizj2sv