Corno só convida machos caralhudos para o meu cu! E ele que abre e oferece! Veja abaixo.
Bom dia a todos os meus amigos que seguem o meu perfil, minhas fotos, meus relatos e meus vídeos no site de Selma Recife. Vejam abaixo como sofri nesse caralho enorme, pois sou uma mulher casada pequenina de apenas 20 anos de idade e meu corno tem 30 e fica arrumando machos de paus enormes, muito grossos e bastante duros pelo site de Selma mesmo. É foda ele gostar de me ver sendo completamente arrombada. Escutem nos vídeos como eu choro, escutem meus gemidos, pois não é brincadeira não levar caralhos como esse. E vocês veem o tempo todo que o corno é que abre minha bunda, o corno oferece meu cu, manda o cara meter forte mesmo eu pedindo para parar, pedindo calma, pedindo para ser devagar, mas ele gosta de esculhambar o meu cu. E os machos que comem bunda de casada, quando botam, botam para foder mesmo, pois a esposinha em casa tem um cuzinho preservado e eles botam para arrombar da forma mais forte possível. E vocês notam também que sempre me peido para caralho e me cago no final, me dá muita vergonha sempre, mas o corno me faz passar por esse constrangimento, me oferecendo para vários machos tanto daqui de Pernambuco como machos que passam em viagem pelo Recife. Agora, tem que ter pau grande e grosso, não é no cu do filho da puta, por isso que ele faz isso. É um sofrimento do caralho, mas o que me dá tesão é saber que vocês vão ler meus contos, ver todas as fotos e vídeos e vão gostar. Isso me deixa excitada e juro que não gosto na hora que estou dando, pois é impossível, a dor é imensa, meu corpo fica quase se rasgando, mas na hora que tô lendo os comentários mais picantes, estou me masturbando sozinha em casa enquanto o corno filho da puta está trabalhando. E gozo para caralho, por isso peço para vocês comentem para foder, comentem de forma bem depravada e picante para eu ler essa porra e gozar aqui lendo isso tudinho. Também gozo vendo Selma e amigas recebendo caralhos enormes e se rasgando toda, eu sei o quanto dá trabalho, quanto é difícil dar o cu, mas é a minha vida já que meu marido quer ser corno de bunda de todo jeito. Luciana.
Eu acordo com o sol filtrando pelas cortinas do nosso quarto em Recife, o ar quente e úmido já grudando na pele como uma promessa de suor e tesão misturado. Meu corno, o safado do Paulo, está ao meu lado na cama, seu corpo magro e peludo se mexendo devagar enquanto ele checa o celular. Ele tem 30 anos, dez a mais que eu, e adora essa vida de me compartilhar como se eu fosse um brinquedo seu. "Luciana, olha só quem eu arrumei pra hoje", ele diz com aquela voz rouca de quem já tá excitado só de pensar. Eu me viro, minha bundinha pequena ainda dolorida da última vez, e vejo a foto no site de Selma: um macho chamado Eduardo, alto, moreno escuro, com um pau que parece uma tora de madeira grossa, veias saltadas, cabeça inchada como um cogumelo pronto pra explodir. "Porra, Paulo, de novo? Meu cu ainda tá ardendo da semana passada", eu reclamo, mas no fundo sinto aquele formigamento na buceta, o tesão traiçoeiro que me faz molhar mesmo sabendo o sofrimento que vem.
Paulo ri, sua mão já descendo pra apertar meu peito pequeno, os biquinhos endurecendo sob seus dedos calejados. "Você sabe que adora, sua putinha casada. Olha como esse Eduardo é dotado, vai te arrombar direitinho. Eu marco pro fim da tarde, aqui no motel. E eu filmo tudo, pra postar no site e pros caras babarem." Eu suspiro, fingindo relutância, mas meu corpo trai: minha tanga fina já tá úmida, o cheiro de excitação feminina se espalhando no quarto misturado ao aroma de café que vem da cozinha. O dia passa devagar, eu me arrumando com cuidado, escolhendo uma tanga bege minúscula que mal cobre minha bundinha redonda e empinada, a pele clara contrastando com as marquinhas de sol que Paulo adora. Eu sou pequenina, 1,55m, corpinho magro mas com curvas nos lugares certos – peitos firmes, cintura fina, bunda carnuda que balança quando ando. Paulo me leva pro motel, seu pau já duro na calça só de imaginar.
Chegamos no quarto simples, lençóis brancos, ar-condicionado roncando como um motor velho. Eduardo chega pontual, um gigante de 1,90m, pele escura brilhando de suor, olhos famintos me devorando enquanto Paulo nos apresenta. "Essa é minha esposinha Luciana, Eduardo. Ela tá louca pra sentir esse teu pauzão no cu dela." Eduardo sorri, dentes brancos contrastando com a pele, e me puxa pra um beijo voraz, sua língua invadindo minha boca como se eu já fosse dele. O cheiro dele é forte, musk masculino misturado a colônia barata, suor fresco de quem veio direto do trabalho. Suas mãos grandes descem pra minha bunda, apertando as nádegas com força, os dedos escorregando por baixo da tanga. "Porra, que bundinha gostosa, casadinha. Tô louco pra foder esse cuzinho apertado." Eu gemo no beijo, meu corpo tremendo, a buceta pingando de tesão enquanto Paulo se afasta, pegando o celular pra filmar.
Eduardo me joga na cama de bruços, minha cara afundando no travesseiro que cheira a lavanderia e sexo antigo. Ele puxa minha tanga pro lado, expondo meu cuzinho rosa e virgem de hoje, ainda sensível. "Olha só que delícia, Paulo. Tua mulherzinha tem um cu feito pra pau grande." Paulo ri, aproximando a câmera. "Vai, Eduardo, abre ela pra mim. Eu quero ver esse caralho enorme entrando." Eu sinto as mãos de Eduardo nas minhas nádegas, abrindo-as com força, o ar frio batendo no meu ânus exposto. "Ai, devagar, por favor", eu peço, a voz trêmula, mas Paulo interfere: "Não, mete forte, Eduardo. Ela aguenta, minha putinha adora ser arrombada." Eduardo cospe no pau, o som úmido ecoando no quarto, e posiciona a cabeça grossa na entrada do meu cu. O cheiro de saliva e pré-gozo se mistura ao meu próprio aroma de excitação e medo.
Ele empurra devagar no começo, a cabeça forçando a entrada, esticando meu anelzinho apertado. "Porra, que cuzinho quente e apertado, casadinha. Tô sentindo ele piscando no meu pau." Eu grito, as lágrimas brotando: "Ai, meu cu, caralho! Tá doendo pra porra!" O som é molhado, como um plop quando a cabeça passa, e ele desliza mais fundo, centímetro por centímetro, o pau grosso me preenchendo como se fosse me rasgar ao meio. Meu corpo se contorce, os músculos do cu contraindo em vão, tentando expulsar o invasor. Paulo filma de perto, sua respiração pesada: "Isso, Eduardo, fode ela forte. Olha como ela chora, mas a buceta dela tá molhada pra caralho." Eduardo grunhe, suas mãos apertando minha bunda, abrindo mais, e começa a meter ritmado, o pau saindo e entrando com sons de sucção, slap slap contra minha pele.
Eu choro alto, os gemidos ecoando: "Para, por favor, tá rasgando meu cu! Ai, caralho, devagar!" Mas Eduardo ignora, acelerando, o suor pingando das suas costas nas minhas, o cheiro de sexo preenchendo o ar – musk, suor, lubrificante natural. "Toma, putinha casada, sente meu pauzão te arrombando. Teu corno quer ver isso." Paulo incentiva: "Mete mais fundo, Eduardo. Abre esse cu pra mim." Eu sinto o pau dele batendo no fundo, cada estocada mandando ondas de dor e um tesão doentio pelo meu corpo, minha buceta vazia pulsando, querendo atenção. Meus peidos escapam involuntários, o som constrangedor de ar saindo, pffft pffft, misturado aos grunhidos dele. "Porra, ela tá peidando no meu pau, que delícia", Eduardo ri, metendo mais forte.
O quarto vira um caos de sons: meus choros, "Ai, meu cu, caralho!", os tapas da pélvis dele na minha bunda, slap slap, o rangido da cama, os gemidos guturais dele. Paulo circula, filmando de todos os ângulos, sua mão livre masturbando o pau pequeno dele por cima da calça. "Olha pras fotos, Luciana, eu tô tirando close do teu cu sendo fodido." Eu viro a cabeça, vendo o flash, sentindo a humilhação misturada ao tesão. Eduardo me vira de lado, uma perna erguida, e continua metendo, o pau escorregadio agora, lubrificado pelo meu próprio suor e fluidos. O cheiro é intenso, cu esticado misturado a porra pré-ejaculatória dele, meu corpo tremendo de exaustão e prazer forçado.
"Você gosta, né, safada? Teu cu tá piscando no meu caralho", Eduardo diz, seus dedos agora na minha buceta, esfregando o clitóris inchado. Eu gemo mais alto, o prazer combatendo a dor: "Ai, sim, mas dói pra caralho! Mete na buceta um pouco?" Paulo nega: "Não, só no cu hoje. Eu quero ver ele te arrombar até o fim." Eduardo obedece, metendo mais rápido, o pau pulsando dentro de mim, esticando as paredes do meu reto. Eu sinto a pressão crescendo, o intestino se mexendo, e peido de novo, alto, o som ecoando como um tiro. "Porra, que peido fedido, casadinha. Mas teu cu é uma delícia." O cheiro de gases intestinais se espalha, misturado ao suor, me deixando vermelha de vergonha.
Ele me põe de quatro de novo, mãos abrindo minha bunda larga, o pau entrando fundo, batendo no ponto que me faz ver estrelas. "Toma, toma tudo, putinha!" Seus grunhidos são animais, o suor escorrendo pelo meu corpo, pingando na cama. Eu choro, pedindo: "Calma, por favor, meu cu tá pegando fogo!" Mas Paulo filma de baixo, capturando o pau saindo e entrando, as bolas dele batendo na minha buceta. "Olha como ele te abre, Luciana. Teu cu tá vermelho e inchado." O tesão me trai, eu começo a rebolar devagar, o prazer vencendo, gemidos virando moans de prazer: "Ai, caralho, me fode mais!"
Eduardo acelera, o ritmo frenético, sons de carne contra carne preenchendo o quarto. "Vou gozar no teu cu, safada!" Ele urra, o pau inchando mais, e eu sinto o jorro quente dentro de mim, gozo grosso enchendo meu reto. "Porra, que gozada farta!" Paulo exclama, filmando o pau saindo, o cu piscando, gozo escorrendo misturado a... oh não, a pressão é demais, e eu me cago um pouco, o constrangimento máximo, o cheiro forte de fezes misturado ao sêmen. "Ai, que vergonha, caralho!" Eu choro, mas Paulo ri: "Isso aí, mostra pros caras no vídeo como você se entrega total."
Eduardo sai, ofegante, e Paulo tira mais fotos, close do meu cu arrombado, gozo pingando, a tanga de lado. "Perfeito, Luciana. Os caras vão pirar com isso no site." Eu me deito, exausta, o corpo doendo, mas o tesão pós-orgasmo me fazendo sorrir. Mais tarde, em casa, enquanto Paulo trabalha, eu leio os comentários no site: "Que cuzinho delicioso, Luciana, quero te arrombar também!" "Porra, que peido gostoso, safada!" Eu me masturbo, dedos na buceta molhada, gozando lendo as depravações.
E aí, galera, comentem abaixo com seus emails, pois fazemos sorteios diários de vídeos e fotos exclusivos, avisamos por email pros sortudos. Para achar mais sobre o autor e conteúdos assim, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Vocês vão encontrar tudo lá, relatos quentes, vídeos reais de casadas como eu sendo fodidas.
Mas isso não acaba aqui. O dia seguinte traz outro macho, arrumado pelo Paulo no site. Dessa vez é o Carlos, um caminhoneiro de passagem por Recife, pau ainda mais grosso, curvo como uma banana madura. Paulo me leva pro mesmo motel, o cheiro de sexo ainda fresco no ar. "Hoje vai ser mais intenso, Luciana. Carlos prometeu te fazer chorar de verdade." Eu tremo, mas concordo, a adrenalina correndo nas veias. Carlos chega, corpo robusto, tatuagens nos braços, cheiro de diesel e cigarro. "Olá, casadinha. Pronta pro meu pauzão?" Ele me beija forte, mãos já na minha bunda, apertando como se fosse massa de pão.
Ele me despe devagar, tirando a tanga, lambendo meu cuzinho ainda sensível. O gosto salgado na língua dele, gemidos meus ecoando. "Que cu gostoso, vai engolir meu caralho todo." Paulo filma, "Vai, Carlos, mete sem pena." Carlos lubrifica o pau com cuspe, posiciona, e empurra forte, a dor lancinante me fazendo gritar: "Ai, porra, tá rasgando tudo!" O som de entrada é alto, squish, o pau grosso esticando meu anel ao limite. Ele mete ritmado, mãos abrindo, "Sente isso, putinha, meu pau te enchendo." Eu peido alto, pffft, o cheiro espalhando, vergonha queimando meu rosto.
"Devagar, caralho!", eu imploro, lágrimas rolando, mas Paulo manda: "Mais forte, Carlos, arromba ela." Carlos obedece, estocadas profundas, o pau batendo no fundo, meu corpo sacudindo. O cheiro de suor, cu, porra prévia preenchendo o quarto. Diálogos picantes: "Teu cu é uma buceta agora, safada. Toma mais!" Eu gemo: "Ai, meu cu, fode me rasga!" Peidos constantes, constrangimento máximo, mas tesão crescendo. Ele goza dentro, quente, e ao sair, o inevitável: eu me cago um pouco, o corno filmando tudo.
Em casa, masturbando com comentários: "Luciana, que arrombada deliciosa!" Gozo forte, imaginando mais.
Outro dia, Paulo arruma o Thiago, um negão dotado, pau preto e grosso como um braço. No motel, Thiago me domina, "Vou te foder até você pedir mais, casadinha." Paulo filma, eu de quatro, tanga de lado, o pau entrando devagar, dor imensa. "Ai, caralho, enorme!" Peidos, choros, metidas fortes. Cheiros intensos, sons molhados. Gozada farta, cagada final.
E assim vai, machos variados: o João, pau veioso; o Marcos, curvo; o Pedro, incansável. Cada um me arromba, Paulo só filma, eu sofro e gozo depois nos comentários.
Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias. Comentem depravado, deixem emails pros sorteios – vídeos e fotos quentes pros sortudos. Eu leio tudo e gozo pra caralho! Luciana.
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